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Guarda Municipal de Novo Gama é elogiada pela Polícia Federal

Com muita honra que recebemos hoje os agentes da Polícia Federal na sede da Guarda Municipal. Estavam presentes na ocasião o Prefeito Carlinhos do Mangão, Secretário de Segurança Pública, Sargento Jesson, Secretário de Governo, Narciso de Carvalho, Procurador Geral, Cristóvão Rocha, Vereador Marcos e a Comandante interina da Guarda, Gleicy Kelly.

Atualmente, 38 Guardas Municipais estão habilitados para possuir armamento de pistola e revólver no nosso município. E para verificar se o armamento e as munições estão armazenados corretamente, a documentação está em dia, tudo está dentro da legalidade e se o quantitativo de armas e munições estão corretos, segundo relatório, a Polícia Federal marcou uma inspeção de rotina há 15 dias e vieram verificar nesta terça-feira (24), na sede da Guarda Municipal e Secretária de Segurança Pública.

Toda instituição que possui armamento é obrigatória ter ouvidoria e corregedoria, e nosso município preenche todos os requisitos para ter o armamento nessas instituições. Por isso, é necessário ter essa inspeção de rotina para proteção da nossa população.

Foi oferecido um café da manhã e em um bate-papo nossa Guarda Municipal foi muito elogiada pela organização dos documentos e pela valorização da representatividade feminina na instituição. #UmNovoTempo

Fonte: Governo de Novo Gama

‘Prévia da inflação’ acelera a 0,89% e é a maior para agosto em 19 anos

Assim como no mês passado, IPCA-15 foi puxado pela alta da conta de luz em agosto | Imagem: Getty Images

IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor – Amplo 15), considerado uma prévia da inflação oficial (IPCA), acelerou a 0,89% em agosto, após ficar em 0,72% em julho. Essa foi a maior variação para um mês de agosto desde 2002, quando o índice foi de 1%.

Com isso, o índice acumula alta de 5,81% no ano e de 9,3% em 12 meses. Em agosto de 2020, a variação havia sido de 0,23%. Os dados foram divulgados hoje pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A meta do Banco Central para a inflação neste ano é de 3,75%, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos, ou seja, podendo variar entre 2,25% e 5,25%.

Conta de luz puxa alta no mês

Assim como no mês passado, o IPCA-15 foi puxado pelo aumento na conta de luz em agosto. Com aumento de 5% no mês, a energia elétrica exerceu o maior impacto individual no resultado, sendo responsável por 0,23 p.p. (ponto percentual) no índice.

Reajustes tarifários em São Paulo, Porto Alegre, Curitiba e Belém também explicam o resultado em agosto.

Nos meses de julho e agosto vigorou no país a bandeira tarifária vermelha patamar 2, que, a partir de 1º de julho, teve aumento de 52% no valor adicional cobrado na conta de luz. O valor que era de R$ 6,243 a cada 100 kWh consumidos subiu para R$ 9,492.

Dessa forma, o grupo habitação ficou com a maior alta no mês: 1,97%, equivalente a 0,31 ponto percentual do índice geral. Além da energia elétrica, o grupo foi influenciado pelos aumentos nos preços do gás de botijão (3,79%) e do gás encanado (0,73%).

Combustíveis sobem 2%

A segunda maior contribuição para o IPCA-15 de agosto veio dos transportes, com aumento de 1,11% e um impacto de 0,23 p.p. sobre o índice.

Nesse grupo, os preços dos combustíveis (2,02%) aceleraram em relação a julho (0,38%). A principal contribuição (0,12 p.p.) veio da gasolina (2,05%), cuja alta acumulada nos últimos 12 meses foi de 39,52%.

Também subiram os preços do etanol (2,19%) e do óleo diesel (1,37%), enquanto o gás veicular registrou queda de 0,51%.

As passagens aéreas, que haviam subido 35,64% em julho, registraram queda de 10,9% em agosto.

Tomate e frango aumentam; arroz e feijão caem

Os preços dos alimentos e bebidas tiveram alta de 1,02% no mês, com impacto de 0,21 p.p. sobre o índice. Contribuíram para essa aceleração os aumentos do tomate (16,06%), do frango em pedaços (4,48%), das frutas (2,07%) e do leite longa vida (2,07%).

