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Covid: gasto do governo deve chegar a R$ 105,6 bi em 2021, projeta estudo

Despesa com auxílio emergencial deve ser a maior parcela dos gastos do governo com a pandemia, aponta relatório Imagem: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O governo federal deve gastar R$ 105,6 bilhões com a covid-19 em 2021. A projeção está no Relatório de Acompanhamento Fiscal (RAF) de maio, feito pela Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão ligado ao Senado.

O valor estimado equivale a 1,3% do PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil e apresenta uma queda de 79,7% em relação aos R$ 520,9 bilhões (7% do PIB) gastos em 2020.

“O gasto primário deve ter queda expressiva em 2021, refletindo a redução dos estímulos concedidos em resposta à pandemia. No cenário base, a despesa primária do governo central deve recuar R$ 322,7 bilhões, ou 16,6% (Tabela 9). Em percentual do PIB, a despesa passaria de 26,1%, em 2020, para 20,0%, em 2021. A contração se deve aos gastos com o enfrentamento da pandemia, que, em 2020, atingiram R$ 520,9 bilhões. Para este ano, a IFI projeta gastos da ordem de R$ 105,6 bilhões, em contexto ainda permeado de incertezas quanto à duração da pandemia e ao ritmo da vacinação”, informa o relatório.

Para 2021, o governo já possui autorizados R$ 100,8 bilhões em gastos para o enfrentamento da pandemia. Desse total, R$ 69,3 bilhões são provenientes de créditos extraordinários abertos em 2021 e R$ 31,5 bilhões decorrem de créditos abertos em 2020. Parte dos créditos remanescentes de 2020 foram reabertos e incorporados ao
Orçamento deste ano

Ainda de acordo com o documento, a despesa com o auxílio emergencial deve ser a maior parcela dos gastos com a pandemia, e o segundo, com a vacinação, estimados em R$ 27,8 bilhões. Já a previsão de gastos com abono e seguro desemprego, em 2021, passou de R$ 61,2 bilhões para R$ 53,2 bilhões.

“Assim como no ano passado, o maior gasto de 2021 deve ficar por conta do auxílio a vulneráveis, R$ 44,8 bilhões. Esse valor tem como premissa uma duração de quatro meses para o programa e já inclui os gastos que, durante esse período, migrarão do PBF (Programa Bolsa Família) para o auxílio emergencial”.

Apesar de parte dos beneficiários do Bolsa Família ter migrado para o auxílio emergencial, o governo ainda não alterou estimativa de gasto com o programa.

“[A migração] fez com que o gasto mensal do programa, que havia sido de R$ 2,7 bilhões de janeiro a março, caísse para R$ 1,2 bilhão, em abril. Se essa diferença persistir durante os quatro meses de vigência do auxílio emergencial e, nos meses seguintes, a despesa do PBF retornar ao patamar anterior, a despesa anual do programa deve ficar em R$ 26,2 bilhões. No entanto, o relatório extemporâneo não alterou a previsão de gasto com o PBF, que se mantém em R$ 34,9 bilhões”.

Fonte: UOL

Mulheres são mais votadas no Chile, mas lei as obriga a ceder lugares

País terá 1ª Carta escrita por homens e mulheres na mesma proporção

© Reuters/Ivan Alvarado/Direitos Reservados

As candidatas mulheres foram as mais votadas nas eleições chilenas para a Assembleia Constituinte, mas a lei de igualdade de gênero, criada para evitar um predomínio masculino, obrigou-as a ceder vagas aos homens, segundo o Serviço Eleitoral chileno.

Pela primeira vez na história, uma Constituição no mundo será escrita por homens e mulheres em igual proporção. Quando se previa que a iniciativa beneficiasse as mulheres, o resultado surpreendeu: 11 mulheres tiveram de ceder seus lugares a homens e cinco candidatos precisaram ceder suas vagas a mulheres. No resultado final, dos 155 constituintes, os homens serão 78 e as mulheres 77.

