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Hospital da Região Leste tem aumento de 23% no número de cirurgias em 2020

Unidade, localizada no Paranoá, ganhou nova sala para os procedimentos e investiu em maior disponibilidade de recursos humanos

O Hospital da Região Leste, no Paranoá, fez 875 cirurgias gerais até o mês de outubro de 2020. No mesmo período do ano passado foram 709 procedimentos, um aumento de 23% comparando o mesmo período. Para a realização dos procedimentos de urgência e eletivas, o hospital abriu mais uma sala de cirurgias. A unidade também registrou aumento nas cirurgias realizadas no centro obstétrico, que teve um crescimento de 7%.

De janeiro a outubro, foram feitos 1.190 partos cesáreos, enquanto em 2019 foram 1.111 procedimentos obstétricos. O hospital também organizou o mapa cirúrgico no setor para atender às gestantes de alto risco e que não podem esperar pelo parto normal.

A superintendente da Região de Saúde Leste, Raquel Belvilaqua, credita o crescimento da produtividade ao fortalecimento da equipe, com maior disponibilidade de recursos humanos, acréscimo de mais uma sala no centro cirúrgico, organização do mapa cirúrgico dos centros cirúrgicos e obstetrícia. A superintendente acredita que o HRL passou a ofertar “um serviço mais resolutivo ao usuário da região, pois houve redução da taxa de permanência hospitalar e aumento do giro de leitos”.

Entre as cirurgias gerais estão os procedimentos de apendicectomia, hernioplastia, adenoidectomia, toracotomia, entre outras. O HRL dispõe de cinco salas de cirurgia e o corpo médico realiza procedimentos nas especialidades.

Cirurgias eletivas na rede

Os hospitais da rede pública de saúde voltaram a fazer cirurgias eletivas das especialidades pediátrica, ortopédica, plástica, geral e coloproctologia. A Secretaria de Saúde autorizou a retomada dos procedimentos considerando a redução na taxa de ocupação de leitos Covid-19 com suporte de ventilação mecânica. Na tarde desta quinta-feira (3) essa taxa estava em 45,69%. Em outubro e novembro, a pasta já havia autorizado a volta das cirurgias eletivas oftalmológicas, urológicas, ginecológicas e vasculares.

A volta das cirurgias ocorre de forma temporária, até o dia 7 de dezembro. Neste período, o cenário epidemiológico da Covid-19 no DF será avaliado. A depender da situação, os procedimentos poderão ocorrer nos dias seguintes.

Fonte: Agência Brasília

Projeto de Lei sobre ampla divulgação de foragidos é aprovado na CLDF

Informações devem ser prioridade em sites da Segurança Pública

Quanto mais rápido um fugitivo ou foragido for capturado, mais segura a população vai estar. Uma forma de agilizar esse processo é através da identificação do suspeito. Para isso, todas as informações necessárias precisam estar disponíveis de forma fácil e acessível.

O Projeto de Lei N° 946/2020 aprovado ontem no plenário da CLDF, propõe justamente isso, que se priorize nos sites da PCDF e da Subsecretaria do Sistema Penitenciário, todas as informações necessárias para uma melhor identificação, como o nome procurado, foto real e possíveis variações de aparência, apelidos, local e data de nascimento, idade, cor dos olhos e dos cabelos, altura, peso, sexo, raça e os crimes cometidos.

“Antigamente só recebíamos as informações através da imprensa de forma genérica. Com esta Lei, vamos poder monitorar de forma individual cada um”, comenta o sargento da Polícia Miliar Edézio Costa.

A ideia é que o conteúdo da página de internet seja organizado de forma a priorizar a divulgação de indivíduos que cometeram crimes hediondos, perigosos e os recém decretados fugitivos e disponibilize um número telefônico para receber informes e campo próprio para envio de comunicações.

“Divulgar o máximo possível todas as informação sobre fugitivos e foragidos faz toda a diferença para o trabalho dos policias militares. Assim não vão trabalhar às cegas, como normalmente acontecia”, comenta o autor do projeto, deputado distrital Hermeto (MDB).

Por Vanessa de Araújo
Fonte: Ascom

Governador Ronaldo Caiado apresenta caderno com 338 sugestões de emendas à bancada goiana

Se acatadas, propostas podem garantir investimentos para projetos do Estado de Goiás. Parlamentares devem se reunir nos próximos dias para avaliar pedido

O governador Ronaldo Caiado se reuniu com deputados, senadores e secretários na tarde desta quarta-feira (02/12), para sugerir emendas parlamentares que possam garantir investimentos em Goiás. O portfólio apresentado totaliza cerca de R$ 2,7 bilhões, aplicáveis à destinação de emendas.

No encontro, realizado de forma virtual, o governador apresentou o Caderno Digital de Sugestões de Emendas ao Projeto de Lei Orçamentária Anual 2021 que está em tramitação no Congresso.