Por outro lado, houve queda nos preços da cebola (-6,46%), do feijão-preto (-4,04%) do arroz (-2,39%) e do feijão-carioca (-1,52%).

Remédios e planos de saúde mais baratos

O único grupo a registrar deflação em agosto foi o de saúde e cuidados pessoais (-0,29%), que contribuiu com -0,04 p.p. no índice geral. Isso se deve, sobretudo, à queda nos preços dos itens de higiene pessoal (-0,67%), produtos farmacêuticos (-0,48%) e planos de saúde (-0,11%).

Metodologia

Para o cálculo do IPCA-15, os preços foram coletados entre 14 de julho e 13 de agosto de 2021 (referência) e comparados aos vigentes de 15 de junho a 13 de julho de 2021 (base).

O indicador refere-se às famílias com rendimento de um a 40 salários mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e do município de Goiânia.

A metodologia é a mesma do IPCA; a diferença está no período de coleta dos preços e na abrangência geográfica.

Fonte: UOL

Sai lista de selecionados para o Desporto Educa

 Secretaria da Educação de Goiás, por meio da Superintendência de Desporto Educacional, Arte e Educação, divulgou nesta segunda-feira (23), a lista de projetos desportivos e paradesportivos selecionados como parte do projeto Desporto Educa

A Secretaria de Estado da Educação de Goiás, por meio da Superintendência de Desporto Educacional, Arte e Educação, divulgou nesta segunda-feira (23), a lista de projetos desportivos e paradesportivos selecionados como parte do projeto Desporto Educa.

Foram selecionados sete projetos, inscritos por professores de Educação Física de seis regionais de Educação do Estado. A partir de setembro, os profissionais responsáveis pelas propostas deverão executar os projetos nas escolas indicadas, possibilitando a prática de modalidades desportivas no contraturno escolar.

Confira abaixo lista dos projetos e profissionais selecionados para o II semestre de 2021.

CREUnidade escolarProfessor
CatalãoC.E João Netto CamposRoydner Leonardo Moreira Rodrigues
CatalãoE. E Joaquim de Araújo SilvaAndreia Pires de Assunção
PiranhasE. E Luís Dias Paes LemeVagner Silva Magalhães
QuirinópolisC. E Juscelino KubitscheckIsabela Carolina dos Santos Silva
PosseCEPMG Dom PrudêncioNayra Cristina dos Santos
MineirosC. E Profª. Alice Pereira AlvesPaulo Henrique Ribeiro Barbosa
CeresC.E Câmara FilhoIlves Lucas Lima e Silva

Fonte: Secretaria de Estado da Educação de Goiás- Seduc

2495 policiais militares foram promovidos no DF

Reprodução da internet.

Por Sandro Gianelli

O governador Ibaneis (MDB) assinou o decreto de redução do interstício nesta terça-feira (24)

Nesta terça-feira (24), o governador Ibaneis assinou o decreto de redução do interstício, garantindo a promoção de praças e oficiais da Polícia Militar do DF. A decisão ocorreu após uma troca no Comando da Polícia Militar.

O Comando anterior entendia que por conta da pandemia, não poderia promover os militares. Com o problema resolvido os policiais receberam o direito à promoção, a chamada redução do interstício.

A estratégia que garantiu a redução do interstício foi elaborada pelo comandante da PMDF, Coronel Márcio Cavalcante de Vasconcelos, pelo presidente da CLDF, deputado distrital Rafael Prudente (MDB), pelo líder do governo na Casa, deputado distrital Hermeto (MDB), e pelos secretários de Economia do DF, André Clemente e de Segurança Pública, Delegado Júlio Danilo.

Nos bastidores, é de conhecimento de todos que Hermeto, que é Subtenente da Polícia Militar, tem trabalhado muito para isso ocorrer. Hermeto tem sido até chato ao solicitar ajuda de Rafael Prudente e cobrar soluções ao Governador Ibaneis, os secretários de Segurança, Delegado Júlio Danilo e de economia, André Clemente, além do Comando da PMDF.

Com muita insistência de Hermeto e boa vontade de todos os envolvidos a redução foi garantida.

Algumas pessoas acreditavam que o assunto estava morto e enterrado, mas a verdade é que para isso acontecer, Hermeto tem que ser morto e enterrado primeiro, enquanto o Subtenente estiver vivo, o assunto será sempre pauta: solução para uns, chatice e insistência para outros, e para Hermeto, é apenas uma missão.

