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Omar Aziz admite possibilidade de CPI da Covid convocar Guedes e governadores

O presidente da CPI da Covid, senador Omar Aziz (PSD-AM), admitiu nesta segunda-feira (3), em entrevista ao programa “Roda Viva”, da TV Cultura, a possibilidade do colegiado convocar o ministro da Economia, Paulo Guedes, e governadores para prestar esclarecimentos sobre a condução da pandemia. Na semana passada, o senador havia descartado a convocação de Guedes. Ontem, mudou de tom: “se ele tiver de ir, irá”…. – Veja mais em https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2021/05/04/omar-aziz-admite-possibilidade-de-cpi-da-covid-convocar-guedes-e-governadores.htm?cmpid=copiaecola

Aziz voltou a chamar Guedes de “pitaqueiro” e a criticar recentes declarações do ministro sobre a China, como a de que o país asiático teria criado o novo coronavírus e, depois, desenvolvido uma vacina pouco eficaz. “Ele deveria cuidar da economia, que já não está bem. Estamos passando de uma pandemia para o casos social, pela fome, e a gente vê o ministro contando história como se fosse o todo poderoso”, disparou, durante a entrevista. “É o grande puxa-saco dos americanos, mas que não consegue uma vacina por lá, e ataca o maior fornecedor de insumos da CoronaVac.” Sobre os governadores, o presidente da CPI da Covid disse que os líderes estaduais podem ser ouvidos caso possam con… – Veja mais em https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2021/05/04/omar-aziz-admite-possibilidade-de-cpi-da-covid-convocar-guedes-e-governadores.htm?cmpid=copiaecola

Fonte: UOL

Governo avalia pagar R$ 300/mês se jovem que não estuda conseguir emprego

O Ministério da Economia estuda criar um benefício de até R$ 300 para incentivar trabalhadores informais e jovens que não estudam nem trabalham a conseguir um emprego. A ideia é pagar o benefício para complementar o salário da empresa. Seria um programa para gerar vagas em pequenas empresas, com carga horária de pelo menos quatro horas. O trabalhador terá de fazer cursos de capacitação a distância.

O benefício deve ser batizado de BIP (Bônus de Inclusão Produtiva). Os técnicos do governo ainda estudam se será necessário criar, por meio de lei, uma nova modalidade de contratação. A ideia é que essa vaga de trabalho não implique custos aos empresários como as contribuições ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e ao FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). Para isso, a remuneração deve ser uma bolsa, como a que existe para o jovem aprendiz e para o estagiário. O valor dessa bolsa, entretanto, não está definido e não deve ser fixado pelo governo.

Segundo um assessor do ministro da Economia, Paulo Guedes essa vaga seria similar à de um jovem aprendiz ou de um estágio e o BIP seria um incentivo financeiro para que o informal ou o jovem procure o trabalho e se capacite. Procurado, o Ministério da Economia informou que não se manifesta sobre medidas ainda em estudo.

Especialistas em mercado de trabalho, entretanto, afirmaram que o programa pode não ter resultados satisfatórios porque não existe um diagnostico preciso no Brasil sobre o que leva os jovens a nem estudar e nem trabalhar.

“Se o incentivo financeiro levar o jovem a procurar emprego e ele for contratado, o programa pode dar certo. Mas, se o problema for de demanda, da empresa que não contrata porque o jovem é pouco qualificado e pouco produtivo, o programa pode não dar certo”, afirmou o economista Bruno Ottoni, pesquisador do iDados e do Ibre/FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas).

Governo estuda como jovens serão contratados

No Brasil, a lei permite que jovens sejam contratados como menores aprendizes e estagiários, desde que frequentem o ensino regular, ou por meio do emprego formal, com carteira assinada.

No caso do jovem aprendiz, a lei foi criada em 2000, com o objetivo de estimular o emprego entre jovens de 14 a 24 anos, principalmente aqueles que nunca tiveram trabalho, e oferecer capacitação profissional a eles.

A legislação determina que médias e grandes empresas tenham de 5% a 15% de seus funcionários como aprendizes, e o jovem pode trabalhar, no máximo, dois anos como aprendiz. Para ser contratado, precisa estar cursando ou já ter concluído a escola e frequentar o curso técnico conveniado com a empresa, relacionado à atividade que desempenhar enquanto estiver contratado.

No caso do estágio, para conseguir uma vaga, os jovens precisam estar frequentando o ensino médio, o ensino técnico, o ensino profissional ou o ensino superior. A ideia dos técnicos do Ministério da Economia é que o jovem que nem trabalha nem estuda ou o informal aprendam na prática com essa ocupação e aproveitem a estrutura da empresa para fazer os cursos de ensino a distância.

“Informais e jovens que nem estudam nem trabalham não se enquadram em nenhuma das modalidades de contratação simplificada que existem no Brasil atualmente. Temos uma ideia para empregar esse grupo de invisíveis, e agora as equipes técnicas estão buscando as soluções legais. E isso pode levar à criação de uma modalidade de contratação”, declarou um técnico da equipe econômica.