O mecanismo de “correção de resultados por sexo” das eleições de domingo (16) acabou por favorecer os homens quando o seu espírito, embora visasse à paridade, foi pensado para beneficiar as mulheres num dos países mais conservadores da América Latina.

“O movimento feminista chileno é um dos mais relevantes da região. A onda feminista propiciou uma nova geração de políticas mulheres, com grande interesse por parte do eleitorado. Hoje, as mulheres chilenas não precisam de ações afirmativas de gênero porque demonstraram nas ruas e nas urnas que são maioria”, disse o cientista político Carlos Meléndez, da Universidade chilena Diego Portales.

O sistema de paridade chileno funciona por distrito eleitoral, prevendo-se que, se a paridade entre homens e mulheres não acontecesse de forma natural, o gênero que superasse o outro em quantidade de votos deveria ceder lugar para corrigir a disparidade.

Assim, em determinados distritos os homens cederam, enquanto em outros, na maioria das vezes, foram as mulheres.

No total, 699 mulheres e 674 homens foram candidatos à Assembleia Constituinte chilena que, durante o próximo ano, vai redigir uma nova Constituição, que substituirá a da ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990).

A Constituição de 1980 é considerada modelo de desigualdade social. Para fazer correções, a lei de igualdade de gênero procurou que os homens não fossem maioria no novo pacto entre o Estado e a população.

Dos 155 constituintes, 17 lugares foram reservados aos índios, que compõem 12,8% da população chilena. Pela primeira vez, uma Constituição vai reconhecer a população indígena do Chile.

Também nesse universo de 17 representantes, a lei de igualdade beneficiou os homens: das 11 mulheres que cederam lugares aos homens, quatro foram indígenas.

A cientista política Marcela Ríos, do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), ressalta que, apesar das correções por sexo, a lei não beneficiou os homens porque o resultado é consequência do sucesso do critério de paridade.

“Sem o critério de paridade, as mulheres não seriam metade das opções de candidaturas. Afirmar que, sem a paridade, teríamos tido mais mulheres eleitas é uma suposição porque, sem o critério, as mulheres não seriam tantas candidatas”, afirma.

Além de constituintes, no domingo os chilenos elegeram vereadores, prefeitos municipais e governadores em eleições nas quais a regra de paridade não existiu. Nesses casos, as candidatas mulheres foram apenas 39% para os cargos de vereadoras, 23% no caso de prefeitas e 16% para governadoras.

Não só no caso das mulheres os eleitores chilenos surpreenderam. Os grandes vitoriosos das eleições constituintes foram os candidatos independentes sem filiação partidária, mas de esquerda, que ficaram com 48 das 155 vagas.

Os candidatos dos partidos de esquerda juntos ficaram com 53 vagas. Os representantes indígenas, também à esquerda, com 17 lugares.

A direita, embora unida na lista Chile Vamos, obteve 37 vagas, insuficientes para vetar ou mesmo influenciar no resultado das votações, garantindo o fim dos últimos vestígios da Constituição neoliberal de Pinochet.

Por RTP – Santiago

Fonte: Agência Brasil

Policiais combatem exploração sexual de crianças em vários estados

Vitória/ES - Polícia Civil do Espírito Santo faz paralização até a meia noite de hoje(8) em protesto ao assassinato de um investigador em Colatina e às más condições de trabalho. (Tânia Rêgo/Agência Brasil)

Criminosos trocavam arquivos pela internet

© Tânia Rego/Arquivo/Agência Brasil

Policiais de vários estados cumprem hoje (18) mandados contra suspeitos de compartilhar fotos e vídeos contendo imagens de sexo com crianças e adolescentes. Segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro, as investigações identificaram diversos grupos que trocavam os arquivos pela internet.

No estado do Rio, os agentes cumprem mandados na cidade do Rio de Janeiro e em municípios de Macaé e Campos (no norte do estado), Niterói e Duque de Caxias (no Grande Rio). A operação Lótus está sendo coordenada no Rio de Janeiro pela Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV).

