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Conheça todos os pré-candidatos à Presidência para as eleições de 2022 até o momento

Ao todo, cerca de 10 pré-candidatos iniciam as movimentações para consolidar alianças até o pleito de 2022; eleições estão programadas para acontecer daqui a 12 meses

Cerca de 10 pré-candidaturas à eleição presidencial de 2022 já são ventiladas | foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Amenos de um ano da eleição presidencial de 2022, políticos e partidos iniciam as movimentações para consolidar alianças até o pleito. Com a pauta anti-bolsonarista em sua grande parte, o objetivo dos trâmites é viabilizar candidaturas já antes de terminar o ano. 

Nas pesquisas de intenção de voto, segundo o último levantamento do Ipec, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a corrida pelo Planalto, com 5 pontos percentuais a mais que o segundo colocado, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que deve tentar sua reeleição. 

Principal candidato da esquerda, o ex-presidente levantou críticas ao ex-ministro e outro presidenciável Ciro Gomes (PDT) após trocas de ofensas nas redes sociais envolvendo a ex-presidente Dilma Rousseff. Sem aberturas para uma possível união entre os partido no primeiro turno, Ciro deve disputar sua quarta eleição presidencial. Com 8% das intenções de voto, ele tenta conquistar eleitores que se recusam a votar em Lula, chegando a procurar o eleitoral do Sul. 

O jornalista José Luiz Datena, apresentador do programa policial Brasil Urgente, da Rede Bandeirantes, declarou, ao vivo, que deixará a emissora para concorrer à Presidência da República. O futuro candidato afirmou que seu único interesse na política é ser um “bom brasileiro”.

Na última semana, o jornalista deu declarações à imprensa de que “acharia muito legal ser vice” de Ciro Gomes, presidenciável pelo PDT. No último dia 4, Datena se encontrou com o pedetista para discutir alianças para 2022. A sua situação política ainda está em avaliação

atual presidente, Jair Bolsonaro, ainda não encontrou um partido para ter o controle total, porém, é procurado por algumas legendas. Aliados do mandatário o encorajam a oficializar sua filiação ao PP, sigla do ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, e do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). Ao mesmo tempo, Bolsonaro também mantém diálogos com o PTB. Com o fracasso da criação do Aliança pelo Brasil, ele também considera optar por uma sigla pequena.

Nesta semana, os três pré-candidatos do PSDB, Arthur Virgílio, Eduardo Leite e João Doria participaram do debate presencial promovido pelos jornais O Globo e Valor. A disputa interna entre os tucanos representa uma tentativa de colocar o partido palco para a “terceira via”. 

O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, já afirmou que o partido deverá lançar uma candidatura própria em 2022 e também conquistar espaço na “terceira via”. A estratégia agora é aproveitar a entrada  do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, atualmente filiado ao DEM de Minas Gerais, para se candidatar como opção à polarização de Lula com o presidente Jair Bolsonaro. 

A assinatura da ficha de filiação do parlamentar ocorrerá no Memorial JK, em Brasília. A saída dele do DEM, que se funde ao PSL para se chamar União Brasil, já foi comunicada ao presidente da legenda, ACM Neto.

ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM) também é cogitado como uma possibilidade seu  enfrentamento à pandemia da Covid-19 e sua oposição ao governo federal. Ele entrou em choque com Bolsonaro, e após sua demissão, em abril de 2020, passando a se posicionar contra o presidente para descolar sua imagem do Planalto. 

Outro nome de destaque durante a crise sanitária foi da senadora Simone Tebet (MDB-MS). A parlamentar teve atuação de destaque na CPI da Covid, sempre firme na apresentação de dados e posicionamento. A emedebista aparece como a alternativa mais viável para o MDB diante de um eventual distanciamento do ex-presidente Michel Temer de disputar o pleito. 

Também presente no colegiado da CPI da Covid, o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) já apresentou sua pré-candidatura própria à Presidência da República. Com o objetivo de também conseguir lugar na terceira via, o objetivo é entrar na disputa nos próximos meses representando seu partido, que ainda deve analisar a possibilidade. A estratégia é reunir as forças de centro. 

Nesta sexta-feira, 22, o ex-juiz Sergio Moro decidiu que deve concorrer às eleições de 2022. Com o martelo batido, o Podemos já marcou para o dia 10 de novembro seu evento de filiação. Segundo a jornalista Bela Megale, colunista do O Globo, o ato deve acontecer no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília.

No final de setembro, Moro desembarcou no Brasil para discutir a seu futuro político. Na ocasião, o ex-ministro da Justiça do presidente Jair Bolsonaro promoveu diálogo com deputados, senadores e dirigentes do Podemos, em Brasília.

