“É um interlocutor frequente e sempre nos aconselha em relação à política de imunização”, diz Marcelo Queiroga sobre governador durante visita ao Hemocentro e posto de vacinação na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim América, em Goiânia. “A nossa solicitação é aquilo que todos desejam: mais vacinas”, reforça Caiado
O governador Ronaldo Caiado, ao lado do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, no Hemocentro e na UPA do Jardim América, em Goiânia: “Acreditamos que, até o final de julho, teremos todos os professores do Estado vacinado” | Foto: Lucas Diener
O governador Ronaldo Caiado recebeu, nesta terça-feira (15/06), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, em Goiânia. Ele conheceu o novo Hemocentro Coordenador Estadual de Goiás Professor Nion Albernaz e acompanhou a imunização na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim América.
Caiado disse que o ministro tem um dos maiores desafios de sua vida, que é “atender o clamor de uma população que demanda por vacina e trabalhar para que todos os 220 milhões de brasileiros tenham uma distribuição equânime das doses”.
“A nossa solicitação é aquilo que todos desejam: mais vacinas”, disse o governador ao ministro. Ele defendeu ampliar a parceria entre os governos estadual, federal e os 246 municípios goianos.
O ministro Marcelo Queiroga reforçou que o país já tem contratos para adquirir imunizantes para todos os brasileiros. “Já temos vacinas suficientes para imunizar toda a população brasileira. Mais de 600 milhões de doses”, garantiu. Ele ainda afirmou que ontem houve uma reunião com representantes das farmacêuticas Pfizer e Moderna para tratar de novas remessas para 2022, mas que o governo federal reforçou o pedido de antecipação dos contratos para 2021.
“Naturalmente que tratamos de temas relacionados a 2021, como a possibilidade de antecipação de algumas doses do contrato que temos até setembro para 100 milhões de doses da Pfizer”, disse o ministro. “O governador Ronaldo Caiado é um interlocutor frequente e sempre nos aconselha em relação à política de imunização”, pontuou. “Se conseguirmos antecipar não só a vacina da Pfizer, como a Covax Facility, da Organização Mundial da Saúde (OMS), vamos fazer isso para acelerar a vacinação da população brasileira”, acrescentou
O ministro reconheceu que antecipar a imunização é a melhor solução para colocar fim ao caráter pandêmico do coronavírus. “Com isso, vamos ter uma retomada segura da economia, gerando emprego, renda e prosperidade ao povo”. Queiroga ainda reforçou que, para superar o vírus, só tem um remédio. “É a união do governo federal com o governo do estado e nossos municípios que são os operadores na ponta da concretude das políticas públicas”.
Hemocentro Durante a passagem por Goiânia, o ministro esteve na nova estrutura do Hemocentro Coordenador Estadual de Goiás Professor Nion Albernaz. Além de Caiado, acompanharam a visita o secretário de Estado da Saúde, Ismael Alexandrino; o prefeito de Goiânia, Rogério Cruz; e o secretário municipal de Saúde de Goiânia, Durval Pedroso. Eles conferiram as novas salas de coletas, inclusive de plaquetas, conversaram e agradeceram os doadores presentes no local.
A unidade, que não recebia recursos para a infraestrutura desde a sua fundação, teve investimentos de R$ 9,3 milhões, oriundos da Secretaria de Estado da Saúde (SES), para reforma e ampliação, além de verba para aquisição de mobiliários e novos equipamentos. Com a entrega, a capacidade de coletas aumentou, passando de 190 para 360 por dia.
Ao destacar os investimentos no Hemocentro, Caiado disse que ele é referência nacional de coleta de medula e que com o novo espaço, “vamos avançar no trabalho com células-tronco”.
Queiroga reforçou que o governo federal destinou mais de R$ 3 bilhões, em 2020 e 2021, na área de doação de sangue e hemoterapia, e que esses investimentos irão continuar. “Esse hemocentro está absolutamente de acordo com o princípio do Estado brasileiro, que é baseado no respeito à dignidade da pessoa humana e na saúde como direito social”, pontuou.
UPA Logo depois, a comitiva esteve em um posto de vacinação contra a Covid-19, na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim América, de responsabilidade da Prefeitura de Goiânia, para acompanhar a imunização. O ministro esclareceu, ainda, que, por conta dos órgãos regulatórios americanos, houve atraso na entrega de 3 milhões de doses da Janssen, das quais 94 mil serão destinadas para Goiás. “Esperamos que as doses cheguem até sexta-feira (18/06) para que possamos distribuir aos Estados”.
Durante a passagem pela UPA, o ministro e Caiado discutiram sobre a volta das aulas na rede pública de ensino. “Acreditamos que até o final de julho teremos todos os professores do Estado vacinados. Com isso, teremos condições também de continuar fazendo as testagens e ampliando as crianças na sala de aula”, disse o governador. Segundo ele, a expectativa é voltar a partir do dia 02 agosto. “Essa é a meta da nossa Secretaria de Estado de Educação. Estamos com toda a estrutura já mobilizada”, confessou.
O ministro Marcelo Queiroga acrescentou que a volta às aulas não é só questão de educação. “Tem a segurança alimentar, a socialização e não podemos mais prejudicar a infância e a adolescência nessa questão que é fundamental”, ponderou.
