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R$ 8,4 milhões para regularização de Sol Nascente e Estrutural

Verba será utilizada na elaboração de projetos ambientais e urbanísticos; cerca de 130 mil pessoas serão beneficiadas

Sol Nascente: dia a dia, infraestrutura reforçada | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

O Governo do Distrito Federal (GDF) liberou recursos de R$ 8,4 milhões para financiar as ações de regularização fundiária de mais de 25 mil unidades residenciais nas comunidades do Sol Nascente e da Estrutural. Cerca de 130 mil pessoas serão beneficiadas com a legalização dos lotes que ocupam.

A verba será utilizada pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab) na atualização dos Estudos Ambientais, contratação do Plano de Recuperação de Áreas Degradadas e em um novo levantamento topográfico das regiões, etapas indispensáveis para a realização do Projeto Urbanístico de Regularização Fundiária, atualmente em fase de contratação.

Após concluídos, os estudos urbanísticos deverão ser aprovados pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), enquanto os levantamentos ambientais serão analisados pelo Instituto Brasília Ambiental (Ibram), responsável pelo licenciamento da área.

“Estamos trabalhando com muita dedicação no processo de regularização de várias áreas do DF”, afirma o governador Ibaneis Rocha. “Nosso objetivo é dar mais qualidade de vida e dignidade para toda a população. As pessoas precisam de segurança jurídica para ter a tranquilidade de que estão morando na casa própria. Ao mesmo tempo, estamos investindo na cidade, com obras de infraestrutura e instalando equipamentos públicos.”

Áreas públicas

“É uma luta de muitos anos que está sendo vencida com os esforços do nosso governo, que é sensível aos apelos da população do Sol Nascente e da Estrutural”André Clemente, secretário de Economia

No Sol Nascente residem cerca de 100 mil pessoas carentes. Na Estrutural, a população chega a 30 mil pessoas. São famílias que edificaram suas casas em área pública, pertencente à Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), e que esperam a regularização há cerca de 30 anos. Os estudos ambientais e urbanísticos do Pôr do Sol, o outro trecho que forma a região administrativa, estão sendo elaborados pela própria equipe da Codhab.

A regularização fundiária dessas áreas dá continuidade às ações do GDF de levar benfeitorias a comunidades que delas tanto precisam. Recentemente foi concluída a regularização de áreas em Vicente Pires e Arniqueira, que serão oficializadas nos nomes dos atuais ocupantes por meio da venda direta.

O secretário de Economia, André Clemente, avalia como primordial a iniciativa do GDF para mudar a realidade dessas comunidades. “É uma luta de muitos anos que está sendo vencida com os esforços do nosso governo, que é sensível aos apelos da população do Sol Nascente e da Estrutural”, diz. “Com a regularização, o caminho está aberto para a chegada de mais investimentos em asfalto, saneamento básico, de mais serviços à população e, acima de tudo, dignidade a milhares de famílias beneficiadas”.

O diretor-presidente da Codhab, Wellington Luiz, endossa: a regularização das unidades demonstra a atenção do GDF com as comunidades mais carentes. “Mais uma vez, o governo cumpre seu compromisso de concentrar esforços nos processos de regularização”, pontua. “Sabemos da angústia das comunidades, que aguardam há muitos anos por isso. Essa ação, fruto de um esforço coletivo, vai proporcionar uma grande mudança na vida dessas pessoas”.

O repasse dos R$ 8,4 milhões foi autorizado pelo Decreto nº 42.200, publicado na edição do último dia 15 do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF).

*Com informações da Secretaria de Economia

Fonte: Agência Brasília

AstraZeneca: 3ª dose de vacina produz forte resposta imune, diz estudo

Pesquisa é da Universidade de Oxford

© REUTERS/Dado Ruvic/Direitos Reservados

Uma terceira dose da vacina contra covid-19, produzida pela AstraZeneca com a Universidade de Oxford, produz forte resposta imune, disseram pesquisadores nesta segunda-feira (28), acrescentando que ainda não há evidências de que essa dose de reforço é necessária, especialmente devido à falta de vacinas em alguns países.

