Joaquim Roriz Neto avaliou o governador com nota 8
O pré-candidato a deputado distrital Joaquim Roriz Neto (PL) foi entrevistado pelo jornalista Sandro Gianelli, no último domingo (17), na Rádio Metrópoles (104.1 FM), e falou sobre sua percepção a respeito do governo de Ibaneis Rocha (MDB).
Em sua gestão, Ibaneis enfrentou, e enfrenta até hoje, mesmo que em proporções menores, a pandemia da Covid-19, que atrapalhou a condução de seu governo, mas que, mesmo assim, ele conseguiu realizar um governo melhor do que o de seus antecessores.
Mesmo com essa atipicidade, o governador conseguiu avançar em vários setores, com feitos que trazem dignidade para a população, em termos de saúde, segurança, educação e infraestrutura.
Joaquim Roriz Neto declara que Ibaneis tem que ser reconhecido. “Não é fácil fazer o que ele está fazendo, com a pandemia. Eu dou nota 8 para Ibaneis, mas tem que colocar um asterisco e uma nota de correção, porque a gente realmente passou por uma situação totalmente inusitada”, disse.
O presidente do MDB-DF, deputado Rafael Prudente, reuniu a nominata do partido que irá concorrer a Câmara Legislativa e a Câmara Federal. Na nominata para deputado federal, estão Rafael Prudente, Vigão, Toninho Pop, Marli do Sindsaúde, Coronel Vasconcelos (PMDF), Guarda Jânio, Coronel Sant’Anna (PMDF) e Pedro do Ovo.
Nominata distrital
Já a nominata do MDB que concorrerá para deputado distrital estão Hermeto, Iolando, Gustavo Aires, Wellington Luiz, Risomar Carvalho, Cristiano Araújo, Tadeu Filippelli, Tabanez, Professor Jordenes, Giancarlo Chelotti, Telma Rufino, Dirsomar, Sargento Bonina (Véi da 12), Washington Mesquita, entre outros.
Algumas cidades farão uma espécie de Carnaval fora de época nesta semana. A medida se deu pela melhoria nos quadros de infecções do Coronavírus e pela restrição do Carnaval no início do ano. No DF, o governador Ibaneis deixou claro que não haverá proibição para os blocos de Carnaval.
Os diretórios nacionais do PT, PCdoB e PV aprovaram a federação entre os três partidos. As siglas vão protocolar o pedido de federação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no início de maio. Após a validação pelo TSE, os partidos passaram a se unir por quatro anos, funcionando como uma legenda única, porém, com estruturas separadas.
Quantas eleições você disputou e quantos votos você teve?
Fui convidado para ser candidato em 2002, mas só aceitei a missão, disputando minha primeira campanha em 2014 onde tive 4.196 votos. Em 2018 tive 10.048 votos, onde fiquei como segundo suplente de deputado distrital do PSC. Hoje sou filiado ao Progressistas, na condição de pré-candidato a deputado distrital.
A região do Arapoanga deve se tornar uma região administrativa?
Defendo que sim, da mesma forma que ocorreu com o Pôr do Sol/Sol Nascente, que fazia parte de Ceilândia. A região do Arapoanga, que hoje faz parte de Planaltina, deve se tornar uma região administrativa. Defendo isso desde a minha primeira campanha em 2014. A região não possui os equipamentos públicos necessários, fazendo com que a população se desloque para o centro de Planaltina e a melhor forma do poder público atender aquela comunidade é empoderando a região.
Qual área o Arapoanga abrangeria?
Defendo que o Arapoanga se torne uma região administrativa pegando toda a área rural e o Vale do Amanhecer. É importante para aquela comunidade ter essa representatividade e o orgulho de dizer que fazem parte da região administrativa de Arapoanga.
O ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (União-MS) avalia que Sérgio Moro (União-SP) cometeu erros políticos que o deixaram numa situação complicada. Moro trocou o Podemos pelo União Brasil, partido que não dará legenda para o juiz disputar a presidência. Restará a Moro disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados, no União, o presidenciável é o presidente da sigla, Luciano Bivar.
