A expectativa é que a unidade comece a funcionar entre o final de maio e início de junho
O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), em parceria com a Inframerica, entregou, na manhã desta quinta-feira (31), a primeira etapa das obras da Unidade Modelo do Departamento, na Praça de Serviços do Aeroporto Internacional de Brasília – Presidente Juscelino Kubitschek. A previsão é que a unidade comece a funcionar entre a segunda quinzena de maio e primeira semana de junho.
“Os grandes projetos nascem do inesperado. E este surgiu de uma conversa informal como um desafio proposto pela Inframerica, no dia da assinatura do Termo de Cooperação para fiscalização de trânsito no aeroporto”, explicou o diretor-geral do Detran, Zélio Maia, destacando que levar o Detran para o aeroporto é uma ação que une os pilares de sua gestão: inovação, educação e humanização. “Este é um modelo que vai se expandir para todo o DF, inovando e humanizando o atendimento ao cidadão, proporcionando conforto tanto para os servidores da autarquia como para os usuários de nossos serviços”.
Para o vice-presidente da Inframerica, Juan Djedjeian, “essa parceria com o Detran não começa hoje. Ela começou com o controle do trânsito nas vias de acesso ao aeroporto, trazendo mais conforto e segurança aos passageiros no momento de embarque e desembarque. Agora, estamos avançando com novas parcerias, sempre no intuito de dar mais conforto aos usuários que poderão contar com os excelentes serviços oferecidos pelo Detran.”
A unidade modelo do Detran-DF contará com uma área de 425 m² e oferecerá serviços de protocolo, cadastro biométrico, atendimento ao público nas áreas de habilitação e veículos e sala de provas, onde serão aplicados exames teóricos do processo de obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
O projeto prevê 27 guichês, sendo 13 para atendimento referentes aos serviços de habilitação e veículos, 10 para coleta biométrica, dois para protocolo e outros dois para atendimento rápido. O serviço de entrega rápida compreenderá as três áreas de atendimento (veículo, habilitação e protocolo) e servirá, por exemplo, para entrega de Permissão Internacional para Dirigir (PID) e documento veicular, além de recebimento de recursos de infrações.
Os servidores devem trabalhar no local distribuídos em dois turnos, compreendendo o horário de atendimento das 7h às 18h.
Desse total, são 28.439 novas inclusões, sendo que 18.349 vão receber o benefício pela primeira vez. Atenção ao cronograma de entrega dos cartões nas agências do BRB
“A importância dos benefícios precisa ser entendida como uma ferramenta que tem o papel socioassistencial de suprir as necessidades das famílias que atravessam uma vulnerabilidade momentânea”, destaca a secretária Mayara Noronha Rocha
Está liberado a partir desta quinta-feira (31), às 17h, o pagamento do crédito mensal do Cartão Prato Cheio para 39.994 beneficiários. Isso significa que o dinheiro já está na conta. Quem já tem o cartão em mãos, pode utilizar o crédito mensal para fazer as suas compras e escolher os alimentos que a família precisa. Para conferir se está na lista, clique aqui.
“Lembrando que caso complete o ciclo de seis meses, e a família ainda esteja em situação de insegurança alimentar e nutricional, o beneficiário pode solicitar novamente, depois de passar por uma reavaliação da equipe socioassistencial” – Mayara Noronha Rocha, secretária de Desenvolvimento Social
O Prato Cheio concede crédito mensal de R$ 250 durante seis meses para as famílias em vulnerabilidade social. O cartão não oferece a função saque e pode ser utilizado para fazer compras no comércio local. Neste mês, segundo a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), gestora do programa, do total de 39.994 beneficiários, 28.439 são novas inclusões.
“Reforço sempre que o Prato Cheio não é um programa de transferência de renda, é temporário, justamente para atender todas as famílias que estejam em vulnerabilidade insegurança alimentar e nutricional. Quando uma família completa o ciclo, cede lugar para outra” afirma a secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha Rocha.
“Lembrando que caso complete o ciclo de seis meses, e a família ainda esteja em situação de insegurança alimentar e nutricional, o beneficiário pode solicitar novamente, depois de passar por uma reavaliação da equipe socioassistencial”, reitera a secretária.