Fonte: Secretária de Comunicação – Governo de Goiás
Luciano Huck, Host, Rede Globo, Brazil, Kishore Mahbubani, Senior Adviser and Professor in the Practice of Policy, National University of Singapore, Singapore speaking during the Session "Rebuilding Societal Trust in Latin America" at the Annual Meeting 2019 of the World Economic Forum in Davos, January 25, 2019. Congress Centre - Salon. Copyright by World Economic Forum / Sandra Blaser
Luciano Huck vai anunciar renovação de contrato com a TV Globo para ocupar as tardes de domingo a partir de 2022
Foto: Sandra Blaser/World Economic Forum
O apresentador Luciano Huck descartou nesta quarta-feira (16) concorrer à Presidência da República nas eleições 2022. Em entrevista ao programa Conversa com Bial, da TV Globo, Huck confirmou que vai substituir o programa de Faustão aos domingos na emissora.
“Eu nunca me lancei oficialmente como candidato a nada, para deixar claro, então não estou retirando uma candidatura”, justificou o apresentador, embora o nome dele seja ventilado nos bastidores por partidos de centro na construção da terceira via frente à polarização entre o presidente Jair Bolsonaro e Lula.
Ao comentar sobre a candidatura que não se concretizou nas últimas eleições, quando Jair Bolsonaro foi eleito, Huck disse que seria “irresponsabilidade” dizer que havia uma “oportunidade”.
“Em 2018, eu disse não [à candidatura] porque o sistema estava sofrido, o establishment estava derretido. Talvez tivesse uma oportunidade ali. Mas eu não consigo enxergar um cargo dessa responsabilidade, desse tamanho, como uma oportunidade. Isso seria uma irresponsabilidade”, afirmou.
Huck flertou com partidos
Huck mantinha conversas com seis partidos em 2021. Chegou a se aproximar do PSB depois que o DEM sinalizou apoio ao governo Bolsonaro. Depois, o apresentador teve o nome sondado pelo PSDB, Podemos, Cidadania e PSD. No entanto, não chegou a acertar a filiação partidária.
O nome entraria como opção na chamada terceira via, entre Bolsonaro e Lula, diante da polarização apresentada nas pesquisas eleitorais e concorreria com o do governador de São Paulo, João Doria (PSDB).
Pesquisas eleições 2022
Luciano Huck não chegou a ganhar destaque nas pesquisas eleitorais apresentadas por diversos institutos, mas sempre esteve entre outros possíveis candidatos de centro.
Na pesquisa Datafolha de maio o apresentador apareceu com 4% das intenções de voto, atrás de Lula, com 41%, Bolsonaro, 23%, Sergio Moro (7%). No entanto, aparece empatado tecnicamente com Ciro Gomes (6%) e João Doria (3%), pela margem de erro de dois pontos percentuais.
Em junho, a pesquisa eleitoral XP/Ipespe coloca Huck em quinto lugar, com 4% das intenções de voto. Pela margem de erro de 3,2 pontos percentuais está empatado tecnicamente com Ciro Gomes (6%), Luiz Henrique Mandetta (3%), Doria (3%) e Guilherme Boulos (2%).
Voto em branco nas eleições 2018
Huck disse ainda durante a entrevista à TV Globo que votou em branco nas eleições 2018, em relação à disputa entre Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro. “Acho que naquela circunstância é o que eu deveria ter feito e fiz com bastante tranquilidade”, justificou o apresentador.
“Dos dois candidatos que se apresentavam naquela época, eu não me sentia representado por nenhum dos dois. E achei melhor votar em branco. Foi o que eu fiz. Eu não me arrependo, eu votei em branco e votaria em branco de novo.”
Questionado por Bial, evitou confirmar se votaria novamente em branco em 2022. “Nesse momento, não estamos falando sobre A ou B. Estamos falando sobre quem defende e quem não defende a democracia. Quem defende estará de um lado e quem não defende estará do outro. E eu estarei sempre do lado da democracia.”
Nessa faixa etária, 224 mil pessoas já marcaram a imunização para os próximos dias
Os secretários anunciaram que semana que vem o GDF começa imunização contra covid-19 em regiões carentes, onde não há acesso à internet para marcação de vacinação | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília
Mais 6,5 mil pessoas com idade entre 50 e 59 anos poderão se vacinar no DF contra a covid-19. A Secretaria de Saúde reabriu o agendamento para esta faixa etária e pessoas que ainda não se imunizaram podem agendar data e hora para receber a dose no site da Saúde. Segundo o secretário da Casa Civil, Gustavo Rocha, e o de Saúde, Osnei Okumoto, 66% da população com essa idade já fizeram o agendamento para os próximos dias.
Os gestores afirmaram que, das 337 mil pessoas de 50 a 59 anos moradoras do DF segundo a Companhia de Planejamento do DF (Codeplan), 224 mil já agendaram dia e horário vacinação. De acordo com Gustavo Rocha, grande parte das 113 mil pessoas restantes já deve ter recebido a vacina por ser de outro grupo prioritário e, assim que houver mais doses de vacina disponíveis, o governo vai baixar mais uma vez a idade do público alvo.
“A gente costuma abrir o agendamento quando há doses para todo o público alvo. Mas, neste caso, a Secretaria de Saúde analisou a dinâmica da vacinação e entendeu por abrir essas vagas mesmo que não tenha doses para todos porque mais vacinas vão chegar e vai reabrindo o agendamento até que todos estejam imunizados”, explicou o secretário da Casa Civil. “As doses não ficarão paradas. Aqueles que já estão autorizados a buscar o agendamento e não agendam, ou os que agendam e por ventura não comparecem, essas doses serão remanejadas para possibilitar que a gente vá baixando a idade com mais celeridade”, ressaltou.