Confira lista de pré-candidatos à Presidência em 2022:

  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
  • Jair Bolsonaro (sem partido)
  • Ciro Gomes (apdt)
  • Eduardo Leite (PSDB)
  • João Doria (PSDB)
  • Arthur Virgílio (PSDB)
  • Datena
  • Rodrigo Pacheco (DEM), futuro PSD
  • Sergio Moro, futuro Podemos
  • Simone Tebet (MDB)

Fonte: O Povo

TV Câmara Distrital estreia em canal aberto nesta segunda-feira (25)

A equipe da TV está preparando o primeiro dia de transmissões pelo canal 9.3, que tem início com solenidade de inauguração às 14h | Foto: Bruno Sodré/CLDF

A Câmara Legislativa lança, nesta segunda-feira (25), a TV Câmara Distrital, em transmissão ao vivo pelo canal 9.3. A nova emissora aberta do Distrito Federal terá 24 horas de programação, que vai contar com as transmissões ao vivo do trabalho legislativo, conteúdo jornalístico, educativo, sociocultural e científico, além de campanhas institucionais e de utilidade pública. A solenidade de lançamento será às 14h, no auditório, após a visitação de deputados e autoridades às instalações da TV.

A emissora entra no ar a partir de um acordo de cooperação com a Câmara dos Deputados que disponibilizará o canal aberto em sua multiprogramação.

De acordo com o presidente da CLDF, Rafael Prudente (MDB), a iniciativa representa o último passo para transformar a Casa de Leis na mais transparente do Brasil. “A TV Câmara Distrital vem para marcar os 30 anos do Legislativo do DF e consolidar a transparência das nossas atividades. Estou certo de que a TV vai aproximar ainda mais a população de Brasília do Poder Legislativo e oferecer uma programação com muitas informações políticas, culturais e esportivas”, afirmou.

O distrital também ressaltou o nível profissional, técnico e de conteúdo do novo veículo: “É uma TV moderna que terá papel muito importante para levar até o cidadão as informações reais sobre o trabalho da Câmara Legislativa. Profissionais qualificados terão como missão registrar e reportar os temas importantes debatidos aqui na Câmara”.

De acordo com a chefe da Divisão de TV e Rádio da CLDF, Gláucia Simões, além de dar transparência às ações legislativas, a TV Câmara Distrital contribuirá com registros em arquivos da história e da cultura local. “Por meio do canal, os cidadãos poderão acompanhar os debates que ocorrem no plenário, nas comissões e nas audiências públicas, além de ficar por dentro do que acontece no DF”, explicou.

O diretor de Comunicação Social da CLDF, Orlando Rangel, relembra o desafio que foi a Casa voltar a ter uma emissora de TV e o compromisso da atual legislatura com a transparência e a modernização do Legislativo local. Rangel destaca a implantação do novo Portal da CLDF, do painel eletrônico do plenário, do sistema de votação 100% eletrônico e do aplicativo Agora é Lei. “Agora a TV Câmara Distrital chega para nos aproximar ainda mais da população, informando o que ocorre no em nossas cidades e com a vocação de ser porta voz da comunidade”, observa o diretor.

Programação 

A TV exibirá conteúdo próprio e de parceiros por meio de acordos de cooperação técnica com outros órgãos públicos. Entre eles, a UnBTV, da Universidade de Brasília, e a Rede Legislativa, formada por emissoras de assembleias estaduais e municipais, o Sebrae-DF e o Governo do Distrito Federal. “Com esse lançamento, a CLDF busca se aproximar ainda mais dos cidadãos e espera incentivar a participação política, a valorização da identidade do Distrito Federal e o exercício pleno da cidadania”, acrescenta Gláucia Simões.

Entre os primeiros programas que serão exibidos, destacam-se o “Por elas”, dedicado à atuação feminina nos mais diversos setores sociais; o “Nosso Quadradinho”, que tem como missão apresentar as belezas, as boas iniciativas e os talentos desenvolvidos no Distrito Federal; e o “Giro CLDF”, com notícias das sessões plenárias, reuniões de comissões e audiências públicas promovidas pela CLDF.

O conteúdo da TV Câmara Distrital poderá ser acompanhado pelo  canal da Casa no YouTube e pelas redes sociais, possibilitando a interação direta da população com a emissora.

Estrutura própria

A CLDF preferiu investir em estrutura técnica própria, visando a economia e a continuidade dos serviços. Dessa forma, as transmissões que hoje ocorrem pela internet serão realizadas por equipamentos próprios, que deixarão de ser alugados, resultando também em mais autonomia e menos burocracia no funcionamento da emissora. Fazem parte da equipe profissionais terceirizados e servidores efetivos da Casa.