O crédito mensal do Prato Cheio é concedido, prioritariamente, às famílias monoparentais chefiadas por mulheres com crianças de até 6 anos, com pessoas com deficiência ou idosas; pessoas com renda familiar igual ou inferior a meio salário mínimo por pessoa da família, que se encontrem em situação de insegurança alimentar e sejam moradoras do Distrito Federal, inscritas no Cadastro Único ou no Sistema Integrado de Desenvolvimento da Sedes; e pessoas em situação de rua, acompanhadas por equipes da assistência social e em processo de saída de rua.
Apenas desta vez, os beneficiários receberão um valor maior, de R$ 500, referentes às parcelas de março e abril, em um único depósito. Isso ocorre porque, a partir de abril, o pagamento do Cartão Prato Cheio será realizado sempre no início de cada mês
Crédito dobrado
Mas atenção: apenas desta vez, os beneficiários receberão um valor maior, de R$ 500, referentes às parcelas de março e abril, em um único depósito. Isso ocorre porque, a partir de abril, o pagamento do Cartão Prato Cheio será realizado sempre no início de cada mês.
“Recebendo essa parcela agora, de R$ 500, o cidadão receberá a próxima somente no começo de maio, no valor normal, de R$ 250. Desde o início do programa, em 2020, o Governo do Distrito Federal (GDF) paga as parcelas no fim do mês. Agora, fique atento porque isso vai mudar. Essa parcela de R$ 500 é referente às parcelas de março, que é paga no fim do mês, e de abril, que já começa nesse novo sistema de pagamento, no começo do mês”, ressalta a gestora responsável pela pasta.
Novas inclusões
Entre as novas inclusões, 10.090 são de pessoas que já participaram do programa em algum momento. Estes beneficiários não precisam retirar novo cartão. Eles podem utilizar normalmente o que já têm, que já estará com saldo.
Neste mês, são 18.349 novos beneficiários que vão receber pela primeira vez o Prato Cheio. Neste caso, para ter acesso ao crédito do Prato Cheio, estes cidadãos precisam ter um novo cartão. E devem ficar atentos ao calendário de retirada do documento no Banco de Brasília (BRB).
Os cartões foram distribuídos de acordo com a letra inicial do nome dos novos beneficiários e colocados em ordem alfabética. Para consultar o local e data de retirada, basta clicar aqui.
Cronograma
Confira o calendário de entrega dos cartões (18.349 cartões) nas agências do BRB, seguindo a ordem da letra inicial do nome beneficiário:
O novo produto é destinado a clientes Eurobike e entusiastas do mundo automotivo do segmento luxo.
Dando continuidade ao processo de expansão de sua base de clientes, o BRB lança hoje (31/03) mais um cartão especial com benefícios diferenciados. Destinado aos clientes da Eurobike (concessionária especializada no segmento automotivo de luxo) e entusiastas do setor, o Visa Dux Eurobike tem modelo ultra upscale e oferece uma série de benefícios exclusivos.
Entre as vantagens para os clientes, está o aplicativo Dux Eurobike, disponível nas lojas Apple Store e Google Play, com diversas funcionalidades para o gerenciamento do cartão e solicitações variadas. Além disso, os usuários contarão com concierge exclusivo Visa, que funciona 24h, todos os dias da semana, por meio do qual será possível agendar revisão de carro na Eurobike, encomendar presentes, agendar viagens, tirar dúvidas, pedir orientações sobre o setor de automóveis, entre outros serviços.
Outro diferencial está no programa de relacionamentos, que oferecerá marketplace exclusivo, com descontos em serviços da Eurobike, além de todos os demais produtos dos parceiros. Clientes Visa Dux Eurobike terão acesso ilimitado à sala BRB VIP Club no Aeroporto de Brasília e às centenas de salas VIP do mundo, por meio dos programas Lounge Key e Priority Pass. Terão, ainda, à disposição, as vantagens do Visa Airport Companion, aplicativo que possibilita acessos às salas VIPs, ofertas e promoções exclusivas em restaurantes, aeroportos e serviços em todo o mundo.