Em coletiva de imprensa na tarde desta segunda-feira (14) no Palácio do Buriti, o secretário de Saúde anunciou que há 9 mil vagas disponíveis para pessoas com comorbidades e pessoas com deficiência sem o BPC e 1,2 mil para rodoviários em aberto. Osnei Okumoto também esclareceu que pessoas com deficiência aparente e obesos com Índice de Massa Corporal (IMC) acima de 40 não precisam de laudo médico.
Os secretários também defenderam a necessidade de agendamento, que foi uma recomendação do Ministério Público, mas anunciaram que a Secretaria de Saúde, em parceria com o Conselho de Saúde do DF e com as administrações regionais, vai fazer um mapeamento para começar, a partir da semana que vem, a vacinação contra covid-19 sem agendamento em regiões carentes sem acesso à internet.
O envio das doses da Janssen, da fabricante Johnson & Johnson, previsto para ter ocorrido entre o domingo passado (13) e esta terça-feira (15), atrasou. Agora, a expectativa é que elas cheguem ao DF até o final da semana. Mesmo com o atraso, elas serão destinadas para os profissionais da rede pública de ensino.
Ponto histórico da cidade a feira está completamente revitalizada e pronta para receber a comunidade
Foto: Felipe Mendes
Instalada em 1993 na atual localização a Feira Permanente nunca passou por uma reforma deste tamanho. São 95 bancas e 67 feirantes beneficiados diretamente com a obra. Feirante desde antes da atual instalação da feira, Dona Antônia, conhecida pelo icônico Restaurante da Toínha, relatou que já passou muitas dificuldades por conta da falta de estrutura da feira.
“TRABALHO AQUI DESDE QUE A FEIRA AINDA ERA NO SALÃO COMUNITÁRIO, DESDE QUE MUDAMOS PRA CÁ HÁ 28 ANOS NUNCA RECEBEMOS UMA MELHORA TÃO GRANDE. PRA MIM AS PRINCIPAIS MUDANÇAS FORAM EM RELAÇÃO À PARTE ELÉTRICA QUE FOI TODA TROCADA E A LIMPEZA AO REDOR DA FEIRA.” AFIRMOU TOÍNHA.
De acordo com ela as novas grades e podas das árvores ao redor da feira trouxeram mais conforto e um ambiente mais agradável para os clientes, que comentam sobre a melhora:
“SEMPRE FREQUENTEI A FEIRA PARA COMPRAR COMIDA E ALGUMAS VERDURAS. MAS SEMPRE OPTAVA POR LEVAR E COMER EM CASA, POIS A FEIRA TINHA UM ASPECTO ESCURO E NÃO MUITO AGRADÁVEL. PRA MIM AGORA É UM PRAZER SENTAR COM MINHA FAMÍLIA PARA ALMOÇAR OU TOMAR UMA CERVEJA.” AFIRMOU O FUNCIONÁRIO PÚBLICO FERNANDO MARQUES.
A Feira Permanente da Candangolândia, localizada na QR 01, lote 04, tem uma área de 3.379 m² e conta com 95 boxes. Ela nasceu sendo uma feira livre, no Salão Comunitário, em 1988. Em 1991, mudou-se para um lote ao lado de onde está instalada atualmente. Em 1993, fixou-se no atual endereço como a única feira da cidade. O investimento de cerca de 2 milhões tranformaram a feira.
Sempre atento às necessidades da comunidade da Candangolândia, o deputado distrital Hermeto (MDB), foi o propulsor da reforma, por meio de destinação de emenda e articulação junto aos órgãos competentes para que a reforma acontecesse da forma mais rápida possível, visando o conforto dos feirantes e compradores.
“A REVITALIZAÇÃO DA FEIRA DA CANDANGOLÂNDIA É MAIS QUE MERECIDA, É NECESSÁRIA. NOSSA FEIRA É O MAIOR PONTO DE ENCONTRO E COMERCIALIZAÇÃO DA CIDADE E DEVE SER TRATADA COM A IMPORTÂNCIA QUE MERECE.” AFIRMOU HERMETO.
O parlamentar que acompanhou e fiscalizou de perto as obras, reafirma a importância deste projeto:
“NA SEXTA FEIRA, UM DIA ANTES DA INAUGURAÇÃO, FICAMOS ATÉ DUAS DA MANHÃ PREPARANDO TUDO PARA QUE A INAUGURAÇÃO FOSSE PERFEITA. FOI MUITO TRABALHO, MAS A RECOMPENSA, QUE É TER ESTA LINDA FEIRA NA NOSSA CIDADE, COMPENSOU TODO O ESFORÇO.” COMPLETOU HERMETO.
A feira também recebeu o programa Wi-Fi Social, da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti).
“A PRAIA DO BRASILIENSE É A FEIRA. É NELA QUE NOS ENCONTRAMOS NOS FINS DE SEMANA E ESSA ENTREGA É MAIS UMA PROVA DO CARINHO QUE TEMOS PELOS FEIRANTES. ESTAMOS FAZENDO A REINAUGURAÇÃO E, COM ISSO, TRAZENDO TAMBÉM O WI-FI SOCIAL PARA OS FEIRANTES E POPULAÇÃO”, DISSE O GOVERNADOR IBANEIS ROCHA.