Fonte: Agência Brasil

Feira do Produtor de Vargem Bonita é inaugurada

Foto: Victor Lucas – Administração do Núcleo Bandeirante.

Começou a funcionar neste sábado (15) a Feira do produtor de Vargem Bonita, um espaço de comercialização de produtos da agricultura familiar que era reivindicado havia mais de dez anos pela comunidade. No espaço funcionam 38 barracas, de produtores orgânicos e convencionais, de artesanato e plantas ornamentais e de alimentação. Entre as autoridades presentes na inauguração estavam governador Ibaneis Rocha (MDB) e o líder do governo deputado Hermeto (MDB).

Hermeto que vem dando uma atenção especial a Vargem Bonita, colocou através de suas emendas, bloquetes na área onde está situada a feira e se comprometeu a destinar recursos para a construção de uma cobertura para a Feira. A Feira do Produtor de Vargem Bonita vai funcionar todos os sábados, a partir das 7h.

“EU VOU COBRIR ESSA FEIRA VIU GENTE. ESSA FEIRA SÁBADO VAI BOMBAR! CONTEM COM ESSE GOVERNO, QUE ESTE É UM GOVERNO QUE TRABALHA.” AFIRMOU HERMETO.

A presidente da Emater-DF, Denise Fonseca, afirmou que o espaço é mais uma oportunidade de os produtores rurais de Vargem Bonita ampliarem a sua renda e a de suas famílias.

O secretário de Agricultura, Cândido Teles Durante o evento, Cândido Teles fez a entrega de Certificados de Uso da Terra (CDU) a alguns produtores rurais. A primeira a receber o documento foi a produtora Yeiko Uema. O produtor Daniel Izumi, também beneficiado pelo documento, diz que agora pode trabalhar com mais segurança e tranquilidade.

A gerente do escritório local da Emater-DF em Vargem Bonita, Claudia Coelho, afirmou que além de ser um novo e importante espaço de comercialização, a feira conecta o consumidor com o produtor e a família que produziu o alimento que é levado para casa, sem intermediários.

Cláudia concedeu uma entrevista ao deputado Hermeto em seu programa de radio Pinga Fogo, transmitido ao vivo pela rádio Atividade FM todos os sábados das 6 as 8 da manhã. e contou da grande expectativa dos produtores rurais com a inauguração e que que este era uma sonho antigo que estava sendo realizado.

Fonte: Site do Deputado Hermeto

DF registra redução de mortes no trânsito

Abril teve o menor número de óbitos registrados em 2021

De acordo com um levantamento do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), no mês de abril foram registradas oito mortes no trânsito do DF, esse é o menor número contabilizado em 2021. Os dados são preliminares, mas indicam uma redução de 33,3% no número de óbitos em comparação ao mesmo período do ano passado, quando 12 pessoas morreram vítimas de acidentes de trânsito.

Segundo o levantamento, no mês de janeiro foram 11 óbitos, em fevereiro ocorreram 12 e em março 11. Totalizando 42 vítimas fatais no primeiro quadrimestre deste ano. Esse número é 26,3% menor que o registrado no período de janeiro a abril de 2020, quando 57 pessoas morreram em decorrência de acidentes de trânsito.

O diretor-geral do Detran-DF, Zélio Maia, destaca que os números refletem o empenho do órgão em priorizar a educação. “As diretrizes da direção-geral têm a educação de trânsito como pilar de gestão, por isso, diversas atividades de conscientização e humanização têm sido realizadas, concomitantemente às operações de fiscalização”, afirma Maia.

Educação para o trânsito

O Detran-DF tem feito diversas atividades educativas com o objetivo de promover boas práticas no trânsito. Além de campanhas publicitárias na mídia, o Departamento tem investido na promoção de ações nas ruas, parques, ciclovias, escolas, bares e restaurantes. De janeiro a abril deste ano foram realizadas 79 atividades educativas que alcançaram um público de 29.905 pessoas.

As ações incluíram, por exemplo, blitzes educativas, palestras e distribuição de material. Aos fins de semana, por exemplo, as equipes da Educação, juntamente com os repentistas realizam ações em bares para conscientizar os frequentadores sobre os riscos de dirigir após o consumo de bebida alcoólica.