Parcerias

Além do Acordo com a Câmara dos Deputados que permitiu a transmissão em canal aberto, a TV Câmara Distrital fechou acordos de cooperação técnica com diversas entidades da sociedade civil e órgãos de Estado para diversificar sua programação. Confira a lista dos parceiros:

Associação Brasileira de Televisão e Rádios Legislativas (Astral); o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Distrito Federal (Sebrae-DF) Instituto Nacional de Meteorologia – Inmet SEI; Universidade de Brasília – UnB; Governo do Distrito Federal – GDF; Secretaria de Estado de Comunicação; Companhia Imobiliária de Brasília – Terracap; Departamento de Trânsito do Distrito Federal – Detran/DF; Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal – DER; Arquivo Público do Distrito Federal; Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal Secretaria de Estado do Esporte e Lazer do Distrito Federal; Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal; Secretaria de Estado de Turismo do Distrito Federal; Secretaria de Estado da Mulher do Distrito Federal; Companhia de Planejamento do Distrito Federal -​ Codeplan; Serviço de Limpeza Urbana – SLU; Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento do Distrito Federal – Adasa Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal – Emater-DF; e Arquivo Público do Distrito Federal.

Fonte: Câmara Legislativa do Distrito Federal

Combustível caro e lucro recorde: política de preço da Petrobras faz 5 anos

 Foto: ANDRE COELHO/EPA para BBC

Em outubro de 2016, no governo de Michel Temer (MDB), a Petrobras passou a calcular o preço dos combustíveis com base no mercado internacional e a repassar variações com maior frequência aos consumidores. Cinco anos depois, os combustíveis no Brasil acumulam alta real (acima da inflação) de mais de 30%, enquanto a empresa reverteu anos de prejuízo em uma sequência de lucros que são distribuídos aos seus acionistas —dentre eles o governo federal.

Embora tenha passado por alguns ajustes e intervenções pontuais, o chamado PPI (preço de paridade de importação) segue firme.

Críticos da paridade internacional alegam que ela aumenta o lucro dos acionistas às custas do consumidor, que no fim paga pela alta do dólar e do petróleo. Defensores do PPI afirmam que essa é a melhor maneira de atrair investimentos, garantir o abastecimento e estimular a concorrência.

Neste domingo (24), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou que não haverá intervenção nos preços. Em entrevista ao UOL, o presidente da Petrobras, general Joaquim Silva e Luna, defendeu a paridade internacional e disse que o “tabelamento de preços sempre trouxe as piores consequências”.

Preço dos combustíveis disparou

Em outubro de 2016, com valores corrigidos pela inflação (IPCA), o botijão de 13kg de gás de cozinha custava em média R$ 69,21 no Brasil. O litro da gasolina era vendido a R$ 4,58 e o do diesel a R$ 3,76.

Na semana passada, a média de revenda do botijão foi para R$ 101,96 (subiu 47% em cinco anos), o litro da gasolina alcançou R$ 6,36 (alta de 39%) e o do diesel R$ 4,98 (alta de 32%).

A disparada no preço dos combustíveis é um dos fatores que mais pesam na inflação, que já passou de 10% nos últimos 12 meses.

Dólar e cotação do petróleo afetaram os preços

No PPI, a Petrobras leva em conta quanto ela poderia lucrar vendendo esses produtos no mercado internacional. Por isso o dólar e a cotação do petróleo influenciam diretamente no preço aqui no Brasil.

Nesses cinco anos, o dólar acumulou alta de 74%, e o preço de referência para o barril de petróleo (Brent), que é negociado em dólar, subiu 62%.

Custos como frete marítimo, taxas portuárias e transporte rodoviário também são considerados no PPI.

No domingo, o presidente Bolsonaro mencionou a cotação internacional para justificar novas altas. “Temos aí, pelo que tudo indica, reajuste dos combustíveis. Isso não precisa ter bola de cristal nem informações privilegiadas, que eu não tenho. É só ver o preço do barril do petróleo lá fora e o comportamento do dólar aqui dentro”, disse.

Lucro recorde para a Petrobras

A Petrobras é uma empresa de economia mista: tem ações negociadas na Bolsa, mas o controle majoritário das ações com direito a voto fica com o governo federal, que dita os rumos da empresa.

Antes do PPI, o governo de Dilma Rousseff (PT) optava por represar aumentos no preço dos combustíveis. A estratégia segurava a inflação, mas reduzia os lucros da estatal.

Em 2016, a Petrobras chegou a registrar prejuízo líquido de R$ 18,5 bilhões em valores atualizados. No ano seguinte, com a paridade internacional, o prejuízo caiu para R$ 539 milhões.

