Durante a sessão desta quarta-feira (23), a Câmara Legislativa aprovou o projeto de lei nº 2.579/22, que altera a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) deste ano. De iniciativa do Executivo, a proposta ajusta o anexo que trata das despesas de pessoal autorizadas a sofrerem acréscimos, de forma a incluir autorização para a nomeação de 10 conselheiros tutelares eleitos. A medida vai beneficiar as regiões administrativas de Arniqueira e Sol Nascente.
Aprovado em dois turnos e redação final nesta tarde, o projeto vai ser encaminhado ao governador Ibaneis Rocha. O governo estima um acréscimo de despesa de R$ 825.795,00 por ano para custear os novos conselheiros.
O procurador-geral da República, Augusto Aras, pediu hoje (23) ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de inquérito para investigar o envolvimento do ministro da Educação, Milton Ribeiro, na distribuição de verbas do ministério a municípios. A medida foi tomada após publicação de matérias na imprensa sobre o suposto favorecimento na liberação de recursos para prefeituras de municípios por meio da intermediação de dois pastores, que também são alvo do inquérito.
Na petição, Aras cita o presidente da Convenção Nacional de Igrejas e Ministros das Assembleias de Deus no Brasil, Gilmar Santos, e Arilton Moura, assessor de Assuntos Políticos da entidade.
Ao justificar o pedido de abertura de inquérito, o procurador disse que pretende apurar se os envolvidos, que não têm vínculo com o Ministério da Educação, atuavam para a liberação de recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Entre as diligências solicitadas está a oitiva dos citados e de cinco prefeitos.
Ontem (21), uma reportagem do jornal Folha de S.Paulo divulgou um áudio em que o ministro diz favorecer com recursos prefeituras de municípios ligados aos dois pastores, que seriam amigos do presidente Jair Bolsonaro.
Em nota divulgada à imprensa após a divulgação do áudio, Milton Ribeiro disse não haver nenhum tipo de favorecimento na distribuição de verbas da pasta. Segundo o ministro, a alocação de recursos federais segue a legislação orçamentária.
“Não há nenhuma possibilidade de o ministro determinar alocação de recursos para favorecer ou desfavorecer qualquer município ou estado”, disse o ministro na nota.
Mais cedo, por conta da denúncia, o Tribunal de Contas de União (TCU) decidiu que vai realizar uma fiscalização extraordinária na pasta.
Dia de pregão na B3, a Bolsa de Valores brasileira; Ibovespa, dólar, câmbio | Imagem: Cris Faga/NurPhoto via Getty Images
O dólar tem surpreendido nos últimos dias, com uma forte queda em relação ao real, mesmo em meio à guerra na Ucrânia e à alta de juros nos Estados Unidos.
Normalmente, esses dois fatores levariam o real brasileiro a perder força, devido à aversão ao risco e à maior atração de recursos para a economia americana.
Mas a combinação de Selic em dois dígitos, commodities em alta, bolsa brasileira barata e saída de investimentos da Rússia e leste europeu rumo a outros mercados emergentes ajuda a explicar como o dólar, que chegou próximo dos R$ 5,80 em 2021, é negociado agora abaixo dos R$ 5, tendo chegado aos R$ 4,84 nesta quarta-feira (23/3), menor patamar desde março de 2020.
Analistas ouvidos pela BBC News Brasil avaliam que, com a perspectiva de commodities em alta por mais tempo e de o Banco Central subir ainda mais os juros no Brasil, o real pode continuar se fortalecendo no curto prazo e o dólar atingir novos patamares de baixa.
No entanto, os economistas acreditam que esse movimento não deve se sustentar num prazo mais longo. Com a perspectiva de uma alta mais forte dos juros nos EUA e as eleições em outubro, eles avaliam que o dólar pode voltar a ganhar força mais adiante.
Entenda em 4 pontos a queda recente do dólar em relação ao real.