Caiado percorre mais de oito quilômetros do Caminho de Cora durante encerramento da Expedição Desafiando Limites, ao lado do ultramaratonista Márcio Villar

Atividade, encerrada na cidade de Goiás, neste sábado (21/08), agora será anual, sempre no mês de julho. Percurso sinalizado e com pontos de internet sem fio servirá de exemplo para iniciativas semelhantes em outras regiões do Estado que pretendem unir turismo, cultura e desenvolvimento regional. Municípios visitados durante desafio foram beneficiados por ações sociais do Governo do Estado e parceiros, com mais de 8 mil atendimentos e entrega de 1,5 mil cestas básicas. “Significa resgatar a história, mostrar como nossos antepassados viveram e ter orgulho”, destaca governador

O governador Ronaldo Caiado durante o encerramento da Expedição Desafiando Limites, no Caminho de Cora Coralina, que em oito dias levou mais de oito mil atendimentos e ações sociais do Governo de Goiás e parceiros a municípios pelos quais passa o percurso: “Isso é turismo, renda, melhoria na qualidade de vida, dignidade a quem mora no interior e possibilidade de apreciar essa beleza que poucos conhecem, que é o Cerrado mais lindo do Brasil” | Fotos: Hegon Corrêa e Cristiano Borges

O governador Ronaldo Caiado participou, neste sábado (21/08), na cidade de Goiás, do encerramento da Expedição Desafiando Limites, que desbravou os mais de 300 quilômetros do Caminho de Cora Coralina, única trilha de poesias do mundo, que corta oito municípios, oito povoados e três unidades de conservação ambiental. Na reta final do trajeto, ele caminhou mais de oito quilômetros ao lado do ultramaratonista Márcio Villar, embaixador do percurso, que começou a trilha no sábado (14/08).

Durante o evento de encerramento, o Governo do Estado anunciou que a Expedição Desafiando Limites será realizada todos os anos, durante transferência da capital para cidade de Goiás.

O ponto de encontro foi no antigo Arraial do Ferreiro, no início da tarde. De lá partiram rumo ao trecho da Estrada Imperial/Real, já no Parque Municipal da Estrada Imperial, até o Largo da Carioca. A cidade de Goiás foi a última parada, onde o Caminho segue pelas antigas ruas e tem como marco final a casa de Cora Coralina, que hoje abriga um museu. “É um percurso que encanta. Significa resgatar a história, mostrar como nossos antepassados viveram e ter orgulho”, relatou Caiado.

Secretário-geral de Governo, Adriano da Rocha Lima explicou que a partir de 2022 a expedição será em julho, na semana que antecede a tradicional transferência da capital para a cidade de Goiás. A escolha da data é estratégica. “Além de não ter chuva, é mais fresco e no período de férias”, resumiu ao indicar que esse período do ano vai atrair mais turistas.

Para as próximas edições, o Estado planeja estabelecer parcerias capazes de ampliar o suporte aos peregrinos de todo o Brasil e até estrangeiros. A ideia é firmar contrato com empresas especializadas em turismo, com pacotes que incluam traslado, passagens, hospedagens e alimentação. “E ainda, apoio logístico a cada 7,5 quilômetros, com pontos de hidratação. Enfim, toda assistência necessária e apoio de profissionais da saúde que possam ajudar na recuperação física do peregrino para o dia seguinte”, projetou Adriano.

Presidente da Goiás Turismo, Fabrício Amaral relatou que o sucesso do Caminho de Cora despertou interesse de outros municípios goianos em criar seus próprios roteiros turísticos. “Temos pelo menos 10 pedidos para criação de novos caminhos”, relatou ao citar exemplo que contemplará a região do Rio Araguaia. “Vamos criar, com certeza. E dar consultoria e apoio para quem também quiser: Caminho das Emas, Caminho dos Veadeiros, porque os resultados para desenvolvimento econômico e social são fantásticos”, disse.

Conhecendo Caminho de Cora

Na tarde deste sábado, o governador foi acompanhado por uma comitiva de atletas e convidados. Logo nos primeiros quilômetros de caminhada, entre as belezas do Cerrado e uma breve parada no Rio Vermelho para refrescar o rosto com a água gelada, declarou que ainda pretende realizar todo o percurso em três etapas: “A primeira, montada na minha mula Estrela. A segunda, de bicicleta e a terceira, a pé.”