O estudo, da Universidade de Oxford, mostrou que uma terceira dose da vacina aumenta as respostas imunes de anticorpos e de células T. Ao mesmo tempo, a aplicação da segunda dose pode ser adiada para até 45 semanas após a aplicação da primeira e, ainda assim, levar a um aprimoramento da resposta imune.

O governo do Reino Unido diz que analisa planos para uma campanha de aplicação de doses de reforço no outono do Hemisfério Norte, com três quintos dos adultos já com as duas doses de vacinas contra covid-19 aplicadas.

Andrew Pollard, diretor do Grupo de Vacinas de Oxford, afirmou que as evidências de que a vacina protege contra as variantes existentes por um período sustentável significam que uma dose de reforço pode não ser necessária.

“Temos de estar numa posição em que podemos aplicar a dose de reforço caso isso se mostre necessário. Não temos, no entanto, nenhuma exigência de que será”, disse ele a jornalistas.

“Neste momento, com uma alta taxa de proteção na população do Reino Unido e nenhuma evidência de que isso foi perdido, aplicar terceira dose no Reino Unido, enquanto outros países têm zero dose, não é aceitável.”

Estudos anteriores mostraram que a vacina, criada pela Universidade de Oxford e licenciada pela AstraZeneca, tem eficácia maior quando o intervalo de aplicação entre as doses é ampliado para 12 semanas, em vez de quatro.

A pesquisa anunciada hoje foi divulgada sem a revisão de outros cientistas e analisou 30 participantes que receberam uma segunda dose tardia e 90 que receberam uma terceira dose. Todos os participantes tinham menos de 55 anos.

O estudo ajuda a amenizar preocupações de que vacinas contra covid-19 baseadas em vetores virais, como as da AstraZeneca e da Johnson & Johnson, possam perder sua potência se aplicações anuais forem necessárias, dado o risco de que o corpo produza resposta imune contra os vetores que carregam as informações genéticas da vacina.

“Tem havido algumas preocupações de que não poderíamos usa essa vacina num regime de doses de reforço, e certamente não é isso que os dados estão sugerindo”, disse a autora do estudo Tereza Lambe, do Instituto Jenner, de Oxford, à Reuters.

Fonte: Agência Brasil

Previsão do mercado financeiro para crescimento do PIB sobe para 5,05%

Banco Central

Estimativa para a inflação passou de 5,90% para 5,97% este ano

© Agência Brasil

As instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) elevaram a projeção para o crescimento da economia brasileira este ano de 5% para 5,05%.

Para o próximo ano, a expectativa para Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é de crescimento de 2,11%, ante a previsão da semana passada de 2,10%. Em 2023 e 2024, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 2,5%.

As estimativas estão no boletim Focus de hoje (28), pesquisa divulgada semanalmente, em Brasília, pelo BC, com a projeção para os principais indicadores econômicos.

Inflação

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano subiu de 5,90% para 5,97%.

A estimativa para 2021 supera o limite superior da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. O centro da meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 2,25% e o superior de 5,25%.

Para 2022, a estimativa de inflação permanece em 3,78%. Tanto para 2023 como para 2024 a previsão para o índice é de 3,25%.

Taxa de juros

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, fixada atualmente em 4,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic encerre 2021 em 6,5% ao ano e permaneça neste patamar nos anos seguintes: 2022, 2023 e 2024.

Câmbio

A expectativa para a cotação do dólar segue em R$ 5,10. Para o fim de 2022, a previsão é de que a moeda americana fique em R$ 5,20.