1. Por que o dólar está em queda?
Segundo Silvio Campos Neto, economista da Tendências Consultoria, dois fatores principais explicam a recente queda do dólar em relação ao real.
São eles: a alta das commodities, das quais o Brasil é um grande produtor e exportador mundial, e a Selic (taxa básica de juros da economia brasileira) atualmente em 11,75%, com perspectiva de novas altas nos próximos meses.
“O real vinha muito desvalorizado, mas não havia nenhuma grande expectativa de correção no curto prazo, então a queda recente do dólar de fato surpreende”, diz Campos Neto.
“O primeiro fator que explica isso é o fato de esse ser um ano muito favorável às commodities, movimento que foi reforçado pelo conflito no leste europeu. Isso deu um gás nos preços de uma série de itens e o real é uma moeda liquidamente beneficiada por esse fator, por ser o Brasil um grande exportador”, afirma.
O segundo ponto é a forte alta de juros no Brasil, que levou o país a ter atualmente a segunda maior taxa de juros reais do mundo, atrás apenas da Rússia (os juros reais consideram a taxa de juros nominal, menos a inflação), e a quarta maior taxa de juros nominal, atrás somente de países com graves problemas econômicos, como Argentina (42,5%), Rússia (20%) e Turquia (14%).
“O reposicionamento da taxa de juros para um patamar mais condizente com a nossa realidade permitiu um olhar dos investidores para cá, com isso temos visto um redirecionamento de fluxos [de investimentos] já desde o início do ano”, completa.
Soma-se a esses dois fatores uma bolsa brasileira que estava muito barata na comparação internacional e com diversos papéis ligados ao setor de commodities, como Vale, Petrobras e as empresas do setor agrícola.
Por fim, há o fluxo de investidores que deixaram a Rússia e o leste europeu em meio à instabilidade naquela região, e que encontraram no Brasil uma alternativa de investimento em países emergentes.
“Os dados de fluxo cambial do Banco Central mostram uma entrada de um pouco mais de US$ 10 bilhões para o Brasil no acumulado do ano”, observa Marcela Rocha, economista-chefe da Claritas Investimentos.
“Isso indica que o investidor estrangeiro volta a olhar o Brasil com atratividade: um país que estava barato, com moeda desvalorizada. Agora, com juros altos e commodities em alta, ele se torna uma referência para países emergentes, num momento em que outros emergentes são abalados, caso da Rússia e todos os países do leste europeu.”
2. O dólar vai cair mais? Até onde ele pode chegar?
Segundo Rocha e Campos Neto, o dólar ainda pode cair mais sim, no horizonte próximo.
“Olhando todos os vetores que estão puxando o dólar para baixo, não temos ainda perspectiva de uma mudança de cenário. Os preços de commodities continuarão pressionados e a Selic, por mais que o Banco Central queira já apontar para um fim do ciclo de alta, ainda não dá para escrever em pedra qual vai ser o nível final da taxa de juros”, observa a economista da Claritas.
Na última ata do Copom (Comitê de Política Monetária), o BC indicou que pode levar a Selic acima de 12,75%, a depender do que vai acontecer com o valor do barril de petróleo, que impacta os preços dos combustíveis no Brasil e, consequentemente, a inflação.
Nesta quarta-feira, o barril de petróleo chegou aos US$ 120, num sinal de que a autoridade monetária brasileira pode de fato ter que levar a taxa de juros acima dos 13%.
Mas até onde o dólar pode ir, é difícil de prever. A analista da Claritas fala em um limite de R$ 4,70 ou R$ 4,65. Já o economista da Tendências vê um limite de R$ 4,50 ou R$ 4,40, mas avalia que esse não é o cenário mais provável, pois há outros fatores em jogo que devem por um freio na valorização do real no horizonte mais longo.
3. A queda do dólar é sustentável?
Num horizonte mais longo, os economistas avaliam que não. Provavelmente, com a aproximação da eleição e a alta mais forte de juros nos EUA, esse movimento deve estancar.