Falta de diagnóstico é barreira, dizem especialistas

O economista Carlos Alberto Ramos, professor da UnB (Universidade de Brasília), afirmou que a criação de um programa ou de uma política pública eficiente depende de um diagnóstico preciso.

Segundo ele, no Brasil não há trabalhos e pesquisas que sejam precisos na avaliação dos motivos de jovens nem estudarem nem trabalharem. “Entre mulheres, é comum que elas sejam mães e não consigam trabalhar ou estudar porque têm que se dedicar aos cuidados dos filhos. No caso dos homens, não é possível explicar esse fenômeno”, disse.

Ramos ainda declarou que os jovens que nem estudam e nem trabalho tem uma importância maior no rendimento das famílias mais pobres e, em teoria, não estudariam porque estariam em busca de emprego ou trabalhando.

“Outro problema é que, se o jovem nem estuda nem trabalha e é invisível, como ele conseguirá essa vaga de trabalho? A empresa não vai ‘caçar’ esse trabalhador? Como será esse processo?”, afirmou.

Pouca capacitação de jovem é problema

Ottoni disse concordar com a avaliação de que é necessário entender melhor o que motiva os jovens a nem estudar nem trabalhar antes de criar um programa que prevê gastos públicos.

O pesquisador do iDados e do Ibre/FGV ainda declarou que esses jovens não têm grande conhecimento escolar. Além de esquecerem parte do que aprenderam, afirmou Ottoni, o que ainda resta de conhecimento pode ser obsoleto para o posto de trabalho.

Governo já tentou criar programa para jovens

Sem sucesso, o governo tentou criar no ano passado o Emprego Verde e Amarelo, que reduzia encargos para patrões que contratassem jovens no primeiro emprego e pessoas acima de 55 anos que estavam fora do mercado formal. A proposta foi rejeitada pelo Congresso Nacional.

Empresas que contratassem jovens teriam desconto na contribuição previdenciária patronal, que seria reduzida de 20% para zero. Alíquotas do Sistema S, do salário-educação e do Incra também seriam zeradas. O repasse ao FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) cairia de 8% para 2%.

A nova modalidade só valeria para contratações de pessoas com remuneração de até 1,5 salário-mínimo (R$ 1.567,50, na época).

Fonte: UOL

Relatório final da CPI do Feminicídio aponta falhas na rede de proteção às mulheres

Relator da CPI, deputado Fábio Felix (Psol) fez uma série de recomendações ao GDF

A minuta do relatório final da CPI do Feminicídio, apresentado em Reunião Extraordinária Remota da comissão nesta segunda-feira (2), revela que as mulheres não contam com rede integrada de proteção no DF. A análise de 90 processos judiciais de tentativas (53) e de feminicídios consumados (37) mostrou que nenhuma vítima foi atendida por serviços especializados, como os Centros de Atendimento à Mulher, Núcleos de Atendimento à Família ou Pró-vítima. No entanto, quase a metade (48,6%) estava sob Medidas Protetivas de Urgência e 72% haviam relatado violência pelos mesmos agressores. O relatório ainda pode receber contribuição de outros parlamentares e será apreciado definitivamente na próxima segunda-feira (10).

O documento é fruto de 11 meses de trabalho e envolveu dez reuniões, quatro audiências e oitivas com a participação de secretários do GDF e especialistas; quatro reuniões da relatoria participativa; 17 diligências na rede de atendimento; além de sete audiências públicas e oitivas com movimentos, organizações e frentes da sociedade civil. Além dos dados e diagnósticos, o relatório sugere 50 medidas e elenca outras 22 indicadas pela sociedade civil, a serem tomadas pelo poder público.

Para o relator da CPI, Fábio Félix (Psol), muitas mortes poderiam ser evitadas se os serviços especializados funcionassem de forma integrada e se práticas de violência institucional fossem coibidas. “As mulheres são também vítimas de um Estado que ainda encontra óbices para promover seus deveres de coibir e prevenir a violência de gênero e raça nos termos dos tratados internacionais ratificados pelo Brasil e da Lei Maria da Penha”, afirmou. O relatório aponta ainda que 79,5% das vítimas eram pardas ou negras, sendo 38% esposas ou companheiras, 31% ex-esposas ou ex-companheiras e 11% namoradas do agressor. Ainda de acordo com o distrital, o DF registrou 50 feminicídios e 149 tentativas entre 2019 e 2020.

