Dados estão disponíveis na plataforma DivulgaCand, do TSE
A Justiça Eleitoral recebeu pelo menos 28 mil registros de candidaturas às eleições de outubro. O prazo para o recebimento de registros terminou às 19h.
Os dados foram atualizados às 19h21 e estão disponíveis na plataforma DivulgaCand, administrada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os números ainda não estão consolidados e podem sofrer nova atualização.
Com o fim do prazo, foram recebidos 12 registros de candidaturas à Presidência; vice-presidente (12); governador (223); vice-governador (223); senador (231); 1º Suplente de senador (232); 2º suplente de senador (233); Deputado Federal (10.258); Deputado Estadual (16.161) e Deputado Distrital (591).
Após os candidatos serem aprovados nas convenções partidárias, o pedido de registro de candidatura na Justiça Eleitoral é uma formalidade para verificar se os candidatos têm alguma restrição legal e se podem concorrer ao pleito.
Com o recebimento dos pedidos, as solicitações de candidaturas serão publicadas pelo tribunal. Em seguida, será aberto prazo de cinco dias para que candidatos e partidos adversários e o Ministério Público Eleitoral (MPE) possam impugnar os pedidos.
O próximo passo será o julgamento do registro pelo ministro que foi sorteado para relatar o processo, que deverá ser julgado até 12 de setembro.
Os candidatos não precisam estar com os registros aprovados para iniciarem a campanha eleitoral, que começa amanhã (16).
O primeiro turno será realizado no dia 2 de outubro, quando os eleitores vão às urnas para eleger o presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais. Eventual segundo turno para a disputa presidencial e aos governos estaduais será em 30 de outubro.
Marcos Ermírio de Moraes (PSDB), segundo suplente ao Senado do ex-governador tucano Marconi Perillo Junior, é o candidato mais rico nas eleições. Segundo a declaração ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), seu patrimônio ultrapassa R$ 1,2 bilhão e contempla apartamentos, aeronaves, veículos, aplicações e participações societárias.
É daí que vem a maior parte de seus bens, porque é sócio e herdeiro da Votorantim.
Os registros e as informações neles contidas são de responsabilidade dos partidos onde os candidatos estão filiados. Ainda pode haver atualização, já que as legendas podem enviar até as 19h as informações em formato físico para o tribunal, mas a maior parte já foi declarada.
Em segundo lugar, aparece o senador Luiz Osvaldo Pastore (MDB), que está cadastrado como primeiro suplente na chapa de Flávia Arruda (PL) ao Senado pelo Distrito Federal, com mais R$ 453 milhões.
Ele tem boa parte de seu patrimônio em ações e quotas societárias, além de R$ 171 milhões em crédito de um empréstimo, uma casa de R$ 3 milhões e R$ 18 milhões em aplicações de renda fixa, como CDB e RDB.
Não é possível saber mais detalhes sobre os bens, como acontecia em eleições anteriores, porque o TSE decidiu restringir a exibição desses dados. Segundo a alegação por adequação à Lei Geral de Proteção de Dados. Há um julgamento em andamento sobre essa restrição, mas não há data para voltar a plenário.
Antídio Lunelli (MDB) declarou mais de R$ 390 milhões, com quase todo esse montante na categoria “outros bens e direitos”. Ex-prefeito de Jaraguá do Sul, em Santa Catarina, ele é dono de uma empresa do ramo têxtil e chefe de duas rádios locais.
Entre os vice-governadores, o líder é Otaviano Olavo Pivetta (Republicanos), na chapa à reeleição de Mauro Mendes (União Brasil), em Mato Grosso, que disse ter R$ 378 milhões, basicamente em ações e aplicações financeiras.
O empresário Roberto Argenta, que esteve afastado da política por 20 anos, é candidato ao governo do Rio Grande do Sul pelo PSC e apresenta a sexta maior renda declarada, com mais de R$ 370 milhões.
Desde 2019, Ibaneis Rocha entregou 3,4 mil moradias e, até o fim de 2022, mais 6,1 mil famílias vão ter o próprio lar
Ofertar moradia popular é uma das premissas do governo Ibaneis. Desde 2019, a gestão entregou 3,4 mil imóveis e, até o fim de 2022, deve entregar mais 6,1 mil moradias, beneficiando cerca de 40 mil pessoas. Além disso, mais 6,4 mil unidades habitacionais estão sendo construídas para serem entregues até 2024.