Desde então, com o dólar e o petróleo em alta, a empresa vem registrando lucros. Foram R$ 30 bilhões em 2018 e R$ 44,8 bilhões em 2019 —o recorde da Petrobras.

A crise econômica da pandemia fez a demanda por combustíveis e a cotação do petróleo despencarem no primeiro semestre de 2020. Mesmo assim, a empresa terminou o ano com lucro líquido de R$ 7,6 bilhões.

Os números de 2021 indicam que a Petrobras caminha para bater novo recorde anual. A empresa anunciou lucro de R$ 42,9 bilhões no segundo trimestre e a intenção de antecipar R$ 31,6 bilhões em dividendos para seus acionistas.

UOL pediu à Petrobras detalhes sobre o cálculo da margem de lucros, mas a empresa não respondeu a esse questionamento.

Governo se beneficia dos lucros

Como o governo é acionista, ele recebe dividendos.

A Petrobras voltou a pagar dividendos em 2018. Dos R$ 31,2 bilhões distribuídos até 2020 (valores atualizados pelo IPCA), R$ 11,1 bilhões (36%) foram para os cofres públicos.

Os outros R$ 20,1 bilhões foram distribuídos para pessoas e empresas do setor privado que têm ações da estatal.

Intervenções fizeram ações despencar

As intervenções do governo nos preços da Petrobras não foram exclusividade de Dilma Rousseff.

Em maio de 2018, durante a greve dos caminhoneiros, Temer anunciou a redução do litro do diesel em R$ 0,46 e congelamento do valor por 60 dias.

Em abril de 2019, Bolsonaro mandou a Petrobras cancelar um aumento de 5,7% no diesel. Em fevereiro de 2021, Bolsonaro anunciou que não renovaria o mandato do então presidente da empresa, Roberto Castello Branco, por estar insatisfeito com a política da empresa.

Em todas essas ocasiões, o valor da ação da estatal na Bolsa teve forte queda.

Paridade internacional é bom para poucos, dizem críticos

O PPI é criticado por políticos de esquerda e sindicatos ligados aos trabalhadores da Petrobras. Eles consideram que a paridade internacional serve para garantir lucros dos acionistas, mas despreza a função social da empresa: abastecer a população a preços justos.

Esses reajustes que a gestão da Petrobras, com o aval e a concordância de Jair Bolsonaro, vem aplicando no gás de cozinha, no diesel e na gasolina podem ser evitados. Basta a empresa parar de usar somente a cotação do petróleo e do dólar e os custos de importação e considerar também os custos nacionais de produção. Afinal, a empresa utiliza majoritariamente petróleo nacional que ela mesma produz.
Deyvid Bacelar, coordenador geral da FUP (Federação Única dos Petroleiros)

A política de preços também incomoda donos de postos de combustíveis. Rodrigo Zingales, diretor da AbriLivre (uma das associações do setor), diz que a estatal tem uma margem de lucro elevada, o que permitiu que ela lucrasse até em 2020, quando a demanda por combustíveis despencou.

Zignales afirma que o médio e pequeno empresário não conseguem se planejar porque a Petrobras altera os preços a qualquer momento. Segundo ele, essa política tem aumentado a concentração de mercado na mão de grandes redes de distribuição e varejo, o que favorece a combinação de preços.

UOL tentou contato com o Sindicom, que representa as maiores distribuidoras de combustível do país, mas não obteve resposta.

A Petrobras declarou que evita o repasse imediato para o mercado interno e que “os preços praticados pela companhia acompanham as variações do valor dos produtos e da taxa de câmbio, para cima e para baixo”.

Paridade internacional é a melhor escolha, dizem especialistas

Fernanda Delgado, doutora em planejamento energético e professora da FGV, afirma que atrelar os preços ao mercado internacional é a única forma de atrair investimentos e estimular a concorrência interna.

Para Sérgio Lazzarini, doutor em administração e professor do Insper, revogar o PPI seria um retrocesso e traria prejuízo ao consumidor a longo prazo. “É um paradoxo: quanto mais se intervém nos preços, menos investimento vem, e isso agrava o problema de concentração da Petrobras”, diz.

Existem no Congresso propostas para usar parte dos dividendos da Petrobras ou royalties de petróleo para formar um fundo que amenize a flutuação de preços. Parlamentares também discutem subsidiar combustível para a população de baixa renda, como o projeto de vale-gás aprovado no Senado.

Delgado e Lazzarini afirmam que propostas nesse sentido dependem de uma escolha política e precisam ser calibradas com cuidado, pois elas trazem custos que serão repassados à população direta ou indiretamente.

Risco de desabastecimento

Os especialistas dizem também que, sem o PPI, o Brasil pode enfrentar desabastecimento, já que o país não tem capacidade de produzir todo o combustível que consome.