O cerimônia de reinauguração contou com a presença do Governador Ibaneis Rocha (MDB), da Ministra da Secretaria de Governo Flávia Arruda, da Secretária de Desenvolvimento Social Mayara Noronha, do secretário de ciência e tecnologia Gilvan Máximo, e pelos administradores regionais da Candangolândia Zé Luiz, do Núcleo Bandeirante Alberto Carvalho e do Park Way Maurício Thomaz.
Confira, abaixo, os serviços feitos na Feira Permanente da Candangolândia: 1 – Troca do alambrado por gradil modular; 2 – Reforma e pintura da platibanda; 3 – Comunicação visual; 4 – Telhados laterais; 5 – Padronização das fachadas das bancas da praça de alimentação; 6 – Instalação de exaustores eólicos; 7 – Revisão do telhado; 8 – Revitalização do piso em Granitina; 9 – Instalação de forro PVC; 10 – Instalação de tampa metálicas na caixa de hidrômetros; 11 – Correção da pavimentação em intertravados ao lado da feira; 12 – Revitalização do estacionamento lateral; 13 – Aplicação de nova camada de asfalto no estacionamento principal; 14 – Instalação de pórticos nos acessos ao estacionamento principal; 15 – Pintura geral (interna e externa); 16 – Aplicação de pastilha na parte inferior da fachada; 17 – Revisão geral de instalações elétricas; 18 – Revisão geral de instalações hidráulicas; 19 – Reforma dos banheiros; 20 – Parquinho; 21 – Reforma da área externa com implantação de conjuntos de mesas, bancos, paisagismos e novas calçadas acessíveis; 22 – Reforma e execução de calçadas; 24 – Fornecimento de mesas para a praça de alimentação.
O autor da proposta, deputado Rafael Prudente, argumenta que o scanner atenua o sofrimento de pacientes
O scanner de veias, equipamento que permite localizar e visualizar veias em pacientes, deverá ser adotado na rede pública de saúde do DF. Este é o objetivo do PL 1071/2020, aprovado pela Comissão de Educação, Saúde e Cultura (CESC) da Câmara Legislativa em reunião na tarde desta segunda-feira (14).
Composto por uma câmera de infravermelho e um projetor, o aparelho facilita a visualização em tempo real de veias, suas bifurcações e seu fluxo. O autor da proposta, deputado Rafael Prudente (MDB), argumenta que o scanner atenua o sofrimento de pacientes, reduzindo o número de acesso venoso central, hematomas, lesão nervosa, dor e infecções, além de auxiliar a equipe assistencial nas punções venosas periféricas. Ele lembra que algumas pessoas têm naturalmente veias mais difíceis de serem encontradas apenas no toque.
Ao endossar essa observação, a deputada Arlete Sampaio (PT), que é médica, disse que o scanner facilita o trabalho dos profissionais e evita o sofrimento das pessoas com veias ocultas. Do mesmo modo, o relator do projeto na CESC, deputado Jorge Vianna (Podemos), que é enfermeiro, fez uma minuciosa e específica descrição do uso do equipamento. “Alguns hospitais privados já possuem o aparelho, que facilita bastante a coleta de sangue e a punção venosa”, disse, ao saudar o “discernimento” de Prudente. O deputado Leandro Grass (Rede) também elogiou a proposta, que agora seguirá para apreciação das comissões de Constituição e Justiça (CCJ) e Economia, Orçamento e Finanças (CEOF), antes da votação em plenário.
O encontro remoto de hoje foi transmitido ao vivo pela TV Web CLDF e pelo canal da Casa no Youtube.
Expulso do Democratas sob a justificativa de ter cometido “infração disciplinar”, o ex-presidente da Câmara, deputado federal Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que o partido “diminuiu” e comparou o presidente nacional da legenda, ACM Neto (BA), a Tomás Torquemada, um inquisidor-geral do final do século XV, conhecido por perseguir judeus, agiotas, homossexuais, entre outros.
“O DEM decidiu me expulsar de seus quadros. O presidente Torquemada Neto, usando o seu poder para tentar calar as merecidas críticas à sua gestão, tomou essa decisão. É lamentável o caminho imposto pelo Torquemada para o partido”, escreveu ele, na publicação.
Tomás de Torquemada ou O Grande Inquisidor —a quem Maia se refere para atacar ACM Neto nos posts— foi o inquisidor-geral espanhol. Torquemada —que era frade dominicano— queria livrar o reino de heresias religiosas, segundo registros históricos. Desde que fora nomeado inquisidor-geral pelo papa Inocêncio VIII, perseguiu judeus, agiotas, bígamos, homossexuais e bruxas.
Em outra mensagem, ainda nas redes sociais, Maia seguiu fazendo críticas à cúpula da legenda e diz que partido virou “moeda de troca”.
“Não só por isso, mas também pela sua deslealdade e falta de caráter, pedi a minha desfiliação. O partido diminuiu. Virou moeda de troca junto ao governo Bolsonaro. Agora é virar a página e juntar forças para um projeto de desenvolvimento do Brasil e em prol dos brasileiros”, ressaltou.
Maia estava no DEM desde 2007, ano em que a sigla adotou o nome no lugar de PFL (Partido da Frente Liberal). Ele foi presidente do partido entre 2007 e 2011, além de presidente da Câmara de 2016 até o início deste ano, quando não conseguiu emplacar seu preferido à sucessão no posto, Baleia Rossi (MDB-SP).
Leia, na íntegra, a nota divulgada pelo DEM:
Em reunião realizada nesta segunda-feira (14), a Executiva Nacional do Democratas decidiu expulsar o deputado Rodrigo Maia (RJ) de seu quadro de filiados.