O programa de relacionamentos também garante 10 mil pontos no momento da ativação do cartão, 5 pontos por dólar gasto no 1º ano e 4 pontos do segundo ano em diante, isenção de anuidade por 12 meses, desconto progressivo de anuidade nos anos seguintes, e até 8 cartões adicionais.
“Trabalhamos para oferecer aos nossos clientes as melhores experiências do mercado. O novo cartão Visa Dux Eurobike foi lançado com esse objetivo. É mais um produto diferenciado e especial, que proporciona condições e experiências únicas aos clientes BRB e Eurobike”, comenta o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.
“Estamos falando de uma solução que se tornou uma referência dentro da indústria de pagamento quando o assunto é atendimento a este público especial. Aliando vantagens especiais e customizadas com inovação como a tecnologia de pagamento por aproximação, o BRB Visa DUX Eurobike é mais que um cartão, é uma experiência de consumo”, conta Eduardo Barreto, vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios da Visa do Brasil.
Entre as vantagens do novo cartão, os clientes que adquirirem veículos e motos zero quilômetros na Eurobike ganharão 250 mil pontos na aquisição de carros e 50 mil pontos na compra de motos, além de aula de pilotagem no autódromo; leva e traz gratuito (raio de 30km de distância da loja Eurobike) e prioridade no agendamento.
Todas as informações do produto podem ser encontradas em: https://duxeurobike.brbcard.com.br/
*A Visa não é provedora desses benefícios. Estes benefícios são administrados e oferecidos por terceiros aos portadores dos Cartões Visa elegíveis. Existem situações em que os benefícios não se aplicam. Consulte os termos e condições em www.visa.com.br/portaldebeneficios.
Os governadores de São Paulo, João Doria, e do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, vão renunciar aos cargos| Foto: George Gianni/PSDB
Termina no sábado (2) o prazo para que governadores e prefeitos que queiram concorrer a outros cargos nas eleições de 2022 renunciem aos seus mandatos. A lei eleitoral prevê que o afastamento deve ocorrer seis meses antes das eleições. O objetivo é atender ao princípio da igualdade de oportunidades e o candidato que não cumprir o prazo terá sua candidatura indeferida. A regra, porém, não vale para candidatos que buscam a reeleição. E ao menos seis governadores deixarão o comando de seus estados até o dia 2.
Quatro deles dos governadores que vão renunciar – Camilo Santana (PT-CE), Wellington Dias (PT-PI), Renan Filho (MDB-AL) e Flavio Dino (PSB-MA) – disputarão uma vaga no Senado. Outros dois – João Doria (PSDB-SP) e Eduardo Leite (PSDB-RS) – buscam viabilizar suas candidaturas para presidente da República (apenas um vai poder disputar esse cargo, pois os dois estão no mesmo partido).
Veja quem são os vices que assumirão, quais devem ser os seus candidatos à sucessão estadual e como está o desempenho deles nas pesquisas eleitorais.
João Doria, em São Paulo
Diferentemente de outros governadores que estão renunciando para concorrer a vagas no Senado, João Doria poderia, se quisesse, continuar no governo de São Paulo e disputar a reeleição no estado mais populoso e rico do país. Contudo, as intenções presidenciais do tucano já eram bem conhecidas.
Em novembro do ano passado, o governador venceu as prévias do PSDB e se tornou o pré-candidato do partido a presidente da República. Mas mesmo após sua indicação como candidati a presidente na eleição interna, o paulista não conseguiu deslanchar nas pesquisas de intenção de voto na eleição presidencial.
Os cenários apresentados pela última pesquisa Quaest/Genial, deste mês de março, colocam Doria com 2% da preferência dos eleitores. Mesmo em São Paulo, a intenção de voto não passa de 5%. Além disso, ele tem uma avaliação de governo considerada negativa por 46% da população, enquanto que apenas 17% disseram ser positiva. E se Doria desistisse da candidatura à Presidência para tentar a reeleição, 70% dos eleitores paulistas entrevistados responderam que ele não merecia uma segunda chance como governador.
A campanha de Doria considera, porém, que ainda há tempo para que o pré-candidato melhore seus números e viabilize uma candidatura de terceira via ao Planalto. Aliados dizem que sua rejeição vem caindo. E ele tem aproveitado as últimas semanas no cargo para intensificar sua agenda de inaugurações e eventos.