Faltam 20 dias
Quem precisa emitir, transferir ou regularizar o título de eleitor têm até o dia 4 de maio para deixar tudo em dia. Essa também é a data final para que pessoas transexuais ou travestis solicitem o uso do nome social no documento. Após essa data, terminam as alterações no cadastro eleitoral para as Eleições Gerais de 2022. As operações podem ser feitas on-line pelo sistema Título Net, acessível no Portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Time reunido
O presidente do MDB-DF, deputado Rafael Prudente, reuniu a nominata do partido que irá concorrer a Câmara Legislativa e a Câmara Federal. Na nominata para deputado federal, estão Rafael Prudente, Vigão, Toninho Pop, Marli do Sindsaúde, Coronel Vasconcelos (PMDF), Guarda Jânio, Coronel Sant’Anna (PMDF) e Pedro do Ovo.
Nominata distrital
Já a nominata do MDB que concorrerá para deputado distrital estão Hermeto, Iolando, Gustavo Aires, Wellington Luiz, Risomar Carvalho, Cristiano Araújo, Tadeu Filippelli, Tabanez, Professor Jordenes, Giancarlo Chelotti, Telma Rufino, Dirsomar, Sargento Bonina (Véi da 12), Washington Mesquita, entre outros.
PT, PCdoB e PV
Os diretórios nacionais do PT, PCdoB e PV aprovaram a federação entre os três partidos. As siglas vão protocolar o pedido de federação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no início de maio. Após a validação pelo TSE, os partidos passaram a se unir por quatro anos, funcionando como uma legenda única, porém, com estruturas separadas.
Carnaval liberado
Algumas cidades farão uma espécie de Carnaval fora de época nesta semana. A medida se deu pela melhoria nos quadros de infecções do Coronavírus e pela restrição do Carnaval no início do ano. No DF, o governador Ibaneis deixou claro que não haverá proibição para os blocos de Carnaval.
Curtas
Público fiel – A Via Sacra de Planaltina levou 100 mil pessoas ao Morro da Capelinha.
Escola nova 1 – Os moradores de São Sebastião vão receber a construção de uma nova escola, o Centro Educacional Parque dos Ipês.
Escola nova 2 – Os moradores do Recanto das Emas vão receber a construção do Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi), na quadra 510.
Contagem regressiva – Faltam 165 dias para o primeiro turno das eleições de 2022.
ENTREVISTA
Pepa
Suplente de deputado distrital
Quantas eleições você disputou e quantos votos você teve?
Fui convidado para ser candidato em 2002, mas só aceitei a missão, disputando minha primeira campanha em 2014 onde tive 4.196 votos. Em 2018 tive 10.048 votos, onde fiquei como segundo suplente de deputado distrital do PSC. Hoje sou filiado ao Progressistas, na condição de pré-candidato a deputado distrital.
A região do Arapoanga deve se tornar uma região administrativa?
Defendo que sim, da mesma forma que ocorreu com o Pôr do Sol/Sol Nascente, que fazia parte de Ceilândia. A região do Arapoanga, que hoje faz parte de Planaltina, deve se tornar uma região administrativa. Defendo isso desde a minha primeira campanha em 2014. A região não possui os equipamentos públicos necessários, fazendo com que a população se desloque para o centro de Planaltina e a melhor forma do poder público atender aquela comunidade é empoderando a região.
Qual área o Arapoanga abrangeria?
Defendo que o Arapoanga se torne uma região administrativa pegando toda a área rural e o Vale do Amanhecer. É importante para aquela comunidade ter essa representatividade e o orgulho de dizer que fazem parte da região administrativa de Arapoanga.
Envie uma mensagem para o WhatsApp (61) 98406-8683 caso você tenha alguma notícia relacionada aos bastidores da política e queira vê-lá na Coluna do Gianelli.