Acostumado a percorrer longas distâncias em circuitos nacionais e internacionais, o embaixador Márcio Villar mencionou as belezas naturais de Goiás como o grande diferencial do trajeto. Tanto que revelou o desejo de fazer uma tatuagem em homenagem. “Já fiz vários percursos no mundo e nunca vi nenhum igual a esse. Em nenhum caminho no mundo se tem essa segurança e beleza”, comentou o ultramaratonista.

O desfecho da caminhada culminou com o pôr do sol, na área externa da Prefeitura de Goiás, onde houve obliteração do selo dos Correios em alusão ao Caminho de Cora e entrega de certificados aos participantes. Um deles foi o prefeito de Aragarças, Ricardo Galvão. Ele integrou a equipe do ultramaratonista que concluiu todo o percurso em oito dias. “Esses 300 quilômetros me levaram a meditar sobre muitas coisas, como o companheirismo. Foram cinco dias úteis fora da minha cidade, mas a internet ajudou demais a dar continuidade ao meu trabalho, mesmo de longe”, comentou.

Quem também trabalhou enquanto se aventurava no sobe e desce das serras foi o fotógrafo Gustavo Jannini, de Campinas (SP), que veio exclusivamente para retratar as belezas de cada momento. Resultado? “Mais ou menos 5,5 mil fotos. E valeu muito a pena. Ano que vem estou aqui de novo”, declarou. O profissional, que é amigo do ultramaratonista, recebeu o convite de última hora, cancelou compromissos e viajou 16 horas de ônibus até Goiás.

“A gente virou família. Cada dia se conhecendo mais, um incentivando o outro. Isso é trabalho em equipe”, reconheceu Márcio Villar. O ultramaratonista afirmou que voltará ao Estado em novembro, desta vez para fazer o Caminho de Goyazes. Serão 1,4 mil quilômetros, durante os quais ele espera ter o suporte dos amigos que fez nos últimos dias. “Queria que cada um deles fosse comigo num trecho, para me motivar”, convidou. Jannini, o fotógrafo, é um dos que já faz planos de acompanhar essa nova aventura.

Inclusão e infraestrutura

O Caminho de Cora é para todos. A constatação é do assessor de Turismo Inclusivo da Goiás Turismo, Audier Silva Gomes. O servidor, que possui deficiência visual, participou de um trecho da caminhada junto ao governador. “A intenção é mostrar para a sociedade que a pessoa com deficiência pode e deve desfrutar dessas belezas de Goiás”, afirmou.

O empresário e atleta de alta performance João Carlos Rodovalho Costa, que tem a perna amputada, também fez neste sábado uma caminhada de 15 quilômetros. “Uma pessoa com deficiência é tão capaz de conhecer lugares, fazer trilha e aproveitar a vida da melhor maneira possível como qualquer outra. A limitação não define quem se é”, disse.

A segurança do trajeto foi citada pelos participantes como fator importante que se encontra no local. Também a infraestrutura, como a sinalização ao longo de todo o percurso e outras benfeitorias garantidas a partir de parcerias, como os pontos de Wi-fi gratuito instalados pela Goiás Telecom de 10 em 10 quilômetros. Com isso, as pessoas podem se comunicar em qualquer situação de emergência. Também são construídos, pela Enel Distribuição, pontos de apoio para descanso dos peregrinos.

Outra contribuição da concessionária de energia elétrica para a região foi anunciada pelo diretor de Infraestrutura e Redes, José Luis Salas. “Vamos fazer um projeto de iluminação para seis pontos turísticos da cidade de Goiás.” O prefeito Aderson Gouvea agradeceu a benfeitoria e também ao Governo de Goiás, por investir no fortalecimento do Caminho de Cora. “Turismo é mostrar o que nós temos de bonito.”

8 mil atendimentos

Ao longo da expedição, durante esta semana, o Governo de Goiás realizou ações sociais nos locais visitados pelo atleta, em uma união de diversas pastas da administração, bem como de parceiros. As equipes também visitaram produtores rurais da região para cadastrar empreendedores que buscam linhas de crédito da GoiásFomento, realizar cursos de captação e entregar material de divulgação do Caminho de Cora em pontos estratégicos.