O problema é que, nesta semana, Doria arranjou um adversário dentro do próprio partido. Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul, disse que pretende trabalhar para que seu nome seja o escolhido da terceira via para a disputa presidencial. Doria tem procurado evitar atacar o colega de partido, mas disse que seria um “golpe” se as prévias forem desrespeitadas – embora legalmente a manobra seja possível, já que um candidato só é definido perante a justiça eleitoral quando há aprovação do nome na convenção partidária, que ocorre somente em julho.
Com a renúncia de Doria, que deve ocorrer na quinta-feira (31), quem assumirá o governo paulista é Bruno Garcia, afilhado político do governador e novato no PSDB. Também é ele é o indicado do partido para disputar o governo de São Paulo.
Metodologia da pesquisa citada: a pesquisa nacional da Quaest foi contratada pelo Banco Genial. Foram ouvidos 2.000 eleitores entre os dias 10 e 13 de março de 2022 em todas as regiões do país. A margem de erro estimada é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o intervalo de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral, sob o protocolo BR-06693/2022. A pesquisa da Quaest/Genial em São Paulo contou com 1.640 eleitores do estado entre os dias 11 e 14 de março. A margem de erro é de dois pontos percentuais para um intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi encomendado pelo Banco Genial e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral com o protocolo SP-03634-2022.
Eduardo Leite, no Rio Grande do Sul
Nesta semana, Eduardo Leite, fez dois anúncios: vai continuar no PSDB – após ser cortejado pelo presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab – e renunciará ao cargo de governador do Rio Grande do Sul.
O que ainda não está decidido, porém, é para qual cargo ele irá se candidatar nas eleições deste ano. “A renúncia me abre muitas possibilidades e não me retira nenhuma. A lei eleitoral exige que estejamos fora de um cargo Executivo, a não ser que a única possibilidade seja a da reeleição. Renunciar me abre diversas possibilidades”, afirmou Leite em coletiva de imprensa na segunda-feira (28).
Mesmo que tenha perdido as prévias do PSDB para João Doria, Leite não desistiu de ser o candidato tucano à Presidência da República. Ele está deixando o governo estadual para rodar o Brasil nos próximos meses, na tentativa de melhorar seu desempenho nas pesquisas eleitorais e mostrar aos eleitores de fora do Rio Grande do Sul quem ele é. Ainda não está claro o que Leite vai fazer caso a sua estratégia não dê certo até julho, quando começam as convenções partidárias para a definição das chapas presidenciais.
Com a saída do governador, o vice Ranolfo Vieira Júnior (PSDB), vai comandar o Executivo gaúcho. Ele também é o pré-candidato do partido ao governo do estado, mas não estava com uma boa posição em uma pesquisa eleitoral de janeiro da Real Time Big Data, única publicada no estado neste ano. Ranolfo tinha entre 1% a 4% das intenções de voto, dependendo dos cenários apresentados, um deles liderado pelo próprio Leite. Uma nova pesquisa eleitoral para o governo do Rio Grande do Sul deve ser publicada na próxima semana, contratada pela Farsul (Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul).
Metodologia da pesquisa citada: a RealTime Big Data entrevistou, por telefone, mil pessoas entre os dias 13 e 14 de janeiro deste ano. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi contratada pela Record TV e está registrada no TSE sob o protocolo RS-00252/2022.)
Camilo Santana, no Ceará
Camilo Santana (PT), governador do Ceará desde 2015, vai renunciar para disputar uma vaga no Senado nas eleições de outubro. De acordo com o jornal Diário do Nordeste, o governo deve realizar uma solenidade no sábado (2) para marcar o fim da estada do petista no Palácio da Abolição. Na data, a vice Izolda Cela, do PDT, assumirá como governadora.
Em evento com tom de despedida na segunda-feira (28), Camilo disse que o estado “estará em boas mãos”, referindo-se a Izolda. “Eu não tenho dúvidas que, saindo agora, no dia 2, o estado estará em excelentes mãos da minha querida vice-governadoras Izolda Cela. Uma pessoa íntegra, seríssima, que revolucionou nossa educação”, disse o governador na inauguração do Centro de Formação e Desenvolvimento para os Profissionais da Educação do Estado do Ceará (Formace).