Fonte: Agência Brasil

Governo de Goiás investe R$ 229,2 milhões em alimentação escolar para 530 mil alunos durante pandemia

Com suspensão das aulas presenciais, Estado desenvolveu diferentes ações para manter segurança nutricional de estudantes da rede de ensino. Cartões alimentação disponibilizam crédito mensal de R$ 30 para cada aluno, destinado à aquisição de gêneros alimentícios

O governador Ronaldo Caiado durante entrega de cartões alimentação a alunos da rede estadual de ensino: “Neste período é preciso investir na saúde das crianças, para que tenham um desenvolvimento capaz de acompanhar a demanda mundial de hoje, com um nível de educação cada vez mais sofisticado”
Fotos: Secom

O Governo de Goiás investiu, desde abril do ano passado, R$ 229,2 milhões na execução de programas voltados à garantia da segurança nutricional dos estudantes da rede estadual de Educação. Dentre esses programas, estão o Auxílio-Alimentação, a entrega dos kits e a distribuição de cartões.

A oferta de alimentação adequada aos 530 mil estudantes da rede pública estadual é um dos desafios do Governo de Goiás durante a pandemia de Covid-19.

Com as aulas presenciais suspensas, salas vazias e alunos em Regime Especial de Aulas Não Presenciais (Reanp), a alternativa foi criar ações que possibilitassem a aquisição de produtos e facilitassem o acesso das famílias aos alimentos.

Auxílio-Alimentação
Lançado em abril de 2020, o Auxílio-Alimentação escolar beneficiou cerca de 110 mil estudantes em situação de vulnerabilidade social da rede estadual de ensino. O benefício consistia no repasse quinzenal de R$ 75 para alunos beneficiários de programas sociais, como o Bolsa Família.

Ao todo, foram repassadas sete parcelas do Auxílio-Alimentação, que vigorou em Goiás de abril a julho de 2020. O investimento total foi de R$ 54.286.425,00.

Kits alimentação
Em julho do ano passado, o Governo de Goiás anunciou a distribuição inédita de kits de alimentos a todos os estudantes matriculados nas escolas estaduais do Estado.

Adquiridos pelos conselhos escolares por meio de processos licitatórios, os kits tinham o objetivo de suprir as necessidades nutricionais e alimentares dos estudantes durante o período em que estiverem em aulas virtuais.

Cada kit era composto gêneros alimentícios básicos não-perecíveis (arroz, feijão, macarrão e molho de tomate) e itens da agricultura familiar, como verduras e legumes. A entrega era feita mensalmente, na escola em que o aluno estava matriculado.

Os kits de alimentos foram entregues entre os meses de agosto e dezembro de 2020. Em fevereiro de 2021, com a manutenção do Reanp nas escolas da rede estadual, a distribuição dos kits foi retomada. O benefício foi mantido até junho deste ano. Ao todo, foram R$ 82 milhões investidos no segundo semestre de 2020 e R$ 45 milhões no primeiro semestre de 2021.

Cartão alimentação
No mês de maio, o governador Ronaldo Caiado anunciou os cartões alimentação para todos os alunos da rede estadual de ensino. A medida consiste na disponibilização de um crédito mensal de R$ 30 destinado à aquisição de gêneros alimentícios.

Serão destinados R$ 15,9 milhões mensais durante os três meses de vigência do benefício, totalizando investimento de R$ 47,7 milhões. A intenção é que, em posse do cartão, as famílias tenham uma maior autonomia na aquisição de alimentos, complementando as refeições dos estudantes durante o período em que estiverem estudando de casa.

Para o governador Ronaldo Caiado, a medida expressa o cuidado do Governo de Goiás com o correto desenvolvimento dos alunos. “Tudo está ligado a uma preocupação que temos com as crianças entre os três primeiros anos de idade até a fase da adolescência”, disse. “Neste período é preciso investir na saúde e na alimentação das crianças, para que tenham um desenvolvimento capaz de acompanhar a demanda mundial de hoje, com um nível de educação cada vez mais sofisticado”, afirma.

A secretária de Estado da Educação, Fátima Gavioli, reforça a contribuição dessa medida para garantir segurança alimentar e, também, para o desenvolvimento das medidas de busca ativa escolar durante as entregas do benefício. “Provavelmente só em Goiás haja uma ação desta qualidade”, afirma.