*Sandro Gianelli é consultor em marketing político, jornalista, colunista e radialista. Escreve a Coluna do Gianelli, de segunda a sexta, para o portal Conectado ao Poder e para o Jornal Alô Brasília e apresenta um programa de entrevistas, aos domingos, das 9h às 11h, na rádio Metrópoles – 104,1 FM.
Parte da obra – que, no total, envolve recursos de mais de R$ 4,6 milhões – já foi concluída, transformando em campo sintético um local que era conhecido como lixão
Obras em espaços esportivos e de convivência beneficiam toda a cidade | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília
“Em breve, o ‘lixão da 34’ será um ponto de inclusão social”– Isaias Carvalho da Silva, coordenador de Licenciamento, Obras e Manutenção do Riacho Fundo II
A quadra QN 34 do Riacho Fundo II já foi conhecida como o lixão da região. De 2019 em diante, porém, o Governo do Distrito Federal (GDF) tem atuado na cidade, e o que era apenas uma área com muita sujeira, funcionando até como ponto de uso de drogas, está sendo transformado em um complexo esportivo.
O primeiro passo já foi dado: recentemente, o local ganhou um campo de grama sintética, com 32 m x 24 m, resultado de um investimento de R$ 670 mil feito pela Secretaria de Esporte e Lazer (SEL) por meio do Conselho de Administração do Fundo de Apoio do Esporte (Confae). Mas vem muito mais por aí.
Incluindo o custo desse primeiro campo, os investimentos para o complexo, que tem conclusão prevista para o segundo semestre, totalizam R$ 4.633.000. Quando terminada a obra, o conjunto terá um campo sintético oficial de 90 m x 60 m, uma quadra poliesportiva, duas quadras de areia, uma quadra de tênis, um ponto de encontro comunitário (PEC), um parque para crianças e um espaço de convivência para idosos. Serão beneficiadas 35 mil pessoas que moram perto da QN 34.
“Estamos transformando a cidade”, afirma o coordenador de Licenciamento, Obras e Manutenção da Região Administrativa do Riacho Fundo II, Isaias Carvalho da Silva. “Em breve, o ‘lixão da 34’ será um ponto de inclusão social.”
Incentivo ao esporte
E os trabalhos não param por aí. Em outros pontos do Riacho Fundo II, seguem em ritmo intenso outras obras no segmento esportivo. Para tanto, os recursos são diversificados. Por meio de emenda parlamentar da deputada Jaqueline Silva, R$ 50 mil foram investidos na construção de uma quadra poliesportiva, uma PEC e um parquinho na QN 29. Já a QC 5 terá uma quadra de areia, obra na qual a SEL já investiu R$ 67 mil.
A QS 18, por sua vez, ganhará um campo sintético de 48 m x 64 m, obra que, a cargo de uma empresa contratada pela administração local, já recebeu 30 m3 de areia e 10 toneladas de borracha. O orçamento se beneficia de recursos originários de emenda parlamentar de R$ 210 mil do deputado Eduardo Pedrosa.
“A disponibilização de espaços esportivos confortáveis e seguros faz parte desse processo de levar mais saúde e qualidade de vida a cada cidadão”– Giselle Ferreira, secretária de Esporte e Lazer
“Antes era inimaginável poder praticar esporte e promover campeonatos ou competições aqui dentro do Riacho Fundo II”, lembra o bombeiro civil Ademar Gonçalves Santos, 47 anos. “A gente sempre tinha que ir para outras cidades. Agora já temos um campo sintético e, em breve, teremos ainda mais opções.”
Ademar comemora que, só no condomínio do qual é síndico, 550 moradores serão beneficiados com o campo sintético da QN 34. “Tem as crianças que usam o parquinho e os idosos que poderão se divertir no espaço de convivência”, aponta. “As pessoas, antigamente, tinham medo de vir para cá, pois era um local bem sujo, usado como lixão e sem nenhuma ação por parte de gestões anteriores. E agora será o ponto de união da comunidade, com muito esporte e lazer.”