Esses imóveis estão espalhados por seis cidades do DF – Itapoã, Recanto das Emas, Riacho Fundo, Samambaia, São Sebastião e Sol Nascente/Pôr do Sol – e fazem parte do programa Morar Bem, executado pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional do DF (Codhab). Ao todo, são 15 projetos que compõem o plano de moradia e que contam com investimento de R$ 1,9 bilhão, beneficiando mais de 64 mil pessoas.
“Os números mostram que nosso governo não parou de trabalhar nenhum minuto, seja com a pandemia ou período eleitoral. Temos projetos de moradia importantes como os do Sol Nascente e o do Itapoã Parque. Vamos seguir avançando no sentido de que os cidadãos possam ter a casa própria”, afirma o governador Ibaneis Rocha.
Para participar dos sorteios da Codhab é preciso atender a alguns critérios. O inscrito deve ser maior de idade ou emancipado na forma da lei, morar no DF há pelo menos cinco anos e não ser proprietário de outro imóvel. A renda familiar também não pode ultrapassar 12 salários mínimos.
O Conectado ao Poder entrevistou Jailton Almeida (Novo), candidato a deputado distrital, que falou sobre o partido NOVO, seu processo seletivo e suas ideologias, além de destacar suas propostas e bandeiras.
O Novo é o único partido que não usa dinheiro público em campanhas eleitorais. Como surgiu essa iniciativa?
O NOVO é uma iniciativa de pessoas que querem desenvolver o Brasil por meio da iniciativa privada, do livre mercado e do empreendedorismo. Nós do NOVO não acreditamos que o fundo eleitoral deva financiar campanhas bilionárias.
Acreditamos que esse valor deveria ser destinado para educação, saúde, segurança e outras prioridades que o brasileiro busca, quer e deseja dos políticos. O NOVO trabalha em cima da moralidade da política e nós não usamos um centavo do fundo partidário. Todas as nossas campanhas são feitas com dinheiro de doares, que acreditam no NOVO e nossos candidatos. Esses concorrentes são minuciosamente escolhidos a partir de processo seletivo para ocupar as cadeiras no legislativo do DF e Nacional e para o Executivo.
Como são financiadas as candidaturas do NOVO?
As campanhas do partido NOVO são financiadas por apoiadores, filiados e pessoas que acreditam no nosso trabalho. Pessoas que acreditam no nosso jeito de fazer política. O nosso trabalho é voltado para a sociedade sem o uso de dinheiro público nenhum. A gente faz vaquinha e eventos para levantar dinheiro para manter o NOVO.
Qual o diferencial do NOVO?
Os candidatos do NOVO passaram por uma exímia e difícil seleção técnica. Só os melhores ficam. Os candidatos do NOVO possuem qualidades técnicas, fidelidade as bandeiras do partido e que defendem a austeridade. E o candidato eleito vai ter que seguir essas regras como, por exemplo, diminuição de verbas indenizatórias, cargos comissionados e outras diretrizes orientadas pelo partido.
Qual a ideologia do NOVO?
A ideologia é o cidadão. É um estado onde educação, saúde e segurança sejam garantidos para cada um dos brasileiros pagadores de impostos.
Acreditamos que quanto menor o Estado mais desenvolvimento teremos para o cidadão. É, por meio da política, tornar a sociedade empreendedora onde as desigualdades sociais sejam atenuadas com a garantia de desenvolvimento para as gerações futuras.
Até que ponto seus filiados são fieis à esta ideologia?
O comprometimento do filiado do NOVO é total. Para você ser filiado do partido é preciso pagar uma taxa mensal mínima para participar das atividades políticas. Temos um processo de disciplina e código de ética muito bem fomentado, onde qualquer falha ou uso indevido da marca ou da bandeira do partido é averiguado. E caso necessário, o candidato é convidado a se retirar do partido.
Quais pré-requisitos são necessários para que um candidato garanta legenda no NOVO?
Estar filiado ao partido, acreditar no Brasil e nas bandeiras do NOVO, entender que a política e uma forma nobre de trazer para sociedade a aplicação dos impostos de uma forma assertiva e em locais onde o pagador de impostos deseja: educação, saúde, segurança e emprego. Só depois dessa identificação entre o candidato e as bandeiras do NOVO que a pessoa passa ser filiado e ter o direito de concorrer a um cargo público pelo nosso partido.