Os cartões alimentação são entregues em todas as escolas da rede estadual de ensino desde o fim do mês de maio. Para receber o benefício, os pais ou responsáveis pelos estudantes devem atualizar o cadastro junto à instituição de ensino. A retirada do benefício só pode ser feita pelo responsável legal do aluno, mediante apresentação de documento de identificação com foto.

Fonte: Secretaria de Estado da Educação de Goiás (Seduc) – Governo de Goiás

Para aliados, Bolsonaro focará apoio em candidatos ao Senado

Presidente prefere ter um segundo mandato com mais adesão em Brasília a vencer nos Estados. Especialista diz, porém, que debate será casado com o de governadores

Bolsonaro voltou a criticar restrições na pandemia | Foto: Reprodução

As eleições de 2022 podem demonstrar um comportamento diferente do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em relação a alianças e palanques políticos para o pleito. Diferentemente de 2018, quando preferiu apoiar candidatos à Câmara dos Deputados e “emprestou” o nome para postulantes a governos estaduais, o que gerou slogans como “BolsoDoria” em São Paulo, “BolsoZema” em Minas Gerais e uma imagem casada com a de Wilson Witzel no Rio de Janeiro, a tendência, segundo alguns aliados, é que o presidente priorize a eleição de senadores mais alinhados a ele.

Sob a condição de anonimato, uma fonte ouvida pela reportagem afirmou que a prioridade do presidente é “fazer uma mudança em nível federal” e que é mais importante ter um Congresso aliado. Nada impede, porém, que Bolsonaro lance candidatos em duas frentes. “Existe essa preocupação maior devido às dificuldades que ele tem encontrado no Senado. Dá para dizer, sim, que há uma atenção maior a esses cargos”, explicou.

Outro parlamentar ligado ao presidente confirmou a estratégia. “Jair Bolsonaro quer fazer senadores no ano que vem. Alguns (pleitos para governadores de) Estados são chaves, como São Paulo (para derrotar um possível sucessor de João Doria), mas o cargo de senador agora é prioridade”, contou.

A reportagem procurou outro político bolsonarista para falar sobre o tema, que também declarou, com “absoluta certeza”, que a questão de fazer novos senadores é a prioridade. Segundo a fonte ouvida, o presidente está “pouco preocupado” com candidatos ligados a ele para o governo, embora obviamente queira pessoas “minimamente alinhadas”. Para o Senado, entretanto, os requisitos são que os candidatos sejam de confiança e “extremamente alinhados” para equilibrar “o jogo discrepante, já que o Senado Federal é ocupado por adversários declarados dele”.

Um dos políticos ouvidos, entretanto, contou à reportagem que, embora o propósito principal seja o Senado, Jair Bolsonaro está disposto a fazer algumas alianças com candidatos a governadores para ter uma “dobradinha” com o candidato a senador, melhorando o palanque.

O cientista político Adriano Cerqueira, que é professor da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop), não considera que houve uma mudança de postura por parte de Bolsonaro, mas sim uma consequência do aumento de “cacife eleitoral” do presidente. “Uma coisa é o Bolsonaro em 2018 querendo ser um apoiador de um candidato a governador de Estado. Outra coisa é ele agora, enquanto presidente, com um terço do eleitorado que o avalia positivamente e vota nele. Então, Bolsonaro hoje é uma peça decisiva em muitas disputas regionais e ele é chamado para essas disputas. Eu avalio que a ideia é esta: esse posicionamento do Bolsonaro de avançar nas disputas estaduais é muito mais decorrente do aumento da importância e do peso eleitoral dele em 2022 em comparação com 2018 que qualquer outra coisa”, avaliou o professor.

Cerqueira considera ainda ser difícil o presidente deixar de lado o apoio a governadores em uma eleição que elege apenas um senador e aposta também nas “dobradinhas”. Para o cientista político, o candidato escolhido para ser senador pelos Estados vai estar “muito bem casado com a eleição aos governos”. O professor da Ufop considerou ainda que, atualmente, o presidente encontra mais dificuldades no Senado em comparação com a Câmara dos Deputados e que, por isso, quer ampliar a presença de senadores alinhados a ele. “Eu avalio que o Nordeste vai ser decisivo nessa batalha, é o Nordeste que está dando mais votos para Lula, e muitos candidatos a governador e senadores da oposição vão estar colados na candidatura de Lula”, disse.