Após garantir o amplo direito de defesa ao parlamentar, os membros da Executiva apreciaram o voto da relatora, deputada Prof. Dorinha.
A comissão nacional, à unanimidade de votos, deliberou pelo cometimento de infração disciplinar, e consequente expulsão do deputado.
Contestar eleições é um direito de políticos e mecanismo importante para denunciar injustiças. Mas, nos últimos anos, converteu-se em estratégia política de líderes populistas e com pendor autoritário que acaba por minar a democracia.
Bolsonaro, Fujimori e Trump denunciaram supostas fraudes nas urnas Foto: BBC News Brasil
O americano Donald Trump, a peruana Keiko Fujimori, o boliviano Carlos Mesa, o mexicano López Obrador, o israelense Benjamin Netanyahu e os brasileiros Aécio Neves e Jair Bolsonaro. Todos questionaram o resultado das eleições em seus países e passaram a falar, sem comprovação, de fraudes.
O israelense, por exemplo, diz que está testemunhando “a maior fraude eleitoral da história do país”. Keiko Fujimori, filha do ditador peruano Alberto Fujimori, afirma haver “uma clara intenção de boicotar a vontade popular”.
Trump falou em “crime do século” em 2020, mas não conseguiu convencer nenhum dos mais de 50 juízes que avaliaram suas reclamações.
Mas tanto o ex-presidente americano quanto o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro (sem partido), são exceções nesse grupo por terem sido vitoriosos e ainda assim terem contestado as urnas.
Bolsonaro aceitou o resultado, mas disse, sem apresentar evidências até hoje, que teria vencido no primeiro turno em 2018. O americano falou em fraudes mesmo quando venceu em 2016.
E, assim como fez Trump meses antes de disputar a reeleição, em 2020, a mais de um ano para as eleições brasileiras, Bolsonaro já tem lançado dúvidas sobre a lisura do pleito e se aceitará caso venha a ser derrotado.
A contestação das eleições é um direito dos políticos em um sistema democrático e um mecanismo importante para apontar fraudes e corrigir injustiças. É um recurso disponível a todo e qualquer candidato, de qualquer parte do espectro político.
Mas, nos últimos anos, isso virou uma estratégia política.
“Os líderes populistas autoritários de hoje agem estrategicamente visando deslegitimar o processo eleitoral e, assim, a própria democracia liberal”, afirma a cientista política Maria do Socorro Sousa Braga, professora da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).
Mas o que eles têm a ganhar com isso?
Segundo pesquisadoras ouvidas pela BBC News Brasil, principalmente mobilizar sua base de apoio, ampliar seu raio de poder e questionar a legitimidade dos seus adversários.
Aécio e a contestação das urnas em 2014
A antropóloga Isabela Kalil, coordenadora do Núcleo de Etnografia Urbana da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, pesquisa a extrema-direita, o bolsonarismo, o conservadorismo e a desinformação.
Para ela, quando o então candidato à Presidência Aécio Neves (PSDB-MG), em 2014, contestou o resultado eleitoral — com denúncias refutadas depois — ele acendeu no país a desconfiança dos eleitores e a discussão de propostas de mudanças no processo eleitoral.
Hoje deputado federal, Neves defende a implementação do voto impresso porque diz que isso aumentaria a confiança dos eleitores e esvaziaria acusações infundadas de fraude.
Em 2015, uma auditoria do PSDB sobre a contestação eleitoral um ano antes não conseguiu provar fraude e afirmou que o sistema de voto eletrônico não permitia auditagem completa.
Anos depois, Neves foi gravado pelo empresário Joesley Batista afirmando ter contestado a reeleição de Dilma Rousseff em 2014 para “encher o saco” do PT.
Atualmente, a principal mudança em debate é a introdução do voto impresso, encampada por Bolsonaro e políticos não apenas de sua base de apoio, como Ciro Gomes (PDT).
De acordo com essa proposta, o voto continuaria sendo feito por meio de urna eletrônica, mas uma impressora mostraria ao eleitor um recibo em papel do voto. Esse papel seria automaticamente depositado em uma outra urna, sem passar pela mão do eleitor ou de qualquer outra pessoa.
Essa mudança, segundo seus defensores, garantiria mais confiabilidade ao processo eleitoral. Para a deputada federal bolsonarista Bia Kicis (PSL-DF), presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, a eleição de 2022 só será confiável com a produção desse comprovante em 100% das urnas eletrônicas.
Em sua Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para instituir o voto impresso, Kicis afirma que “o voto puramente eletrônico, a par de não dar a necessária segurança jurídica ao eleitor, ainda fere os princípios da publicidade e da transparência, confirmando que a urna eletrônica de votação, embora tenha representado modernização do processo eleitoral, no sentido de garantir celeridade tanto na votação quanto na apuração das eleições, tem sido alvo de críticas constantes e bem fundamentadas no que se refere à confiabilidade dos resultados apurados”.
Além disso, o texto da PEC diz que o país se tornou refém da “juristocracia do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)” em questões eleitorais, porque a corte “boicota” a medida e que a impressão do comprovante de voto é “a solução internacionalmente recomendada — exceto pelos técnicos do TSE — para que as votações eletrônicas possam ser auditadas de forma independente”.
Bolsonaro disse a parlamentares em maio: “Tenho certeza que nas urnas de 2022, com o voto auditável aprovado por vocês, tendo à frente a Bia Kicis, não teremos mais dúvida, não pairará qualquer sombra de dúvida na cabeça de qualquer cidadão brasileiro se o processo foi conduzido com lisura ou não”.