“Estamos falando de um real valorizado num momento em que o Fed [banco central americano] está subindo juros e o dólar se aprecia globalmente. Esse aumento de juros lá fora vai ser mais intenso e isso deve trazer condições mais complicadas para fluxo de investidor estrangeiro em emergentes”, diz Rocha.
Já as eleições devem trazer volatilidade ao câmbio, pois nenhum dos candidatos favoritos à Presidência é percebido pelo mercado como comprometido com uma agenda econômica ortodoxa e com reformas para reduzir o gasto público.
“Claro que, se tivermos um novo governo indicando uma agenda econômica mais ortodoxa e responsável, temos condições de o câmbio terminar o ano no patamar atual ou até um pouco abaixo disso. Mas, diante das possibilidades que estão atualmente colocadas, há no mínimo uma grande incerteza sobre como vai ser a condução da economia a partir do ano que vem”, diz Campos Neto.
Por fim, a guerra segue no horizonte como um fator de incerteza e alguma piora na crise no leste europeu também poderia levar a um quadro de aversão ao risco que tire dinheiro dos mercados emergentes, rumo a investimentos mais seguros, o que enfraqueceria o real.
5. Qual o efeito do dólar em queda para a economia?
A queda do dólar, caso fosse sustentável, poderia trazer algum alívio para a inflação, ao compensar parte do efeito da alta das commodities e baratear a importação de insumos.
Mas Marcela Rocha avalia que não é esse o caso.
“Para ter um repasse dessa queda do dólar para a inflação, seria necessário ter visibilidade de que esse quadro vai durar por algum tempo, mas não é isso que vemos hoje”, diz ela.
Na balança comercial, Campos Neto acredita que o efeito deve ser pouco para os exportadores —que se beneficiam dos altos preços das commodities—, mas pode ser favorável para a importação de bens industrias, diante da perspectiva de que a economia brasileira ainda deve ter algum crescimento este ano, mesmo que baixo.
Paco Britto pontuou os partidos e também explicou sobre a possível federação entre o Avante e o Agir
O vice-governador Paco Britto (Avante) concedeu entrevista para o jornalista Sandro Gianelli, no último domingo (20), na Rádio Metrópoles (104,1 FM), e contou sobre os partidos que estão unidos com foco na reeleição do governador Ibaneis Rocha (MDB).
Recentemente, Ibaneis havia dito que possui uma base muito bem-feita para as eleições deste ano e Paco confirmou, dizendo que MDB, PL, Avante, PP, Republicanos, PRTB e PMN já estão juntos no eixo e que, possivelmente, o Agir, o PSC, o PTB e o PROS vão somar na reeleição.
Nesse rumo de união, é importante ressaltar que tem se falado de uma possível federação entre o Avante e o Agir. Paco Britto, como presidente do Avante DF, explicou.
“Nacionalmente, a conversa com o presidente Luis Tibé (Avante) e com o presidente Daniel Tourinho (Agir) aconteceu, só que deu uma esfriada, mas não sei o motivo, sou o primeiro secretário nacional, mas como vice-governador, estou dando mais atenção ao Distrito Federal, então não estou participando tanto, mas se o Avante federalizar, seria somente com o Agir”, esclareceu.
O pré-candidato ao Senado, Paulo Roque (NOVO), concedeu entrevista para o jornalista Sandro Gianelli, no último domingo (20), na rádio Metrópoles (104,1 FM), e falou sobre o valor do fundo eleitoral.
No dia 3 de março, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu manter, por nove votos a dois, o fundo eleitoral, verba que é utilizada pelos partidos políticos para financiar campanhas nas eleições, em R$ 4,9 bilhões. A ação analisada pelo STF foi proposta pelo próprio partido que Paulo Roque faz parte, que questionou o aumento de R$ 2,1 para R$ 4,9 bilhões.