Pré-candidatos são do alto escalão ou fiéis escudeiros

Embora falte mais de um ano para as eleições gerais de 2022, os nomes de pré-candidatos à disputa já circulam com certa frequência no mundo político. Isso inclui o Palácio do Planalto, que tem conversado, ainda de maneira inicial, com membros do alto escalão do governo ou fiéis escudeiros para se colocarem como opção no pleito. O único nome que o presidente Jair Bolsonaro tem citado publicamente em suas lives é o do ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, como possível postulante ao governo de São Paulo. Para o Estado, já foram cogitados os ex-ministros Abraham Weintraub e Ricardo Salles, além do presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf.

Para as disputas no Nordeste, outro ministro que ganha força como pré-candidato a governo é Rogério Marinho, para o Rio Grande do Norte. Ele comanda a pasta de Desenvolvimento Regional na gestão de Bolsonaro. O ministro das Comunicações, Fábio Faria, é cotado para concorrer ao Senado pelo Estado potiguar. 

Já na Bahia, um nome que ganhou força recentemente foi o de Raíssa Soares, secretária de Saúde de Porto Seguro. Raíssa, que é mineira e formada pela UFMG, ganhou destaque durante a pandemia ao permitir o uso de remédios como a cloroquina e a azitromicina na cidade do Sul baiano. Ela chegou a participar da campanha de Bruno Engler (PRTB) à prefeitura da capital mineira no ano passado.

Onyx Lorenzoni, ministro da Secretaria Geral da Presidência, é o cotado para concorrer ao governo gaúcho, assim como o senador Luiz Carlos Heinze e o deputado federal Osmar Terra. Pelo Senado, nas urnas gaúchas, há a possibilidade de aparecer o vice-presidente Hamilton Mourão.

As ministras da Agricultura, Tereza Cristina, e a da Secretaria de Governo, Flávia Arruda, também tiveram os nomes ventilados para disputar vagas no Senado por Mato Grosso do Sul e pelo Distrito Federal, respectivamente.

O presidente também pode apoiar Ronaldo Caiado, em Goiás, Cláudio Castro, no Rio de Janeiro, Ratinho Júnior, no Paraná, e Marcos Rocha, em Rondônia.

Em Minas, Zema e Viana são opções

Em Minas Gerais, o cenário de apoio do presidente é indefinido. Nos bastidores, fala-se que o atual governador Romeu Zema (Novo) disputa a preferência de Bolsonaro com o senador Carlos Viana, vice-líder de governo no Senado e que poderia sair do PSD para concorrer ao governo do Estado. 

“(Sobre Zema) tem aí um relacionamento que por ora é bom, mas a gente não sabe ainda como vai estar o cenário, se vai ter bolsonarista, se pode ter composição, está embrionário”, disse um aliado do presidente.

Mesmo que haja um candidato ou candidatos que se posicionem como “de direita” na eleição ao governo, é pouco provável que seja alguém do grupo alinhado a Bolsonaro. Por isso, há uma preferência inicial de apoiar alguém não tão próximo, à exceção de Viana, que tem desconversado se participará ou não do pleito.

Já para o Senado, as conversas estão mais adiantadas. Bolsonaro teria sinalizado a preferência pelo deputado federal Cabo Junio Amaral, hoje no PSL. O parlamentar diz que tem a disposição para concorrer ao cargo, embora este não fosse seu desejo. “Mas eu topo ir, sim, até para evitar que tenha algum charlatão ou impostor que acabe assumindo esse espaço como candidato do presidente, que seja desalinhado. O presidente sabe, estou entre as opções dele, já falamos sobre isso, mas acredito que é mais no final do segundo semestre que essas coisas vão se desenhar melhor”, explicou.

A reportagem procurou o senador Carlos Viana e o governador Romeu Zema para falarem sobre a perspectiva de apoio, mas eles não responderam aos contatos feitos. 

