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Anvisa autoriza nova fábrica a produzir vacina da Pfizer para o Brasil

Essa é uma exigência para que doses fabricadas sejam usadas no país

© Reuters/Denis Balibouse/ Direitos Reservados

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a possibilidade de produção de vacinas contra a covid-19 em uma fábrica da empresa Hospira, no estado de Kansas, nos Estados Unidos. A medida é necessária para que o imunizante seja usado no Brasil.

A unidade poderá ser utilizada na fabricação de doses da vacina desenvolvida pelo consórcio da Pfizer e da BioNTech, que já recebeu autorização para uso no Brasil e que teve contrato de aquisição de 200 milhões de doses neste ano com o Ministério da Saúde.

A autorização reconheceu o que a agência chama de “boas práticas de fabricação” da planta produtiva. Este é uma das exigências para que uma fábrica possa ser incluída no registro de um imunizante e possa ser utilizada no seu processo produtivo.

Com isso, o consórcio Pfizer/BioNTech pode ampliar a capacidade de fabricação de doses, o que abre espaço para acelerar a disponibilização de lotes para o Brasil.

Sputnik V

Hoje a Anvisa também disponibilizou para assinatura os termos de compromisso com governos do Nordeste que adquiriram lotes da vacina russa Sputnik V. Os termos fazem parte das exigências definidas pela agência quando da autorização da importação excepcional do imunizante.

Deverão assinar os termos os estados que importaram lotes do imunizante: Bahia, Maranhão, Sergipe, Ceará, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Alagoas e Paraíba. Além desta obrigação, outros condicionantes foram determinados pela Anvisa para o uso da Sputnik V.

Entre eles estão a submissão de documentos e insumos ao Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde da Fiocruz para análise das amostras; submissão à agência de medidas de mitigação de risco pela ausência de validação de uma das fases no exame do pedido de importação e envio à Anvisa do relatório final de produção do Insumo Farmacêutico Ativo (IFA).

Segundo a Anvisa, a análise pelo instituto da Fiocruz é condição sem a qual as vacinas não poderão ser aplicadas na população. A partir do momento que tiver início a aplicação, deverá haver um acompanhamento pelas autoridades de saúde dos estados com estudos de efetividade.

Fonte: Agência Brasil

Em revés para filiação de Bolsonaro, TSE afasta presidente do Patriota

(Foto: Divulgação / STF)

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, decidiu acatar um pedido da ala do Patriota contrária à filiação de Jair Bolsonaro (sem partido) e afastar Adilson Barroso do comando do partido. A decisão é passível de recurso, mas já significa um revés para Bolsonaro, que quer se filiar ao Patriota para lançar sua candidatura ao segundo mandato.

“Foram anuladas todas as atitudes dele (Adilson Barroso), que nós chamamos de irregulares. Estão voltando todos os delegados (afastados pelo presidente) e contrários a filiação de Bolsonaro), está afastando Adilson e Ovasco Resende assume a presidência”, afirmou Jorcelino Braga, secretário-geral do Patriota, ao Estadão.

Uma convenção nacional do Patriota decidiu, no dia 24 de junho, afastar por 90 dias Adilson Barroso da presidência do partido. A reunião foi convocada pelo vice-presidente da sigla, Ovasco Resende, que assume o comando de forma interina. A mudança ocorre no momento em que o presidente Jair Bolsonaro negocia a filiação à legenda para lançar sua campanha à reeleição. Barroso é a favor da entrada de Bolsonaro no partido e Resende, contra.

A articulação de Bolsonaro para se filiar ao Patriota e controlar diretórios estratégicos deflagrou uma guerra entre correligionários. Barroso, por exemplo, já promoveu duas convenções com o objetivo de abrir caminho para a filiação de Bolsonaro, mas uma ala contestou a validade dos encontros por delegados da Executiva Nacional terem sido trocados. A convenção do último dia 24 foi a terceira em menos de um mês.

Resende disse ao Estadão que Bolsonaro está exigindo o comando dos diretórios do Patriota em São Paulo, Rio e Minas Gerais, os três maiores colégios eleitorais do País. Desde que deixou o PSL, em novembro de 2019, o presidente procura uma sigla para abrigar sua candidatura a um novo mandato, em 2022. Tentou montar o Aliança pelo Brasil, mas a empreitada não deu certo.