Em seu voto, Fábio Félix evidenciou que o Governo do Distrito Federal (GDF) negou todas as requisições feitas pela CPI e que a Polícia Civil não enviou os processos solicitados, o que, para ele, são também “dados significativos”. Ele criticou a falta de informações sobre lesbofeminicídios e transfeminicídios no DF e advertiu que há subnotificações durante a pandemia e que, apesar disso, houve crescimento de 40% nas tentativas de feminicídio nos três primeiros meses de 2021.\

A vice-presidente da CPI, Arlete Sampaio (PT), parabenizou a apresentação dos dados e as proposições expostas por Fábio Félix. “É um relatório muito bem construído e será um instrumento fundamental de orientação aos poderes Legislativo, Judiciário e, sobretudo, ao  Executivo para a implantação de medidas necessárias ao combate do machismo, presente na nossa sociedade que leva à violência contra a mulher e ao feminicídio”, ressaltou a deputada. Para ela, o Estado não atua para “romper esse ciclo de violência” em todo o país.

Na avaliação do deputado Eduardo Pedrosa (PTC), os dados do relatório permitem a implantação de políticas públicas efetivas: “Trouxe números extremamente relevantes, uma análise profunda, um diagnóstico geral da situação desses crimes horrendos que têm acontecido no DF. Vai deixar um grande legado”. Por sua vez, a deputada Júlia Lucy (Novo), procuradora da Mulher da CLDF, afirmou que as políticas relacionadas ao feminicídio no DF “são tocadas às cegas”, sem embasamento em dados. A distrital também criticou a ausência de uma rede de proteção. “Verificamos flagrante falta de integração dos órgãos, flagrante falta de monitoramento, e o consequente índice tão alto de violência contra a mulher”, declarou.

Já o deputado Leandro Grass (Rede) observou que a população feminina é altamente heterogênea e, portanto, as ações precisam ser segmentadas, considerando, por exemplo, questões de raça, território e economia. “Uma política generalista é um grande equívoco”, ressaltou, criticando a falta de transversalidade, intersetorialidade e participação social nessas questões. Na visão do parlamentar, é necessário estabelecer responsabilidades sobre as omissões por parte dos gestores públicos. “Quem responde por não termos estruturas, equipamentos e servidores suficientes?”, questionou.

Recomendações do relator

Entre as recomendações, o relatório defende a derrubada do veto total do governador ao projeto de lei nº 1.210/2020, de Arlete Sampaio, que cria o Relatório Temático “Orçamento Mulheres”, com o objetivo de tornar transparente a execução orçamentária anual das despesas públicas dirigidas ao público feminino. “O ano de 2019 registrou execução orçamentária mais baixa voltadas à Casa da Mulher Brasileira e à manutenção das unidades de atendimento à vítima e ao agressor se comparada à série histórica desde 2016, quando as ações passaram a ser monitoradas”, ressaltou Fábio Félix, que também propugnou a aprovação do projeto de lei nº 1.737/2021, de sua autoria, que institui o “Programa Órfãos do Feminicídio: Atenção e Proteção”.

Ainda sobre proposições legislativas, o relator da CPI destacou a criação do Observatório do Feminicídio e do Relatório Violência Contra a Mulher e Feminicídio no DF; a instituição do Monitoramento Integrado das Medidas Protetivas de Urgência; o PL que dispõe sobre acompanhamento e assistência à mulher em situação de violência doméstica e familiar, após encerrado o período em Casa Abrigo; o PL sobre o Formulário Nacional de Avaliação de Risco; além de alteração na Lei do Passe Livre para incluir mulheres em situação de violência e  seus dependentes entre beneficiários temporários do transporte gratuito.

Dirigindo-se ao GDF, Felix recomendou, entre outras providências, dotar a Secretaria da Mulher (SEMDF) de orçamento e pessoal; recompor o quadro de servidores dos Centros de Especialidades para Atenção às Pessoas em Situação de Violência Sexual, Familiar e Doméstica; vincular, nos Planos Plurianuais e na Lei de Diretrizes Orçamentárias, ações e metas a serem estabelecidas no âmbito do II Plano Distrital de Política para as Mulheres; coordenar e articular, por meio da SEMDF, os serviços integrantes da rede de proteção, especialmente entre órgãos de segurança e das secretarias de Desenvolvimento Social e da Justiça; bem como coordenar e articular políticas públicas que incorporem noções transversais e intersetoriais de enfrentamento ao machismo, ao racismo, à lesbofobia e à transfobia.

Por Mario Espinheira – Agência CLDF

Fonte: Câmara Legislativa do Distrito Federal

Evento virtual em comemoração ao Dia Nacional do Líder Comunitário

Homenagem será feita nesta quarta (5), a partir das 10h30, em evento da Secretaria de Atendimento à Comunidade

Nesta quarta-feira (5), a Secretaria de Atendimento à Comunidade (Seac) fará uma homenagem aos líderes comunitários de todo o Distrito Federal e Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride). A audiência pública será virtual, devido à pandemia do novo coronavírus.

A solenidade vai destacar o trabalho social, político, solidário e consciente que esses cidadãos desenvolvem nas regiões administrativas (RAs) de todo o DF. A audiência será transmitida pela plataforma Google Meet e terá como anfitrião o secretário da pasta, Severino Cajazeiras. Um dos destaques é uma homenagem à violinista Kathia Pinheiro.