Fonte: O Tempo

Conectado ao Poder com Guarda Janio e Júlio César

O Conectado ao Poder, da rádio Metrópoles – 104,1 FM, deste domingo (27/06), entrevistou o deputado distrital Guarda Janio e o deputado federal Júlio César.

Assista abaixo a entrevista na íntegra, basta clicar em assistir no Facebook:

Gastar é mais gostoso do que investir; como mudar isso e garantir o futuro?

Por que é tão difícil pensar no longo prazo, principalmente quando se trata de dinheiro? Segundo especialistas, existem motivos psicológicos e históricos que impedem grande parte das pessoas de pensar no futuro —é como se pensar muito lá na frente não fizesse sentido.

“A nossa relação com o dinheiro é mais emocional do que racional, aquela sensação de comprar um produto e ser recompensado na hora é mais comum na nossa vida do que o pensamento de longo prazo”, afirmou Tito Gusmão, fundador e CEO da Warren, durante encontro do Guia do Investidor UOL, série de eventos gratuitos e quinzenais do UOL Economia+ para quem quer aprender a cuidar do próprio dinheiro.

“A gente vê uma mudança de comportamento, mas as pessoas ainda estão caindo nas mesmas armadilhas que o mercado proporciona”, afirmou Fabio Macedo, diretor comercial da Easynvest by Nubank. 

Fonte: UOL

Programa Mulher Capital Brasília estreia hoje (26) na TV Brasília

O Projeto “Mulher Capital Brasília” tem levado para as plataformas digitais um novo olhar sobre o universo feminino. Parte do movimento de criação e iniciativas focadas em temas relevantes para as mulheres do Distrito Federal e entorno.

Sua representatividade, seu empoderamento na política no mundo dos negócios é contada por histórias reais de mulheres inspiradoras que estarão entre os assuntos discutidos.

“O Mulher Capital Brasília” trará de uma maneira mais descontraída através de roda de conversas discussões importantes sobre o universo feminino e a forma como a mulher é vista e representada na sociedade. Esse é um território muito rico e com forte presença nas histórias das mulheres de Brasília. O programa dará mais visibilidade para o tema, no trazer mais mulheres para as conversas e permitir que todas façam parte desse movimento que vem superando obstáculos diariamente. Todas nós temos essa força internamente, falta incentivo para que possamos superar nossos medos e conquistar nosso lugar na sociedade.

A idealizadora e apresentadora do programa é Ana Paula Neves. Letróloga, radialista e jornalista, por mais de seis anos venho me dedicando aos movimentos femininos, onde aprendi a trabalhar e direcionar as mulheres em suas escolhas.
Todas nós somos guerreiras desse cotidiano que encaramos ao chegarmos em casa, cansadas do trabalho e ainda temos de ajudar nas tarefas do lar, e por diversas vezes enfrentamos salários e oportunidades desiguais.

Vivendo isso na pele, passei a observar por trás de cada semblante feminino, que existe uma história de luta, força e beleza a ser contada. Com isso, o Mulher Capital Brasília vem destacar as trajetórias inspiradoras, valorizar o potencial da mulher e provocar conceitos e dilemas femininos da atualidade que nos norteiam. Para que entendam que empoderamento feminino é uma luta diária.

A estreia do programa ocorrerá no dia 26/06 às 11 da manhã no canal TV Brasília.

Concedida licença ambiental para o Setor Pôr do Sol

Autorização é mais um passo no processo de regularização que vai beneficiar as mais de 12 mil pessoas residentes no local

Nesta quarta-feira (23), o Instituto Brasília Ambiental, por meio da Superintendência de Licenciamento Ambiental (Sulam), emitiu Licença de Instalação Corretiva para a Área de Regularização de Interesse Social (Aris) Pôr do Sol, na Região Administrativa de Ceilândia. Trata-se de um ato administrativo ambiental necessário para cumprir uma das etapas do processo de regularização do local.