Para Zélio Maia as atividades educativas, atreladas à fiscalização de trânsito, têm sido fundamentais para a queda no quantitativo de mortes no trânsito. “As estatísticas são resultado do trabalho contínuo que prioriza ações de conscientização e fiscalização de trânsito, visando inibir a prática de infrações, principalmente à condução de veículo após o consumo de bebida alcoólica, o que eleva o risco para a segurança viária”, destaca o diretor-geral.

Lei Seca: cresce 19,5% o número de autuações em 2021

Desde o início do ano, o Departamento de Trânsito tem intensificado as blitzes e os patrulhamentos. Além disso, tem atuado em diversas ações de fiscalização de trânsito em parcerias com outros órgãos, como na Operação Toque de Recolher.

Segundo dados preliminares, de janeiro a abril deste ano foram registradas 6.386 infrações por dirigir veículo após o consumo de bebida alcoólica.  Em 2020, no mesmo período, foram 5.340 infrações. Isso significa que no primeiro quadrimestre de 2021 houve um aumento de 19,5% nas autuações de condutores por dirigir sob a influência de álcool ou outras substâncias psicoativas. O balanço inclui o total de infrações registradas pelo Detran-DF, DER-DF e PMDF.

Por Jaqueline Costa

Fonte: Detran DF

“Tiramos Goiás da fase analógica para a digital”, afirma Caiado ao lançar Expresso, plataforma virtual com 70 serviços da gestão pública

Ferramenta está disponível em aplicativos, site, terminais de autoatendimento e terá convênio com prefeituras para funcionar em balcões espalhados pelos municípios. “Temos a obrigação de devolver à sociedade o tempo perdido”, destaca governador. Estado já está entre os 10 que mais avançam em digitalização

O governador Ronaldo Caiado durante lançamento do Expresso, nova plataforma que oferece 70 serviços do Estado, todos disponíveis por meio virtual: “Esse é o perfil do nosso governo, a digitalização, o menor tempo de ação e a melhora da qualidade de vida das pessoas” | Foto: Wesley Costa

O governador Ronaldo Caiado lançou, nesta segunda-feira (17/05), o Expresso, nova plataforma que oferece 70 serviços da gestão pública, todos disponíveis por meio virtual. “Tiramos Goiás da fase analógica para a digital”, disse, ao observar que a meta é garantir atendimento de qualidade, padronizado e acessível. Segundo observa, o Estado tem a “obrigação de devolver à sociedade o tempo perdido”.

O acesso à plataforma está disponível por meio de aplicativos, pelo site www.expresso.go.gov.br, terminais de autoatendimento em unidades do Vapt-Goiás. Para receber o serviço, os municípios terão que assinar convênio com o Governo do Estado. Hoje, já foi lançado um chamamento público para que as prefeituras interessadas se inscrevam e façam a adesão ao Expresso Balcão.

Neste início, por meio do Expresso, estão disponíveis serviços como emissão de segunda via da conta de água da Saneago, de boletos do Instituto de Assistência dos Servidores Públicos do Estado de Goiás (Ipasgo), de guia de trânsito animal e de certidão negativa de débitos da receita estadual. A abertura de reclamação junto ao Procon-GO e o licenciamento anual de veículo junto ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran-GO) também estão na ferramenta.

“Fazemos essa reparação, com oferta de serviços que a sociedade não teve durante muitos anos”, afirma o governador. “O dinheiro público agora é aplicado corretamente. A máquina do Estado hoje pede desculpas à população”, disse. E completou: “Esse é o Goiás Expresso. É o perfil do nosso governo, a digitalização, o menor tempo de ação e a melhora da qualidade de vida das pessoas”, pontuou. “Temos que andar à frente para, cada vez mais, atender a quem realmente o sustenta, que é o cidadão que paga o imposto”, destaca governador

Durante a solenidade, o vice-governador Lincoln Tejota destacou que uma das marcas do Governo de Goiás é a inclusão. “Estamos fazendo com que cada pessoa sinta que o governo está presente em sua vida”. Segundo observa, “a digitalização proporciona facilidade na prestação de serviços para o cidadão, mas também ajuda a combater a burocracia e aproximar as pessoas. Nós estamos construindo um governo mais próximo da população”.