A Seac enviará convite com link de acesso à sala virtual para os líderes comunitários. Os participantes poderão interagir via chat. Quem quiser acompanhar da atividade pode entrar em contato pelo Whatsapp da secretaria até as 18h desta terça-feira (4).

Dia do Líder Comunitário

* Com informações da Secretaria de Atendimento à Comunidade 

Fonte: Agência Brasília

Vicente Pires já tem 130 km de vias asfaltadas

Obras avançaram com 110 km de novas calçadas e 260 km de meios-fios. Investimento é de mais de R$ 450 milhões

Com 3,2 km de extensão, a Rua 12 já tem 2 km novos de asfalto e infraestrutura | Foto: Acácio Pinheiro /Agência Brasília

As obras na cidade de Vicente Pires não param. Operários e máquinas trabalham duro em vários locais para oferecer conforto e segurança à população. Um investimento de R$ 450 milhões do Governo do Distrito Federal (GDF) já liberados e mais R$ 46 milhões previstos em licitação que está em andamento.

Ao todo, a Secretaria de Obras e Infraestrutura já executou 130 km de pavimentação asfáltica por toda a região administrativa (RA). No sistema de drenagem, foram mais 128 km com a criação de redes pluviais e o uso do método tunnel liner, que aprimora a captação da água das chuvas. Além disso, já são 110 km de calçadas e 260 km de meios-fios colocados.

São grandes reformas como as das Ruas 4, 7, 8 e 12. Essa última dá acesso à EPCT (Estrada Parque Contorno) e ao Pistão Norte de Taguatinga. A Agência Brasília percorreu na semana passada  as quatro vias para acompanhar as mudanças e ouvir a população local. (Confira o que está sendo executado abaixo).

Obras de rua por rua

A Rua 12, com seus 3,2 km de extensão, é onde fica o comércio de estofados do empresário Lucas Nogueira, 45 anos de idade. Ali, já são 2 km novos de asfalto e infraestrutura. Um trecho de 500 metros está em andamento, com escavações para a capa asfáltica de 1 metro. Para o comerciante, é um “transtorno momentâneo”, mas que dará resultado.

“Desde que cheguei a Vicente Pires, há cinco anos, não vi uma mudança drástica na cidade. Esse pacote de obras que o governo trouxe foi muito bom para nós, moradores”, elogia Lucas. “Veja o tamanho da galeria de águas pluviais que está sendo feita aqui. Ela vai acabar com os alagamentos constantes”, emenda Lucas.

Segundo o secretário de Obras, Luciano Carvalho, a intervenção no trecho está indo bem. “A rede de drenagem está pronta, mas as chuvas recentes atrapalharam o serviço de pavimentação. No momento, estamos retirando o lixo que está sob o asfalto, já que era um aterro sanitário”, explica. “Logo a rua estará toda completa”, complementa.

Na Rua 8, um túnel está sendo construído sob o asfalto. São as obras de construção da rede de drenagem, que vai coletar as águas pluviais dos condomínios e comércios das ruas 7, 8, 10 e da avenida principal da Vila São José. A tubulação com extensão de 1.457 metros teve um custo de cerca de R$ 16 milhões.

Já a Rua 7, que tem 1,8 km de extensão, foi transformada. Asfalto novinho, bocas de lobo e meios-fios podem ser notados ao longo de toda a via. O local era um problema para a cidade, conforme lembra o administrador da RA, Daniel de Castro. “É uma pista em declive e quando chovia, era terra, lama, alagamento. Até manifestação a população já fez aqui. O governador determinou e arrumamos com prioridade”, pontua.

Uma das avenidas que cortam toda a cidade, a Rua 4 passa pelos serviços finais de drenagem em uma de suas travessas. Apesar de não estarem totalmente concluídos, os benefícios já são sentidos pela população. “Essa rua do meu prédio era um caos. Já vi motor de carro pifar aqui em época de chuva, além de buracos. Melhorou demais, principalmente a qualidade do asfalto”, aponta a dona de casa Taynah Godoy, 31 anos.

“Aqui vamos beneficiar cerca de 100 mil moradores. Eles vão rodar melhor, ter mais mobilidade, segurança, conforto e menos trânsito”, aposta o administrador. “Moro aqui há 12 anos e posso dizer com convicção que Vicente Pires se tornará uma das melhores cidades para se morar do DF”, acrescenta Daniel.

Ponte da Rua 4

Muito além das ruas, outras obras avançam pela cidade. Entre elas, a da ponte que liga a Rua 4 à Avenida da Misericórdia, no Setor de Chácaras Samambaia. A construção já atingiu 90% de conclusão. A ponte terá 82 metros de extensão e 13,8 metros de largura. O investimento é de R$ 2,3 milhões.