Fonte: Terra

71% mudaram jeito de ver WhatsApp após eleição de 2018, aponta pesquisa

Imagem: iStock/Getty

Atire o primeiro emoji quem não saiu —ou foi removido— de um grupo de WhatsApp na época das eleições de 2018 por alguma discordância visceral com certos membros de outros espectros políticos.

A disputa presidencial dividiu famílias, amizades e também grupos virtuais e mudou radicalmente a forma como os brasileiros usam o WhatsApp, promovendo um olhar mais crítico às informações recebidas nessa rede e motivando a criação de regras de conduta mais claras para reger o comportamento dentro de grupos.

A conclusão é baseada em uma ampla pesquisa* sobre o uso do WhatsApp realizada pelo InternetLab em parceria com a Rede Conhecimento Social, à qual o Núcleo mostra com exclusividade. O estudo tem mais de 3.100 respondentes e é representativo da população de mais de 16 anos que utiliza internet.

Dois pontos principais sobre mudanças de hábitos saltam aos olhos na pesquisa:

  • 71% dos respondentes afirmaram ter mudado de comportamento no aplicativo depois das eleições de 2018, até mesmo se comedindo para dar respostas em grupos;
  • Metade afirmou ter notado mudanças nas regras de convivência de grupos, sobre o que poderia ou não ser compartilhado neles.

Faltando pouco mais de um ano para as eleições de 2022, que prometem ser tão ou mais polarizadas do que as anteriores, essas pequenas e importantes mudanças são colocadas à prova constantemente —até porque não tem para onde correr, considerando que o WhatsApp, que pertence ao Facebook, domina o mercado de mensagens no país, presente em quase todos os celulares brasileiros.

Coloca-se nessa escala, também, o papel dos grupos, que representam uma imensa parte da interação entre as pessoas no aplicativo: 95% dos usuários do aplicativo estão em pelo menos um.

Eu não sei quantos grupos eu tenho e acho que deveria ser uma funcionalidade do WhatsApp mostrar quantos. Eu tenho grupos que silencio e nunca leio. Fora aqueles que a gente fica de terminar o grupo depois e nunca termina. Com certeza tenho mais de 20.
Respondente da pesquisa de capital da região Sul

Sobre a pesquisa

O InternetLab e a Rede Conhecimento Social coletaram dados de um painel online e registraram 3.113 entrevistas entre 7 e 16 de dezembro de 2020. O público considerado foi de maiores de 16 anos com acesso à internet e uso de WhatsApp.

A margem de erro de é de 3 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. A amostra é proporcional ao universo pesquisado, segundo os autores.

Houve também uma pesquisa qualitativa prévia com 7 grupos de discussão de 7 ou 8 pessoas, de várias regiões.

Afeto e mentiras

Boa parte do que gerou essas mudanças pode ser atribuído a dois fatores principais:

  1. motivações afetivas;
  2. receio de desinformação.

O primeiro se deve a razões mais pessoais, uma vez que a polarização política gerou constrangimento em grupos de pessoas mais próximas e atritos em relacionamentos familiares, amizades e, por vezes, até profissionais, explicaram ao Núcleo Heloisa Massaro, coordenadora de pesquisa na área de Informação e Política no InternetLab, e Fernanda Império, consultora da Rede Conhecimento Social.

Os grupos de família e amigos, seguidos dos de trabalho, são os mais comuns no WhatsApp dos brasileiros ouvidos na pesquisa. Não à toa, estes também são os grupos em que mais se fala sobre notícias políticas e que foram apontados como os grupos que mais têm capacidade de influenciar na escolha de um candidato.

Em 2018, eu saí também do grupo de dança, que era um grupo em que eu dancei por 15 anos aqui na minha cidade e mesma coisa de política. O grupo estava bem espalhado, pessoas de todos os cantos do Brasil e com isso começaram as mensagens políticas das mais diversas. Então, para não ter briga, eu prefiro sair. Eu saio porque é melhor manter a amizade.
Respondente do interior do Centro-Oeste

Um segundo fator que pode explicar a mudança de comportamento após 2018 e que apareceu na pesquisa de maneira menos espontânea está ligado ao maior receio em disseminar desinformação involuntariamente.

