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Outubro tem o menor número de homicídios dos últimos 21 anos

Estratégias da Secretaria de Segurança atuam na redução dos índices criminais. Foram 36 dos chamados Crimes Letais e Intencionais no período

Balanço divulgado pela Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP/DF) mostra que os Crimes Letais e Intencionais (CVLI) – que agrupam homicídio, latrocínio e lesão corporal seguida de morte – registrados em outubro correspondem ao menor número de vítimas no mesmo mês em 21 anos.

Em relação a outubro do ano passado, quando 42 pessoas foram vítimas desses crimes, a redução chega a 14,3%. No último mês, 36 pessoas perderam a vida. O acumulado desses tipos de crime nos dez meses deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado, também revela queda, desta vez de 7%, o que corresponde a 26 vidas preservadas.

“Sabíamos que o desafio neste ano seria grande, pois fechamos 2019 com o maior número de vidas foram poupadas nos últimos 35 anos. Desta forma, traçamos estratégias para que conseguíssemos continuar com a redução mensal dos índices criminais. Com a pandemia, tivemos que adaptar nossas ações para conseguir atingir a meta”, avalia o secretário de Segurança Pública, delegado Anderson Torres. “Iniciamos operações, investimos em videomonitoramento e, com apoio incansável e determinante das forças de segurança, estamos fechando mais um mês com reduções expressivas. Só posso agradecer o empenho de todos envolvidos”, diz.

Sabíamos que o desafio neste ano seria grande, pois fechamos 2019 com o maior número de vidas foram poupadas nos últimos 35 anos. Desta forma, traçamos estratégias para que conseguíssemos continuar com a redução mensal dos índices criminais. Com a pandemia, tivemos que adaptar nossas ações para conseguir atingir a metaAnderson Torres, secretário de Segurança Pública

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, os números foram alcançados devido a ações coordenadas em conjunto com as forças de segurança, investimento em tecnologia e uso de inteligência policial, o que, diz a pasta, tem sido primordial para a redução dos índices criminais no Distrito Federal.

O estudo aponta também que não houve nenhum feminicídio na capital federal em outubro, sendo o terceiro mês deste ano a não registrar essa tipificação criminal, que também não ocorreu em fevereiro e maio. No acumulado dos dez meses deste ano houve redução de 51,8% nos feminicídios em relação ao mesmo período do ano passado, de 27 para 13 casos este ano.

O aumento do crime de gênero era uma preocupação da Segurança Pública no início da pandemia, como afirma Anderson Torres. “Por conta disso concentramos esforços para a divulgação de nossas campanhas de incentivo às denúncias, como a #MetaAColher, e dos canais de atendimento. O DF se manteve na contramão da média nacional, que registrou aumento dos feminicídios”, explica.

Crimes contra o patrimônio

Os Crimes Contra o Patrimônio (CCPs) acompanhados prioritariamente pela SSP/DF – roubos a pedestre, veículos, transporte coletivo, comércio, residência e furto em veículo – tiveram redução de 48,3%, em outubro deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado. Isso representa quase dois mil roubos e furtos a menos no DF. No acumulado dos dez meses deste ano a redução dos crimes chegou a 31,9%.

O maior decréscimo apresentado em setembro deste ano, em comparação com o mesmo mês de 2019, refere-se ao furto em veículo – que chegou a 53,7%. Na sequência aparece roubo de veículo (50,5%), roubo em transporte coletivo (50%), roubo em comércio (47,2%) e roubo a transeunte, com 45,9% de queda. Em outubro deste ano foram registrados 30 roubos em residência a menos que no mesmo mês do ano passado. Em 2020 foram 25 crimes e, no ano passado, 55.

Um dos investimentos que têm contribuído com o trabalho das forças de segurança para a redução criminal é a instalação de câmeras de videomonitoramento. Atualmente há 928 equipamentos fixos e móveis da SSP/DF instalados em regiões administrativas do DF, transmitindo imagens, em tempo real, para o Centro Integrado de Operações de Brasília (CIOB). Em 22 meses, o número de equipamentos instalados aumentou quase 60%. Em janeiro de 2019, o Distrito Federal contava com 584 câmeras.

Para o comandante-geral da PMDF, coronel Julian Pontes, os dados de outubro são muito positivos e seguem a tendência do ano de 2020. “Esses índices refletem um esforço da PMDF em levar segurança, tranquilidade e ordem para a população do DF. Estamos, diuturnamente, aprimorando nossos processos e procedimentos, tanto os internos quanto os operacionais. Nossas ações estão baseadas em três premissas: análise criminal, emprego da inteligência policial e policiamento de proximidade com foco na resolução de problemas. Com orgulho afirmamos que a Polícia Militar é muito mais que segurança”, afirma.