“Quem mora em Vicente Pires e quer ir para a Estrada EPTG dá uma grande volta e pega trânsito. Essa ponte liga a Rua 4 e sai na Avenida da Misericórdia e cai praticamente ali no Taguaparque”, afirma o administrador Daniel de Castro. “É uma economia de tempo e trânsito. A previsão é que ela seja entregue no segundo semestre”, destaca.

Uma estrutura de 40 metros sobre o Córrego Vicente Pires – na via marginal da Estrada Parque Ceilândia (DF-095) – também está sendo levantada, sob a responsabilidade do Departamento de Estradas de Rodagem (DER). Ao custo de R$ 3,1 milhões, a ponte vai beneficiar cerca de 20 mil motoristas que gastarão menos tempo no trânsito e evitarão pistas de grande fluxo de veículos como a via expressa da Estrutural.

Números das obras em Vicente Pires

  • 128 km de drenagem
  • 130 km de pavimentação asfáltica
  • 110 km de calçadas
  • 260 km de meios-fios

Confira o andamento das obras  

  • Rua 7 – Os serviços de drenagem, pavimentação asfáltica, construção de meios-fios e instalação de bocas de lobo foram concluídos na via. Falta apenas a execução de calçadas. A rua mede 1,8 km.
  • Rua 8 – Seguem as obras de tunnel liner na rua, para dar funcionalidade ao sistema de captação de águas pluviais. O túnel tem 1,5 km de extensão. Operários trabalham no local. Rua está parcialmente liberada.
  • Rua 12 – Reforma dos 3,2 km da via em andamento. Cerca de 2 km já estão concluídos com drenagem, asfalto, meios-fios e calçadas. Os serviços em um trecho de 500 metros, ainda não-finalizados, foram retomados semana passada. A drenagem já foi concluída. No momento, máquinas e operários trabalham na retirada do lixo. A próxima etapa é a instalação dos ramais de drenagem em frente aos condomínios, para em seguida iniciar o restante da reforma. Está em andamento processo licitatório para execução do trecho situado entre a Chácara 140 e a Rua 10 B.
  • Rua 4 – Sistema de drenagem, pavimentação, calçadas e meios-fios concluídos. No momento, operários trabalham em um trecho de 500 metros, onde está sendo refeito o sistema de drenagem com a instalação de dois pontos de visita (acesso no asfalto para verificação da rede pluvial). As adjacentes 4A, 4B, 4C e 4D foram todas recuperadas. Esta intervenção está sendo executada no método tunnel liner.
  • Fonte: Agência Brasília

DF recebe 5,8 mil doses da vacina Pfizer/BioNTech

Imunizante já está armazenado na Rede de Frio Central e será distribuído para os pontos de vacinação nos próximos dias

As equipes de vacinação foram capacitadas para manusear e preparar o imunobiológico | Foto: Breno Esaki/Agência Saúde

O Distrito Federal já tem um terceiro tipo de imunizante para a população: a vacina da farmacêutica norte-americana Pfizer, produzida em parceria com o laboratório alemão BioNTech. Foram recebidas, na Rede de Frio Central, na noite desta terça-feira (3), 5.850 doses produzidas na Bélgica, que foram conferidas e armazenadas em ultracongelador a uma temperatura de -75°C.

“Mantemos as vacinas armazenadas, conforme recomendação técnica do fabricante, para que elas cheguem aos pontos de vacinação aptas para uso dentro do período indicado”, explica a chefe da Rede de Frio Central, Tereza Luiza.

Para aplicação do imunizante, as equipes que atuam diretamente na vacinação foram capacitadas para manusear e preparar o imunobiológico. Diferentemente das demais vacinas aplicadas no Brasil, as da Pfizer/BioNTech possuem características distintas muito além de sua conservação sob baixíssimas temperaturas. Os frascos contém um pó liofilizado congelado que precisa ser diluído em uma solução líquida. Esse processo será feito diretamente nos pontos de vacinação que irão receber essas vacinas.

Os frascos contêm um pó liofilizado congelado que precisa ser diluído em uma solução líquida. Esse processo será feito diretamente nos pontos de vacinação que irão receber essas vacinas

Após a diluição, os imunobiológicos devem ser utilizados por um período de no máximo 6 horas em temperatura de 2°C a 8°C.

Outra característica está em cada dose a ser aplicada. Enquanto uma dose das vacinas CoronaVac e AstraZeneca possui 0,5 ml, as da Pfizer/BionTech têm 0,3 ml. Para aspirar as doses, 22 mil seringas específicas foram enviadas pelo Ministério da Saúde. Habitualmente, usa-se o material com capacidade de 3 ml e, para essa vacina, a seringa tem 1 ml e é bem mais fina.

O frasco da vacina possui seis doses. Da CoronaVac são 10 doses e da AstraZeneca/Fiocruz são 5 doses.