Mais campos
Além do Riacho Fundo II, Cruzeiro, Taguatinga e Gama já ganharam campos sintéticos. As próximas regiões onde serão construídos esses espaços esportivos são Ceilândia – que ganhará dois campos –, Sobradinho II, Planaltina, Recanto das Emas e Brazlândia. Para todas essas obras de implantação de campos sintéticos, o orçamento previsto é de 6,7 milhões.
“Quem quiser, vai ter total condição de praticar uma atividade física com os equipamentos e locais apropriados”, resume a secretária de Esporte e Lazer, Giselle Ferreira. “A disponibilização de espaços esportivos confortáveis e seguros faz parte desse processo de levar mais saúde e qualidade de vida a cada cidadão”, afirma a secretária.
De acordo com as secretarias de Educação e de Segurança Pública, a gestão compartilhada tem sido efetiva na prevenção de casos de agressão no ambiente escolar
O Centro Educacional 1 do Itapoã passou a integrar o projeto Escolas de Gestão Compartilhada (EGCs) em 2019 | Fotos: Renato Araújo/Agência Brasília
As drogas e a violência eram situações corriqueiras na realidade do Centro Educacional 1 do Itapoã, que atende 2.414 alunos do 6º ano ao ensino médio. No entanto, isso mudou em 2019, quando a comunidade escolar aprovou a inserção no projeto Escolas de Gestão Compartilhada (EGCs). O CED 1 do Itapoã está entre as 15 escolas do Distrito Federal que integram o programa. Desde o início do ano letivo em 2022, nenhuma das unidades registrou qualquer situação de violência.
“Como existem nas escolas os profissionais da segurança pública, eles sabem identificar os sinais das crianças que estão passando por dificuldades. E, se tiver alguma situação de violência, saberão dar o encaminhamento”– Coronel Alexandre Ferro, subsecretário das Escolas de Gestão Compartilhadas
As EGCs são uma parceria entre as secretarias de Educação e de Segurança Pública, em que as pastas dividem as atribuições: a parte pedagógica fica a cargo dos profissionais da educação e a área disciplinar, da Polícia Militar ou do Corpo de Bombeiros. Das 15 escolas, 11 são geridas pela Secretaria de Educação em conjunto com a Secretaria de Segurança Pública e as demais – quatro ao todo – são de uma parceria do Ministério da Educação com as Forças Armadas.
“Era um desejo meu [fazer parte da gestão compartilhada], tendo em vista a nossa dificuldade, principalmente, com as drogas e a violência na escola. Para nós fez grande diferença, mudou completamente o nosso cenário. Não temos mais problemas com drogas e traficantes e a violência também diminuiu”, conta a diretora do CED 1 do Itapoã, Liesi Beatriz Maciel de Sousa.
Além disso, o formato de gestão dá mais autonomia para que os profissionais se dediquem à parte educacional. “Eu não tinha tempo para me preocupar com a parte pedagógica. Agora tenho um diretor disciplinar, com isso tenho mais tempo para me debruçar. É um grande ganho”, completa.
Para o subsecretário das Escolas de Gestão Compartilhada, coronel Alexandre Ferro, essa diferença de realidade se deve à presença da segurança na escola. “Como existem nas escolas os profissionais da segurança pública, eles sabem identificar os sinais das crianças que estão passando por dificuldades. E se tiver alguma situação de violência, saberão dar o encaminhamento”, explica. O encaminhamento pode ser tanto no sentido disciplinar, dentro da própria escola, como na condução até a Delegacia da Criança e do Adolescente.
“Há um trabalho preventivo. Os militares se aproximam das crianças, fazem parte de um ciclo de amizade e, quando existe uma propensão, as próprias crianças informam”, explica o ponto focal das escolas cívico-militares da Secretaria de Educação no DF, Wagner Santana.