O pré-candidato afirma que é uma “vergonha” e que “nós temos o fundo eleitoral mais caro do mundo”, ainda mais se tratando do Brasil, país em que a grande maioria das pessoas não têm boas condições para se viver, como disse Paulo.
Além disso, o integrante do NOVO pontuou a falta de exatidão do STF. “O Supremo não estabeleceu o limite para o fundo eleitoral e me parece esse o grande problema”, disse. Paulo entende que essa brecha pode fazer com que o fundo tenha novos aumentos, nas próximas eleições.
A ministra Flávia Arruda lidera pesquisa ao senado num cenário sem Reguffe. Flávia teve 23%, o ex-senador Cristovam Buarque foi mencionado por 15%, seguido de Paulo Octávio com 11% e o presidente da Câmara Legislativa, Rafael Prudente, com 4%. Brancos e nulos somaram 31%. Os que não souberam ou não responderam foram 16%.
Registro
A pesquisa foi realizada pelo Real Time Big Data, por telefone, com 1.500 entrevistados, entre os dias 18 e 19 de março. A margem de erro é de 3 pontos percentuais. O nível de confiança do levantamento é de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número DF-01036/2022.
Existem dois nomes que podem compor uma chapa, ao senado, com Reguffe, caso ele decida concorrer ao Governo do Distrito Federal. Paula Belmonte ou Paulo Roque esperam ocupar essa vaga. Paula não descarta ser vice-governadora. Mas para que todos possam definir seus rumos, primeiro Reguffe precisa bater o martelo publicamente em relação ao cargo que irá disputar.
Disputa ao senado II
Se do lado da oposição o nome que concorrerá ao senado ainda é desconhecido, do lado do governo a decisão já foi tomada. Ibaneis só precisa definir seu vice. Sua senadora será Flávia Arruda.
O presidente do Avante e vice-governador do DF, Paco Britto, concedeu entrevista para a Coluna e falou sobre a nominata de deputado distrital que vem sendo construída, pelo partido, para disputar as eleições de outubro.
O Avante consegue repetir o trabalho realizado nas eleições de 2018?
Em 2018, fui eleito vice-governador pelo Avante e tivemos dois deputados distritais eleitos: João Cardoso e Sardinha. A chapa que estamos montando para as eleições de 2022 está muito bem feita. Com toda certeza vamos eleger dois deputados distritais novamente.
O deputado Sardinha se desfiliou do Avante. João Cardoso continuará? A saída do Sardinha foi amigável?
O deputado distrital Sardinha deixou o Avante e agradeço-lhe por ter ficado 3 anos e 3 meses no partido. Ele saiu para procurar outros caminhos onde ele consiga se reeleger. Já o deputado João Cardoso permanece no partido.
Os candidatos sem mandato têm receio de disputar contra parlamentares com mandato. Como você tem feito para mostrar que a nominata é competitiva?
No Avante não temos pegadinhas, nem temos tubarões. Todos os pré-candidatos que estão se filiando ao Avante sabem que não haverá nenhuma surpresa. Todos vão disputar tranquilamente a primeira e a segunda vaga.
O senador Reguffe se filiou ao União Brasil. Porém, para quem esperava que ele divulgasse qual cargo irá disputar, isso não ocorrerá em março. A decisão ficará para abril. Reguffe quer observar melhor o cenário para decidir, sem o calor da emoção.
Disputa ao senado I
Existem dois nomes que podem compor uma chapa, ao senado, com Reguffe, caso ele decida concorrer ao Governo do Distrito Federal. Paula Belmonte ou Paulo Roque esperam ocupar essa vaga. Paula não descarta ser vice-governadora. Mas para que todos possam definir seus rumos, primeiro Reguffe precisa bater o martelo publicamente em relação ao cargo que irá disputar.
Disputa ao senado II
Se do lado da oposição o nome que concorrerá ao senado ainda é desconhecido, do lado do governo a decisão já foi tomada. Ibaneis só precisa definir seu vice. Sua senadora será Flávia Arruda.