A PCDF intensificou o combate ao tráfico de drogas, o que contribui diretamente para redução dos crimes patrimoniais, como diz o diretor-geral da entidade, Robson Cândido. “Realizamos grandes apreensões – mais de seis toneladas de maconha e seis mil comprimidos de ectasy – gerando impacto nos crimes de roubo, furto e latrocínio. Isso ocorre, pois quando se tem menos drogas em circulação, os usuários estão menos propensos ao crime. Em outra frente, direcionamos boa parte do efetivo na investigação desses crimes. Com essas diretrizes conseguimos entregar resultados expressivos à sociedade”, afirma.

Fonte: Agência Brasília

Recebeu spam de candidato? Veja regras para campanha eleitoral no WhatsApp

Redes sociais, sites de financiamento coletivo e outras plataformas são cada vez mais importantes em candidaturas eleitorais —e o presidente, Jair Bolsonaro, é a prova viva desses novos tempos. Neste ano, quais são os limites para um político, seu partido e seus apoiadores usarem e abusarem do WhatsApp, que em 2018 se mostrou o grande vilão das eleições presidenciais com o excesso de fake news disseminadas?

Desde 2017 uma alteração na lei federal 9.504/1997 e a resolução 23.610 do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) regulam a propaganda na internet. Mas essa será a primeira vez que candidatos a prefeitos e vereadores deverão segui-las à risca. Ela passou a incluir orientações sobre registros de páginas, compartilhamentos, impulsionamentos e até mesmo um tipo de “boca de urna” feita pelas redes sociais.

Fique ligado no que candidatos a prefeito e vereador podem ou não fazer no WhatsApp para atrair os eleitores, e saiba como denunciar irregularidades.

“Santinho” digital só com consentimento

Recebeu propaganda política no WhatsApp sem autorizar o candidato ou partido? Você pode fazer uma reclamação para cancelar os próximos envios. Os candidatos devem manter formas de solicitar o cancelamento e o envio deve cessar em até 48 horas, sob pena de multa de R$ 100 por cada mensagem enviada.

Diogo Rais, advogado membro da Abradep (Academia de Direito Eleitoral e Político) e especialista no tema, lembra que a própria tecnologia permite bloquear spam eleitoral. “Acho esse dispositivo importante, mas creio que ele ainda não foi usado. É mais fácil o eleitor colocar o email no spam, e o WhatsApp também permite o bloqueio de mensagens vindas de um número específico. Não é necessário nem esse prazo de 48 horas para isso”, opina.

A lei permite que envio de mensagens por aplicativos, mas só para os contatos já cadastrados na lista do candidato ou do próprio partido. Eles também são responsáveis pelo envio de mensagens —ou seja, robôs nem pensar. A venda de cadastro de endereços eletrônicos também está proibida. A contratação desse tipo de serviço pode gerar uma multa que varia de R$ 15 mil a R$ 50 mil.

Existem empresas fazendo propaganda e dizendo: ‘olha, disparo um milhão de mensagens para WhatsApp por dia’. Isso é proibido, não se pode contratar uma empresa para esse tipo de envio”Alberto Rollo, professor de direito eleitoral da Universidade Presbiteriana Mackenzie

O WhatsApp afirmou a Tilt que “não tolera o disparo de mensagens em massa em sua plataforma”. Segundo a plataforma, há “sistemas automatizados para identificar esse tipo de comportamento” e que cerca de 2 milhões de contas são banidas no mundo todos os meses.

A empresa afirmou ainda que tem monitorado e solicitado a retirada de milhares de anúncios online de empresas de disparos em massa, que estão sendo notificadas e processadas. Mas algumas delas burlam a lei e operam de forma escusa, como Tilt descobriu no caso da Sallapp e da Yacows.

Segundo o WhatsApp, em todas as ações ajuizadas até o momento, “há decisão judicial determinando que as empresas interrompam imediatamente a promoção, o oferecimento e a prestação desses serviços ilegais”.

O próprio eleitor pode denunciar ao TSE por meio de uma plataforma desenvolvida pelo WhatsApp se receberam alguma mensagem que fuja às regras. Tilt entrou em contato com o órgão para comentar as regras para a eleição municipal, mas a solicitação de entrevista não foi atendida.

Quem compartilha fake news é cúmplice de crime

Para o usuário, as regras não mudam muito. Você pode compartilhar qualquer mensagem de apoio ao seu candidato em conversa particular ou em grupos. Mas, claro, tomando cuidado para não enviar fake news.

“Você, como eleitor, pode fazer a propaganda eleitoral pelo WhatsApp do candidato que você quiser. Se olharmos a lei, veremos que ela permite o envio de mensagens eletrônicas. O eleitor está lá em um grupo de 50 pessoas, ele pode mandar, ‘vote no meu candidato, ele é o melhor’, isso sem problema nenhum”, diz Alberto Rollo.

O que não se pode fazer é compartilhar fake news e propaganda enganosa. Se o eleitor repassar conteúdo falso, é corresponsável pelo crime.

Em novembro do ano passado, o presidente Jair Bolsonaro sancionou a Lei 13.834, que pune com dois a oito anos de prisão quem divulgar notícias falsas com finalidade eleitoral.