É o que confirma a adolescente Raquel Alves, 13 anos, do 8º ano do CED 1 do Itapoã: “Eu me sinto mais segura. Podemos contar com eles [os policiais]. A gente se sente mais à vontade para contar coisas desse tipo [violência e bullying], porque vamos ter uma defesa maior”. Por conta da segurança, Raquel diz que a mãe está tentando uma vaga também para a irmã dela. “Meus pais gostam muito. Estão tentando trazer minha irmã mais nova para cá também”, acrescenta.
Mãe de João Pedro Paz, de 14 anos, Meire Cristina da Silva, diz que a segurança foi um dos fatores essenciais para colocar o filho na escola. “Optei por trazer ele para cá e ele está adorando. É bem-organizado e ele se sente mais seguro aqui, até em relação a pegar o ônibus. A parada é próxima e os policiais sempre ficam olhando eles irem embora. Acho mais seguro, fico mais tranquila”, revela.
Esporte como escape
O diretor disciplinar do CED 1, capitão Souza Matos, diz que a equipe identificou que os alunos voltaram com uma carga excessiva de energia, o que pode ter relação com o maior número de casos de violência no ambiente escolar em todo o país. “Nesse sentido, temos observado que eles estão mais energéticos. Mas a nossa presença aqui fez com que houvesse mais controle, uma calma, um sentimento de segurança”, afirma.
Para enfrentar este momento, os policiais levaram para a escola mais atividades físicas, a exemplo do pilates e de algumas artes marciais. Também faz parte do programa investir em ações culturais, como a banda sinfônica, e esportivas, a exemplo da iniciativa Escola de Campeões, que oferece futebol, handebol, atletismo, voleibol, basquete e xadrez.
“São atividades oferecidas no contraturno para que essa criança possa sair do ambiente de vulnerabilidade e de violência, ficando protegida na escola. É um modelo que já trouxe muitos ganhos na parte pedagógica que podem ser conferidos nos indicadores da educação básica e na diminuição dos índices de reprovação e evasão escolar”, defende o coronel Ferro, também citando que o formato ajuda a combater ainda o ambiente de violência vivenciado pelos alunos fora da escola.
Desde 2019, o GDF trabalha para finalizar serviços interrompidos e entregar as benfeitorias para a população
Desde 2019, o Governo do Distrito Federal (GDF) trabalha para retomar obras que, por motivos diversos, foram paralisadas. Realizações importantes, mas que se mantinham inacabadas. O esforço da atual gestão foi no sentido de “destravar” esses processos e “arregaçar as mangas” para entregar as benfeitorias para os moradores da capital.
Entre essas intervenções, duas executadas pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) chamam a atenção. A conclusão do Complexo Viário Governador Roriz, na Saída Norte, e a recuperação do viaduto da Galeria dos Estados, no Eixão Sul. A primeira beneficiou cerca de 100 mil motoristas que trafegam diariamente na região. E, a segunda, cerca de 120 mil veículos que cortam o Eixo Rodoviário diariamente.
Iniciada em 2014, as obras do complexo viário na Saída Norte compreendem 28 km de vias, entre pontes, viadutos e ciclovias. Com um investimento total de R$ 220 milhões, o governo concluiu uma obra que, em janeiro de 2019, não havia chegado à metade. Segundo o DER, o conjunto de pistas representou a redução de mais de 55% no pesado trânsito do local, facilitando a vida de moradores de Sobradinho, Planaltina, Asa Norte, Fercal e cidades vizinhas.
“Essa foi uma obra que resolveu a fluidez do trânsito na Saída Norte da cidade. A ponte do Bragueto, na verdade, virou três pontes, com as vias paralelas que construímos”, conta o diretor-geral do órgão, Fauzi Nacfur Jr. “E a ligação Torto-Colorado melhorou demais. Ali há um grande número de veículos pesados, caminhões circulando. Aumentamos as faixas de rolamento ali e trouxemos mais conforto e segurança para os motoristas”, diz.
