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Conectado ao Poder com Carlos Dalvan

O Conectado ao Poder, na TV União Brasília – canal 11.1, desta sexta-feira (02/10), entrevistou o administrador do Recanto das Emas, Carlos Dalvan.

Assista a entrevista na íntegra.

O dilema nas eleições: crise política e desinformação

Proliferação de notícias falsas, derrubadas de contas, viralização de conteúdos por robôs. Dinâmicas associadas às plataformas digitais ocupam lugar de destaque no noticiário e nas discussões públicas. Apesar disso, às vésperas das eleições, nos vemos novamente diante da ameaça de ter o pleito marcado pela dinâmica da boataria online e criminalização da divergência e do debate público.

Nenhuma das medidas adotadas até aqui, seja pelo Congresso Nacional, pelo Supremo Tribunal Federal (STF) ou pelas plataformas digitais está isenta de críticas. E mais: nenhuma delas parece de fato conseguir enfrentar o problema.

Isso se dá por sua complexidade, mas também porque falta uma correta associação entre o fenômeno da desinformação, as mutações sociais mais amplas e, particularmente, as características dos modelos de negócios das plataformas digitais. Sem considerar essas articulações, faremos discussões e medidas cosméticas ou seguiremos buscando bala de prata para pôr fim ao problema que, concretamente, consiste em uma das ameaças centrais às democracias contemporâneas.

A questão é a desinformação

O que temos diante de nós não é apenas a circulação de conteúdos mentirosos, como o termo “fake news” pode levar a crer. Também não se trata de um contexto em que se confere menor relevância ou em que se contesta o sentido unívoco de verdade, como pode ser depreendido da ideia de “pós-verdade”.

Trata-se de uma estratégia deliberada de provocar crise comunicacional para, com isso, disputar o sentido da história, a fim de obter ganhos políticos e econômicos. É por isso que opto por tratar a questão a partir do conceito de desinformação.

Como em outros momentos, a proliferação desse tipo de conteúdo e a aceitação dele se dão em um momento de profunda crise.

Crise de um sistema que não consegue mais produzir arranjos capazes de aplacar suas contradições e garantir legitimidade, o que abre margem para disputas sobre explicações e saídas para questões como o aquecimento global, o recrudescimento da violência ou mesmo sobre a pandemia do coronavírus.

Crise de valores em um mundo onde o outro é apresentado como concorrente, o que ajuda a explicar ataques a políticas públicas que atendem reivindicações de determinados grupos sociais, como mulheres, LGBTQI+ e população negra.

Crise do sistema político, incapaz de efetivamente se representar e superar críticas – muitas vezes justas, mas também apresentadas de forma oportunista – quanto à corrupção em seu interior. Não à toa muitos dos conteúdos desinformativos reforçam a antipolítica, se voltam contra instituições típicas dos regimes democráticos, como o Congresso no Brasil, e anunciam uma ordem de coisas baseada na destruição do espaço público.

Crise da própria instituição midiática, distante da realidade, fechada à participação, denunciada por seus próprios esquemas de manipulação.

A desinformação na era da internet

Essas questões encontram-se com a transformação das formas de comunicação na sociedade. A internet, que um dia foi vista como potencial espaço para alargar a democracia, multiplicar as vozes no debate público e garantir mais transparência, seguiu o caminho dos meios que a antecederam e se tornou também monopolizada, opaca, servil à dinâmica de constante busca pelo lucro.

As plataformas digitais, como Google e Facebook, empresas que constam no topo do ranking das marcas mais valiosas do mundo, desenvolveram modelos de negócios baseados na disputa pela atenção, como forma de obter dados que são utilizados para a construção de perfis de consumo e para o direcionamento mais efetivo de mensagens, seja de publicidade ou de discursos políticos.