O WhatsApp está testando um recurso em parceria com o Google desde agosto deste ano, que permite aos usuários verificarem um conteúdo antes de enviá-lo. Dentro de uma conversa ou grupo no app, uma lupa substitui o botão encaminhar na mensagem. Ele permite copiar a mensagem no navegador de internet para buscar mais referências sobre o assunto. Os testes estão sendo realizados em sete países, incluindo o Brasil.

O TSE também lançou recentemente o Tira-Dúvidas Eleitoral, um assistente virtual no WhatsApp com informações sobre as eleições municipais de 2020. O bot oferece ainda o serviço “Fato ou Boato?” que checa informações e dá dicas de como identificar conteúdo enganoso. Para usar, ponha o telefone (61) 9637-1078 na sua lista de contatos, ou pelo link wa.me/556196371078.

Quem pode fazer propaganda?

A lei permite que apenas o candidato, o partido ou a coligação realizem propaganda na internet. Além disso, o site usado para a divulgação deve ser registrado pela Justiça Eleitoral. Se a notícia for mentirosa, a Justiça saberá quem punir porque a origem da informação estará na página comunicada.

Eleitores podem publicar conteúdos sobre seu candidato, mas a lei impede que eles criem ou impulsionem propagandas políticas por meio desses sites. Só é permitido compartilhar as que foram criadas oficialmente pelas campanhas.

Não podemos dizer o mesmo quanto a pessoas jurídicas. A lei impede a veiculação de propaganda eleitoral em sites de empresas ou entidades, independentemente de serem gratuitas. A multa varia de R$ 5 mil a R$ 30 mil.

Quem pode pagar para alcançar mais eleitores?

Outra regra importante está relacionada aos impulsionamentos, ou seja, o pagamento às plataformas para que determinado conteúdo alcance mais pessoas.

Se a publicação em uma rede social for de cunho eleitoral e estiver sendo impulsionada por um usuário que não seja o partido, a coligação ou o próprio candidato, pode ser crime passível de multa. Todo conteúdo impulsionado deve ter nota fiscal, que será apresentada à Justiça Eleitoral na prestação de contas como despesa de campanha.

Diogo Rais destaca que os impulsionamentos não podem ser realizados por pessoas jurídicas, já que elas não podem financiar campanhas. “Nas redes sociais, que as empresas atualmente passaram a ter páginas e perfis, o mesmo entendimento foi aplicado”, completa.

As plataformas contratadas para os impulsionamentos, como Google ou Facebook, devem, obrigatoriamente, ter sede e foro no Brasil.

Ataques a adversários são proibidos

A lei também considera crime eleitoral o marketing negativo, que é o disparo de mensagens em massa contra um adversário. O professor Alberto Rollo explica que esse comportamento é diferente de criticar um rival.

“Você pode falar, ‘não vou votar nesse prefeito porque deu muitas enchentes’, por exemplo. Somos cidadãos e temos direito a manifestação. O que a lei veda é o candidato ou cidadão contratar uma empresa para fazer serviço sujo, falar que fulano é ladrão, entre outras coisas”, afirma.

Além disso, a Lei 9.504/1997 afirma que “é livre a manifestação do pensamento, vedado o anonimato durante a campanha eleitoral por meio da rede mundial de computadores”. Isso significa que ninguém poderá fazer propaganda política por meio de contas fake nas redes sociais como FacebookInstagram ou Twitter.

Pode fazer boca de urna na internet?

Postagens sobre o candidato no dia da eleição, ou receber no WhatsApp vídeos de eleitores votando em determinado candidato, são considerados “boca de urna” segundo a Justiça. “Hoje a lei fala expressamente que no dia da eleição o candidato e qualquer pessoa envolvida em campanha devem congelar as redes sociais”, afirma Alberto Rollo.

Apesar da restrição para o dia da eleição, qualquer conteúdo pode ser publicado até às 23h59 do dia que antecede o pleito. Nada que foi publicado até esse horário precisa ser retirado do ar.

Rollo diz que a regra também vale para qualquer eleitor, mesmo que faça uma publicação “sem querer” ao promover um candidato no dia do pleito. “A lei não diz que constitui crime para o candidato, constitui crime para todo mundo”, encerra.

Por Felipe Oliveira
Fonte: UOL Tilt

Detran-DF flagra mais de 100 condutores alcoolizados

Durante o fim de semana prolongado, a fiscalização autuou 49 motoristas dirigindo sem habilitação

De quinta-feira (29/10) a segunda-feira (02/11), o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) realizou diversas ações de fiscalização. As equipes autuaram 112 condutores por dirigir veículo após a ingestão de bebida alcoólica. Desse total, seis motoristas apresentaram concentração de álcool igual ou superior a 0,3 miligrama por litro de ar alveolar e foram conduzidos à delegacia.

Durante as operações, os agentes de trânsito autuaram 49 condutores inabilitados, cinco por disputar corrida em via pública e 383 por infrações diversas.  Os agentes flagram ainda 39 motociclistas conduzindo o veículo com escapamento irregular. As equipes recolheram 57 veículos ao depósito. As ações ocorreram na Asa Sul, Gama, Planaltina, Samambaia, Sobradinho, Sudoeste, Taguatinga e Vicente Pires, e, algumas, contaram com a participação da Polícia Militar.