A iniciativa tem coordenação da Secretaria-Geral da Governadoria (SGG), e foi desenvolvida por meio de ação conjunta e integrada entre as Secretarias da Administração (Sead), Desenvolvimento e Inovação (Sedi), em parceria com a Casa Civil. O projeto faz parte da digitalização dos serviços de todas secretarias, órgãos e autarquias do Estado. E endossa resultados que colocam Goiás como uma das gestões que mais evoluem na transformação digital.

Digitalização
“O Estado de Goiás estava entre os últimos estados na digitalização de serviços. Hoje, estamos entre os 10 maiores Estados nesse quesito. Até o ano que vem estaremos entre os três primeiros”, afirmou o titular da SGG, Adriano da Rocha Lima. Para o secretário, a ação é resultado de um esforço conjunto e que tem como maior benefício a inclusão do cidadão. “É uma ação inclusiva, que permite que as pessoas das mais diferentes regiões do Estado tenham acesso a serviços que antes só eram oferecidos presencialmente”, reforçou.

Para o titular da Sead, a revolução tecnológica realizada pela gestão de Ronaldo Caiado tem dois objetivos: respeitar o cidadão e gerar mais economia tanto ao Estado quanto aos trabalhadores. “Hoje, o cidadão é muito mais autônomo e não quer mais gastar duas horas para ser atendido. Essa ação dá capacidade ao cidadão de ser rapidamente atendido”, enfatizou Bruno D’Abadia.

As pessoas que não têm acesso à internet em casa ou dificuldade com as diversas plataformas digitais também terão oportunidade de agilizar o atendimento com o uso dos totens, que serão instalados nos municípios. “O Balcão Expresso vem como complemento de um dos modais para dar acesso ao cidadão, talvez mais idoso ou com pouco acesso à internet ou instrução digital”, destacou o secretário de Administração, Bruno D’Abadia.

Ao representar o secretário de Desenvolvimento e Inovação, Marcio Cesar Pereira, o subsecretário de Tecnologia da Informação (TI), Rodrigo Michel de Moraes, reiterou que o trabalho de TI não é apenas desenvolver, manter e operar uma ferramenta, mas “garantir a satisfação do cidadão e a disponibilidade de todos os serviços dentro do Estado”. “Fomos em frente para maximizar o poder de serviços dentro do Estado, trazendo uma transformação digital cada vez mais contínua”, disse Rodrigo Michel.

Também presente no evento, o deputado federal Lucas Vergílio parabenizou toda a equipe estadual que promove a transformação digital e o governador Ronaldo Caiado por iniciar essa revolução. “Fico muito feliz de ver que o Governo de Goiás sai na frente já permitindo esse acesso digital a todos os cidadãos, entregando facilidade, praticidade e redução de custos”, declarou. Já o presidente da Federação Goiana dos Municípios (FGM), José de Sousa Cunha, afirma que esta é mais uma ação do Estado que beneficiará os municípios goianos. “Essa plataforma vai contribuir, com certeza, para os municípios, vai facilitar a vida do cidadão, e otimizar tempo e recursos”, declarou.

Também participaram da solenidade os secretários de Estado Tony Carlo (Comunicação), Rodney Miranda (Segurança Pública), Cristiane Schmidt (Economia); os presidentes Hélio José Alves (Ipasgo), Ricardo Soavinski (Saneago), Marcos Roberto (Detran-GO); o assessor especial da Governadoria, Lívio Luciano; o delegado-geral da Polícia Civil, Alexandre Lourenço; o reitor da Universidade Estadual de Goiás (UEG), Walter Campos; o deputado estadual Humberto Aidar; subsecretários, superintendentes, gerentes e demais servidores públicos.