Pagando as plataformas, as mensagens podem, por meio de procedimentos algorítmicos invisíveis para os usuários, ser enviadas não mais apenas para públicos genéricos, mas para indivíduos. A campanha de Donald Trump, por exemplo, produzia entre 50 e 60 mil anúncios por dia, mudando idioma, palavras, cores, os quais eram enviados para públicos mapeados a partir do que eles e seus contatos publicavam nas redes.

Esse processo constante vai definindo aquilo que é apresentado ao público – e o que não é. A organização das informações do mundo, como o Google costuma apresenta como seu objetivo, é feita de forma unilateral, opaca e guiada por interesses econômicos. O YouTube, pertencente ao Google, é exemplo dessa lógica. Nas últimas eleições no Brasil, a recomendação de conteúdos extremistas, em geral pagos por agentes que se beneficiam deles e interessantes para a plataforma porque mantinham os usuários conectados, fez com que cinco dos dez canais que mais cresceram fossem dedicados a promover Bolsonaro e extremistas de direita, conforme denunciou o The Intercept Brasil.

Como resultado dessa lógica de recomendação para conformação de públicos tão específicos, temos o reforço, quiçá a criação de determinados padrões de comportamentos. O resultado conhecido disso é que bolhas são formadas, mas significa, no fundo, que as possibilidades de diversidade do conhecimento público e do diálogo político são reduzidas.

A luta política sempre foi também uma luta por informação. As chamadas fake news são expressões dessa disputa, que se dá sem que haja regulamentação, transparência sobre formas de funcionamento ou controle social. Chegamos a um estágio em que países como Estados Unidos e Brasil são liderados por grupos que se valem da crise, do sentimento antipolítica e da utilização de toda essa nova estrutura de mediação social para disputar a população.

Ou enfrentamos esses fatores de conjunto ou continuaremos a enxugar gelo.

Por Helena Martins
Fonte: Observatório das Eleições – UOL

Outubro Rosa traz consultórios itinerantes

Secretaria da Mulher oferece orientações em ônibus adaptados para consultas ao público feminino

Duas unidades móveis vão percorrer, até o dia 17 deste mês, diversas UPAs e os hospitais de Base e de Samambaia | Foto: Divulgação/SM

Na campanha Outubro Rosa, ações sobre a importância do diagnóstico precoce e da prevenção do câncer de mama ganham reforço da Secretaria da Mulher (SM), em parceria com o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) e a Rede Feminina de Combate ao Câncer. Além do agendamento de consultas e dos exames de mamografia realizados em seis unidades de pronto atendimento (UPAs), no Hospital de Base (HB) e no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), haverá atendimento em duas unidades móveis disponibilizadas pela SM para as ações itinerantes.

Transformados em consultórios, esses ônibus estarão nos hospitais de Base e de Santa Maria e nas UPAs de Ceilândia, Samambaia, Recanto das Emas, São Sebastião, Sobradinho e Núcleo Bandeirante. O público-alvo são mulheres entre 50 e 69 anos de idade, conforme orientação do Ministério da Saúde.

“Essa é uma excelente oportunidade para não só falar do câncer de mama, mas também para esclarecer às mulheres todos os seus direitos”Ericka Filippelli, secretária da Mulher

“Neste mês, vamos levar nossa unidade móvel para várias cidades do DF, porque nós, como Secretaria da Mulher, entendemos que essa é uma excelente oportunidade para não só falar do câncer de mama, mas também para esclarecer às mulheres todos os seus direitos, apresentar nossos programas de acesso à autonomia econômica”, ressalta a secretária da Mulher, Ericka Filippelli. “Queremos dizer a elas que existe um horizonte, um futuro. Existem abraços e acolhimento”.

Nas unidades móveis, enfermeiros do Iges-DF vão orientar as mulheres a fazerem o autoexame das mamas e também a procurarem ajuda médica em caso de suspeita de um câncer. Caso haja indicação, poderão encaminhá-las a exames de mamografia. Uma equipe da SM estará disponível nos ônibus para prestar acolhimento psicossocial, além de oferecer informações sobre a promoção de saúde mental e física, incluindo o combate à violência doméstica de gênero.