Intervalo entre as doses

De acordo com os estudos da Câmara Técnica Assessora em Imunização e Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, para a vacina Pfizer/BionTech, recomenda-se o prazo de aplicação entre as doses de 12 semanas, semelhante ao imunizante de Oxford. Essa recomendação está prevista no 15ª informe técnico do MS.

As vacinas serão distribuídas nos próximos dias para os pontos de vacinação.

*Com informações da Secretaria de Saúde

Fonte: Agência Brasília

GREVE “FURA FILA”: Rodoviários cruzam os braços para exigir vacinas contra Covid

Por Toni Duarte

As vidas dos rodoviários não podem ser mais importantes que as vidas dos grupos prioritários ou de qualquer outra categoria que precisam da imunização. Nesta guerra todos são iguais perante o vírus

Mais de 700 mil pessoas deixaram de usar o transporte coletivo do Distrito Federal nesta segunda-feira(03).

Motoristas e cobradores cruzaram os braços  para exigir vacinação contra a Covid-19.

O Sindicato dos Rodoviários do DF (Sinttrater), anunciou que o serviço será interrompido por 24 horas.

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) considerou a greve “ilegal e abusiva” e determinou multa de R$ 1 milhão.

No entanto, a Justiça do Trabalho manteve a greve com 60% dos ônibus rodando o que também não foi atendido pelo sindicato.

Um tapa na cara do desembargador que não anda de ônibus e cuja decisão foi desobedecida.

Com a greve do Metrô-DF, que segue parado pelo seu décimo quinto dia, a população do DF, usuária  dos transportes coletivos, amanheceu sem ônibus.

Os rodoviários paralisaram 100% do serviço. Eles pressionam a Secretaria de Saúde para destinar vacina contra covid à categoria.

A situação fica complicada se cada categoria resolver fazer greve para reivindicar a vacina.

Um levantamento, junto as secretarias de Saúde de todo país, aponta que 31.812.086 pessoas tomaram a primeira dose e 15.822.973 a segunda, num total de mais de 47,6 milhões de doses aplicadas até ontem (domingo).

O número representa 15,02% da população brasileira com mais de 211 milhões de pessoas.

O DF, chega a 456,5 mil vacinados com 1ª dose contra Covid; total representa apenas 15% da população composta por mais de 3 milhões de habitantes.

O Brasil ainda não imunizou totalmente todos os grupos de idosos por falta de vacinas.

Sobre a reivindicação dos rodoviários, a Secretaria de Saúde afirma que “a pasta seguirá trabalhando para que os grupos de maior risco e os setores estratégicos da sociedade sejam imunizados”.

No entanto, a pasta informa que a vacinação de toda a população do DF, depende da produção e do envio de novas doses de vacinas.

Em resumo: Fazer  greve para exigir vacina contra covid, é querer furar a fila formada por centenas de pessoas que estão a frente, inclusive os portadores de comorbidades.

Fonte: Radar DF

BBB 21: Como Juliette pode ganhar dinheiro com o Instagram?

Juliette

A advogada e maquiadora Juliette Freire, 31, é um dos destaques da atual edição do Big Brother Brasil, reality show da Globo. Ela era uma anônima antes do início do programa, em 25 de janeiro. Hoje, apenas na conta pessoal no Instagram, tem 22 milhões de seguidores. Além disso, também tem uma conta profissional com 1,1 milhão de seguidores.

Mesmo que não seja campeã do BBB, Juliette terá, caso queira, um caminho para faturar nas redes sociais. Além de publiposts (notas patrocinadas por empresas), a maquiadora pode vender stories e fazer lives patrocinadas na rede.

Ela pode fazer até mesmo campanhas de TV cruzadas com estratégias digitais. Tudo vai depender da estratégia que as marcas que a contratarem vão querer seguir.
Thays Almendra, CEO da Digital Social

Segundo Felipe Oliva, fundador e CEO da agência de marketing de influência Squid, com o Instagram, Juliette pode fazer mais do que posts.

Ela vai poder fazer outras coisas. Criar produtos, linhas com empresas de cosméticos, por exemplo. Imagine uma linha de esmaltes, de coisas de cabelo. Com certeza as marcas vão cair babando.
Felipe Oliva

Quanto vale o show?

Profissionais consultados pelo UOL afirmam que não existe uma tabela de preços de serviços de influenciadores digitais. Mas é possível ter uma ideia.

Hoje o mercado o julga muito pelo número de seguidores que você tem.
Damaris Lago, CEO da AtitudeCom/Breezy, agência de PR e marketing de influência

Ela explica que, até 100 mil seguidores, o influenciador pode cobrar em torno de R$ 2.500 por um post ou stories, no Instagram, ou mesmo por um vídeo no YouTube.

Até 500 mil seguidores, é possível cobrar de R$ 5.000 a R$ 6 mil. De 900 mil até 1 milhão de seguidores, o valor sobe para R$ 15 mil. “As celebridades com 10 milhões de seguidores vão cobrar até R$ 100 mil”, afirma Damaris.

R$ 1 milhão por 10 posts?