O que motivou sua candidatura?
É a inovação na política. Ela é completamente mal-vista pela sociedade e isso precisa mudar. Eu sei que existe um jeito honesto, probo e certo de ser fazer política. Vou usar os recursos do mandato para o bem do DF e trazer saúde, educação e segurança por meio de emendas e de articulações sociais-políticas com entidades do bem, que estão no propósito de ajudar o cidadão e tornar a sociedade melhor. O meu propósito é viver a política da sua forma mais nobre. Mostrar para a sociedade do DF que é possível transformar a cidade para melhor. Eu vivo para a política honesta e que traga resultado para o cidadão.
Quais são suas propostas para o DF?
São voltadas para as áreas da inovação, do empreendedorismo, da tecnologia para que geração de renda com criação de empregos. Eu tenho o projeto muito inovador que é a educação em contra turnos no ensino médio que será voltada para acrescentar ao dia de aulas basilares a formação em curso técnico no período da tarde ou à noite. Ou seja, esse é o projeto inovador que será implementado por meio do meu mandato na Câmara Legislativa.
Projetos também voltados para as mulheres com a identificação biométricas dos nascituros. Projetos na área de segurança voltados a redução de criminalidade por meio de educação e tecnologia.
Envie uma mensagem para o WhatsApp (61) 98406-8683 caso você tenha alguma notícia relacionada aos bastidores da política e queira vê-lá na Coluna do Gianelli.
*Sandro Gianelli é consultor em marketing político, jornalista, colunista e radialista. Escreve a Coluna do Gianelli, de segunda a sexta, para o portal Conectado ao Poder e para o Jornal Alô Brasília.
Valparaíso de Goiás cresce com ações implementadas pelo prefeito Pábio Mossoró, que contemplam todos os setores, desde infraestrutura até saúde. As benfeitorias impactam de modo positivo e fazem com que mais melhorias sejam buscadas.
Sonho realizado
Após quatro décadas, o bairro Parque Araruama recebe total infraestrutura. “São mais de 7 mil m² de asfalto quente, 4cm de capa, drenagem de águas pluviais, meio-fio, sarjeta e rampas de acessibilidade, que finalmente chegam após 40 anos para a população ter o bairro 100% pavimentado”, detalha Marcus Vinicius, secretário de infraestrutura.
“Estamos cumprindo nossas promessas e realizando o sonho dessa querida comunidade”, afirma o prefeito. Socorro é moradora da região e diz que a chegada dos benefícios é algo bastante positivo. “Nós estamos muito bem. A poeira acabou. Muitos prefeitos entraram e nenhum se preocupou, mas agora estamos felizes”, relatou.
Saúde total
Até o dia 9 de setembro, o Governo de Valparaíso de Goiás, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, estará em campanha contra a poliomielite, no intuito de vacinar crianças menores de 5 anos que ainda não foram vacinadas com as primeiras doses do imunizante. Além desse projeto, também ocorre multivacinação para crianças e adolescentes menores de 15 anos, para atualizar as vacinas contra a hepatite, pneumonia, rotavírus, febre amarela, sarampo, caxumba, rubéola, varicela, HPV, difteria, meningite, entre outras.
As vacinas estão disponíveis em todas as unidades de saúde de Valparaíso, com o horário de funcionamento de 8h às 17h. Os documentos necessários são: Cartão de vacina e cartão do SUS.
Retorno positivo
A prefeitura do município realiza, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, um programa para cirurgia de catarata, que, de acordo com a equipe, “é o grande diferencial e assegura gratuitamente cirurgias de catarata, pterígio e retina”. Moradora do bairro Jardim Céu Azul, Maria de Nazaré foi contemplada com o procedimento e passou já pela revisão. “Fiz a cirurgia e fui muito bem atendida e estou enxergando muito bem”, disse.
Em busca de mais melhorias
“Vamos continuar trabalhando na infraestrutura, na saúde, na educação, cuidando sempre de nosso povo”, se compromete Pábio Mossoró.