“A política de promoção da mulher da Secretaria tem como uma das prioridades a área da saúde feminina, que é um direito”, pontua a subsecretária substituta de promoção da mulher, Fernanda Falcomer. “Nesse sentido, nossa equipe levará a abordagem da perspectiva dos direitos, da prevenção da violência contra a mulher e sobre empreendedorismo e geração de renda. As mulheres serão orientadas sobre os tipos de violência e como buscar ajuda nos serviços oferecidos pela secretaria.”

Abaixo, confira os locais onde estarão as unidades móveis da Secretaria da Mulher. O atendimento será sempre das 8h às 17h.

  • Sexta-feira (2): Hospital de Base (Unidade 1).
  • Sábado (3): Hospital de Base (Unidade 1) e Hospital de Santa Maria (Unidade 2).
  • Segunda-feira (5): UPA Ceilândia (Unidade 1) e UPA Samambaia (Unidade 2).
  • Terça-feira (6): UPA Recanto das Emas (Unidade 1) e UPA Núcleo Bandeirante (Unidade 2).
  • Quarta-feira (7): UPA São Sebastião (Unidade 1) e UPA Samambaia (Unidade 2).
  • Quinta-feira (8): UPA Sobradinho (Unidade 1) e UPA Ceilândia (Unidade 2).
  • Sexta-feira (9): UPA São Sebastião (Unidade 1) e UPA Sobradinho (Unidade 2).
  • Sábado (10): Hospital de Base (Unidade 1) e Hospital de Santa Maria (Unidade 2).
  • Segunda-feira (12): UPA Samambaia (Unidade 1) e UPA São Sebastião (Unidade 2).
  • Terça-feira (13): UPA Ceilândia (Unidade 1) e UPA Núcleo Bandeirante (Unidade 2).
  • Quarta-feira (14): UPA Recanto das Emas (Unidade 1) e UPA Sobradinho (Unidade 2).
  • Quinta-feira (15): UPA Samambaia (Unidade 1) e UPA São Sebastião (Unidade 2).
  • Sexta-feira (16): UPA Ceilândia (Unidade 1) e UPA Núcleo Bandeirante (Unidade 2).
  • Sábado (17): Hospital de Base (Unidade 1) e Hospital de Santa Maria (Unidade 2).

Fonte: Agência Brasília

Governador Ronaldo Caiado sanciona lei que aumenta para 10% a reserva de vagas de estágio na administração estadual para pessoas com deficiência

Novo percentual deve ser cumprido em órgãos da Administração Pública estadual direta e indireta

Foi publicada nesta quinta-feira (1º/10), no Diário Oficial do Estado de Goiás, a lei que aumenta de 5% para 10% o percentual de reserva de vagas de estágio para pessoas portadoras de deficiência na administração pública estadual. A autoria da lei é do deputado estadual Lissauer Vieira, presidente da Assembleia Legislativa.

Pela nova lei, ficam reservadas 10% (dez por cento) das vagas de estágio nos órgãos e entidades da Administração Pública estadual direta e indireta ao estudante estagiário com deficiência, observando o tipo de deficiência e as respectivas atribuições a serem exercidas.

Outra alteração trazida no documento é a mudança do termo “Portador de deficiência” para “com deficiência”.

O objetivo do Governo de Goiás é garantir a inserção de pessoas com deficiência no mercado de trabalho já durante o ensino médio ou curso superior. Isto porque muitas destas pessoas, apesar das dificuldades relativas à deficiência, têm capacidade laboral, e não só podem como também desejam trabalhar.

A lei anterior, de nº 16.248, que garantia a reserva de vagas de estágio para pessoas com deficiência, era de 8 de maio de 2008, de autoria do deputado Alcides Rodrigues Filho.