Balanço divulgado pelo secretário-geral de Governo indica que foram cerca de 8 mil atendimentos nos últimos dias, “inclusive a entrega de mais de 1,5 mil cestas básicas durante todo o percurso”. O presidente da Associação Caminho de Cora Coralina (ACCC), José de Assis Filho, garantiu que o fortalecimento do roteiro traz benefícios permanentes e novas perspectivas a toda comunidade local. “O Caminho oferece desenvolvimento e oportunidades aos moradores dos vilarejos e municípios.” A ACCC auxiliou na divulgação, articulação e indicação dos melhores locais de apoio ao longo do Caminho.

Segundo o deputado estadual Coronel Adailton , que preside a Comissão de Turismo na Assembleia Legislativa de Goiás, o Estado tem forte potencial no setor, e a atual gestão trabalha para explorar tal vocação. “Alavancar e consolidar o turismo no Estado: é isso que o governo Caiado está fazendo.”

Durante todo o percurso, o ultramaratonista ainda realizou palestras para comunidades locais sobre a sua trajetória de vida, que envolve superação e persistência para buscar realizar os próprios sonhos. Caiado classificou a união entre o percurso e as ações sociais paralelas como um pacote completo. “Isso é turismo: renda, melhoria na qualidade de vida, dignidade a quem mora no interior e possibilidade de apreciar essa beleza que poucos conhecem, que é o Cerrado mais lindo do Brasil”, enalteceu o governador.

Participaram do encerramento da expedição a primeira-dama da cidade de Goiás, Célia Mendanha, e a vice-prefeita Zilda Lôbo; os secretários de Estado Marcio Pereira (Desenvolvimento e Inovação) e Tony Carlo (Comunicação); o chefe de gabinete do governador, Alex Godinho; o subcomandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Jailton Figueiredo; o presidente da Agência de Fomento de Goiás S.A. (GoiásFomento), Rivael Aguiar; o presidente da Organização Vilaboense de Artes e Tradições (Ovat), Rodrigo Passarinho; a integrante do Grupo Quebrando Silêncio, Milena Curado; o neto de Cora Coralina, Paulo Salles; o superintendente estadual dos Correios, Eugênio Montenegro; além de secretários municipais e lideranças regionais.

Fonte: Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás

GDF abre mão de R$ 345,4 mi e propõe redução do ICMS para combustíveis

Governo local vai enviar Projeto de Lei à Câmara Legislativa para que o tributo caia 3% em três anos e retome ao patamar cobrado há seis anos

Atualmente, a alíquota do ICMS no DF para o álcool e a gasolina é de 28% e, no caso do diesel, 15%. Os valores, no entanto, são praticados desde 2016, sem sofrer qualquer reajuste nesta gestão | Foto: Arquivo/Agência Brasília

O Governo do Distrito Federal (GDF) vai enviar à Câmara Legislativa do DF (CLDF) um Projeto de Lei (PL) que prevê a redução da alíquota de ICMS cobrada sobre os combustíveis. A proposta é que os valores caiam 3% em três anos, a contar de janeiro de 2022. Assim, o tributo praticado no Distrito Federal voltaria ao patamar praticado há seis anos e ficaria no menor percentual do imposto cobrado nacionalmente.

Atualmente, a alíquota do ICMS no DF para o álcool e a gasolina é de 28% e, no caso do diesel, 15%. Os valores, no entanto, são praticados desde 2016, sem sofrer qualquer reajuste nesta gestão. De acordo com o texto do PL, até 2024, o governo abriria mão de uma receita tributária de mais de R$ 345,4 milhões e praticaria as alíquotas reduzidas de  25% e 12%, respectivamente. Isto faria o DF retomar a menor taxa de ICMS praticada no Brasil, que gira entre 25% e 34% atualmente

Para o governador Ibaneis Rocha, há um entendimento errado por parte de alguns setores de que os Estados são os culpados pela alta dos preços dos combustíveis.

O chefe do Executivo local esclarece que não é o ICMS que determina o valor cobrado ao consumidor, e sim uma série de fatores como a cotação do dólar, a conjuntura econômica, os lucros da Petrobras, entre outros.