O mercado financeiro reduziu, pela sétima semana consecutiva, a previsão de inflação para 2022. De acordo com o Boletim Focus, divulgado hoje (15) pelo Banco Central, 2022 deve fechar com alta de 7,02% no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
Há uma semana, o IPCA estava projetado em 7,11% para 2022; e há quatro semanas, em 7,54%.
Para 2023, a inflação projetada é de 5,38%. Há uma semana, estava em 5,36%; e há quatro semanas, em 5,20%. Aumentou também a previsão para 2024, de 3,3%, há uma semana, para 3,41%, segundo o boletim divulgado nesta segunda-feira. Para 2025, a projeção do mercado mantém-se, há 57 semanas, em 3%.
Câmbio e juros
O mercado financeiro também manteve as previsões para o câmbio e a taxa básica de juros, a Selic. A expectativa é que o dólar feche o ano custando R$ 5,20 (estabilidade que dura três semanas); e, no caso da Selic, em 13,75% ao ano (projeção de estabilidade há 8 semanas consecutivas).
A estabilidade, tanto do câmbio como da Selic, foi registrada também nas previsões para 2023 e 2024. No caso do dólar, em R$ 5,20 para o ano que vem, e em R$ 5,10 para 2024. Já a Selic tem previsão de fechar 2023 a 11% ao ano, e 2024, em 8% ao ano.
PIB
Com relação ao Produto Interno Bruto (PIB), soma de todas riquezas produzidas no país, o mercado financeiro aumentou a previsão de crescimento para 2022 e para os próximos dois anos.
Neste ano, a expectativa é de que o PIB cresça 2%, ante as projeções de 1,98% e de 1,75%, divulgadas há uma e há quatro semanas, respectivamente.
Para 2023, a expectativa do mercado é crescimento do PIB de 0,41%. Há uma semana, a previsão era de 0,40%; e há quatro semanas, 0,50%. Já para 2024, a previsão é expansão de 1,8%. Há uma semana, a projeção era de 1,70%; e há quatro semanas, 1,80%.
Faltam 50 dias para as Eleições 2022, e a Justiça Eleitoral já começou a reforçar para o eleitor, principalmente para os que votam pela primeira vez, os procedimentos e também o que o eleitor pode ou não fazer no dia da votação.
Antes de tudo, o eleitor ou eleitora deve conferir onde fica a sua seção eleitoral, isto é, onde fica a urna em que deverá votar. O endereço pode ser consultado no portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Em seguida, antes de se dirigir ao local, o eleitor deve ter certeza de que leva consigo o título de eleitor – na versão digital pelo aplicativo e-Título ou em papel – e um documento oficial com foto – RG, CNH, passaporte, certificado de reservista, carteira de trabalho ou, inclusive, carteiras emitidas por órgãos de classe como Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Conselho Federal de Medicina (CFM), Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea) etc.
No dia da votação, o eleitor ou eleitora pode manifestar sua convicção política e ideológica, desde que isso seja feito de forma individual e silenciosa. Isso quer dizer que está liberado ir votar com broche, bandeira, adesivo ou camiseta do seu candidato ou partido. Não é permitido, contudo, a aglomeração de pessoas uniformizadas nem portando algum identificador de candidato ou partido.
Também é proibido abordar, aliciar ou tentar persuadir as pessoas que estiverem indo votar, alerta a Justiça Eleitoral. Tais atitudes podem configurar o crime de boca de urna, prática proibida pela legislação eleitoral e cuja pena pode ser de seis meses a um ano de detenção.
Outro alerta feito pela Justiça Eleitoral é para que a eleitora ou eleitor não leve celular nem câmera para a cabine de votação. Tirar fotos da urna e de votos não é permitido, pois é visto como uma maneira de quebrar o sigilo do voto, um dos princípios fundamentais do processo eleitoral.
De acordo com o TSE, quem for flagrado na cabine com qualquer aparelho de telecomunicação – incluindo celular, walkie talkie ou radiotransmissor – ou de registro como câmera fotográfica e filmadora, pode ser enquadrado no artigo 312 do Código Eleitoral, que prevê pena de até dois anos de detenção a quem violar ou tentar violar o sigilo do voto.
No caso de eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida, a pessoa pode contar com o auxílio de uma pessoa de sua escolha para votar, mesmo que isso não tenha sido solicitado antes do dia da votação.