Por Jaqueline Costa
Fonte: Detran DF

Valparaíso: Do zero aos R$ 250 milhões captados

Da redação

Prefeito local diz que próximo gestor vai ter de saber aplicar os recursos

Quando Pábio Mossoró (MDB) assumiu a prefeitura de Valparaíso (GO), há quase quatro anos, a grande dificuldade foi reconquistar a credibilidade e a instabilidade financeira do município. “Ninguém queria vender para a prefeitura por conta de calotes de gestões anteriores”, lamenta.

“Após arrumarmos a casa, conseguimos captar cerca de R$ 250 milhões em investimentos para serem aplicados em infraestrutura, principalmente. O desafio da próxima gestão da cidade vai ser aplicar esses recursos da melhor forma”, afirma o candidato à reeleição.

Mossoró indica ampliação de vias e a construção da estação de tratamento de esgoto como os melhores locais para os investimentos serem alocados.

Ronaldo Queiroz fez mais obras que seus dois concorrentes

Da redação

De 2005 a 2008, Ronaldo Queiroz tocou mais de 60 obras em Alexânia (GO)

Ronaldo Queiroz (PTB) foi prefeito pela primeira vez em Alexânia (GO) de 2005 a 2008. Durante esse período ele contabiliza ter tocado 60 obras na cidade. “Pode somar os mandatos seguintes da Cida do Gelo e do Allysson e somar que não dará esse número”, garante.

A gestão 2013 a 2015 foi encabeçada pelo próprio Ronaldo, quando exerceu seu segundo mandato. “Esse foi um período mais complicado para executar obras, pois estávamos vivendo a saída de uma presidente, o que reverberou nas receitas de todos os municípios”, relembra. “Foi muito frustrante”, lamenta.

De acordo com Ronaldo, foi um período para “contar centavos para fechar com as contas pagas”. “Se eu fosse fazer obra, não pagaria funcionário público”, conta.

Segundo o político, mesmo com todas as dificuldades, ele não deixou dívida para fornecedor e nem com os funcionários. “Deixei obras encaminhadas para o gestor seguinte. Allysson assumiu e já pegou a coisa andando”, conta. “Queria muito assumir uma prefeitura e deixar do jeito que entreguei”, finaliza o candidato que está em busca de seu terceiro mandato no município.

Eleição nos EUA: Bolsonaro cita suspeita de fraude e riscos ao Brasil

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou, em mensagem nas redes sociais, que “há sempre uma forte suspeita da ingerência de outras potências” na eleição nos Estados Unidos. Os americanos vão às urnas hoje para escolher entre a reeleição de Donald Trump e a vitória do democrata Joe Biden.

Aliado de Bolsonaro, Trump tem dado declarações de que, caso seja derrotado, pretende questionar o resultado na Justiça e reclamar de supostas fraudes no sistema eleitoral do país.

Trump conta com a simpatia e a torcida do presidente brasileiro. Bolsonaro já disse que viajará aos Estados Unidos para acompanhar a cerimônia de posse caso o aliado seja vencedor no pleito. As pesquisas, porém, mostram favoritismo do democrata Biden.

Em sua publicação nas redes, Bolsonaro não fez uma menção clara às suspeitas levantadas por Trump, mas disse que “é inegável que as eleições norte-americanas despertam interesses globais, em especial, por influir na geopolítica e na projeção de poder mundiais”.

“Até por isso, no campo das informações, há sempre uma forte suspeita da ingerência de outras potências no resultado final das urnas”, completou ele na mensagem postada hoje no Facebook.

Bolsonaro também apresentou uma visão geopolítica da disputa entre Trump e Biden e elencou um dos pontos que ele considera que podem trazer riscos ao Brasil.

O governante disse temer que o resultado tenha impacto sobre questões como a Amazônia e até as eleições presidenciais de 2022 —ano em que ele tentará a reeleição.

“No Brasil, em especial pelo seu potencial agropecuário, poderemos sofrer uma decisiva interferência externa, na busca, desde já, de uma política interna simpática a essas potências, visando às eleições de 2022”, completou.

A*- Nossas riquezas, nosso futuro.*

” – É inegável que as eleições norte-americanas despertam interesses globais, em especial , por influir na geopolítica e na projeção de poder mundiais; pic.twitter.com/qxdzTvpSed— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) November 3, 2020

Amazônia

Bolsonaro citou a Amazônia como região de interesse em jogo nas eleições americanas.

Embora não tenha se manifestado de forma direta na mensagem, o presidente brasileiro considera que Biden, caso seja eleito presidente, pressionará o Brasil em relação a medidas para preservação da região.

“Não se trata apenas do Brasil. Devemos nos inteirar, cada vez mais, do porquê, e por ação de quem, a América do Sul está caminhando para a esquerda”, disse.