A Petrobras afirma que cerca de 20% dos combustíveis consumidos no Brasil são produzidos por outras empresas, dentro e fora do país.

Preços desalinhados ao valor de mercado não só comprometem a capacidade de investimento da indústria, o que pode levar à obsolescência e ao desabastecimento, como inviabilizam que importadores e outros refinadores atendam o mercado brasileiro
Petrobras, em nota

Para os importadores de combustíveis, os preços da Petrobras estão até baixos. A Abicom, associação que representa o setor, diz que há uma defasagem de 17% no diesel e de 14% na gasolina. Isso afeta os ganhos dos importadores, dizem.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

Fonte: UOL

Mercado empurra para cima estimativas para inflação, juros e dólar e baixa número para PIB

Instituições financeiras promoveram uma rodada de fortes revisões em estimativas para variáveis econômicas brasileiras | Imagem: Getty Images/iStockphoto/pixelalex

Instituições financeiras promoveram uma rodada de fortes revisões em estimativas para variáveis econômicas brasileiras, vendo inflação, juros e dólar mais altos e crescimento econômico mais fraco, mostrou a pesquisa Focus do Banco Central divulgada hoje, com os departamentos econômicos agora também calculando alta de 1,25 ponto percentual da Selic nesta semana.

Com isso, os respondentes da pesquisa Focus ficam mais alinhados às expectativas para a decisão do Copom embutidas nos preços de contratos derivativos, que chegaram a projetar na semana passada elevação de 1,5 ponto percentual do juro na próxima quarta-feira.

Antes, tanto economistas quanto o mercado financeiro viam acréscimo de 1 ponto percentual da Selic, mas na semana passada esse cenário foi deixado para trás conforme a deterioração acentuada nos ativos financeiros após notícias de proposta de rompimento do teto de gastos ditou expressivo aumento nos prêmios de risco.

E de acordo com a sondagem do Banco Central divulgada hoje a previsão é de nova alta de 1,25 ponto percentual da Selic na reunião do Copom de dezembro.

Com isso, o juro básico visto para o término de 2021 subiu a 8,75%, de 8,25% do prognóstico anterior e taxa atual de 6,25%.

A mediana das previsões para a taxa Selic ao fim de 2022 pulou para 9,5% ao ano, de 8,75% na semana anterior.

Fonte: UOL

Covid-19: 20 milhões estão com a segunda dose da vacina atrasada

Sem atraso, Brasil teria 80% do público-alvo totalmente vacinado


© Breno Esaki/Agência Saúde

Dados do Ministério da Saúde apontam que mais de 20 milhões de pessoas ainda não voltaram ao posto de vacinação para completar o esquema vacinal contra a covid-19 em todo o Brasil. O levantamento considera apenas casos em que o prazo estipulado para a segunda dose já venceu. Se todos tivessem cumprido o prazo, o Brasil teria mais de 80% do público-alvo (12 anos ou mais) completamente vacinado.

Quem vai ao posto de vacinação tomar a primeira dose já sabe quando precisa retornar para completar a vacinação. A data de retorno normalmente é anotada no próprio cartão de vacina. Em comunicado, o Ministério da Saúde reforçou a importância dessa ação dentro do intervalo recomendado para cada imunizante. “Só assim as vacinas irão atingir a efetividade necessária contra a covid-19”, diz a pasta.

De acordo com os últimos boletins epidemiológicos divulgados pelo governo federal, a média móvel de óbitos registra uma queda de 87% se comparado com o pico da pandemia, em março e abril deste ano. 

Até o momento, o Ministério da Saúde enviou aos estados e ao Distrito Federal mais de 320 milhões de doses de vacina contra covid-19. Ao todo, 151,9 milhões de pessoas receberam a primeira dose. O número de pessoas com o esquema vacinal completo soma 111,8 milhões, o que é mais da metade da população.

Fonte: Agência Brasil

‘Furar teto de gastos é tão eficaz quanto a cloroquina’, diz Eduardo Leite

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), anuncia ações e recursos do Plano de Enfrentamento à Estiagem | Imagem: Felipe Dalla Valle/Palácio Piratini

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), criticou a aprovação do furo do teto de gastos orçamentários do governo para 2022. O texto apresentado pelo relator da matéria, o deputado federal Hugo Motta (Republicanos-PB), foi aprovado por 23 a 11 pela Comissão Especial da Câmara. A matéria segue para o plenário da Câmara

Pela proposta, o governo federal terá um espaço fiscal de R$ 83 bilhões para gastar a mais em 2022. Isso permitiria o pagamento do Auxílio Brasil, programa social que substituirá o Bolsa Família, de R$ 400 até o fim de 2022, ano em que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tentará a reeleição.