De acordo com o TSE, a eleitora ou eleitor cego pode receber orientações dos mesários sobre o uso do sistema de áudio disponível na urna eletrônica, com fone de ouvido descartável oferecido pela Justiça Eleitoral.
Neste ano, há urnas que possuem legenda em libras, para auxiliar o voto de quem possui deficiência auditiva.
Legislação define, para efeito dos debates, a representação de cada partido político no Congresso Nacional como a resultante da última eleição geral
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicou no Diário de Justiça Eletrônico (DJe/TSE), nesta sexta-feira (12), a tabela com a representatividade da Câmara dos Deputados e do Congresso Nacional. A tabela será utilizada para a divisão do tempo destinado à propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão e para a realização de debates entre candidatas e candidatos nas Eleições 2022.
A Lei das Eleições (Lei nº 9504/1997) e a Resolução do TSE nº 23.610/2019, que trata da propaganda eleitoral, definem, para efeito dos debates, a representação de cada partido político no Congresso Nacional como a resultante da última eleição geral, com eventuais alterações decorrentes de novas totalizações feitas até o dia 20 de julho do ano eleitoral.
Já para efeito da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão, as normas estabelecem que será utilizada a representação de cada partido político na Câmara dos Deputados, resultante da eleição, com eventuais mudanças provenientes de novas totalizações feitas até o dia 20 de julho do ano eleitoral.
Termina hoje o prazo para solicitar o registro para as eleições deste ano. Informações sobre os candidatos podem ser consultadas no sistema DivulgaCandContas
Termina nesta segunda-feira (15) o prazo para partidos políticos, federações e coligações solicitarem o registro de candidatas e candidatos aos cargos em disputa nas Eleições 2022. Até a manhã de hoje, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebeu 12 pedidos de registro de candidaturas para o cargo de presidente da República.
Este ano, além de escolher o chefe do Poder Executivo, as brasileiras e brasileiros votam para governador, senador, deputado federal, deputado estadual ou distrital.
O prazo se encerra às 8h para as candidaturas apresentadas pela internet, e às 19h, para a entrega de mídias com a documentação necessária diretamente no TSE – no caso dos candidatos a presidente – ou nos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) – nos demais casos. A data está fixada no calendário eleitoral de 2022.
Confira as informações dos candidatos por ordem alfabética:
O Partido Democrático Trabalhista (PDT) encaminhou o registro de Ciro Gomes, relatado pelo ministro Carlos Horbach. O candidato tem 65 anos, é advogado, e foi governador do Ceará, sendo natural de Pindamonhangaba (SP). Ele terá como vice Ana Paula Matos, de 45 anos, servidora pública federal, nascida em Salvador (BA).
O partido Novo apresentou o registro de Felipe D’Avila, cujo relator é o ministro Sérgio Banhos. Aos 58 anos, ele é cientista político e natural de São Paulo (SP) e terá como vice Tiago Mitraud, de 35 anos, administrador e deputado federal (Novo – MG), nascido em Brasília (DF).
A coligação ‘Pelo Bem do Brasil’ oficializou o registro do presidente da República, Jair Bolsonaro, candidato à reeleição, distribuído ao ministro Alexandre de Moraes. A coligação é formada pelo PP, Republicanos e PL. Natural de Campinas (SP), Bolsonaro, de 67 anos, terá como vice o militar reformado Braga Netto, de 66 anos, nascido em Belo Horizonte (MG).
O partido Democracia Cristã (DC) oficializou o registro de José Maria Eymael, que terá como relator o ministro Carlos Horbach. Nascido em Porto Alegre (RS), o candidato tem 82 anos e é advogado. O vice na chapa é o economista João Barbosa Bravo, de 75 anos, natural de São Gonçalo (RJ).
O partido Unidade Popular (UP) encaminhou o registro de Léo Péricles, relatado pelo ministro Mauro Campbell Marques. Ele 40 anos, é técnico de mecânica, e terá como vice Samara Martins, odontóloga de 34 anos. Ambos nasceram em Belo Horizonte (MG).