Naquele mesmo mês, ele afirmou que, se a PEC for aprovada pelo Congresso até outubro deste ano, o voto impresso será instituído para 2022 e fez insinuações em caso de interferência do Judiciário, que já barrou essa mudança em anos anteriores.
“Vai ter voto impresso, porque se não tiver voto impresso, sinal de que não vai ter a eleição. Acho que o recado está dado.”
Para Kalil, a estratégia de Bolsonaro tem menos a ver com uma preocupação em tornar o sistema eleitoral brasileiro ainda mais seguro e mais com a “estratégia recorrente de líderes autoritários de desacreditar as eleições e o processo democrático como um todo”.
“Para eles, contestar a urna é uma oportunidade para avançar num projeto de erosão democrática.”
‘Desacreditar instituições e desincentivar o voto’
Mas o que teriam a ganhar candidatos e líderes ao fazer isso? Para Sousa Braga, à medida que esses políticos desacreditam as instituições democráticas por meio delas próprias, eles passam a concentrar cada vez mais poder sem respeitar o resultados das urnas.
Segundo ela, o contexto brasileiro é favorável a esse tipo de movimento por ter “forte eleitorado conservador, com alta desconfiança das instituições representativas e de boa parte da classe política, em contexto de crescente desinstitucionalização das relações civis-militares (com uma maior participação política de militares)”.
Kalil aponta que esse tipo de postura transforma o processo político numa campanha permanente. A base de apoiadores dessas lideranças autoritárias permanece mobilizada, unida e ativa para além do período eleitoral. Em caso de derrota nas urnas, essa massa atuará para minar a legitimidade de quem venceu.
“Você coloca o eleito sob ataque. Passa a haver uma série de ações contra o chefe ou a chefe de Estado exatamente com a justificativa de que a conquista daquela posição não é legítima porque foi fraudada. E se mantém também a base com o objetivo de derrubar o governo ou de causar distúrbios.”
As acusações de fraude feitas por Netanyahu, por exemplo, forçaram políticos do partido Yamina, que integra a coalizão que derrotou o atual premiê, a recorrerem à escolta policial após receberem ameaças de morte.
Nos Estados Unidos, uma manifestação contra a confirmação pelo Congresso da vitória do democrata Joe Biden desaguou na invasão do Capitólio. Os líderes do Congresso precisaram ser evacuados pelo risco de serem assassinados. Cinco pessoas acabaram mortas.
Para Kalil, a estratégia tem dois pilares: desacreditar o processo democrático e desestimular as pessoas de votarem. O segundo, diz ela, é defendido por alguns grupos no Brasil, mas está longe de ter a força que tem em países como os Estados Unidos.
Kalil explica que esse movimento tem laços com as raízes dos processos eleitorais, quando apenas homens brancos com posses tinham direito a votar.
Na base das regras arcaicas, estava a noção de que esses seriam os “mais capazes”para definir o destino político da sociedade. Esse tipo de argumento tem ressonância em grupos que defendem o fim do direito ao voto para analfabetos, por exemplo.
Como resultado das acusações de fraude e do desincentivo ao voto, determinados grupos sociais acabam deixando de participar do processo eleitoral.
“Se o sistema não funciona, as pessoas vão deixando de participar, porque elas começam a achar que tudo aquilo é um teatro, que tudo aquilo é uma fraude. Então por que que elas vão sair de casa para votar se no final das contas tudo vai ser fraudado mesmo, é tudo uma grande mentira. O que está por trás disso é a não participação”, diz Kalil.
A antropóloga afirma que esse fenômeno ainda não ocorre no Brasil, embora a abstenção esteja crescendo aos poucos a cada pleito, e a soma de votos brancos e nulos chegue a superar o total de votos válidos em algumas cidades. Ela e outros pesquisadores têm atribuído essa tendência não a uma queda na confiança da população em relação ao sistema eleitoral, mas, entre diversos outros motivos, a uma desilusão com o sistema político ou o modelo de democracia representativa no Brasil.
No livro Como As Democracias Morrem, os autores Steven Levitsky e Daniel Ziblatt afirmam que “falsas acusações de fraude podem minar a confiança pública em eleições — e quando cidadãos não confiam no processo eleitoral, muitas vezes perdem a fé na própria democracia”.
Isso aconteceu no México, por exemplo. O atual presidente, Andrés Manuel López Obrador, descrito por alguns analistas como um populista de esquerda, não aceitou o resultado de duas eleições anteriores por causa de supostas fraudes.
Em 2006, quando contestou o resultado das urnas, a confiança no sistema no sistema eleitoral mexicano despencou, e quase quatro em cada dez mexicanos não confiaram no resultado, apontam Levitsky e Ziblatt. Em 2012, quando ele foi novamente derrotado, sete em cada dez acreditavam em fraudes nas urnas.
Agora no poder, López Obrador tem agido para enfraquecer a instituição eleitoral do país a pretexto, segundo ele, de evitar fraudes.
Para Sousa Braga, da UFSCar, os principais obstáculos a avanços autoritários estão justamente no fortalecimento das instituições democráticas. “Os partidos, independente do seu campo ideológico, precisam defendê-las e agir de acordo com as regras criadas por eles mesmos.”
A pesquisadora afirma que, em 2022, o Judiciário brasileiro terá “papel crucial” em apurações de abusos que venham a ser cometidos na campanha em redes sociais, por exemplo, para evitar que a legitimidade do processo eleitoral seja afetada.BBC News Brasil – Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização escrita da BBC News Brasil.