Usuários criaram uma ética própria em relação a “notícias falsas”, comportamento que foi notado tanto entre pessoas que se declaram de esquerda quanto de direita.

É importante pontuar, porém, que o entendimento do que significa checar uma notícia falsa varia entre os grupos —mas a preocupação, de uma forma ou de outra, está lá.

“Essa ética pessoal vai depender de como a pessoa lê o mundo ou o ecossistema de informação em que ela está inserida”, disse Heloisa Massaro, do InternetLab.

“Então o que significa checar fonte é diferente de pessoa para pessoa. Não necessariamente a emergência de uma ética por si só é algo positivo ou negativo. O que é essa ética depende muito de onde a pessoa está situada”, avaliou.

Mesmo assim, 30% dos respondentes admitiram, ao menos parcialmente, ter repassado notícias sem averiguar a origem da informação. Respondentes à direita se mostraram mais dispostos a admitir essa postura —40% reconheceram ter feito isso, ao passo que apenas 25% de esquerda o fizeram.

Para provar que a polarização não vai embora tão cedo no Zap, 1 em cada 3 respondentes disse compartilhar conteúdo potencialmente ofensivo quando acredita em uma ideia, na linha do chamado “viés de confirmação”, tão presente no cenário de desinformação.

Vale no offline, vale no online

O WhatsApp não é uma rede homogênea —e nem seus grupos. Além das limitações técnicas impostas pela ferramenta, como limites de encaminhamento e limites a mensagens virais, não há um manual de regras de convivência que se aplique a todos os grupos.

Nos últimos anos o WhatsApp implementou limitações como limites de encaminhamento (redução de 25% nos encaminhamentos), limites mais rígidos para mensagens virais, proibição de mensagens em massa e regras específicas para partidos políticos.

A pesquisa mostrou ainda que mesmo em grupos de “tipos semelhantes”, como, por exemplo, os grupos de compra e venda, as regras próprias podem divergir consideravelmente.

Para Massaro, as normas se dão de forma muito casuística, uma vez que a estrutura dos grupos está embutida diretamente nas relações das pessoas. Isso significa que muitas regras e decisões de comportamento são trazidas do offline para o online, emulando interações presenciais.

Então, não tem diferença eu dizer no grupo da família, no WhatsApp ou num almoço de domingo. O filtro é o mesmo. Tem grupos em que eu me sinto à vontade, tem grupos em que eu não me sinto. Tem gente que eu nunca vi na vida, então como eu vou interagir? Quando eu vou interagir, é como se eu estivesse entrando num grupo onde eu não conheço ninguém. É igual!
Respondente de capital na região Sul

No caso de alguns grupos, onde há uma administração mais incisiva e presente, como os de comércio e os de caráter religioso, as regras estão no cerne da troca de mensagens e fazer parte dele significa consentir com os termos propostos.

Em grupos mais informais, como grupos de educação, segundo as pesquisadoras, as regras vão sendo formuladas à medida que o grupo se desenvolve, em uma espécie de consenso.

É uma biblioteca, então cada vez que alguém joga um bom dia ou coisa parecida, o administrador do grupo coloca um ‘psiu, isso aqui é uma biblioteca!’. Eu estou numa biblioteca, eu tenho que fazer silêncio porque eu vou atrapalhar o colega que está lendo. Então, é o grupo que tem a regra mais severa. Uma das regras é a expulsão do grupo.
Respondente de estado da região Norte

Subgrupos

Outro comportamento comum entre os brasileiros ouvidos na pesquisa foi a divisão de grupos maiores em grupos menores, entre pessoas que compartilham do mesmo posicionamento político ou que estariam dispostas a falar sobre política.

Ao menos 42% dos consultados pela pesquisa afirmaram ter visto a divisão de grupos de amigos em grupos menores.

“A pessoa de uma certa forma continua no grupo grande, mas busca uma cumplicidade num grupinho menor para comentar o próprio grupo grande”, disse Fernanda Império, da Rede Conhecimento Social.

A subdivisão de grupos também foi notada de maneira semelhante entre pessoas de esquerda e de direita, segundo as pesquisadoras.

Essa observação, aliás, permeou a pesquisa, explicou Massaro. Em diversos momentos durante os grupos de discussão —um dos métodos utilizados nesta pesquisa—, não era possível distinguir o posicionamento político da pessoa pelo comportamento que ela narrava.