“Nosso bem maior, a liberdade, continua sendo ameaçado. Nessa batalha, fica evidente que a segurança alimentar, para alguns países, torna-se tão importante e aí se inclui, como prioridade, o domínio da própria Amazônia”, completou.

“Vai dar Trump ou Biden?”

Na manhã de hoje, Bolsonaro conversou com apoiadores sobre o assunto em conversa reproduzida no Youtube por um perfil de apoio ao presidente.

“Vai dar Trump ou Biden?”, perguntou Bolsonaro. Um dos apoiadores disse que “tem que dar, né, presidente?”.

Bolsonaro, então, respondeu: “Não vou nem responder. E tem gente que acha que o Brasil está livre de problemas. Cheio de estrategista político por aí”, disse.

Por Hanrrikson de Andrade
Fonte: Notícias UOL

Republicado edital para obras em Vicente Pires

Certame anterior estava suspenso. Com investimentos de cerca de R$ 47 milhões, serão gerados 130 empregos

Foi remarcada para 4 de dezembro a licitação de contratação de empresa responsável pela execução de drenagem, pavimentação, sinalização e calçadas das vias internas e principais dos lotes 2, 5, 8 e 9 de Vicente Pires – obras que não puderam ser finalizadas nos contratos existentes. O certame inicial, previsto para 12 de agosto, acabou suspenso pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) para que fossem feitos ajustes no edital e no Termo de Referência.

O investimento previsto é de R$ 46.420.092,89, verba que compreende a execução de 228.963,36 metros quadrados de pavimentação, 10.615,03 metros de drenagem e 69.576,82 metros quadrados de calçadas. O projeto também prevê a conclusão de 398 metros de uma galeria subterrânea no método tunnel liner. Com as obras, serão gerados 130 empregos.

“Esta licitação é de extrema importância para que possamos concluir as obras na região – isso porque de 2008, data do projeto original, para cá, a cidade continuou crescendo e muita coisa prevista nesse projeto se tornou inexequível”, explica o secretário de Obras, Luciano Carvalho. Em locais onde deveriam passar ruas, esclarece o secretário, há casas, comércios e condomínios, situação também observada em localidades onde deveriam ser construídas lagoas de detenção e dissipadores.

Serviços remanescentes

“Nessa licitação, estão previstos todos os serviços pendentes, o que chamamos de remanescente de obra”, detalha Luciano Carvalho. “O certame será executado em lote único, ou seja, a empresa que vencer será contratada para executar todos os serviços. Não teremos mais várias empresas executando obras em uma única rua.”

O subsecretário de Acompanhamento e Fiscalização de Obras, Ricardo Terenzi, ressalta que, em dezembro deste ano, o GDF entregará à população tudo o que foi possível executar dos atuais contratos em vigor. “Conseguiremos concluir cerca de 85% de todos os serviços previstos inicialmente”, adianta. “Em termos práticos, vamos entregar mais de 90% do sistema de drenagem em funcionamento e quase todas as principais vias da cidade asfaltadas, com meios-fios e calçadas”.

“Em termos práticos, vamos entregar mais de 90% do sistema de drenagem em funcionamento e quase todas as principais vias da cidade asfaltadas, com meios-fios e calçadas”Ricardo Terenzi, subsecretário de Acompanhamento e Fiscalização de Obras

Projeto do Lote 2

Em outubro, a Secretaria de Obras contratou a empresa Evolução Engenharia Construções e Administração Ltda para atualizar o projeto do Lote 2 do Setor Habitacional Vicente Pires. Próxima ao Taguaparque, a região abriga parte da Colônia Agrícola Samambaia (CAS). O valor do contrato é de R$ 1.968.098,63, e a empresa terá 12 meses para concluir os serviços.

Confira, abaixo, o andamento das obras de infraestrutura do Setor Habitacional Vicente Pires, rua por rua.