Fonte: Secretaria da Casa Civil – Governo de Goiás

Fiscalização do licenciamento 2020 para veículos com placa final 1 e 2 começa dia 1º de outubro

Órgãos de fiscalização do DF vão aceitar porte do CRLV 2019, desde que o veículo esteja com licenciamento de 2020 em dia

A partir desta quinta-feira (1º), a fiscalização de trânsito do Distrito Federal começa a exigir o licenciamento 2020 dos veículos de placa final 1 e 2. O prazo de renovação do licenciamento destes veículos venceu no dia 30 de setembro, conforme previsto na Instrução nº 643, de 1º de setembro de 2020, do Departamento de Trânsito do Distrito Federal.

Os prazos de renovação do licenciamento anual dos veículos registrados no DF vão de setembro a dezembro de 2020 e seguem cronograma de acordo com o final da placa. Para os veículos de placas com algarismos finais 3, 4 e 5 o prazo é até outubro; até novembro para veículos de placas terminadas em 6, 7 e 8; e até dezembro para os finais 9 e 0. Para fins de fiscalização, o licenciamento anual referente ao exercício de 2020 será exigido a partir do 1º dia do mês subsequente ao prazo estabelecido no calendário de licenciamento.

Até o momento, 720.437 veículos renovaram o licenciamento anual referente a 2020, o que corresponde a 38,5% da frota registrada no DF (1.873.203). Há 384.080 registrados com placas terminadas em 1 e 2 e 155.100 deles estão licenciados até agora (40,4%).

Para obter o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV), é necessário quitar todos os débitos relativos ao IPVA, junto à Secretaria de Economia; a taxa de licenciamento anual, recolhida pelo Detran; o seguro obrigatório (DPVAT), administrado pela Seguradora Líder; e eventuais multas de trânsito vencidas.

Fiscalização

De acordo com o artigo 230 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), é infração gravíssima conduzir veículo não licenciado, penalizada com multa de R$ 293,47, sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e recolhimento do veículo ao depósito.

De acordo com o artigo 133 do CTB, o CRLV é documento de porte obrigatório, sendo aceito tanto na versão impressa quanto na versão eletrônica (CRLVe) – que pode ser obtido pelo aplicativo Carteira Digital de Trânsito ou pelo Detran Digital (portal.detran.df.gov.br). Conduzir veículo sem os documentos de porte obrigatório é infração leve, prevista no artigo 232 do CTB, penalizada com multa de R$ 88,38 e 3 pontos na CNH.

Entendendo o momento de pandemia e a migração do serviço de emissão do CRLVe para o aplicativo Detran Digital e o novo Portal de Serviços, os órgãos de fiscalização de trânsito do Distrito Federal estão autorizados a aceitar o CRLV 2019, desde que o veículo esteja com o licenciamento de 2020 em dia. No caso do condutor estar com todos os débitos quitados, mas não portar pelo menos o CRLV 2019, o agente poderá dispensar o porte se, no momento da fiscalização, for possível ter acesso ao devido sistema informatizado para verificar se o veículo está licenciado, conforme prevê o parágrafo único do artigo 133 do CTB.

Por Zélia Ferreira
Fonte: Detran DF

Valparaíso realizará testagem em massa no próximo sábado (3)

Escola Municipal CAIC receberá a 5ª edição do Atendimento Especial para Covid-19

No sábado (03/10), acontecerá a 5ª edição de Atendimento Especial para Covid-19, em Valparaíso de Goiás, no Entorno do Distrito Federal.  A ação vai de 8h às 17h, na Escola Municipal CAIC (Jardim Céu Azul). Poderão passar pela triagem pacientes com sintomas gripais, de acordo com a avaliação e diagnóstico médico.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), as senhas para atendimento e realização dos testes rápidos para detecção do Coronavírus, serão distribuídas até às 16h. Os participantes deverão utilizar máscaras para assegurar o bem-estar e segurança de todos no ambiente.