Camilo deixará o governo com uma boa avaliação, segundo pesquisa eleitoral deste mês de março da Real Time Big Data, contratada pela TV Otimista. Os que consideraram sua administração ótima ou boa somavam 50% dos eleitores, enquanto apenas 13% achava ruim ou péssima
Por enquanto, Camilo é o único nome certo na chapa majoritária do grupo que atualmente governa o Ceará. O candidato a governador deve ser alguém do PDT.
Na pesquisa Real Time Big Data, foram testados os nomes de Izolda e Roberto Cláudio, ex-prefeito de Fortaleza. Com seu nome vinculado a Camilo, aos pré-candidatos a presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Ciro Gomes (PDT), Izolda tinha 33% das intenções de voto – numericamente à frente do deputado federal Capitão Wagner (União Brasil), mas tecnicamente empatada com o pré-candidato apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro. Roberto, por sua vez, aparecia com 42% das intenções de voto, mostrando uma vantagem de 17 pontos sobre o pré-candidato da oposição.
O grupo, que também tem entre os caciques o senador Cid Gomes, irmão do presidenciável Ciro Gomes (PDT), está conversando também sobre o indicado para o cargo de vice. Nos bastidores da política cearense, especula-se que possa ser um nome do PT, possivelmente o vice-presidente da Assembleia Legislativa, Fernando Santana.
Metodologia da pesquisa citada: o levantamento da Real Time Big Data foi registrado no TSE com o número CE-04158/2022. Foram ouvidos 1000 eleitores entre os dias 21 e 22 de março, por telefone. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
Flávio Dino, no Maranhão
Quem também não poderá concorrer à reeleição por já estar em seu segundo mandato é Flávio Dino (PSB). Ele decidiu deixar o governo do Maranhão dentro do prazo de desincompatibilização para tentar uma cadeira no Senado.
Na segunda-feira (28), ele publicou em suas redes sociais uma “carta ao povo do Maranhão”, relembrando os sete anos em que esteve comandando o estado e se despedindo do cargo. “Sou muito grato por tudo que vivi à frente do governo do estado”, escreveu. “Esse barco ainda tem muito a navegar. Estou saindo da cabine de comando, mas continuo na luta, junto com todos e todas, para que ele chegue sempre em um bom porto. Mesmo que esse bom porto seja uma utopia, porque o nosso destino é continuar navegando”, diz trecho da carta.
Em 2 de abril, Dino entregará o comando do Palácio dos Leões ao seu vice, Carlos Brandão (PSB), que também é seu indicado para concorrer ao cargo de governador nas eleições de outubro – no caso de Brandão, não há necessidade de desincompatibilização. O vice da chapa de Brandão na eleição deve ser do PT.
Neste ano, a esquerda maranhense deve ir dividida à disputa estadual, dando a Lula dois palanques. No início do ano, o senador Weverton Rocha, do PDT, rompeu com a base governista, depois que Flávio Dino escolheu Brandão como seu candidato à sucessão. Naquele momento, Brandão era filiado do PSDB e, na opinião de Weverton, era de um campo político que não o da esquerda progressista. Diante disso, o senador também resolveu entrar na disputa ao governo do Maranhão.
O instituto de pesquisa Exata fez uma pesquisa neste mês de março sobre a eleição para o governo do Maranhão. Weverton aparecia com 22% ou 35% das intenções de voto, dependendo do cenário apresentado (com mais ou menos candidatos), e Brandão estava com 16% ou 22%. Na disputa ao Senado, Dino estava com 51% das intenções de voto.
Metodologia da pesquisa citada: O instituto Exata entrevistou 1.400 eleitores do Maranhão entre os dias 15 a 19 de março. O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erros é de 3,44 para mais ou para menos. A pesquisa, contratada pela Rádio e TV Difusora do Maranhão, foi registrada no TSE sob o protocolo MA-02272/2022.