  • Rua 1 (rua do Jóquei): serviços de drenagem, pavimentação e instalação de calçadas e meios fios concluídos.
  • Rua 3: drenagem e pavimentação, calçadas e meios-fios concluídos.
  • Rua 3B: serviços de drenagem, pavimentação e instalação de calçadas e meios-fios concluídos.
  • Rua 3C:  serviços de drenagem, pavimentação e instalação de calçadas e meios-fios concluídos.
  • Rua 4: drenagem e pavimentação, calçadas e meios-fios concluídos. No momento, a empresa Artec trabalha na construção das calçadas e instalação dos meios-fios.
  • Rua 4A: obras de drenagem e pavimentação em andamento.
  • Rua 4B (rua da Delegacia): serviços de drenagem, pavimentação e instalação de calçadas e meios-fios concluídos.
  • Rua 4C (rua da Faculdade Mauá): serviços de drenagem, pavimentação e instalação de calçadas e meios-fios concluídos.
  • Rua 4D: serviços de drenagem, pavimentação e instalação de calçadas e meios-fios concluídos.
  • Rua do Sicoob: serviços de drenagem, pavimentação e instalação de calçadas e meios-fios concluídos.
  • Rua 5: concluídos os serviços de drenagem e pavimentação previstos em contrato. Parte desse trabalho foi executada pelo DER. Segue em andamento processo licitatório para a contratação do remanescente de obra.
  • Rua 6: concluídos os serviços de drenagem e pavimentação previstos em contrato. Segue em andamento processo licitatório para a contratação do remanescente de obra.
  • Rua 7: serviços de drenagem, pavimentação e instalação de calçadas e meios-fios concluídos.
  • Rua 8: serviços de drenagem concluídos. Obras de pavimentação, construção de calçadas, instalação de calçadas e aberturas de bocas de lobo em andamento.
  • Rua 10: concluídos os serviços de drenagem e pavimentação previstos em contrato. Parte foi executada pelo DER e pela Novacap. Segue em andamento processo licitatório para a contratação do remanescente de obra.
  • Rua 12:  obras de drenagem em andamento. Pavimentação em execução nos trechos em que a drenagem foi concluída. Segue em andamento processo licitatório para a contratação do remanescente de obra.
  • Colônia Agrícola Samambaia: segue em andamento processo licitatório para a contratação de empresa responsável pela atualização do Lote 2, que contempla a área.
  • Lagoas de detenção: o projeto prevê a construção de 22 lagoas (16 estão concluídas) e 85 dissipadores (40 estão finalizados).
  • Ponte sobre o Córrego Vicente Pires: a construção da ponte de 40 metros de extensão está concluída, encontrando-se em andamento as obras de construção do encabeçamento da ponte. A previsão é que a via seja liberada para o tráfego de veículos em dezembro deste ano.
  • Obra de Arte Especial nº 2: atualmente, a empresa VP trabalha na construção de ponte sobre o Córrego Samambaia que vai ligar a Rua 4 direto à Estrada Parque Taguatinga Guará (EPTG). Com 82 metros de extensão e 13,2 metros de largura, o monumento está orçado em aproximadamente R$ 2,3 milhões, com previsão de ser entregue à população em dezembro deste ano.
  • Obra de Arte Especial nº 3: a AJL Engenharia e Construções Eirelli ficará responsável por construir uma ponte sobre o Córrego Vicente Pires para conectar as Ruas 1 e 3B da região. O monumento terá 180 metros de extensão e 13,8 metros de largura. O investimento é de R$ 5.810.876,39, e a previsão é que as obras sejam iniciadas ainda em novembro.

Fonte: Agência Brasília

Pandemia de covid: por que há tantas teorias da conspiração sobre o coronavírus

Que o vírus não é tão letal, que foi criado pelo governo chinês… teorias de conspiração sobre a covid-19 abundam; mas por quê?

Desde que a pandemia do coronavírus estourou, passaram a ser bem mais proeminentes na mídia as vozes de cientistas explicando como é o novo vírus, as formas complexas como ele interage em nosso corpo e os últimos avanços nas pesquisas em busca de uma vacina e de um tratamento eficazes.

No entanto, o acesso fácil — e principalmente de graça — a informações científicas confiáveis, explicadas em termos simples, não tem sido suficiente para impedir a proliferação de teorias da conspiração que não têm qualquer base científica.

As ideias de que o Sars-CoV-2 foi deliberadamente criado em um laboratório pela indústria farmacêutica de olho no lucro com a venda de uma vacina, ou que foi espalhado pelos governos da China ou dos Estados Unidos, ou que é disseminado por meio do sinal 5G, são aceitas por um número significativo de pessoas em todo o mundo, segundo revelou uma pesquisa global feita recentemente.

Entre as mais populares está a teoria que questiona a veracidade do número de mortos — que ,em 2 de novembro, passava de 1,2 milhão de pessoas, segundo dados da Universidade Johns Hopkins.

Das cerca de 26 mil pessoas de 25 países que participaram da pesquisa realizada pelo YouGov-Cambridge Globalism Project, em parceria com o jornal britânico The Guardian, cerca de 40% em países como México, Grécia, África do Sul e Polônia consideraram que o número de vítimas é muito menor do que o relatado.

Outros suspeitam que foi criado como arma de ataque pelos governos dos EUA ou da China

Esse percentual só foi superado na Nigéria, onde 60% dos participantes consideram esse número um exagero.

No entanto, a teoria que tem, de longe, o maior número de seguidores é aquela que sustenta que há “um único grupo de pessoas que secretamente controla os eventos e governa o mundo” além dos governos nacionais.

Essa ideia, indica a pesquisa, foi classificada como “definitiva ou provavelmente verdadeira” por 78% dos nigerianos, 68% dos sul-africanos, 55% dos espanhóis, 47% dos poloneses, 45% dos italianos, 37% dos Americanos, 36% dos franceses e 28% dos britânicos entrevistados.

Tempos de incerteza

Por que a pandemia se tornou um campo fértil para o surgimento de teorias da conspiração?

“Não é uma surpresa”, disse à BBC News Mundo Stephan Lewandowsky, professor de psicologia cognitiva da Universidade de Bristol, no Reino Unido, e especialista em desinformação.