2018 de novo?

Uma das consequências dessa mudança de comportamento no WhatsApp é um maior ceticismo ou desconfiança dos usuários quanto às estratégias de comunicação política no aplicativo de mensagens.

Mais da metade dos respondentes disseram ter sido atingidos passivamente por grupos políticos nas eleições municipais de 2020, seja pelo recebimento de um link para um grupo ou a inserção por alguém conhecido dentro de um grupo. Apenas 18% relatam ter pedido para entrar nesses espaços coletivos de discussão.

Se a parcela de pessoas que recebem convites ou são inseridas em grupos é alta, a fatia dos que ficam é menor, explicou Fernanda Império. Segundo ela, com as mudanças no comportamento as pessoas chegam a apagar e sair de grupos nos quais são inseridas sem consentimento, o que acontecia menos antes.

Para as pesquisadoras, a mudança de comportamento nesse sentido reforça como táticas de comunicação e propaganda política usadas em eleições passadas já não serão mais tão efetivas daqui para frente.

Em outubro de 2018, reportagem da Folha de S. Paulo revelou que empresários financiaram contratos de até R$ 12 milhões com empresas que realizavam disparos em massa de mensagens contrárias ao PT no WhatsApp.

“Esse contraste de dados revela exatamente a tensão entre o que são as táticas de estratégia das campanhas quando elas querem usar uma ferramenta e como isso passa pela forma como as pessoas usam e percebem aquele aplicativo”, explicou Massaro, do InternetLab.

“Não adianta a pessoa conseguir o número de todas as pessoas e enviar para todo mundo um link se aquele não estiver intricado na forma com que a pessoa se relaciona com o aplicativo. Se aquilo não fizer sentido para ela, talvez não seja nem um pouco efetivo”, acrescentou a pesquisadora.

De toda forma, o WhatsApp ainda é uma ferramenta preciosa para a máquina eleitoral. Segundo a pesquisa, informações recebidas pelo app foram suficientemente importantes para 36% dos brasileiros formarem seus votos nas eleições municipais de 2020.

Como fizemos

O InternetLab e a Rede Conhecimento Social forneceram primeiro para o Núcleo os resultados e dados da pesquisa. Analisamos essas informações e entrevistamos as coordenadoras de pesquisa por trás dela.

As organizações coletaram dados de um painel online e registraram 3.113 entrevistas entre 7 e 16 de dezembro de 2020. O público considerado foi de maiores de 16 anos com acesso à internet e uso de WhatsApp. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. A amostra é proporcional ao universo pesquisado, segundo os autores.

Houve também uma pesquisa qualitativa prévia com sete grupos de discussão de sete ou oito pessoas, de várias regiões.

* A pesquisa teve apoio financeiro do próprio WhatsApp, mas foi conduzida de maneira independente pelas organizações.

Nota dos autores:

Esta pesquisa foi realizada de forma independente pelo InternetLab e pela Rede Conhecimento Social, com apoio de doação financeira realizada pela empresa. Seguindo a política de financiamento do InternetLab e de acordo com disposição contratual, o WhatsApp não teve nenhuma ingerência sobre o desenho da pesquisa, a coleta e análise dos dados, e a organização dos resultados.

A pesquisa e os dados de amostragem podem ser acessados neste link. Acesse o conteúdo original neste link.

Fonte: UOL

Goiás recebe mais 87.750 vacinas contra Covid-19

Remessa desta quinta-feira (08/07) com imunizantes da Pfizer é destinada à primeira dose. Estoque será reforçado na sexta-feira (09/07), às 9h, com desembarque de mais 29.200 unidades da CoronaVac para primeira e segunda aplicações. “Vamos acelerar nossa vacinação, sem deixar de ter os cuidados de prevenção”, diz governador Ronaldo Caiado

Goiás recebe mais 87.750 doses de vacinas da Pfizer contra a Covid-19: unidades são destinadas à primeira aplicação | Fotos: Cristiano Borges

O programa de vacinação contra a Covid-19 em Goiás ganhou reforço de mais 87.750 doses do imunizante Comirnaty, fabricado pelo laboratório Pfizer. O carregamento, enviado pelo Ministério da Saúde (MS), chegou a Goiânia na tarde desta quinta-feira (08/07). O Governo do Estado recebe outra remessa na manhã desta sexta-feira (09/07), às 9h, com 29.200 unidades da CoronaVac, do Instituto Butantan. Os dois lotes somam 116.950 doses, que reforçam os números da vacinação em todo o Estado, hoje com a marca de 4,3 milhões de vacinas recebidas.