“Nossa gestão assumiu com o trânsito no centro da capital do país paralisado, um viaduto caído e uma reforma que tinha andando só 24%. Era a prioridade zero no momento”Fauzi Nacfur Júnior, diretor-geral do DER-DF
Viaduto rompido e entregue com rapidez
Já o viaduto localizado no início do Eixão Sul necessitava ser rapidamente restabelecido, após parte de sua estrutura despencar em fevereiro de 2018. As obras somaram R$ 12 milhões e, em sete meses, o DER-DF terminou a empreitada.
“Nossa gestão assumiu com o trânsito no centro da capital do país paralisado, um viaduto caído e uma reforma que tinha andando só 24%. Era a prioridade naquele momento”, revela Fauzi. Agora, o departamento trabalha para licitar no próximo mês a pavimentação de 7 km da via DF-131, que liga Planaltina a Planaltina-GO e outros municípios goianos.
Rodoviárias saem do papel
A nova rodoviária de Sobradinho, situada na quadra central da cidade, também se tornou realidade somente em 2021, mesmo com as obras autorizadas desde 2017. Um espaço que veio a beneficiar 28 mil passageiros por dia, sem contar os comerciantes que atuam no local, e onde é realizada uma média de 560 viagens/dia. O custo para a reconstrução da rodoviária foi de R$ 6,3 milhões.
“A verba foi liberada lá atrás por meio de um financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Mas acredito que houve falta de interesse da administração anterior em tocar a obra”, afirma o secretário de Transporte e Mobilidade, Valter Casemiro.
“Só haviam feito a demolição da edificação antiga e uma base de alvenaria. A Secretaria de Transporte e Mobilidade usou recursos próprios para complementar e conseguimos finalizá-la”, acrescenta. Além desta, o GDF entregou uma nova rodoviária para Santa Maria ano passado e, agora, trabalha na construção da rodoviária do Sol Nascente/Pôr do Sol e na reforma do Gama.
Corumbá: grande reforço no abastecimento de água
R$ 500 milhõesfoi o investimento para a conclusão do Sistema Produtor Corumbá
O Sistema Produtor Corumbá de água tratada é outro exemplo. Após uma espera de dez anos, a Caesb e a Companhia Saneamento de Goiás (Saneago) concluíram a estrutura que vai garantir água tratada a cerca de 1,3 milhão de pessoas das duas unidades federativas.
A grandiosa obra, avaliada em R$ 500 milhões, passou por paralisações e atrasos devido à desistência de uma das construtoras em 2014. Houve, ainda, a suspeita de irregularidades nas obras da Saneago, em que foi investigado direcionamento de licitação.
Problemas à parte, os governadores Ibaneis Rocha e Ronaldo Caiado (Goiás) entregaram o sistema pronto no início de abril. “A parte da obra de responsabilidade do DF já estava bastante adiantada, em cerca de 90%. Faltava a de Goiás, pois eles passaram por dificuldades. Mas aceleraram e este ano equalizamos o cronograma”, explica o presidente da Caesb, Pedro Cardoso. “Trata-se de uma construção suntuosa, que vai nos dar tranquilidade por mais umas três décadas em relação ao fornecimento de água para a população”, diz.
Um museu devolvido à população
Fechado desde 2007 por recomendação do Ministério Público local, devido à precariedade das instalações, o Museu de Arte de Brasília (MAB) voltou a dar o ar da graça em 2020. Depois de anos de abandono, a galeria às margens do Lago Paranoá foi restaurada com um investimento de R$ 9 milhões. Um esforço da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, que licitou a reforma do local, onde são abrigadas cerca de 1,3 mil esculturas.
“Toda a nossa secretaria e a Novacap foram envolvidas para que esse equipamento tão importante fosse revitalizado. Ele é o laboratório cultural onde os artistas fazem experiências, dialoga com o meio acadêmico, não poderia estar fechado”, ressalta o secretário Bartolomeu Rodrigues.
No momento, a prioridade da pasta é iniciar a reforma do Teatro Nacional, em que a licitação passa por ajustes pedidos pelo Ministério Público. Um dos símbolos culturais de Brasília, o teatro completou oito anos fechado.
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