“Qualquer situação assustadora em que as pessoas sintam que estão perdendo o controle de suas vidas tornará algumas delas suscetíveis a teorias da conspiração.”

Antenas de celular 5G foram alvo de suspeitas e ataques no início da pandemia

“Nos Estados Unidos, por exemplo, as teorias da conspiração aparecem toda vez que há um tiroteio em massa, como o que ocorreu na Sandy Hook Elementary School (2012). Elas aparecem um ou dois dias depois e duram bastante tempo.”

“Esse é basicamente o pano de fundo. E uma pandemia é o caso supremo de algo que assusta as pessoas e as deixam em dúvida.”

Em meio a esse mar de perguntas sem respostas, as teorias da conspiração cumprem a função psicológica de oferecer alívio para as pessoas que acreditam nelas, “porque agora elas têm alguém para culpar pelo que está acontecendo”.

Os perigos que elas criam, especialmente em tempos de pandemia, são muitos.

Aqueles que acreditam nelas têm maior probabilidade de ignorar as recomendações sanitárias — como o uso de máscaras, manter distanciamento social ou lavar as mãos com frequência — para limitar a propagação da doença e, no pior dos casos, cometer atos de violência.

Grupos vulneráveis

Nem todos nós somos igualmente suscetíveis a cair nessas explicações falaciosas da realidade.

“Os jovens tendem a acreditar mais do que os mais velhos nas teorias conspiratórias. E as pessoas com um nível de educação mais elevado têm menos probabilidade de acreditar nelas”, afirmou à BBC Karen Douglas, professora de psicologia social na a Universidade de Kent, no Reino Unido.

Uma crença amplamente compartilhada entre os teóricos da conspiração é que um único grupo governa o mundo

O vínculo com a tendência política, por outro lado, é mais complicado.

“Pessoas nos extremos — tanto à direita quanto à esquerda — tendem a acreditar fervorosamente nelas, ao contrário da ideia geral de que as teorias da conspiração são domínio da direita”, diz Douglas.

Quanto aos traços de personalidade que nos tornam comparativamente mais vulneráveis, a situação também não é tão preto no branco.

“Os psicólogos se afastaram da ideia de que há um perfil do ‘teórico da conspiração’, porque o contexto é muito importante”, explica a psicóloga à BBC Mundo.

“Em vez disso, elas parecem atrair pessoas quando necessidades psicológicas importantes delas não estão sendo atendidas: a primeira está relacionada ao conhecimento e à certeza. A segunda está relacionada à necessidade de segurança e a terceira, de se sentir bem consigo mesmo.”

A busca por um culpado

É difícil prever que tipo de teoria surgirá em uma determinada crise, nem quais durarão mais tempo.

Se acreditarmos que a pandemia é falsa, não precisamos ter medo e a vida se torna mais fácil

Sobre a teoria que acusa a tecnologia 5G de espalhar a covid-19, que ganhou força no início da pandemia e desencadeou uma queima de antenas de telefonia celular em diferentes partes do mundo, Lewandowsky lembra que, no passado, circulou uma ideia muito semelhante.

“Na pandemia de gripe em 1918, havia pessoas que pensavam que a gripe era causada por ondas de rádio de longa distância.”

“Alguém juntou duas coisas invisíveis: um vírus e ondas de rádio. A maioria não entende nenhum dos dois, então, se você ligá-los, (a teoria) pode colar.”

Assim, as ondas de longa distância e a tecnologia 5G tornam-se “um alvo que pode ser atacado ou responsabilizado”, acrescenta o especialista.

Em relação à teoria do exagero da letalidade do vírus, a função dela é mais evidente.

O atrativo é que “a vida cotidiana não deve ser afetada como está agora. É uma desculpa para desconsiderar as restrições recomendadas e continuar como se nada estivesse acontecendo”, diz Douglas.

“Isso faz você se sentir melhor”, afirma Lewandowsky. “Se você pode descartar uma ameaça, sua vida fica muito mais fácil. Você não tem nada com que se preocupar e você não tem medo de nada.”

'Vacina de Bill Gates mata', diz cartaz em protesto em Madri; encontrar um culpado é um mecanismo que fornece alívio para muitos

Todas essas teorias têm um elemento em comum: uma profunda desconfiança sobre tudo o que é oficial (podem ser organizações internacionais, governos, grande imprensa etc).

“Não há nada que os teóricos da conspiração acreditem estar livre de corrupção. O que muda (nessas teorias) é como elas se manifestam”, diz o especialista.

Embora não seja responsabilidade dos governos, Lewandowsky acredita que “quanto mais ambígua e confusa a mensagem oficial, mais terreno os divulgadores de teorias da conspiração ganham para vender sua mensagem”.

Como limitar seu impacto

Quando se trata de reduzir seu impacto, a imprensa tem um papel complexo.

“Acredito que, com poucas exceções, a imprensa geralmente tem feito um trabalho bastante razoável de reportagem sobre a covid”, diz o pesquisador da Universidade de Bristol.