No primeiro lote, todas as doses do laboratório Pfizer são destinadas à primeira dose. Os imunobiológicos recebidos foram destinados para conferência na Central Estadual de Rede de Frio, onde são preparados para envio aos municípios. Já a remessa da CoronaVac será dividida, metade para primeira aplicação e a outra para o reforço.

“Vamos acelerar nossa vacinação, sem deixar de ter os cuidados de prevenção, como usar máscara, higienizar as mãos e evitar, o máximo possível, as aglomerações”, recomendou o governador Ronaldo Caiado. Ele reforçou ainda o compromisso de atingir até o final do mês de setembro a marca dos 18 anos entre os vacinados. “Será cumprida”, declarou, ao pontuar que segue em constante articulação junto ao Ministério da Saúde.

O secretário de Estado da Saúde de Goiás, Ismael Alexandrino, afirmou que o avanço da campanha é o primeiro responsável pela diminuição no número de casos, internações e óbitos. “Eu não tenho nenhuma dúvida que grande parte dessa redução se deve à vacinação. As pessoas estão na rua, trabalhando e passeando. Se não tivéssemos as vacinas nós não teríamos essa queda”, explicou o secretário.

Ainda sobre os reflexos da imunização no Estado, Alexandrino pontuou que o efeito é muito positivo, sendo importante vacinar o maior número possível de pessoas no menor intervalo de tempo. “Por exemplo, na idade acima de 60 anos, que já foi toda vacinada, nós percebemos uma diminuição drástica no número de internações”, pontuou Ismael.

Destinação
A partir dessa remessa, 100% das doses serão utilizadas para a vacinação por faixa etária. A pactuação segue a Resolução da Comissão de Intergestores Bipartite (CIB) de Goiás. Os grupos prioritários que, por algum motivo, ainda não se vacinaram terão prioridade independentemente da idade. A ressalva contempla idosos, trabalhadores da saúde, educação ou grupos com comorbidades.

Doses aplicadas
Até às 15h de quarta-feira (07/07), Goiás aplicou 2.456.995 doses das vacinas contra a Covid-19 em todo o Estado. Com o esquema vacinal completo, seja pelo reforço ou pela aplicação de vacina em dose única, foram imunizadas 787.182 pessoas.

Fonte: Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás

Entrevista Gilvan Máximo | Racha no Republicanos DF, Record e apoios para as eleições de 2022

O secretário de ciência, tecnologia e inovação Gilvan Máximo durante entrevista para o programa Conectado ao Poder da rádio Metrópoles.

Por Sandro Gianelli

O secretário de ciência, tecnologia e inovação Gilvan Máximo concedeu entrevista para o programa Conectado ao Poder, da rádio Metrópoles (104,1 FM), no domingo (4/7). Confira a entrevista na integra.

Conectado ao Poder – Existe um racha no Republicanos?  

Gilvan Máximo – Eu acredito que quando você briga pelo mesmo espaço, sempre gera algum desconforto para algumas pessoas, porque cheguei e fui escolhido pelo governador com o Bispo Victor Paulo para sermos secretários e quando fomos escolhidos dei a ideia para o Bispo Max Pereira para trazermos as outras forças para dentro do partido. Em Goiás eu trouxe o João Campos para o partido, no Amazonas eu trouxe o deputado Silas Câmara que é da Assembleia de Deus. Aqui em Brasília nós demos a presidência do partido para a Assembleia de Deus, porque só a igreja Universal e o Republicanos do jeito que era não dava para eleger deputado federal.

Conectado ao Poder – E o Vanderlei fez uma boa condução?

Gilvan Máximo – O Vanderlei fez um excelente trabalho, juntou a Assembleia de Deus, Sara Nossa Terra e Universal, e nós elegemos um deputado federal e com o apoio de outras igrejas elegemos o deputado Júlio Cesar.