Fonte: Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás

Conectado ao Poder com Celina Leão e Zélio Maia

O Conectado ao Poder, da rádio Metrópoles – 104,1 FM, deste domingo (16/05), entrevistou a deputada federal Celina Leão e o diretor do Detran-DF Zélio Maia.

Assista a entrevista na íntegra, basta clicar em assistir no Facebook aqui em baixo.

Dupla Imbatível | Ibaneis e Flávia Arruda juntos em 2022

Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal

O que era um burburinho ou preocupação para certos grupos políticos do DF até dias atrás, agora é uma realidade

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), recebeu em sua casa, nesta segunda-feira (17), a ministra-chefe da Secretaria de Governo, deputada Flávia Arruda (PL), para uma conversa sobre as eleições de 2022 e firmaram aliança para o próximo ano.

Ibaneis anunciou recentemente que vai concorrer à reeleição em 2022. A decisão do governador movimentou as peças do tabuleiro do jogo político da capital federal.

O governador e a deputada passam a formar uma dupla praticamente imbatível em 2022, tendo em vista que ambos estão bem avaliados pela população brasiliense em relação ao trabalho que cada um desempenha.

O acordo firmado hoje entre Ibaneis Rocha e Flávia Arruda deve estimular outros grupos políticos a aderir o projeto e formar uma grande aliança para as eleições de 2022.

Na manhã de domingo (17), a deputada Celina Leão (PP) disse durante entrevista ao programa Conectado ao Poder, na rádio Metrópoles FM, comandado pelo jornalista Sandro Gianelli, que seu partido vai marchar com o advogado emedebista nas próximas eleições.

A união entre o governador e a ministra põe fim as especulações de que eles estariam rachados e iriam bater chapa no ano que vem, mesmo Flávia Arruda integrando a base do governo Ibaneis.

Flávia tem sido uma das vozes do DF na Esplanada dos Ministérios, tanto no Congresso como no Planalto. A ministra vem ampliando a sua posição de líder no cenário nacional.

No encontro de hoje, não foi revelado qual o cargo Flávia irá concorrer, mas tudo indica que ela possa ser candidata ao Senado ou vice-governadora na chapa do emedebista.

Da Redação

Fonte: Expressão Brasiliense

Governador Ronaldo Caiado lança Expresso, plataforma virtual de serviços públicos

Programa oferece quase 70 tipos de atendimentos digitais em canais como terminais de autoatendimento, site, aplicativo para celular e balcões distribuídos pelo interior do Estado. Prefeituras podem solicitar ao Estado instalação de unidade de atendimento nos municípios

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, lança nesta segunda-feira (17/05), às 9 horas, no Palácio das Esmeraldas, o novo programa de serviços integrados do Estado de Goiás. Intitulado como Expresso, o projeto visa democratizar o acesso dos goianos aos serviços públicos, por meio da ampliação dos canais de atendimento aos cidadãos, com a disponibilidade de aproximadamente 70 serviços totalmente digitais.

Com o objetivo de garantir isonomia, inclusão e aumento na capilaridade da prestação dos serviços públicos, os atendimentos do Expresso serão ofertados por meio de aplicativos, portal único, terminais de autoatendimento e balcões espalhados por todas as regiões do Estado.

A princípio, serão disponibilizados serviços como emissão de segunda via de conta da Saneago, de boletos do Ipasgo, de guia de trânsito animal e de certidão negativa de débitos da receita estadual. A abertura direta de reclamação junto ao Procon-GO e o licenciamento anual de veículo junto ao Detran-GO também estão disponíveis no Expresso.

A iniciativa, desenvolvida por meio de parceria entre as Secretarias da Administração (Sead), de Desenvolvimento e Inovação (Sedi) e Casa Civil, sob coordenação da Governadoria (SGG), desponta como parte do processo de transformação para integrar os serviços do Estado de forma digital, unindo servidor, serviço e usuário de forma ágil e facilitada.