“Houve nove reajustes de combustíveis. Isso é gerado pela instabilidade política pelo que passa o Brasil, que faz com que o dólar chegue a quase R$ 6 e puxe o preço do combustível. Precisamos de um ambiente de harmonia, onde o empresário consiga trabalhar e possamos atrair investimentos internacionais”, analisa o governador ao reforçar que o imposto está no mesmo patamar cobrado há muitos anos.

O secretário de Economia do DF, André Clemente, reforça a explicação do governador. “O ICMS não é o responsável pelo preço do combustível e não foi aumentado no nosso governo e por isso não influenciou no preço. O preço do combustível é variado pelo dólar, pelo lucro da Petrobras e tributos federais, mas o governador Ibaneis está fazendo a sua parte cortando parte dos impostos”, complementa.

Clemente lembra que o governador Ibaneis determinou a redução da alíquota assim que fosse possível, o que ocorre agora em um momento em que os gastos com a pandemia estão mais controlados. “Foi um pedido do governador para que, assim que possível, fizéssemos a redução da alíquota, o que permitirá a confiança da atividade econômica dentro da política fiscal do governo Ibaneis e vai refletir na redução de preço para os consumidores”, acrescenta Clemente.

“Essa redução da alíquota de combustíveis vai pressionar a redução inflacionária de produtos essenciais com a cesta básica e vai aliviar o bolso do consumidor”, finaliza.

Corte de impostos e renegociação

Cargas tributárias mais ajustadas e a renegociação de débitos junto à população têm sido uma das premissas econômicas do governo. Ações como o Emprega DF e o Refis, que arrecadou R$ 600 milhões entre dezembro e janeiro, são algumas das medidas para a retomada da estabilidade econômica. “Com essas e outras medidas tivemos condições e capacidade de honrar compromissos, gastos, folha de pagamento de fornecedores e obras”, aponta André Clemente.

No primeiro semestre de 2021, a arrecadação tributária aumentou em 14%, mesmo em um momento de pandemia e com redução de alíquotas. A condução da gestão de recursos do tesouro local, inclusive registrando superávit, demonstra uma recuperação da economia do DF. Projeto de Lei para redução da alíquota de combustíveis (gasolina, etanol e diesel)

Alíquotas de ICMS

Até 2015
Álcool – 25%
Gasolina – 25%
Diesel – 12%

A partir de 2016
Álcool – 28%
Gasolina – 28%
Diesel – 15%

Proposta

2022
Álcool – 27%
Gasolina – 27%
Diesel – 14%

2023
Álcool – 26%
Gasolina – 26%
Diesel – 13%

2024
Álcool – 25%
Gasolina – 25%
Diesel – 12%

Fonte: Agência Brasília

Barroso defende, diante de crise, maior autonomia a unidades federativas

Foto: Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso disse nesta segunda-feira, 23, que não descarta a possibilidade de o Brasil caminhar para o modelo político de maior descentralização das decisões aos Estados e unidades da Federação. Diante da crise entre os poderes nacionais, Barroso não citou diretamente os atritos entre o presidente Jair Bolsonaro e o Supremo, mas destacou que talvez o País pudesse “ampliar as ousadias federativas”, modelo de maior descentralização administrativa.

“No Brasil sempre houve uma tensão entre o princípio federativo e o princípio republicano. Acho que vivemos uma cultura centralista”, disse Barroso durante evento promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) sobre o desenvolvimento da região amazônica. “A ideia de federalismo é de unidade na adversidade. Permitir que, diante das adversidades locais, tivesse soluções próprias. É possível que venha chegando a hora de corrermos este risco”, afirmou. Entretanto, apesar da defesa da pauta, Barroso destacou que há empecilhos à ideia, entre elas, a necessidade de haver no País “elites mais preparadas” e o fim da apropriação privada do Estado.

“É possível. Eu não descartaria o risco de corrermos o risco de uma federação mais autêntica, mais profunda, com mais autonomia para os Estados em matérias diversas”, reforçou Barroso. Entre os pontos, o ministro destacou decisões sobre o modelo eleitoral, em especial sobre a reforma em andamento da Câmara e o debate sobre o modelo de “distritão”.

Fonte: Terra

Papa envia fundos pessoais ao Haiti, Bangladesh e Vietnã

Francisco doou mais de 350 mil euros em fundos de caridade à sua disposição como ajuda emergencial

Papa Francisco no Vaticano 18/08/2021 Vatican Media/Handout via REUTERS
Foto: Reuters

papa Francisco enviou mais de 350 mil euros em fundos de caridade à sua disposição pessoal como ajuda emergencial para o Haiti, Bangladesh e Vietnã, disse o Vaticano nesta terça-feira, 24.