Conectado ao Poder – Essa configuração de igrejas ainda está valendo?

Gilvan Máximo – Sim, a Sara Nossa Terra está no partido, Assembleia de Deus está na presidência do partido que é o Vanderlei Tavares e a Universal, são as três forças de igrejas que nós temos. Mas eu penso que temos que buscar votos fora, com projetos, com políticas públicas. E é esse nosso trabalho que estamos fazendo agora, o governador apoia nossa pré-candidatura, tenho um forte apoio dos amigos do palácio e a candidatura está próxima e nós vamos sim, colocar meu nome e tenho certeza que vamos ter sucesso.

Conectado ao Poder – E falando em candidaturas e republicanos. Como está essa questão dos Republicanos para o próximo ano em relação ao DF, está fechado. O Delmasso já nos falou que o Republicanos fechou com o Ibaneis, o Júlio César falou que até 2022 vocês iriam decidir, deixando algo no ar. Quero saber do senhor o Republicanos já decidiu com quem irá caminhar em 2022?

Gilvan Máximo – O que depender de mim o Republicanos já está aliançado com o governador Ibaneis Rocha, nós temos secretarias. Eu sou um homem de várias amizades duradouras, não sou de abandonar barco e deixar amigos na chapada e temos um governo que está mudando a história do DF e a cara da cidade, por onde nós andamos vemos a população agradecendo isso. Neste momento difícil de pandemia, temos obras nos quatro cantos da cidade, aumentou muito o número de leitos em UTI’s, a saúde nunca esteve como agora e sempre vai haver dificuldade na saúde, mas teve uma boa melhora com o governador Ibaneis e o Republicanos na minha pessoa e com o presidente Vanderlei também, vamos sim, caminhar com o governador Ibaneis com toda certeza porque é o melhor para Brasília e não temos que errar e ficar trocando coloca um e tira, coloca outro e tira.

Conectado ao Poder – O deputado federal Luis Miranda soltou uma bomba na CPI e deu uma desestruturada no governo do presidente Bolsonaro. Nos bastidores tinha uma conversa de que ele trocaria o Democratas pelo Republicanos. O Republicanos é base do governo Bolsonaro, ainda tem a possibilidade de o Luis Miranda embarcar no partido?

Gilvan Máximo – Acredito que essa conversa vai ficar para abril de 2022. E o presidente Vanderlei quem deve decidir.

Conectado ao Poder – Gilvan em outros Estados nós temos o deputado federal Amaro Neto, apresentador do Balanço Geral. Temos o governador do Amazonas que também era apresentador. Eu quero saber se aqui no DF nós podemos dizer que isso vai ser uma tendência com os apresentadores da Rercord?

Gilvan Máximo – Tivemos uma conversa para sair um dos apresentadores candidato também a deputado federal para somar e ajudar a fazer os 180 mil votos necessários para eleger um federal. E se mudar para o distritão eu acredito que não, porque a Record está muito bem na audiência e desmobilizar a equipe não seria uma boa. O Dr. Luciano, que comanda a Record no DF, não deve querer fazer isso, só ser for necessário.

Vacinas: mais de 16% aplicadas em pessoas de outros estados

Foram, ao todo, 171.656 doses administradas em quem não mora no DF, sendo 123.794 referentes à primeira dose

Arte: Divulgação/Agência Saúde

Em pouco mais de cinco meses da campanha de vacinação contra a covid-19, a Secretaria de Saúde (SES) já aplicou 1.410.840 doses de imunizantes. Desse total, 16,40% foram administrados em pessoas que não moram no Distrito Federal e que vieram à capital para se imunizar. Ao todo, 123.794 pessoas de outras unidades da Federação receberam a primeira dose no DF e 47.862 completaram o ciclo vacinal com a segunda dose.

Considerando as vacinas aplicadas nesse público externo, os moradores dos cinco estados que mais procuraram o DF foram os de Goiás (44,99% das doses aplicadas, considerando D1 e D2), Minas Gerais (11,45%), São Paulo (6,60%), Rio de Janeiro (6,14%) e Bahia (4,85%). Em números absolutos, apenas em residentes desses cinco estados, foram administradas 127.102 primeiras e segundas doses, o que que corresponde a 74,03% das vacinas aplicadas em pessoas de fora do DF.