Balcão Expresso
Durante a solenidade de lançamento do programa, o governador Ronaldo Caiado também assina autorização para que seja feito chamamento público às prefeituras que tenham interesse na disponibilização do Balcão Expresso.

Os municípios solicitantes poderão disponibilizar balcão de atendimento com oferta dos serviços digitais, com atendente da própria prefeitura, que será selecionado e capacitado com apoio da Secretaria da Administração.

Serviço
Assunto: Governador Ronaldo Caiado lança Expresso, plataforma virtual de serviços públicos
Quando: Segunda-feira (17/05), às 9h
Onde: Salão Dona Gercina Borges, Palácio das Esmeraldas, Praça Cívica, Goiânia (GO)

Fonte: Secretaria do Governo de Goiás

Brasileira cria fundo para financiar empreendedor negro, mulher e LGBTQIA+

Economista Luana Ozemela, fundadora de fundo para ajudar empreendedores | Imagem: Divulgação

A economista Luana Ozemela se apresenta como uma ativista do movimento negro gaúcho que se tornou tecnocrata, depois empresária e, agora, investidora de empresas fundadas por empreendedores negros.

Ela está à frente de uma das primeiras iniciativas globais de criação de um fundo de investimento o Roots Funding, voltado exclusivamente para colocar recursos em empresas criadas por negros, mulheres, LGBTQIA+ e indígenas da América Latina.

Ela é CEO e fundadora da Dima, empresa que faz a ponte de negócios entre América Latina e o mercado árabe a partir do Qatar, e investidora em múltiplas áreas em empresas de tecnologia, turismo, agricultura e mercado imobiliário. Agora, se dedica a impulsionar negócios criados por grupos diversos.

Focado em negros no Brasil

O Brasil deve ser o principal mercado do fundo por ter o maior ambiente de negócios da região. Por aqui, o recorte racial será dominante porque, apesar de 56% dos brasileiros serem negros, historicamente não existem produtos financeiros criados para as suas necessidades.

O projeto pretende captar US$ 60 milhões (cerca de R$ 314 milhões) de investidores privados, bancos e agências multilaterais de fomento de todo o mundo para comprar participações minoritárias em empresas criadas especialmente por empreendedores negros.

Ela e o sócio, Oscas Decotelli, também irão colocar recursos próprios no fundo. Para investidores, a cota mínima é de US$ 3 milhões (R$ 15 milhões).

Seleção de empresas

O Roots deve ser lançado formalmente em outubro para iniciar no próximo ano a seleção de empresas. O fundo deve comprar uma participação nessas empresas e se tornará sócio minoritário, em troca de uma injeção de capital de US$ 150 mil, US$ 500 mil ou US$ 3 milhões. Ou seja, na cotação atual do dólar: R$ 785 mil, R$ 2,6 milhões ou R$ 15,7 milhões, conforme o tamanho e a margem de lucro estimada para cada negócio.

A prioridade será investir em startups das áreas de saúde e educação, produtoras de conteúdo sobre diversidade para serviços de streaming e fintechs.

Cada negócio deve ter pelo menos um proprietário com mínimo de 25% da empresa, um CEO do grupo de diversidade ou 50% das cotas do empreendimento nas mãos de pessoas do grupo de diversidade.

Para quem não consegue crédito

O fundo pode financiar de 20 a 30 empreendimentos que já registram margens consistentes de lucro, mas que, apesar disso, ainda encontram dificuldade em obter crédito, seja por questões de raça, gênero ou sexualidade.

“A evidência [estatística] demonstra que os investidores negros têm 30% mais chance de fechar investimento com empreendedor negro”, declara Luana.

Não é filantropia

Luana diz que o fundo “não é filantrópico”, mas uma aposta em rentabilidade variável de 12% a 17% conforme o risco assumido pelo investidor que será sócio do Roots.

“A gente baseia o retorno esperado na carteira [de projetos] que estamos mapeando. Já temos uma carteira mapeada de US$ 10 milhões (R$ 52 milhões) em empreendimentos de pessoas negras, mulheres e indígenas não só no Brasil, mas também em países como México e Colômbia”, afirma.