A coligação ‘Brasil da Esperança’ oficializou o registro de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que tem como relator o ministro Carlos Horbach. A coligação é composta pela Federação Brasil da Esperança – Fé Brasil (PT/PC do B/PV), Solidariedade, Federação PSOL REDE (PSOL/REDE), PSB, AGIR e AVANTE. Natural de Garanhus (PE), Lula tem 76 anos, foi presidente da República de 2003 a 2010. Ele terá como vice Geraldo Alckmin (PSB), de 69 anos, médico e ex-governador de São Paulo, nascido em Pindamonhangaba (SP).
O Partido Republicano da Ordem Social (PROS) oficializou o nome de Pablo Marçal, cujo pedido terá como relator o ministro Alexandre de Moraes. Natural de Goiânia (GO), Pablo Marçal tem 35 anos, é empresário e terá como vice Fátima Pérola Neggra, de 54 anos. Ela é policial militar e escritora, nascida em Iporã (PR).
O Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) apresentou o registro de Roberto Jefferson, cujo relator será também o ministro Carlos Horbach. O candidato, de 69 anos, é advogado e natural de Petrópolis (RJ). O vice na chapa é Kelmon da Silva Souza, de 45 anos, sacerdote, nascido em Acajutiba (BA).
A coligação Brasil para Todos apresentou o registro de Simone Tebet (MDB), distribuído ao ministro Ricardo Lewandowski. A coligação é integrada pelo MDB, Federação PSDB Cidadania (PSDB/CIDADANIA) e PODE. A candidata Simone Tebet, de 52 anos, advogada e senadora pelo Mato Grosso do Sul, é natural de Três Lagoas (MS). Ela terá como vice Mara Gabrilli (PSDB), de 54 anos, publicitária e senadora por São Paulo, nascida em São Paulo (SP).
O Partido Comunista Brasileiro (PCB) encaminhou o registro de Sofia Manzano, que terá o pedido relatado pelo ministro Ricardo Lewandowski. A candidata Sofia Manzano tem 51 anos, é professora universitária e natural de São Paulo (SP). Ela terá como vice Antônio Alves da Silva Junior, de 43 anos, jornalista, natural de Recife (PE).
O partido União Brasil (União) protocolou o registro de Soraya Thronicke, relatado pelo ministro Alexandre de Moraes. A candidata Soraya Thronicke, de 49 anos, é senadora pelo Mato Grosso do Sul e nasceu em Dourados (MS). Ela terá como vice Marcos Cintra, de 76 anos, professor universitário, natural de São Paulo (SP).
O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) oficializou o registro de Vera Lúcia Salgado, cujo relator também é o ministro Ricardo Lewandowski. Nascida em Inajá (PE), Vera Lúcia, de 54 anos, terá como vice Raquel Tremembé, de 39 anos, indígena e professora de ensino fundamental, natural de Vargem Grande (MA).
Os registros ocorreram após a homologação dos respectivos nomes nas convenções partidárias realizadas pelas legendas. Os dados são enviados via CANDex, sistema desenvolvido pela Justiça Eleitoral exclusivamente para o registro de atas de convenções partidárias e de pedidos de registro de candidaturas.
Informações públicas
Eleitoras e eleitores podem acompanhar o andamento dos registros pelo sistema DivulgaCandContas, na página de cada candidato ou candidata. Desenvolvida pelo TSE, a ferramenta apresenta informações detalhadas sobre cada um deles, tais como certidões criminais e declaração de bens.
O sistema também permite consultar a prestação de contas com a arrecadação e gastos durante a campanha. Qualquer pessoa pode acessar o sistema pela aba Eleitor e Eleições, localizada na barra superior do Portal do TSE, clicando, em seguida, em Eleições 2022 e DivulgaCandContas.
Processo de registro
Os registros de candidaturas a presidente devem ser solicitados ao TSE e os registros para demais cargos em disputa devem ser feitos nos TREs. As regras estão previstas na Resolução TSE nº 23.609/2019. O pedido passa a tramitar no Processo Judicial Eletrônico (PJe), sob a classe Registro de Candidatura (RCand).
Segundo o calendário, 12 de setembro, 20 dias antes da data do primeiro turno, é a data-limite para que todos os pedidos de registro de candidatura – e eventuais recursos decorrentes do processo – tenham sido devidamente processados, examinados e julgados pelos respectivos tribunais eleitorais.