Esses números são divulgados no balanço semanal da Secretaria de Saúde com dados extraídos do e-SUS Notifica, do Ministério da Saúde, alimentado pela pasta. Com as informações do Cartão Nacional de Saúde, é possível identificar o local de residência do cidadão.

Esquema vacinal

O secretário de Saúde, Osnei Okumoto, pontua: “O Distrito Federal sempre acolheu pacientes de outras regiões e, da mesma forma, recebe também pessoas de fora para realizar aqui a vacinação contra a covid-19, sem impor qualquer tipo de barreira ou restrição com relação à primeira dose.  [Está sendo feito] um processo de vacinação de forma segura e eficiente graças ao empenho dos servidores da Saúde e do apoio que temos recebido do governador Ibaneis Rocha”.

A SES lembra que o acesso ao Sistema Único de Saúde (SUS) é universal e que, portanto, não restringe o acesso à primeira dose da vacina a pessoas que não moram no DF. No entanto, para receber a segunda dose, é necessário ter iniciado o esquema vacinal em solo brasiliense. No caso de o morador do DF ter se vacinado fora da capital federal, para receber a dose de reforço, será necessário justificar, via Ouvidoria, o motivo de ter se vacinado em outro local.

*Com informações da Secretaria de Saúde

Fonte: Agência Brasília

Entorno | Gestão do transporte semiurbano passa para o GDF

Linhas e horários de ônibus que ligam o DF aos municípios goianos do Entorno serão mantidos até a nova licitação do semiurbano

(crédito: Minervino Junior/CB/D.A Press)

A partir desta quinta-feira (8), a gestão do transporte semiurbano de passageiros, que liga Brasília e as regiões administrativas do DF aos municípios goianos do Entorno, passa a ser do Governo do Distrito Federal. A Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob) fará o planejamento das linhas e dará início à elaboração do novo Plano de Outorgas. Até que ocorra a nova licitação, as linhas e horários de ônibus permanecem os mesmos, bem como o transporte realizado pelas atuais empresas autorizadas.

“Algumas linhas do semiurbano já foram autorizadas a transitar pelas faixas exclusivas e no corredor do BRT. Além disso, a Semob já estendeu linhas que antes só atendiam o DF para que atendam também as cidades goianas próximas da fronteira”Valter Casimiro, secretário de Transporte e Mobilidade

O GDF assume a gestão do transporte semiurbano por meio de delegação da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). O sistema conta com sete operadoras que atuam nas 396 linhas de ônibus entre o DF e as cidades de Águas Lindas de Goiás, Cidade Ocidental, Formosa, Girassol, Luziânia, Mansões Marajó (Cristalina), Monte Alto (Padre Bernardo), Novo Gama, Planaltina, Santo Antônio do Descoberto e Valparaíso.

A Semob fará estudos para promover a integração operacional entre o sistema do DF e as linhas do Entorno, no sentido de racionalizar os dois sistemas.

De acordo com o secretário de Transporte e Mobilidade, Valter Casimiro, a integração do semiurbano com o sistema de transporte do Distrito Federal vai reduzir o tempo de viagem e facilitar a vida dos passageiros. “O estudo da Semob vai apontar formas de buscar a melhoria da qualidade do serviço de transporte do Entorno”, disse.

Casimiro informou ainda que “algumas linhas do semiurbano já foram autorizadas a transitar pelas faixas exclusivas e no corredor do BRT. Além disso, a Semob já estendeu algumas linhas que antes só atendiam o DF para que atendam também as cidades goianas próximas da fronteira”, afirmou.

A integração dos dois sistemas será operacional, não havendo integração tarifária. O estudante que mora em município fora do DF não goza de isenção tarifária, portanto, não poderá utilizar o cartão do passe livre nos ônibus do Entorno.

*Com informações da Semob

Fonte: Agência Brasília

Acusado de mentir à CPI, Roberto Dias paga fiança e é solto

Roberto Ferreira Dias teve ordem de prisão dada por presidente da comissão, senador Omar Aziz

O ex-diretor do Departamento de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias, exonerado do cargo em junho.
Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado / Estadão

Após passar cinco horas na Delegacia do Senado e pagar fiança de R$1.100, o ex-diretor do Departamento de Logística do Ministério da Saúde Roberto Ferreira Dias foi solto na noite desta quarta, 7. O ex-funcionário da Saúde havia sido preso pela CPI da Covid, no fim da tarde. A ordem partiu do presidente da comissão, Omar Aziz (PSD-AM), que apontou falso testemunho no depoimento de Dias.