Um comunicado informou que 200 mil euros estavam indo para o Haiti para apoiar na recuperação do terremoto de 14 de agosto que matou mais de 2 mil pessoas.

Cerca de 70 mil dólares foram enviados a Bangldesh para continuar a assistência de recuperação do ciclone Yaas, que deixou dezenas de milhares de desabrigados em maio, e cerca de 100 mil euros para o Vietnã, onde o abastecimento de alimentos foi prejudicado pela pandemia de covid-19.

O Vaticano disse que as quantias são contribuições iniciais e serão administradas por meio de suas embaixadas nos países.

Grande parte do dinheiro de caridade à disposição do papa vem de Peter’s Pence, um fundo para o qual os católicos podem contribuir para causas gerais ou específicas.

O fundo subiu para 50 milhões de euros em 2020, de acordo com uma demonstração financeira consolidada divulgada no mês passado.

Fonte: Terra

‘Consequências do fique em casa’, diz Bolsonaro sobre alta da cesta básica

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido), durante cerimônia em Brasília | Imagem: Ueslei Marcelino/Reuters

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) rebateu hoje o comentário de um internauta que pedia para o atual mandatário diminuir o preço da cesta básica e culpabilizou as políticas de restrição da circulação — em razão da pandemia da covid-19 — pela alta.

Um levantamento mensal feito pelo Núcleo de Inteligência e Pesquisas do Procon-SP em convênio com o Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos) mostrou que em julho o custo da cesta básica paulistana, para uma família de quatro pessoas, chegou a R$ 1.064,79, quase empatando com o salário mínimo (R$ 1.100).

Ainda segundo o Dieese, o preço da cesta básica subiu em 15 das 17 capitais pesquisadas na comparação entre julho e junho. A pesquisa apontou que as maiores altas foram registradas em Fortaleza (3,92%), Campo Grande (3,89%), Aracaju (3,71%), Belo Horizonte (3,29%) e Salvador (3,27%).

“Bom dia presidente! Dá um jeito de baixar o preço da cesta básica porque tá ficando difícil”, escreveu o homem no Facebook. Em resposta, Bolsonaro declarou que a alta ocorre em razão das restrições de circulação.

“Reconheço a alta, contudo estamos vivendo as consequências do “FIQUE EM CASA QUE A ECONOMIA A GENTE VÊ DEPOIS”, disse Bolsonaro.

Não é a primeira vez que o chefe do Executivo culpabiliza as políticas de restrições de circulação e os governadores dos estados pela alta de preços.

No mês passado, Bolsonaro criticou os governadores pelo peso do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), que é um imposto estadual, sobre o preço dos combustíveis, e os culpou pelos efeitos danosos na economia com o fechamento no âmbito das medidas restritivas decorrentes da covid-19, que já matou mais de 574.944 pessoas desde o início da pandemia no país.

À época, o presidente declarou que “cresceu a arrecadação de ICMS em cima de uma ganância”.

A alta da cesta básica

O levantamento mensal feito pelo Núcleo de Inteligência e Pesquisas do Procon-SP é preocupante porque a cesta básica inclui gastos apenas para compra de 39 produtos, entre alimentos e itens de higiene pessoal e limpeza doméstica. Ficam de fora itens tão importantes quanto a alimentação, como despesas com moradia, transporte e medicamentos, por exemplo.

A alta registrada para a cesta no mês de julho foi de 0,44% em relação a junho, de 5,65% no ano e de 22,18% em 12 meses. Em 12 meses até julho, a inflação oficial medida pelo IPCA avançou 8,99%.

No entanto, o que mais chama a atenção na pesquisa é que o valor da cesta de julho quase encostou no salário mínimo de R$ 1,1 mil. A diferença de R$ 35,21 entre o custo da cesta básica e do salário mínimo é a menor desde dezembro do ano passado (R$ 37,11). Com o “troco” dá para fazer muito pouco. É insuficiente, por exemplo, para levar para casa um quilo de carne de segunda. No mês passado, a produto era encontrado no varejo paulistano pelo preço mínimo de R$ 36,10.