Para Leite, o governo está colocando o país em uma “pandemia econômica”. Ele disparou dizendo que o furo do teto é “tão ineficaz quando a cloroquina”, remédio sem eficácia científica comprovada contra a covid-19 e frequentemente usada e anunciada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para o combate à doença.

Leite, que está na disputa das prévias presidenciais do partido, declarou que inflação não é uma “gripezinha”. O termo também foi usado pelo chefe do Executivo para se referir ao novo coronavírusem março de 2020.

“A inflação não é uma gripezinha. Furar o teto é tão eficaz quanto a cloroquina. Os pobres sofrerão mais. Dólar subindo, inflação em alta, pressão na curva de juros e perspectivas até de recessão para 2022. Estão lançando o Brasil na pandemia econômica.

Em um vídeo divulgado no Twitter, o governador tucano disse que o país está assistindo a “populismo e irresponsabilidade fiscal” com a inflação. Leite apontou a necessidade de auxiliar as pessoas mais pobres, mas ponderou a necessidade de isso ser feito de forma organizada.

“De forma estarrecida a gente acompanha as medidas que o governo federal apresenta para, no ano da eleição, colocar dinheiro nas mãos dos pobres sem fazer as escolhas de onde tirar esse dinheiro, simplesmente pedindo licença para furar o teto de gastos. Governar é fazer escolhas. É claro que a gente precisa colocar dinheiro nas mãos dos pobres. No Rio Grande do Sul a gente está fazendo isso, mas depois de fazer reformas que foram importantes”, explicou o político.

Secretários se demitem e Guedes continua

Quatro secretários que integravam a equipe do ministro da Economia Paulo Guedes pediram demissão, conforme apuração da colunista Carla Araújo, do UOL. Foram eles: secretário especial do Tesouro e Orçamento, Bruno Funchal, e o secretário do Tesouro Nacional, Jeferson Bittencourt, a secretária especial-adjunta do Tesouro e Orçamento, Gildenora Dantas, e o secretário-adjunto do Tesouro Nacional, Rafael Araújo.

Os quatro informaram razões pessoais, segundo o ministério. “Funchal e Bittencourt agradecem ao ministro [Paulo Guedes] pela oportunidade de terem contribuído para avanços institucionais importantes e para o processo de consolidação fiscal do país”, diz a pasta.

As demissões acontecem após a confirmação de que o governo planeja uma manobra para driblar o teto de gastos e viabilizar um auxílio social de R$ 400 até o final de 2022, ano em que Bolsonaro tentará a reeleição.

Na última terça-feira (19), Funchal e Bittencourt já haviam ameaçado de se demitir, segundo fontes do Palácio do Planalto, após o presidente determinar o valor de R$ 400 para o programa social Auxílio Brasil, o novo Bolsa Família. O governo chegou a marcar um evento de lançamento, mas ele foi cancelado de última hora, após reação negativa do mercado financeiro e da equipe de Guedes.

Apesar da debandada dos secretários, ontem, o presidente Jair Bolsonaro afirmou, em entrevista à CNN Brasil, que o ministro Paulo Guedes continuará no governo. O chefe do Executivo disse ainda que a prioridade agora é dar continuidade à agenda de reformas econômicas em pauta no Congresso.

*Com informações de Fabrício de Castroo, do UOL, em Brasília

Fonte: UOL

Justiça anula investigações e operação na casa do deputado Josimar Maranhãozinho

O Tribunal de Justiça do Maranhão anulou a decisão do Juiz de primeiro grau que autorizou operação de busca e apreensão na casa do deputado Federal Josimar Maranhãozinho (PL-MA). A sentença também suspende as investigações do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco). De acordo com o entendimento do desembargador Antônio Fernando Bayma, a medida extrapola a competência da Justiça estadual, tratando-se de prerrogativa exclusiva do Supremo Tribunal Federal (STF).

“Violar as prerrogativas de parlamentar federal com a proferição de decisão de juízo monocrático, ainda que sob o argumento de que investigado por ato estranho ao seu mandato, porém decorrente de anterior legislatura parlamentar estadual, é malferir a garantia constitucional do juiz natural e seus consectários do juiz competente e imparcial”, afirma o magistrado.

O desembargador ainda determinou a devolução dos bens apreendidos e a suspensão imediata da operação conduzida pelo Ministério Público Estadual. “Hei por bem ANULAR a decisão proferida no processo no 0828665-05.2021.8.10.0001 de busca e apreensão de documentos e medidas assecuratórias em trâmite na 1ª Vara Criminal de São Luís/MA, em todos os seus efeitos, inclusive determinando a imediata paralisação da extração de dados e devolução dos bens apreendidos, inclusive dos veículos, contas bancárias e demais cominações da decisão de primeira instância, bem ainda, SUSPENDER as investigações atinentes ao Procedimento Investigatório Criminal nº 011660-750/2018, em trâmite no GAECO/MA até o julgamento final deste writ”, concluiu.