Economista e gestor experientes

A economista é especialista no tema. Ela escolheu a profissão após ler, ainda na adolescência, um artigo de jornal com argumentos econômicos contrários ao sistema de cotas universitárias.

Luana conta que não entendeu nada do artigo e isso a fez perceber que precisava dominar o discurso econômico para brigar por equidade racial.

Largou uma carreira promissora na área de informática – já havia estagiado no Vale do Silício em uma multinacional.

Carreira internacional em diversidade

Ela ingressou no curso de Economia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRJ) no final dos anos 1990.

De lá, construiu uma carreira internacional como especialista em diversidade e inclusão racial, com passagens por universidades da Alemanha e do Reino Unido. Até assumir a chefia de um pioneiro programa de diversidade do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Hoje, vive no Catar e é CEO da Dima – uma consultoria de investimento internacional.

Ao lado de Luana na criação do Roots está o gestor financeiro Oscar Decotelli. Ele fundou a DXA Invest em 2012 e, no ano passado, chegou à marca de R$ 1 bilhão em investimentos em cerca de 50 países.

Decotelli será o gestor do Roots, e Luana a responsável pela medição de impacto de risco. Juntos serão os primeiros negros à frente de um fundo de investimentos internacional sem subordinação a controladores brancos.

Visão estereotipada

O Instituto Locomotiva calcula que cerca de 14 milhões de negros são empreendedores no Brasil. Eles movimentam algo próximo a R$ 1,6 trilhão por ano na economia, conforme recorte em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os números são ofuscados, conforme avaliação de Luana, por uma visão estereotipada de operadores do mercado financeiro.

“Quando estava no BID, eu percebia que o mercado tinha uma percepção enviesada de que fundadores negros [de empresas] não tinham empreendimentos rentáveis. Mas ninguém tinha o dado [estatístico] para mostrar onde estão os empreendimentos, quais tipos e tamanho das empresas. Foi aí que decidi embarcar numa jornada para montar o Roots”, diz.

Apesar dos avanços, Luana e seu sócio na empreitada se depararam com algumas incompreensões veladamente raciais ao longo das negociações. “Um dos investidores quis mudar o nome do fundo”, afirma.

Roots significa raízes em inglês. O nome foi escolhido com significado bastante claro: estimular uma mudança nas bases do mercado financeiro brasileiro, onde poucos negros têm posição de destaque.

Mudança no mercado financeiro

A falta de atenção com a população afrodescendente já acendeu a luz amarela das autoridades do mercado, como a Comissão de Valores Imobiliários (CVM) e a Bolsa de Valores B3. A onda ESG, sigla em inglês para Governança Ambiental, Social e Corporativa, que tem ganhado força no mundo empresarial, abre caminhos na aproximação com potenciais investidores.

No final de 2020, a CVM abriu consulta para reformular a maneira como a diversidade é reportada pelas empresas de capital aberto, o que pode resultar na obrigatoriedade de informar o espaço ocupado nas companhias por negros, mulheres e outros grupos socialmente vistos como minorias.

Já o Laboratório de Inovação Financeira, do qual a B3 é uma das articuladoras, discute como levar a diversidade para o mercado. Movimento similar foi criado em 2011 pelo FED, o banco central dos EUA, que culminou na criação de um escritório no banco de diversidade e inclusão para estimular as instituições financeiras americanas a fazerem o mesmo.

Uma pesquisa da consultoria Mckinsey mostrou que empresas da área financeira que aumentam em 10% a sua diversidade étnica e racial registram ganho de 1 ponto percentual na margem de rentabilidade (Ebit).

“O objetivo do Roots Funding é impactar o mercado e mudar a maneira como ele faz as coisas. A nossa ideia é influenciar outros fundos a ter pessoas negras nos comitês de investimento e analistas de negociação para realmente poder mudar a narrativa de que não existem negócios [atraentes] de pessoas negras”, afirma.

Por Nivaldo Souza

Fonte: UOL

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