“A emissão da licença, com todo o rigor técnico aplicado, garante segurança para os moradores e permite o prosseguimento das ações de implantação de infraestrutura e recuperação ambiental, além das estratégias de realocação em caso de riscos à população”, assegura a diretora de Licenciamento Ambiental do instituto, Andréa Pereira Lima.

A Licença de Instalação Corretiva tem o objetivo de reparar e controlar danos originários do longo processo de ocupação informal da região

De acordo com o Censo de 2010, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), o Setor Pôr do Sol chegou a ser classificado como favela. Atualmente, a área conta com cerca de 4 mil domicílios, totalizando pouco mais de 12 mil habitantes. Uma das principais questões levantadas, durante o processo de regularização, diz respeito aos riscos da ocupação, principalmente nas encostas e em áreas suscetíveis a erosão.

Benefícios

A regularização da área, situada ao sul da QNP 34 de Ceilândia, é aguardada desde 2008, quando uma lei distrital complementar criou a região. A concessão da Licença de Instalação Corretiva busca reparar e controlar danos originários do longo processo de ocupação informal, proporcionando melhores condições ambientais e urbanísticas para o parcelamento.

Durante o período de ocupação informal, foi observada a construção de residências sobre áreas de uma antiga mineração, aterradas com lixo e resíduo de construção. Também foram identificadas ocupações em áreas de proteção permanente (APPs) de nascente, em cursos d’água aterrados, sobre áreas alagadas e em bordas de chapadas.

Histórico

A região do Setor Pôr do Sol começou a ser ocupada de forma desordenada na década de 1990. Atualmente, os moradores enfrentam problemas básicos, como lixo nas ruas, insegurança e ausência de serviços públicos essenciais.

Por 20 anos, o Pôr do Sol fez parte da Região Administrativa de Ceilândia, até o desmembramento, em 2019. É composta por dois setores habitacionais distintos, cujas manchas urbanas não se tocam, mas estão unidas com Ceilândia devido ao seu crescimento geográfico.

*Com informações do Brasília Ambiental

Fonte: Agência Brasília

Eleições 2022 | Deputados distritais terão dificuldade para encontrar legendas que os reelejam

Por Sandro Gianelli

Reprodução da internet.

Caça às bruxas

Não está nada fácil para os deputados distritais conseguirem encontrar legendas que facilitem suas reeleições. Tem partido que já dispensou parlamentar, como o caso do PROS, que liberou o deputado distrital Fernando Fernandes. A dificuldade em encontrar pré-candidatos que queiram disputar com quem já tem voto comprovado na urna somado com a estrutura do mandato não tem ajudado.

Corte baixo

Segundo Fernando Fernandes o PROS não o expulsou por ele não ter nenhuma falta grave que pudesse dar sequência em um processo de expulsão. O argumento foi que ele seria campeão de votos. Segundo Fernando Fernandes, o “presidente do PROS-DF Virgílio Neto estaria fazendo uma nominata com corte máximo de até 6.500 votos”. Dessa forma, não expulso, Fernando foi liberado do partido.

Escada

Um dirigente partidário relatou para a Coluna do Gianelli que não tem mais bobo. Quem quer ser candidato tem avaliado bem onde entrar. Tem avaliado seu peso e o peso dos demais que compõem a legenda. Ninguém quer mais ser candidato para eleger terceiros.

Terceiros

Por falar em terceiros, quem sempre teve voto suficiente para ser eleito e sempre bateu na trave é o Guarda Janio, que finalmente teve a oportunidade de assumir o mandato, mesmo como suplente. Nos corredores da Câmara Legislativa, dizem que Janio tem a menor estrutura da história da Casa. Quem tem esperança em ser nomeado por ele, pode começar a trabalhar para a próxima campanha, que neste mandato não vai dar.

Legenda

Em relação as legendas que comportem os deputados distritais com mandato. Outro dirigente partidário relatou que se o distrital quiser, terá que ser candidato a deputado federal. Distrital com votação acima de 20 mil, não tem mais vez ou no mínimo está tendo dificuldade em se enquadrar numa legenda competitiva, para eles e os demais.