No dia 6 de outubro, a casa do deputado Federal Josimar Maranhãozinho, onde vive com a esposa, a deputada estadual Detinha (PL-MA), e os três filhos, foi alvo de operação de busca e apreensão em investigação que apura fraudes em licitações.

Os parlamentares esclarecem que, “além de extrapolar as competências da justiça local, a acusação não tem consistência, tendo em vista que a empresa alvo da operação não pertence ao casal desde 2015, três anos antes do início das investigações, datadas de 2018”. Os deputados também ressaltam que a empresa de propriedade do casal “não participou de qualquer processo de venda ou licitação para as diferentes esferas de poder, afastando qualquer possibilidade de fraude. Tratando-se de acusações inverídicas e descabidas”.

Celina Leão participa da Sala de Imprensa da ABBP na próxima segunda (25)

A deputada federal e presidente do Progressistas no DF (PP), Celina Leão, é a entrevistada da Sala de Imprensa da Associação Brasileira de Portais de Notícias (ABBP), na próxima segunda-feira (25), às 18h30.

O projeto de entrevistas coletivas realizado pelo ABBP é transmitido simultaneamente pelas fanpages no Facebook dos sites e portais de notícias dos seus associados.

A Sala de Imprensa tem duração de uma hora. Durante a coletiva, o convidado é sabatinado pelos profissionais dos principais veículos de comunicação do DF e Entorno.

Serviço:

Sala de Imprensa da ABBP com a deputada federal e presidente do Progressistas (PP-DF), Celina Leão

Dia: 25 de outubro de 2021, segunda-feira, às 18h30.

Local: Fanpages no Facebook da ABBP e dos sites e portais.

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Sinal aberto para obras do viaduto de Sobradinho

Recursos de R$ 34 milhões estão garantidos pela União; estrutura vai beneficiar mais de 50 mil motoristas, além de empregar centenas de pessoas

O Governo do Distrito Federal dá mais um passo para melhorar a qualidade do trânsito em Sobradinho. Nos próximos dias, o Departamento de Estradas de Rodagem do DF (DER) vai publicar o edital para o lançamento da licitação da construção de viaduto de acesso à cidade pela BR-020, próximo à Quadra 2.

A obra é orçada em cerca de R$ 34 milhões, montante garantido por emendas de parlamentares federais. A Caixa Econômica Federal – formalmente, o agente financiador da construção – já autorizou os recursos e chancelou os projetos estruturais. A construção está prevista para começar nos primeiros meses de 2022, com perspectiva de conclusão em até 12 meses. O valor estimado inclui toda a estrutura viária, com serviços de terraplenagem e encabeçamento, entre outros, abrindo frentes de trabalho para centenas de pessoas.

Há outros quatro viadutos em construção no Recanto das Emas, Paranoá/Itapoã, Riacho Fundo e Jardim Botânico

“Estamos investindo em mobilidade para dar qualidade de vida à população, para as pessoas terem tempo de ficar com a família, chegarem mais cedo ao trabalho ou não se atrasarem no horário da consulta”, afirma o governador Ibaneis Rocha. “Essa Saída Norte era um problema há muitos anos, e estamos resolvendo isso.”

Tão logo sejam concluídas as obras, lembra o diretor-geral do DER, Fauzi Nacfur Júnior, o novo elevado vai completar as obras viárias já entregues da Saída Norte. “Depois da construção do Complexo Viário Joaquim Roriz, o acesso a Sobradinho leva 20 minutos”, atenta o gestor. “Agora os engarrafamentos são constantes nesse ponto onde será construído o novo viaduto, mas a obra resolverá essa questão”. O Complexo Viário é composto por 23 viadutos e quatro pontes, e o novo viaduto de Sobradinho beneficiará cerca de 50 mil condutores que passam diariamente pelo local.

Os viadutos servirão para aliviar o fluxo de veículos em pontos de tráfego intenso nas cidades do DF. Além da licitação da obra de Sobradinho, há outros dois em construção, no Recanto das Emas e o do Paranoá/Itapoã, e um em licitação, o do Riacho Fundo. O do Jardim Botânico está em fase de adequação de projeto. Depois dessa etapa, será dado início à licitação.

Aliado à melhoria do trânsito de veículos, o plano viário da atual gestão inclui investimentos na mobilidade para outros meios de transporte, como bicicletas.  O viaduto contará com uma ciclovia de 25 km, ligando Sobradinho e Planaltina. Atualmente o DF já tem mais de 160 km de malha cicloviária.