Se essa conta funcionasse sempre, Juliette poderia ganhar R$ 1 milhão com apenas 10 posts patrocinados (cada um por R$ 100 mil). Isso já são dois terços do prêmio de R$ 1,5 milhão do BBB.

Mas, segundo Oliva, a conta não é tão simples assim, e número de seguidores nem sempre é decisivo.

É a lei de oferta e demanda. Varia muito. Se a Juliette tiver 10 empresas a procurando, naturalmente o ativo fica mais caro. Na saída do BBB, o passe dela deve ser muito alto e talvez nem todos joguem esse jogo. Daqui a 6 meses talvez esteja num outro nível, mesmo com o número de seguidores grande e aumentando.
Felipe Oliva

Para Thays Almendra, cada influenciador tem sua precificação.

Normalmente, o que eu indico a um influenciador ou artista é que ele entenda seus gastos fixos para fazer determinado conteúdo, o seu alcance e engajamento; além dos gastos que ele teve para conquistar tudo isso.
Thays Almendra

Poder dos números

Para se ter uma ideia do poder de Juliette nas redes, basta comparar o perfil da advogada com os de colegas de confinamento.

O cantor Fiuk tem 3,5 milhões de seguidores no Instagram. Rodolffo, cantor sertanejo que faz dupla com Israel e que foi eliminado do programa em 7 de janeiro, contabiliza 7,8 milhões na mesma rede.

Juliette vai sair com inúmeras oportunidades incríveis. Obviamente ela vai ter de escolher as marcas, mas o mais importante é que ela não perca o que a fez chegar até ali. A forma como os adms cuidaram da rede foi divertida, humanizada. Quando ela sair, vai ter de encontrar uma marca que se insira nesse contexto. O problema de fazer algo remunerado é perder essa essência.

Fonte: UOL

De olho na eleição de 2022, Bolsonaro e Lula buscam apoio de Sarney

Além de papel central na CPI da Pandemia, MDB, partido do ex-presidente maranhense, tem a maior bancada no Senado

 (Miguel Schincariol/Evaristo Sá/Getty Images)

Na véspera do início da fase de depoimentos na CPI da Covid e em meio a articulações de olho nas eleições de 2022, o ex-presidente José Sarney (MDB) passou a ser procurado na condição de interlocutor de alto nível pelo governo e pelo PT, maior partido de oposição. Além do papel central na CPI, o que preocupa o Planalto, o MDB tem a maior bancada do Senado.

Na terça-feira passada, o presidente Jair Bolsonaro esteve com Sarney em Brasília, no mais importante gesto de aproximação com o MDB, partido do relator da CPI, o senador Renan Calheiros (AL). O Palácio do Planalto está em alerta com a atuação de Renan, que mandou duros recados ao governo em seu primeiro pronunciamento após ser nomeado relator na comissão.

Como revelou o colunista do GLOBO Ancelmo Gois, Bolsonaro prestou continência para Sarney na entrada e na saída da reunião na semana passada. Durante a conversa, o presidente não mencionou o nome de Renan Calheiros, mas se queixou das dificuldades que enfrenta na Presidência da República.

Poucos dias depois desse encontro, Renan afirmou a aliados ter desistido da ideia de pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) acesso aos inquéritos das fake news e dos atos antidemocráticos. A notícia foi recebida com alívio pelo grupo criado no Planalto para monitorar o avanço da CPI.

Apesar de ter conversado com Renan Filho, governador de Alagoas e filho do relator, Bolsonaro ainda não procurou o próprio relator. Ao GLOBO, porém, Renan afirmou que prefere conversar com interlocutores do presidente a falar diretamente com Bolsonaro.

— Não procurou. Da mesma forma que eu não devo conversar com o Lula agora, entendo que não devo conversar com o Bolsonaro. Mas conversarei com interlocutores dos dois lados, à exceção do Onyx, que é pouco verdadeiro — afirmou Renan.

O ministro Onyx Lorenzoni (Secretaria-Geral) tem disputado espaço, na última semana, com Luiz Eduardo Ramos (Casa Civil) e Flávia Arruda (Secretaria de Governo) na articulação política de Bolsonaro. Com a bola dividida, a impressão de membros da comissão ouvidos pelo GLOBO é que o governo perde capacidade de articulação. Questionado sobre se foi procurado por Ramos ou Flávia, Renan disse que ainda não, mas que “o jogo está apenas começando”.

— E em política nada é irreversível. Só que a CPI não fará investigação política, mas técnica e buscando a verdade sempre — completou o senador.

Em entrevista à GloboNews na noite de ontem, o líder do MDB no Senado e integrante da CPI Eduardo Braga (AM) afirmou que o encontro de Bolsonaro com Sarney significou “abrir negociação de alto nível” com o partido, mas não deve comprometer os trabalhos da CPI.

— Abrir uma negociação de alto nível com o MDB não tem nada demais. O que não podemos é perder a isenção — afirmou.