Líder
A ministra Flávia Arruda lidera pesquisa ao senado num cenário sem Reguffe. Flávia teve 23%, o ex-senador Cristovam Buarque foi mencionado por 15%, seguido de Paulo Octávio com 11% e o presidente da Câmara Legislativa, Rafael Prudente, com 4%. Brancos e nulos somaram 31%. Os que não souberam ou não responderam foram 16%.
Registro
A pesquisa foi realizada pelo Real Time Big Data, por telefone, com 1.500 entrevistados, entre os dias 18 e 19 de março. A margem de erro é de 3 pontos percentuais. O nível de confiança do levantamento é de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número DF-01036/2022.
Maior Campus Party
Começou ontem (23), no estádio Mané Garrincha, a 4ª edição da Campus Party Brasília. A previsão é que seja uma das maiores edições da Campus Party. O evento ocorre até o domingo, 27 de março, com uma série de novidades em sua programação.
Expectativa de público
A expectativa é receber um público de mais 100 mil visitantes na área gratuita da Campus Party Brasília e quase 10 mil campuseiros, na Arena. Sendo 2,2 mil acampados e 7,8 mil visitantes.
Distritais sem partido
A quantidade de deputado distrital com mandato e sem partido definido para disputar a eleição de outubro é preocupante. Nessa semana a deputada distrital Jaqueline Silva se desfiliou do PTB. Jaqueline está numa posição mais confortável, ela tem o Agir para se filiar, caso queira. Outros distritais, foram liberados por seus partidos e até o momento não tem um partido seguro para se filiar.
ENTREVISTA
Paco Britto
Vice-governador do DF e presidente do Avante
O presidente do Avante e vice-governador do DF, Paco Britto, concedeu entrevista para a Coluna e falou sobre a nominata de deputado distrital que vem sendo construída, pelo partido, para disputar as eleições de outubro.
O Avante consegue repetir o trabalho realizado nas eleições de 2018?
Em 2018, fui eleito vice-governador pelo Avante e tivemos dois deputados distritais eleitos: João Cardoso e Sardinha. A chapa que estamos montando para as eleições de 2022 está muito bem feita. Com toda certeza vamos eleger dois deputados distritais novamente.
O deputado Sardinha se desfiliou do Avante. João Cardoso continuará? A saída do Sardinha foi amigável?
O deputado distrital Sardinha deixou o Avante e agradeço-lhe por ter ficado 3 anos e 3 meses no partido. Ele saiu para procurar outros caminhos onde ele consiga se reeleger. Já o deputado João Cardoso permanece no partido.
Os candidatos sem mandato têm receio de disputar contra parlamentares com mandato. Como você tem feito para mostrar que a nominata é competitiva?
No Avante não temos pegadinhas, nem temos tubarões. Todos os pré-candidatos que estão se filiando ao Avante sabem que não haverá nenhuma surpresa. Todos vão disputar tranquilamente a primeira e a segunda vaga.
Envie uma mensagem para o WhatsApp (61) 98406-8683 caso você tenha alguma notícia relacionada aos bastidores da política e queira vê-lá na Coluna do Gianelli.
*Sandro Gianelli é consultor em marketing político, jornalista, colunista e radialista. Escreve a Coluna do Gianelli, de segunda a sexta, para o portal Conectado ao Poder e para o Jornal Alô Brasília e apresenta um programa de entrevistas, aos domingos, das 9h às 11h, na rádio Metrópoles – 104,1 FM.
A quantidade de deputado distrital com mandato e sem partido definido para disputar a eleição de outubro é preocupante. Nessa semana a deputada distrital Jaqueline Silva se desfiliou do PTB. Jaqueline está numa posição mais confortável, ela tem o Agir para se filiar, caso queira. Outros distritais, foram liberados por seus partidos e até o momento não tem um partido seguro para se filiar.
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