Fonte: Agência Brasília

DF antecipa aplicação de vacinas da Pfizer e da AstraZeneca

Rede de saúde tem imunizantes para primeira, segunda e dose de reforço

A segunda dose das vacinas AstraZeneca e Pfizer-BioNTech já pode ser administrada, a partir desta sexta-feira, em quem já tomou a primeira dose há oito semanas | Fotos: Breno Esaki/Agência Saúde-DF

Quem tomou a primeira dose da vacina contra a covid-19 das marcas AstraZeneca ou Pfizer-BioNTech já pode, a partir desta sexta-feira (22), tomar a segunda dose tão logo complete oito semanas, independente da data de retorno marcada no cartão de vacinação. Basta completar o tempo de espera de 56 dias, conforme orientação do Ministério da Saúde.

A nova regra já está em vigor. Por exemplo: quem está marcado para receber a segunda dose da Pfizer-BioNTech e AstraZeneca no dia 19 de novembro, ou depois, já pode ir nesta sexta-feira (22). Quem está previsto para 20 de novembro, ou depois, já poderá ir neste sábado (23), e assim sucessivamente. Já a CoronaVac continua com o intervalo de até 28 dias.

“É importantíssimo que o público consolide o seu processo de vacinação”Divino Valero, subsecretário de Vigilância à Saúde

Os adiantamentos vão permitir ampliar o índice da população com o ciclo de imunização completo: hoje, 58,73% da população acima de 12 anos já tomou duas doses ou dose única. A primeira dose foi recebida por 86,59%. Já foram aplicadas mais de 3,8 milhões de vacinas desde o início da campanha no DF.

O atual desafio da Secretaria de Saúde é incentivar as pessoas a retornarem para a segunda dose. “É importantíssimo que o público consolide o seu processo de vacinação”, ressaltou o subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero. A lista dos locais para a segunda dose é diariamente atualizada no site da Secretaria de Saúde e no Instagram.

“O que nós não podemos jamais é colocar em risco as pessoas que nos procuram e as pessoas que já estão internadas”General Pafiadache, secretário de Saúde

Na terça (19) e quarta-feira (20), o DF recebeu 344.640 doses da vacina CoronaVac, a serem usadas para primeira e segunda doses, além de dose de reforço, e de mais 51.708 unidades da Pfizer destinadas à segunda dose e primeira dose de adolescentes. “Nós temos muitas doses à disposição em todos os locais de vacinação do Distrito Federal”, afirmou Divino Valero.

A CoronaVac também passou agora a ser utilizada para a dose de reforço, disponível para idosos acima de 60 anos que tenham recebido há mais de seis meses a segunda dose, de qualquer um dos imunizantes; trabalhadores de saúde que tomaram a segunda ou a dose única até 15 de abril, ou pessoas imunossuprimidas que tenham tomado a segunda dose há pelo menos 28 dias. Este último grupo precisa levar um relatório médico ou receituário para comprovar a situação de saúde, dentro da lista especificada no site da Secretaria de Saúde.

Eficácia das vacinas

O secretário-adjunto de Assistência à Saúde substituto, Fernando Erick Damasceno, ressaltou a eficácia na vacinação no DF. Desde o início do funcionamento do Hospital de Campanha de Ceilândia, 79,7% dos pacientes internados e 73,9% dos óbitos foram de pacientes que não haviam tomado nenhuma dose da vacina.

“A seletividade de vacina é um erro”, informou o médico. Para ele, a população deve se vacinar o mais rapidamente possível com os imunizantes disponíveis.

Hospitais de Campanha

O secretário de Saúde, general Manoel Pafiadache, informou que a renovação do contrato para funcionamento dos hospitais de campanha com a empresa Mediall Brasil prevê a desmobilização da unidade do Autódromo e a manutenção de 100 leitos na unidade do Gama e 100 na unidade da Ceilândia.

Segundo o gestor, a área assistencial indicava a necessidade de se manter leitos, porém já é possível reduzir a oferta. Os pacientes internados na unidade do Autódromo serão transferidos logo que seja possível, sem causar danos aos pacientes. “O que nós não podemos jamais é colocar em risco as pessoas que nos procuram e as pessoas que já estão internadas”, afirmou o general Pafiadache.

O secretário comentou ainda que a redução do número de leitos para tratamento de pacientes com covid-19 está diretamente relacionada ao avanço da campanha de vacinação. “É muito melhor a gente oferecer vacina que oferecer leitos”, afirmou.

*Com informações da Secretaria de Saúde do DF

Fonte: Agência Brasília

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