Ação do Corpo de Bombeiros conta com apoio das Secretarias de Estado de Meio Ambiente e da Segurança Pública, MP-GO, Faeg, PMGO, além de órgãos ambientais nos municípios. Drones vão monitorar combate ao fogo. Equipamentos oferecem visão panorâmica do terreno e ajudam a acompanhar deslocamento das chamas. “Nós sabemos que prognóstico é de uma estiagem alongada”, alerta governador
O governador Ronaldo Caiado, durante o lançamento da Operação Cerrado Vivo 2021, que visa combater queimadas em todo o Estado: “Hoje, o Corpo de Bombeiros tem drones com capacidade de identificar não só focos, como também medir temperatura, sabendo da progressão do incêndio” | Fotos: Wesley Costa
O governador Ronaldo Caiado lançou, nesta segunda-feira (14/06), a Operação Cerrado Vivo 2021, do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás. A iniciativa atua na prevenção e combate a incêndios em vegetações em todo o território goiano.
O trabalho vai contar com apoio da tecnologia. Drones serão utilizados para fazer o monitoramento de ocorrências. “Nós sabemos que o prognóstico é de uma estiagem alongada. Por isso, a necessidade de nos equipar cada vez mais para que possamos melhorar o aparelhamento de todos os nossos bombeiros militares no enfrentamento de queimadas”, explicou o governador.
“Hoje, o Corpo de Bombeiros tem drones com capacidade de identificar não só focos, como também medir temperatura, sabendo da progressão do incêndio. Com essa tecnologia, acreditamos, com apoio de outros segmentos da sociedade, como do setor rural, que vamos dar o bom exemplo para que o fogo não destrua o cerrado, os animais que ali vivem, e consuma tudo aquilo que a terra pode produzir e ao mesmo tempo, colocando em risco pessoas, vidas e até cidades”, projetou Caiado. A utilização de imagens aéreas está em exercício desde 2019, quando a experiência com o monitoramento dos parques estaduais foi positiva. Os aparelhos passaram a transmitir imagens em tempo real.
Uma sala de situação foi montada para cruzar dados de satélite do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) com as imagens dos equipamentos. “Cerrado Vivo diz o quanto nosso bioma é importante. 20% do território brasileiro é cerrado. São dois milhões de metros quadrados. Nosso hino fala do cerrado, o lema do Corpo de Bombeiros também. Somos os defensores número um do meio ambiente”, afirmou o comandante-geral do Corpo de Bombeiros do Estado de Goiás, coronel Esmeraldino Jacinto de Lemos.
Este ano a operação terá atenção redobrada em virtude do último período chuvoso ter sido menor. O prognóstico climático para os próximos meses é de seca severa no Estado, com possibilidade de repetição dos estragos do ano passado. No período, foram registradas 10.311 ocorrências de incêndio em Goiás, das quais, 9.955 em vegetação.
“Nós sabemos que uma sociedade segura é uma sociedade protegida, e o Corpo de Bombeiros do nosso Estado tem feito isso com maestria. É dedicação dia e noite, na água, na terra, no ar. Sabemos que, infelizmente, muitas pessoas não cooperam, não ajudam, mas nós temos trabalhado, seja com equipamentos, drones, com tudo aquilo que possa salvar vidas e proteger as pessoas”, ressaltou, na solenidade de lançamento, o vice-governador de Goiás, Lincoln Tejota.
A Operação Cerrado Vivo, que conta com equipes especializadas, é composta por duas fases. A primeira é a de prevenção e preparação, que começa todo mês de janeiro e termina em junho. Nela, são discutidas parcerias com sindicatos rurais, treinamento de brigadas para atuação em áreas rurais, distribuição de cartilhas educativas e visitas em propriedades rurais. Já a segunda, que vai de julho a dezembro, é a etapa de resposta quando há emprego de reforço operacional para o combate dos focos de incêndio em todo o Estado.
Combate permanente De 2011 a 2020, o Corpo de Bombeiros atendeu em média 6,5 mil ocorrências de combate a incêndio em vegetação por ano, sendo que, apenas em 2020, a corporação atuou diretamente em 10.311 ocorrências desta natureza.
O trabalho na operação não é exclusivo dos bombeiros, que contam com o apoio de outras entidades. Dão suporte à iniciativa as secretarias de Estado de Segurança Pública, de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, o Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO), a Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), a Polícia Militar do Estado de Goiás (PM-GO), além de órgãos ambientais nos municípios.
Representando a Assembleia Legislativa de Goiás, o deputado estadual Julio Pina enalteceu o cuidado do Poder Executivo com o dinheiro público, revertido em investimentos para a garantia de melhorias e a proteção dos goianos, como faz o Corpo de Bombeiros. “Estamos sempre à disposição para, de alguma maneira, contribuir para esse belíssimo trabalho de vocês. Se não fosse a seriedade do governador com os recursos públicos, não estaríamos fazendo isso aqui”, disse o parlamentar.
Estiveram presentes também ao evento o secretário de Estado da Casa Militar, coronel Luiz Carlos de Alencar; o secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tiago Freitas de Mendonça; o presidente da Agência Goiana de Assistência Técnica, Extensão Rural e Pesquisa Agropecuária de Goiás (Emater Goiás), Pedro Leonardo; o superintendente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Bruno Pinheiro; o gerente regional do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Ademar do Nascimento; o representante da secretária de Estado de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Flávio Lopes; o subcomandante geral do Corpo de Bombeiros do Estado de Goiás, coronel Jailton Pinto de Figueiredo, o comandante da Operação Cerrado Vivo 2021, tenente-coronel Douglas Castilho de Queiroz; a Banda de Música do Corpo de Bombeiros do Estado de Goiás, além de oficiais e praças da corporação.