Pessoas que acreditam em conspirações tendem a ser menos respeitosas no que diz respeito ao cumprimento das restrições impostas pelas autoridades para prevenir a propagação do vírus

No ponto de vista dele, ignorar as teorias da conspiração não é uma opção porque isso contribui para o seu florescimento, mas “levá-las a sério também prejudica o discurso público, porque há evidências de que as pessoas que estão expostas a elas, mesmo que não acreditem, perdem confiança no governo, nas burocracias ou na sociedade.”

O que se pode fazer é recorrer à chamada “inoculação”, que consiste em alertar com antecedência que, dada a situação, surgirão teorias da conspiração e que todas se caracterizam pelos mesmos defeitos.

“Há evidências de que isso funciona”, diz Lewandowsky.

O especialista esclarece que, embora os números revelados pela pesquisa sejam elevados, os defensores linha-dura das teorias da conspiração não são muitos.

“Os números são altos, mas de todas essas pessoas que parecem apostar nessas teorias, muitas não acreditam nelas com tanta veemência. Apenas se convencem delas para poder dormir à noite. Se você pedir que articulem o que pensam, o argumento desmorona. É apenas um escudo protetor.”


Por Laura Plitt
Fonte: Terra

Detran e PMDF fazem operação contra rachas

Na última quinta-feira (29), a Diretoria de Policiamento e Fiscalização de Trânsito do Detran e a Polícia Militar realizaram operação conjunta para coibir a prática de corridas ilegais nas vias do DF – os rachas.

A fiscalização resultou no flagrante de cinco condutores realizando rachas, três veículos rebaixados e com características alteradas, um condutor inabilitado. Outros 21 foram flagrados dirigindo sob influência de álcool e outros 11 cometendo infrações diversas. Ao todo, foram abordados 120 veículos.

A operação foi realizada em dois pontos simultaneamente, um nas proximidades da Concha Acústica, no Setor de Clubes Norte, e outro na via L4 Sul.

Efetivo

A operação conjunta contou com a participação de 11 equipes do Detran e sete da Polícia Militar, entre o Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTRAN) e do Grupo Tático Operacional (GTOP).

O que diz a lei

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, utilizar-se do veículo para disputar corrida é infração gravíssima que prevê a aplicação de multa de R$2.934,70 e suspensão do direito de dirigir, além de ser considerado crime de trânsito.

Fonte: Ascom Detran

Caiado sanciona lei que prevê cassação de licença para postos de combustíveis que adulterarem bombas

Alteração em lei de 2017 torna mais rígida punição para estabelecimentos que forem autuados por uso de qualquer mecanismo para fraudar abastecimento. Donos e sócios de empresas que tiverem cadastro cassado ficarão impedidos de exercerem a atividade pelo prazo de cinco anos

O governador Ronaldo Caiado sancionou uma alteração na Lei nº 19.749, de 17 de julho de 2017, que estabelece sanções administrativas mais duras em caso de utilização de bomba de abastecimento adulterada nos postos revendedores de combustíveis. Conforme publicado no Suplemento do Diário Oficial do Estado de Goiás desta quinta-feira (28/10), estabelecimentos que forem autuados com bombas modificadas poderão ter a inscrição no Cadastro de Contribuintes do Estado (CEE) e as licenças de funcionamento cassadas. A autoria do projeto de lei é do deputado estadual Eduardo Prado.

Entre as outras penalidades para quem utiliza de qualquer mecanismo para fraudar a quantidade de combustível fornecida ao consumidor estão multa no valor de R$ 15.000 a R$ 50.000, e interdição do estabelecimento pelo período de 30 dias.

“Ao sancionar esta lei, o governador Ronaldo Caiado impõe maior eficácia ao combate dessa prática abusiva (adulteração de combustível) perpetrada por alguns donos de postos de combustíveis em desfavor dos consumidores goianos, independentemente de reincidência”, afirma o superintendente do Procon Goiás, Allen Viana.

Os donos e sócios de posto que sofrer a penalidade de cassação da inscrição no CCE, seja pessoa física ou jurídica, ficarão impedidos de exercerem a atividade, mesmo que em outro estabelecimento, pelo prazo de cinco anos. No texto original do deputado, apenas empresas que fossem reincidentes sofreriam essa sanção. Com a mudança na lei por meio de veto do governador ao artigo que só previa a punição apenas a reincidentes, é esperado que os empreendimentos penalizados não voltem a cometer esse tipo de infração.

Segundo o superintendente do Procon, essa alteração na lei possibilita que, independentemente das sanções administrativas vinculadas ao Código de Defesa do Consumidor, haja interação e comunicação do resultado e fiscalização sobre a qualidade dos derivados de petróleo, efetivadas pelo Procon-GO, com as Secretarias de Estado da Economia e do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável para que, nos limites de suas respectivas competências, realizem a cassação da inscrição no CCE e dos alvarás de licenças eventualmente expedidas.

Fonte: Secretaria da Casa Civil – Governo de Goiás

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