Exemplo no combate à pandemia

Nas primeiras edições da triagem respiratória, o município goiano registrou 3.645 atendimentos. Com dois eventos promovidos no Céu Azul, um no Parque Marajó e outro no Valparaizo I (Etapa C).

Até o momento, a cidade que é referência no combate e prevenção à Covid-19, contabilizou 5.516 casos confirmados e 5.166 casos de pacientes curados da doença. O índice de recuperação é um dos maiores do estado de Goiás. Ao todo, 108 mortes causadas pelo Coronavírus estão confirmadas em Valparaíso.

Serviço:

Ação: Especial para Covid-19 (Gratuito)
Endereço: CAIC – Céu Azul
Horário de Atendimento: 8h às 17h
Realização: Prefeitura Municipal de Valparaíso de Goiás

Deputado diz que CLDF produziu mais na pandemia

Da redação

Fernando Fernandes acredita que os trabalhos renderam 50% mais

Para Fernando Fernandes (Pros), o home office proporcionado pelo período de pandemia foi de muita produtividade para a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). Na opinião do distrital, o trabalho foi 50% maior em comparação aos encontros presenciais.

“A produção foi maior principalmente em relação aos projetos voltados para o combate e à prevenção a pandemia”, destaca o delegado licenciado.

Em entrevista ao Programa Conectado ao Poder, da TV União, Fernandes disse se a favor da metodologia seguir após a pandemia. “Seriam sessões mistas. O deputado participar de onde estiver. O parlamentar faz as votações e depois faz outra atividade”, defende.

Ele projetou que, no governo federal, houve economia de cerca de R$ 200 milhões com o sistema de teletrabalho. “Imaginem que esse dinheiro poupado vai ser empregado em outros projetos”, finaliza.

Várias pontes vão cortar Vicente Pires

Da redação

Administrador regional traça planejamento para desafogar o trânsito nas vias do DF

Em entrevista ao Programa Conectado ao Poder, da TV União, o administrador regional de Vicente Pires, Daniel de Castro prometeu uma séria de melhorias no trânsito da região.

De acordo com ele, várias pontes vão cruzar a cidade. “Uma delas vai ser na Rua 1 até a 3B. Ela vai passar pelo meio de Vicente Pires e sair no Jóquei. No fluxo contrário, vai servir para que vem da Estrutural e pretende acessar Águas Claras e Taguatinga”, explica.

Outra estrutura está prevista para a Rua 4 até a Colônia Agrícola Samambaia. “Essa vai estar liberada até o ano que vem”, promete. Há projeto também para a construção de outra via a partir da Rua 7 da Colônia Agrícola até o Pistão Norte.

Um túnel também vai passar por baixo da Estrutural e cair dentro da Rua 5. Por fim, na entrada da Rua 4A vai ter um grande painel com a mensagem “Bem-vindo a Vicente Pires”.

Conectado ao Poder com Rairon Murada e Marc Arnoldi

O Conectado ao Poder, na TV União Brasília – canal 11.1, desta quinta-feira (01/10) entrevistou o cientista político Rairon Murada e o jornalista Marc Arnoldi.

Assista a entrevista na íntegra.

Hermeto propõe saída para pichações em áreas públicas

Deputado citou programa que valorizou o grafite na região da Candangolândia e no Núcleo Bandeirante e teria eliminado as pichações

Demonstrando indignação diante do quadro de pichações na zona central da cidade, o deputado Hermeto (MDB) sugeriu a implantação de programa que coíba a prática.

“O governo tem feito a sua parte e os vândalos vão nos locais e picham tudo”, afirmou, destacando a conclusão dos trabalhos na região da Galeria dos Estados, que foi reconstruída, situada sob a parte do viaduto do Eixão que caiu. O parlamentar referiu-se a programa que valorizou o grafite na região da Candangolândia e no Núcleo Bandeirante, cujo bom resultado teria eliminado as pichações.

Fonte: Núcleo de Jornalismo – Câmara Legislativa

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