Fonte: Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás
Ainda há vagas disponíveis para marcar vacinação para quem tem entre 50 e 59 anos, comorbidades e, também, rodoviários
O Distrito Federal avançou na vacinação por faixas etárias e já imuniza pessoas a partir dos 50 anos sem comorbidades. Entre sexta-feira (11) e este domingo (13), foram vacinadas 21.247 pessoas com a primeira dose e 268 com a segunda. Nesses mesmos dias, pelo site vacina.saude.df.gov.br 103.368 pessoas agendaram a primeira dose, que começou a ser aplicada no sábado e continua até o dia 18.
O agendamento continua aberto para quem tem entre 50 e 59 anos, rodoviários e pessoas com comorbidades a partir dos 18 anos. A maior parte dos agendados (22.168) marcou a aplicação do imunizante para segunda-feira (14). Para terça-feira (15), até o momento, a pasta aguarda o comparecimento aos postos de 22.084 indivíduos e, na quarta, outros 20.475. Os números são parciais, uma vez que o agendamento segue aberto.
Balanço
Até as 17h deste domingo, a Secretaria de Saúde já havia aplicado a primeira dose em 757.213 pessoas, o que corresponde a 32.78% da população elegível a receber a vacina, que são adultos a partir dos 18 anos. Com o reforço, foram 327.210 vacinados – 14,17% de cobertura vacinal.
Durante a campanha, até o momento, 180.808 pessoas do grupo com comorbidades já foram vacinadas com a D1, sendo que 1.880 já receberam o reforço. O grupo de trabalhadores da saúde tem 155.033 vacinados com a primeira dose e 107.985 com a segunda. O terceiro grupo mais vacinado é de pessoas entre 60 e 64 anos que soma, até o momento, 104.372 D1 aplicadas e 6.727 D2.
Com investimento superior a R$ 650 milhões, mais de 112 intervenções foram iniciadas ou entregues entre janeiro e maio
O Complexo Viário Governador Roriz, uma das maiores obras do gênero na história do DF, foi inaugurado em maio, com aporte de R$ 220 milhões | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília
Se tem uma agenda que a pandemia não afetou os trabalhos do Governo do Distrito Federal (GDF) é a de obras. Neste ano, pelo menos uma obra foi iniciada ou concluída a cada oito horas trabalhadas. São construções que vão desde parquinhos, calçadas e quadras poliesportivas até a entrega de hospitais de campanha, escolas, pontes e viadutos. Juntas, as 112 obras representam um investimento de R$ 650 milhões. Muitas delas foram tiradas da gaveta do esquecimento após 20, 30 ou 50 anos.
Em janeiro, por exemplo, o GDF entregou o hospital de campanha de Ceilândia ao lado da UPA da cidade, aumentando a oferta de leitos para tratamento de covid-19. Também iniciou a construção da Escola Classe 203 do Itapoã e concluiu a reforma do guarda-corpo do Viaduto Ayrton Senna.
No mês seguinte, mais entregas: teve asfaltamento na DF-001, escola técnica e agência do trabalhador, todos em Brazlândia. Foi também em fevereiro que o governo iniciou a reforma de mais quadras da W3 Sul, que nunca havia passado por uma reforma desse porte desde o início da cidade. A Escola Classe 01 Porto Rico, em Santa Maria, foi devolvida completamente reformada após seis anos de espera.
“A nossa preocupação sempre foi manter a cidade funcionando, mesmo durante os desafios que a pandemia impôs a todos. Criar empregos e oportunidades é mostrar à sociedade que é preciso preparar o futuro. Foi a orientação que o GDF seguiu nesses tempos difíceis. E o GDF não parou”, diz o governador Ibaneis Rocha.
Em março, o GDF iniciou a obra do Viaduto do Recanto das Emas, aguardada há pelo menos uma década pelos moradores e que será entregue no primeiro semestre de 2021. Também com grande expectativa o governo iniciou a reforma da Praça do Povo, no Setor Comercial Sul. Já em abril, foram entregues 560 residências no Parque dos Ipês, em São Sebastião, ampliando a oferta de moradia para a população. Outra conclusão importante foi a da Avenida W9, no Noroeste, com investimento de R$ 3,3 milhões.
O mês de maio também foi agitado. Vários equipamentos públicos foram liberados para a população de Planaltina, como o campo sintético no Arapoanga, parques infantis e quadras poliesportivas.
Na saúde, o governo entregou três hospitais de campanha, em Ceilândia, no Gama e no Autódromo de Brasília, no Plano Piloto, totalizando 300 leitos a mais para o tratamento de covid-19. Foi também neste mês que o governo inaugurou o Complexo Viário Governador Roriz, uma das maiores obras viárias da história do DF com aporte de R$ 220 milhões para viabilizar 23 viadutos e quatro pontes, beneficiando mais de 500 mil moradores.
“Aqui no DF fizemos questão de não viver só a agenda da pandemia. Criamos três agendas importantes: a da saúde, cuidando das pessoas; da infraestrutura, com obras; e a terceira pauta, que é a social. Nós não deixamos faltar comida para as pessoas nesse período”.
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