“O quadro é grave. Estamos chegando ao patamar do ‘elas por elas’, com os gastos com alimentação, higiene e limpeza empatando com o salário mínimo”, afirma Marcus Vinicius Pujol, diretor da Escola de Proteção e Defesa do Consumidor do Procon-SP, responsável pela pesquisa.

Ele diz que o que atenuou a situação foi o auxílio emergencial do governo federal e os programas estaduais de distribuição de renda. Segundo ele, porém, nenhum desses atenuantes reduzem a gravidade da situação, argumenta. Ele ressalta que o desemprego em alta agrava o estrago provocado pelo aumento da inflação.

Essa também é a avaliação do coordenador de índices de preços da Fundação Getúlio Vargas (FGV), André Braz. “O desemprego piora o impacto da inflação no orçamento”, afirma. Uma coisa, diz ele, é ter dinheiro e os produtos e serviços irem ficando mais caros. “As famílias vão dando um jeito, compram menos, trocam de produto.” Outra coisa é quando não se tem dinheiro e os produtos encarecem, argumenta. “Nesse caso, a sensação de que a inflação é muito maior é flagrante, é uma situação de impotência.”

Enquanto a comida em geral acumula alta na faixa de 12% em 12 meses, os preços dos alimentos essenciais da cesta básica subiram cerca de 25%, observa Braz. Ele lembra que a expectativa era de que os preços dos alimentos recuassem um pouco mais rápido. No entanto, isso não ocorreu por causa dos problemas climáticos: falta de chuvas e geadas que castigaram as safras de vários produtos.

Na avaliação do economista da FGV, esse quadro da inflação pode se agravar ainda mais com a crise hídrica castigando a produção. Pujol, do Procon-SP, faz uma avaliação semelhante. A perspectiva, diz ele, é que a cesta básica continue pressionada nos próximos meses. “Acredito que o cenário se agrave”, afirma o diretor. Problemas climáticos, como seca e geadas que afetaram as safras de vários produtos nas últimas semanas, devem ter impactos nos preços da comida e a volta à normalidade deve demorar, diz.

A pesquisa coleta preços em 40 supermercados da capital e elabora uma cesta com as menores cotações encontradas de cada item. “É a cesta mais barata dentro do universo que pesquisamos.” Essa cesta “ideal” em termos de custos, na maioria das vezes, acaba sendo inviável para o cidadão comum porque requer uma grande pesquisa de preços.

No mês passado, os vilões da cesta básica paulistana foram a carne de primeira, o café em pó, o frango resfriado inteiro, o leite de caixinha e o pão francês. De 39 itens pesquisados, mais da metade (21) teve aumento de preço.

*Com informações da Agência Brasil e do Estadão Conteúdo

Fonte: UOL

TCDF lança ferramenta que vai disponibilizar informações detalhadas sobre gastos públicos no DF

Foto: Lucas Nanini/G1

Imagine poder acessar, de qualquer lugar, quanto foi arrecadado, qual o valor disponível por área, onde e como foram gastos os recursos públicos provenientes do orçamento do Distrito Federal … Tudo de maneira simples e organizada num só ambiente virtual! O Tribunal de Contas do Distrito Federal vai lançar uma ferramenta inovadora que disponibiliza informações atualizadas sobre as receitas, despesas, contratos e programas orçamentários do DF.

O Painel de Acompanhamento da Gestão Fiscal e Orçamentária, desenvolvido pelo corpo técnico do TCDF, vai ser disponibilizado para o público em geral, na terça-feira, dia 24 de agosto de 2021, às 15h, ao vivo, no site oficial da Corte (www.tc.df.gov.br).

Na ferramenta, os dados poderão ser consultados e extraídos de forma interativa e intuitiva. Lá, também estarão reunidas as informações sobre os gastos mínimos com educação e saúde previstos na Constituição Federal, assim como os limites de gastos com pessoal e endividamento público, operações de crédito e garantias concedidas.

O objetivo do Painel de Acompanhamento da Gestão Fiscal e Orçamentária desenvolvido pelo TCDF é estimular e promover a transparência no gerenciamento dos recursos públicos distritais e apresentar as informações em linguagem acessível para facilitar o acesso da sociedade aos dados sobre a gestão fiscal e orçamentária.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Tribunal de Contas do Distrito Federal

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