Reprodução da internet.

Casa nova

Quem deve trocar de partido é a deputada distrital Jaqueline Silva. O motivo são os desentendimentos com os novos dirigentes partidários. Fadi Faraj, atual presidente do PTB-DF disse que a distrital não está alinhada com o perfil conservador que o PTB nacional deseja. “Jaqueline é uma pessoa que gostamos mas não concordamos com as suas atitudes”, disse Fadi em entrevista ao Conectado ao Poder da rádio Metrópoles.

Movimentando

Eliana Pedrosa volta à cena política de forma discreta. Um almoço aqui, um café ali, no meio disso uma reunião com um grupo de mulheres. O foco é a Câmara Federal, inclusive, dito publicamente.

Reprodução da internet.

Indefinido

“Estamos analisando as propostas que chegam. Estamos conversando e a intenção é montar um grupo. O momento é de escutar as propostas. A intenção inicial é a Câmara Federal mas o martelo não pode ser batido agora porque chegam propostas e amigos a todo momento. Escutar é o mantra do momento. Vamos também analisar o impacto da reforma política que virá, para traçar estratégias”, disse Eliana a Coluna do Gianelli.

Azedou

Nas eleição de 2014, Eliana Pedrosa foi candidata a deputada federal e seu sobrinho Eduardo Pedrosa a deputado distrital. Nenhum dos dois foram eleitos. Eliana foi a segunda mais votada para a Câmara Legislativa em 2010 com 35.387 votos. Candidatos que estavam no mesmo partido que Eliana em 2014, atribuem a candidatura de Eduardo o peso da derrota de Eliana.

Dobradinha 1

Será que em 2022 essa dobradinha vai dar certo? Eduardo foi eleito em 2018 e faz um bom mandato, discreto, mas assertivo. Vindo ambos, mesmo que concorrendo em cargos diferentes, as parcerias com outros candidatos tendem a minguar, exceto se a moeda de troca for ajuda financeira.

Reprodução da internet.

Dobradinha 2

Quem também deve embarcar em dobradinha familiar é o senador Izalci, que é pré candidato ao Governo do Distrito Federal e deverá lançar o filho Sérgio Izalci a Câmara dos Deputados. Será que dá pra convencer outros candidatos que tem espaço pra todo mundo?

Dobradinha 3

A família Faraj também virá com outra dobradinha. Em 2018, Sandra Faraj, então deputada distrital tentou a reeleição sem sucesso e seu irmão Fadi Faraj se candidatou ao senado. Em 2022, a dobradinha deve continuar, mas em cargos diferentes. Até que ponto essas dobradinhas familiares devem dar certo no DF? 2022 deverá responder, vamos aguardar.

Treta

Essa semana dirigentes do PTB e do PSL se uniram e criaram uma Via Conservadora. O problema é que o PTB não deve seguir com o governador Ibaneis e o PSL tem algumas pessoas ligadas ao governador. Haverá liberdade de apoio no PSL ou teremos traições no DF em nome do presidente Bolsonaro? Calma, tem outra possibilidade, todos juntos e misturados com Ibaneis sendo o candidato bolsonarista. Aguardar pra ver!

Federal da educação 1

Quem está com pinta de deputado federal é o professor Reginaldo Veras. No ápice do seu segundo mandato, o distrital deve tentar uma das cadeiras da Câmara dos Deputados. Em suas redes sociais o deputado tem feito conversas com pré-candidatos a distrital com votações importantes. Será que tem time novo sendo formado?

Federal da educação 2

Quem atualmente representa a educação na Câmara Federal é o deputado professor Israel. Será que tem espaço para dois federais do mesmo seguimento? E se Cristovam Buarque decidir concorrer a uma das cadeiras da Câmara? Vai ser preciso muita conversa pra ajustar esse segmento. Pelo menos os nomes são bons.

* Sandro Gianelli é Consultor em Marketing Político, jornalista e radialista. Escreve a Coluna do Gianelli aos sábados no Portal Conectado ao Poder.

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