Wellington Dias, no Piauí
Com a saída do governador Wellington Dias (PT) para disputar o Senado, o Piauí terá, pela primeira vez, uma mulher no comando do estado de forma permanente. Regina Sousa (PT) assumirá as novas funções na quinta-feira (31), em uma cerimônia de transmissão de cargo no Palácio de Karnak, sede do governo estadual – a deputada federal Margarete Coelho (PP) já ocupou a cadeira, mas como governadora interina.
“É importante porque a gente tem uma luta por empoderamento [das mulheres]. Então, cada uma que ocupar um espaço é um exemplo para dizer que a mulher pode fazer as coisas, que pode ser governadora, prefeita ou presidenta”, disse. Nas eleições de 2018, apenas uma mulher foi eleita governadora no Brasil – Fátima Bezerra, no Rio Grande do Norte.
Wellington Dias se prepara para entrar na campanha para o Senado, tendo como missão também ajudar a alavancar o nome do seu candidato ao governo do estado: Rafael Fonteles (PT), secretário da Fazenda.
Renan Filho, em Alagoas
O governador de Alagoas, Renan Filho (MDB), anunciou na semana passada que deixará o cargo para disputar as eleições de outubro. “Renunciarei na próxima semana para disputar as eleições e acho que cumprirei um papel melhor, nessa transição que o país deve passar agora em 2022, tendo um mandato eletivo em Brasília”, disse o governador, que deve se candidatar ao Senado – se for eleito, será colega do pai, o senador Renan Calheiros (MDB).
“Não fiz tudo que as pessoas esperavam de mim, mas posso garantir que fiz tudo que as minhas limitações permitiram que eu fizesse. O que eu não fiz foi porque verdadeiramente eu não tive condição de fazer”, disse Renan Filho em um evento recente.
No caso de Alagoas, a sucessão do governo não será tão simples, já que não há um vice-governador. Luciano Barbosa (MDB), que ocupava o cargo, renunciou em 2020 para disputar a eleição municipal de Arapiraca; e acabou se elegendo prefeito da segunda maior cidade de Alagoas.
De acordo com uma norma sancionada no começo do ano, a Assembleia Legislativa do estado terá que fazer uma eleição indireta para um mandato-tampão até 31 de dezembro. O nome mais cotado é o do deputado estadual Paulo Dantas (MDB), que além de ter o apoio de Renan Filho, também contará com o apoio do presidente do Legislativo estadual, Marcelo Victor (União Brasil).
Dantas também é um dos principais nomes para a disputa de outubro ao governo de Alagoas – e poderá usar o cargo para projetar seu nome na campanha, além de poder vir a ter o apoio de Lula. Também devem concorrer ao governo de Alagoas Rodrigo Cunha (PSDB), da oposição, e Rui Palmeira (PSD).
Renan Filho, por sua vez, deve ter como adversário o senador Fernando Collor (Pros), que, se não mudar de decisão até outubro para tentar o governo do estado, buscará a reeleição.
A alteração no comando da Petrobras, anunciada na última segunda-feira (28), gerou movimentação no meio político e duas dessas figuras que comentaram sobre o assunto, foram Sérgio Moro (Podemos) e Lula (PT).
O ex-juiz pontuou que a Petrobras está “entregue a interesses políticos”, já o petista rememorou como era a corporação em seu governo, afirmando que foi devastada.
“Foi no meu governo que fizemos a capitalização da Petrobrás e a descoberta do pré-sal. E foi também o momento que ela gerou mais empregos e desenvolvimento para o povo brasileiro. A gasolina, o gás e o diesel eram mais baratos. Destruíram isso”, disse.
Todavia, por mais que as opiniões de Lula e Moro, neste momento, se batam, a relação entre ambos é de cutucadas, muito em razão da Operação Lava Jato, que indiciou Lula por corrupção.
Na mesma postagem em que Moro coloca sua visão sobre a Petrobras, ele diz que “Lula candidato, posando de bom moço”, fala essa que, parando pra analisar todo o cenário, é uma crítica ao ex-presidente, que, consequentemente, quer aparecer sendo aquilo que verdadeiramente não é, tanto sobre a Petrobras, quanto em outras situações, aos olhos do ex-juiz.