Acusado pelo policial militar Luiz Paulo Dominghetti de pedir propina em negociação para compra de vacinas contra coronavírus, Dias foi pego em contradição ao dizer que o encontro com o homem que tentava vender o imunizante havia sido “acidental”, quando conversas gravadas desmentiram essa versão. O auto de prisão elenca uma lista de 12 contradições do ex-diretor.

Depois de muito tumulto e um racha no grupo majoritário da CPI, conhecido como G7, Dias foi detido pela Polícia Legislativa. “Os áudios que nós temos do Dominghetti são claros”, afirmou Aziz. O presidente da CPI fazia referência a mensagens de voz trocadas entre o policial militar, o coronel Marcelo Blanco, ex-assessor do Ministério da Saúde, e um outro interlocutor chamado Guilherme Filho Odilon, que já falavam na negociação da vacina com Dias. Os áudios foram revelados pela CNN Brasil.

O Código Penal, em seu artigo 342, classifica o crime de perjúrio como o ato de fazer afirmação falsa em investigação como crime punível com reclusão de dois a quatro anos e multa. Para Aziz, Dias cometeu “perjúrio” em seu depoimento ao negar que havia combinado um encontro com o policial militar Luiz Paulo Dominghetti, que o acusou de pedir propina para vender vacinas ao governo.

Fonte: Terra

Candangolândia tem novo administrador

Por Sandro Gianelli

O novo administrador da Candangolândia João Dantas, o deputado distrital Hermeto e o ex-administrador Zela.

Zé Luiz, conhecido como Zela, ficou 2 anos e 6 meses no comando da administração da Candangolândia.

João Dantas, ex-administrador da cidade entre 1999 e 2006, reassume a administração. Ambos são do grupo político do deputado distrital Hermeto, líder do governo na CLDF e foram indicados pelo governador Ibaneis.

O parlamentar agradeceu os serviços prestados por Zela, que resgatou a cidade que estava abandonada. João será responsável por obras esperadas a quase uma década, os recursos de emenda parlamentar foram destinados por Hermeto.

Prefeito nomeia primeira mulher como Subcomandante da Guarda de Novo Gama

Fotos: Marcos Silva

Nesta terça-feira (06) o Prefeito Carlinhos do Mangão nomeou a nova Subcomandante da Guarda Civil Municipal de Novo Gama, Gleicy Kelly Lopes de Carvalho. Sendo nosso município pioneiro na nomeação de uma mulher no comando da Guarda Municipal, na região do Entorno Sul.

Ficam provisoriamente nomeados para compor o Comando da Guarda Civil Municipal de Novo Gama, os servidores:

– Comandante – Iran da Silva Oliveira;

– Subcomandante – Gleicy Kelly Lopes de Carvalho;

– Inspetor ad hoc – Josivaldo Cesar Gomes de Sousa;

– Inspetor ad hoc – Jociron Batista dos Santos.

O Prefeito Carlinhos do Mangão recebeu a nova equipe que vai compor o comando no gabinete, juntamente com o Secretário de Segurança Pública, Sargento Jesson. “Quero pedir a ajuda de toda a equipe da guarda para trabalharmos em prol do nosso município, já criamos a Secretaria de Segurança e vamos dar qualidade de vida e segurança para os Novogamenses” disse o Prefeito.

A Guarda Municipal de Novo Gama foi criada segundo a Lei N° 929, em junho de 2009. A guarda é responsável por zelar do patrimônio municipal, defesa da sociedade, organização e fiscalização do trânsito, em parceria com a Polícia Militar e Civil.

Nosso município também conta com Gabinete de Gestão integrada municipais – GGIM, um canal de conexão de todos os setores da segurança pública das três esferas de governo que atuam no município. A finalidade é articular ações e estratégias para serem aplicadas na segurança pública a partir da prevenção e repressão ao crime e à violência de maneira mais efetiva e integrada.

Fonte: Governo de Novo Gama

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