Afirmação foi feita em entrevista à CNN Brasil, ocasião em que o governador defendeu os programas sociais e a atuação durante a pandemia
O governador e candidato à reeleição Ibaneis Rocha (MDB) estuda ampliar o número de famílias atendidas pelo Cartão Prato Cheio de 60 mil para 80 mil. A afirmação foi feita em entrevista a jornalistas da CNN Brasil na manhã desta segunda-feira (15). Durante a sabatina, o emedebista também defendeu a atuação do governo na pandemia e o modelo de escolas cívico-militares.
“No DF eram distribuídas seis mil cestas básicas por mês no governo que nos antecedeu. Hoje, só no Cartão Prato Cheio, são 60 mil pessoas e estudamos aumentar para 80 mil pessoas. São R$ 250 distribuídos por mês, com a família podendo comprar o pão e o leite onde quiser. São R$ 250 que correspondem a três cestas básicas por família. Quem fala da assistência social no DF não está vendo o que está sendo feito”, disse Ibaneis Rocha.
O emedebista se comprometeu a trabalhar pela redução das filas no atendimento e enumerou ações que convergem para isso, como a contratação de mil servidores na área social e a ampliação da carga horária de 30 horas para 40 horas, além da abertura de novas unidades dos Centros de Referência de Assistência Social (Cras). “Quando assumimos, o governo passado investiu em torno de R$ 1 bilhão na área social. Nós já investimos R$ 2 bilhões”, acrescentou Ibaneis Rocha.
Implantado em maio de 2020, no auge da pandemia, o Cartão Prato Cheio virou lei em dezembro de 2021. Cada família participante recebe R$ 250 por mês e o benefício pode ser concedido mais de uma vez para a mesma família. A duração do benefício começou com 3 meses, depois 6 e chegou a 9 meses a partir de maio de 2022. Entre maio de 2020 e junho de 2022, mais de 140 mil famílias foram atendidas, levando alimento para 560 mil pessoas. O investimento foi superior a R$ 234 milhões no período.
Ibaneis ainda citou outros programas, como o Cartão Gás, distribuído a mais de 70 mil famílias por mês, e o Cartão Creche, que permitiu a criação de 15 mil vagas no DF, para defender a maior rede social do país, reconhecida pelo Ministério da Cidadania. Além disso, falou dos programas de qualificação profissional, com o Qualifica DF, que ofertou 50 cursos a 12 mil pessoas, e o RenovaDF, que capacitou mais de 7 mil pessoas e recuperou mais de 600 equipamentos públicos no DF, tendo como consequência a absorção de 3 mil profissionais no setor da construção civil.
Pandemia
O governador também trouxe números do combate à pandemia no DF. Foram mais de R$ 3 bilhões investidos na saúde da população, que hoje está 92% vacinada contra a covid-19.
Ibaneis entregou 3 hospitais acoplados ou modulares, sendo 2 em Ceilândia e 1 em Samambaia, além de 7 Unidades de Pronto Atendimento e dez novas Unidades Básicas de Saúde. Além disso, construiu e desativou hospitais de campanha, fazendo com que o DF chegasse a ter 800 leitos para atendimento.
“Quem primeiro fechou alguma coisa no país fui e dei o comando para as pessoas ficarem em casa. Abrimos hospitais de campanha, aumentamos a capacidade de atendimento, avançamos na vacinação quando tínhamos vacina e trabalhei quase todos os dias nas ruas, enquanto todos os parlamentares estavam trabalhando de casa pelo fechamento do Congresso e da Câmara Legislativa”, destacou.
“Fizemos a melhor gestão da pandemia desse país. Nenhum governador fez igual a nós. Tivemos coragem de fechar e de abrir e a população reconhece isso nas pesquisas que tratam de pandemia”, finalizou.
Ibaneis também respondeu sobre o ensino público e disse que a Secretaria de Educação tem trabalhado no sentido de minimizar os impactos da pandemia. Também respondeu sobre o modelo das escolas de gestão compartilhada com a Polícia Militar e reforçou que pretende chegar a 40 escolas atendidas nesse modelo. Atualmente, são 13 unidades que atendem mais de 18 mil alunos. “
“É um projeto de bastante êxito. As famílias são agradecidas e o índice de violência diminuiu nessas escolas. O projeto será aumentado, vamos chegar a 40 escolas. Só não aumentou em virtude da pandemia,” encerrou o governador.
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