Fiquem atentos aos resultados de pesquisas eleitorais feitas com antecedência. As pesquisas são como um recorte de um momento. Quando divulgada, reflete o pensamento da população naquele instante. E nem sempre o voto está consolidado. Durante uma campanha o eleitor muda de ideia quando sua decisão não está consolidada. Uma fala, um posicionamento, um debate, ou seja, qualquer deslize poderá e será usado como desculpas para mudar a intenção de voto.
# Crédito do Cartão Prato Cheio foi liberado para quase 40 mil beneficiários. # Os moradores de Samambaia vão ganhar unidade do Na Hora. # BRB inaugura escritório de negócios no STF. # Quase 25 mil pessoas serão qualificadas para o mercado de trabalho pelo Qualifica DF. # Moradores do Riacho Fundo II ganham novo campo de grama sintética.
A pré-candidata foi questionada sobre a escolha de ir diretamente para a Câmara dos Deputados sem antes passar pela CLDF
A secretária de justiça e cidadania do DF e pré-candidata a deputada federal, Marcela Passamani (PL), concedeu entrevista ao jornalista Sandro Gianelli, no último domingo (27), na Rádio Metrópoles (104,1 FM), e falou sobre o desafio do pleito eleitoral.
Ouvintes do programa questionaram a razão pela qual Marcela quer ir para a Câmara Federal sem antes passar pela Distrital e ela respondeu.
“O pleito eleitoral é um desafio para todos nós. Quando eu entrei na Secretaria de Justiça e Cidadania, eu nunca imaginei estar colocando meu nome a disposição de um partido para ser pré-candidata, só que a vida é feita de oportunidades e quando a gente vem para o pleito eleitoral, na verdade a vontade não nasce da gente, nasce do grupo, onde você aceita o fluxo da vida e o desafio de trabalhar mais e mais”, contou.
A secretária comentou, ainda, que esse novo caminho é resultado do trabalho feito na pasta. “Todo o trabalho que a gente tem feito na secretaria, a gente tem conseguido ter excelentes resultados, que mostram, lá na ponta, que é possível fazer a diferença através de um trabalho muito sério de cuidado, atenção e transformação e quando a gente tem um pleito, seja na Câmara Distrital, seja na Câmara Federal, a gente vai atrás do sonho, que é cuidar das pessoas”, disse.
Muito bem lembrado por Gianelli, o governador Ibaneis Rocha (MDB), não precisou passar por nenhum outro cargo antes de chegar ao Buriti. “O Ibaneis passou por distrital, federal e senador ou foi direto para o governo?”, interrogou. Assim, o jornalista concluiu que “o pré requisito é o voto”.
# Pepa se filia hoje (1/4) ao Progressistas, é um dos favoritos da legenda. # Alírio Neto quase ficou no PSD, mas na última hora trocou o partido pelo MDB e concorrerá a deputado federal. # A delegada Jane Klebia se filiou ao Agir e deverá disputar a vaga de distrital contra a deputada Jaqueline Silva. # O comandante da PMDF, Coronel Vasconcelos, disputará vaga para a Câmara Federal pelo MDB. # O distrital Robério Negreiros foi um dos pouco distritais que não trocou de partido permanecendo no PSD.
Qual é o objetivo político partidário do partido NOVO com relação à disputa presidencial deste ano?
Em 2018, nós tínhamos uma clareza com relação aos objetivos do partido. Primeiro, precisava se tornar conhecido, ele tinha que eleger o mínimo de representante nos estados e na Câmara Federal. Entendo que o partido teve êxito com isso, inclusive, conseguiu eleger um governador que é Romeu Zema em Minas Gerais.
Então o objetivo do NOVO é ampliar a sua presença nos estados e noCongresso?
É por aí. Acredito que o principal benefício que o NOVO tem nessa disputa, é que ele vai ter uma maior exposição midiática, através nos debates e serão travados principalmente nos palanques que o partido precisa montar.
Qual será a maior dificuldade do NOVO nas eleições de 2022?
O NOVO não é mais novo. O eleitor busca nesse momento, políticos com algum tipo de vivência, de experiência de administração pública, para resolver os seus problemas mais imediatos, principalmente o problema do desemprego e o problema da renda.
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