PT em busca do centro

Para o PT, a busca pelo ex-presidente José Sarney vem no contexto de uma sinalização ao centro. Em viagem a Brasília nesta semana, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende se encontrar com Sarney. Pessoas próximas ao maranhense dizem que o convite não foi formalizado, mas frisam que Lula e Sarney mantêm boa relação e costumam se encontrar.

Lula dá como certo o apoio de Renan Calheiros e Renan Filho nas eleições de 2022. Entretanto, Renan e Sarney, assim como diversos caciques do MDB, apoiaram o impeachment da presidente Dilma Rousseff em 2016, mas em seguida retomaram a relação com Lula. Enquanto esteve no poder, o petista desenvolveu uma relação de amizade com Sarney.

Em entrevista ao GLOBO, a presidente do partido, Gleisi Hoffmann (PR), ressaltou sua boa relação com alguns quadros emedebistas e disse que não descarta alianças nacionais com siglas fora do campo da esquerda.

O MDB se declara independente em relação a Bolsonaro. O partido abriga os líderes do governo no Senado e no Congresso, Fernando Bezerra (PE) e Eduardo Gomes (TO), assim como políticos mais próximos da oposição, como o próprio Renan Filho e o governador do Pará, Helder Barbalho, com autonomia para alianças regionais.

Na eleição para a presidência do Senado, o MDB se sentiu traído pelo governo. Havia um acordo pelo qual, se o Supremo Tribunal Federal (STF) barrasse a reeleição de Davi Alcolumbre, o candidato apoiado seria do MDB. Bolsonaro preferiu apoiar Rodrigo Pacheco (DEM-MG), atual presidente. A candidata do MDB, Simone Tebet (MS), naufragou.

Na Câmara, Baleia Rossi (SP), presidente do MDB Nacional, tentou se eleger presidente com campanha crítica ao governo federal, o que contrariou Bolsonaro. O líder do governo no Congresso, Eduardo Gomes, chegou a ser cotado para assumir a Secretaria de Governo em março, mas foi preterido por Flávia Arruda, do PL.

A escolha de Renan para a relatoria da CPI foi interpretada como uma retaliação à postura do governo em relação ao MDB nesses episódios.

Da mesma forma que ocorre com o PT, a tentativa de aproximação do governo com o MDB reflete a antecipação da campanha de 2022. Bolsonaro está sendo aconselhado por assessores a ser mais “profissional” do que em 2018, o que envolve melhorar as tratativas com partidos políticos do centro.

Fonte: Exame

Caixa libera mais um saque do auxílio; veja se tem direito a até R$ 375

Saque do auxílio emergencial

A Caixa Econômica Federal libera nesta segunda-feira (3) o saque da primeira parcela do auxílio emergencial para trabalhadores nascidos em fevereiro. O dinheiro já foi pago em 9 de abril, mas até hoje só podia ser usado para compras, pagamentos e transferências, por meio de conta digital no aplicativo Caixa Tem. Os valores variam de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família.

O pagamento das quatro parcelas é feito de acordo com o mês de nascimento dos beneficiários. Ao longo de maio, o governo depositará a segunda parcela do auxílio para trabalhadores e beneficiários do Bolsa Família.

Para quem é do Bolsa Família, o calendário segue o último dígito do NIS. O auxílio emergencial não é cumulativo. Dentre o programa social e o auxílio, o beneficiário só recebe o de valor maior.

Veja o calendário completo abaixo:https://flo.uri.sh/story/814397/embed?auto=1

Auxílio com valor menor e para menos pessoas

O auxílio emergencial 2021 está mais restrito que o do ano passado. Será pago em quatro parcelas, com valores de R$ 150, R$ 250 ou R$ 375, dependendo da família, limitado a um benefício por família.

Serão beneficiadas 45,6 milhões de pessoas, 22,6 milhões a menos do que no auxílio emergencial de R$ 600, pago em meados do ano passado (68,2 milhões de pessoas).

Só vai receber o novo auxílio quem já recebeu no ano passado e, portanto, já está inscrito nos cadastros públicos usados para a análise dos pedidos. Quem não faz parte dos cadastros não receberá o benefício, visto que não haverá novos pedidos.

Quem poderá receber?

É preciso atender uma série de critérios para receber o novo auxílio:

  • ter recebido o auxílio emergencial em 2020
  • ser trabalhador informal ou beneficiário do Bolsa Família
  • ter renda familiar mensal de até três salários mínimos (R$ 3.300)
  • ter renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo (R$ 550)

Como saber se vou receber?

O governo disponibilizou três canais para consultar se terá direito:

Qual será o valor do auxílio?

Dependerá da condição de cada benefício:

  • Para quem mora sozinho: R$ 150
  • Famílias com mais de uma pessoa e que não são chefiadas por mulheres: R$ 250
  • Famílias chefiadas por mulheres: R$ 375

Fonte: UOL

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