O documento, desenvolvido pela Superintendência Geral de Captação de Recursos da Secretaria Geral da Governadoria (SGG), com a participação dos vários órgãos setoriais e do Gabiente de Representação de Goiás no DF, reúne as demandas prioritárias do Estado, e busca servir de referência para os parlamentares na hora de destinar os recursos de emendas individuais e de bancada.

Dentro das 338 propostas que integram o caderno, o governador Ronaldo Caiado pediu prioridade a três projetos específicos: a aquisição de equipamentos para complementação da estruturação do Hospital de Águas Lindas, a duplicação da GO-020 no trecho entre Bela Vista e Cristianópolis e a pavimentação da GO-454, entre a GO-164 e a ponte que liga ao município de Cocalinho, em Mato Grosso.

De acordo com o governador, seriam necessários R$138 milhões para esses três projetos principais terem andamento em 2021. Ao explicar a importância de cada um deles, Caiado destacou a pavimentação do trecho de 63 quilômetros que liga o Norte de Goiás ao Estado de Mato Grosso. “Com essa obra nós vamos absorver toda a produção do Mato Grosso e isso vai, indiscutivelmente, fortalecer todas as indústrias nessa região do Norte goiano e Vale do Araguaia”, explicou.

A líder da bancada goiana na Câmara, deputada Flávia Morais, garantiu que o grupo deve se reunir nos próximos dias para avaliar o pedido do governador. “Levaremos as demandas com muito respeito. E nada impede também que depois a gente busque, com empenho politico da bancada junto aos ministérios, recursos para executar outras obras que não sejam contempladas através das emendas impositivas”, explicou.

Iniciativa elogiada

A deputada Flávia Morais ainda elogiou a “ação inovadora do Governo de Goiás” em reunir de forma organizada todas as demandas principais do Estado em um só documento. “Essa interação é muito importante e quando ela vem de forma estruturada é mais fácil fazer um planejamento e aproveitar melhor o recurso da bancada. Todo mundo ganha com isso, principalmente o povo de Goiás”, salientou.

O caderno de emendas, que no ano passado foi produzido em formato físico, neste ano foi disponibilizado em formato digital, como um portfólio on-line, onde é possível fazer buscas por região, valores, áreas e obras específicas.

“A ideia é facilitar a pesquisa. Cada um tem uma forma de priorizar e nesse formato o caderno tem várias ferramentas para filtrar”, explicou o titular da Secretaria-Geral da Governadoria, Adriano da Rocha Lima. Ele enfatizou ainda que apesar do foco atual nas emendas, qualquer outro orçamento que for disponibilizado para a bancada goiana, sempre vai ter disponível esse portfólio de projetos.

A reunião teve como convidados os deputados Adriano do Baldy, Alcides Rodrigues, Célio Silveira, Delegado Valdir, Dr. Zacarias Calil, Flávia Morais, Francisco Júnior, Glaustin da Fokus, João Campos, José Mário, José Nelto, Magda Mofato, Major Vitor Hugo, Lucas Vergílio, Professor Alcides e senadores Luiz do Carmo e Vanderlan Cardoso.

Fonte: Secretaria-geral da Governadoria – Governo de Goiás

Artigo: Eu, a pandemia e Viktor

Por Patrícia Firmino

Vivendo meu proposito nesta vida, sou Patrícia Firmino, Psicanalista, Membro da Sociedade Brasileira de Psicanálise Integrativa – SBPI, com especializações em Dependência Química e Psicopatologias pela FMUSP, e extensão em Finitude e Cuidados paliativos.

A pandemia – entre outras coisas – me direcionou a um armário, no canto esquerdo da sala do apartamento, onde guardo livros já lidos.  O isolamento – e o esgotamento das opções de distração – me proporcionou um novo encontro com Viktor Frankl, médico que passou por 04 campos de concentração, onde tomado e transformado pela dor escreveu seu primeiro livro.

Estivemos “juntos” há algum tempo no passado, através de algum professor da Faculdade e lembro que foi um encontro cheio de significados.

Viktor te abraça e permite ser abraçado a cada virada de página, é incrível! Após o impacto do primeiro encontro, o segundo, durante a pandemia, conseguiu ser ainda mais surpreendente, porque me trouxe mais respostas do que perguntas e todas elas repletas de significados. Sua escrita é como uma dança suave sobre o sentido da vida e, principalmente, um passo definitivo para o que está além do que se vive. 

Sendo o sofrimento uma grande oportunidade de crescimento pessoal dependendo de como cada pessoa o enfrenta, o que esta pandemia pode oportunizar? Penso que algumas experiências ganham sentidos definitivos, capazes de ressignificar toda uma vida. Faria sentido para Viktor?

Então o proposito da vida está associado ao sentido que se dá a esta vida?

Frankl mapeou o sentido da vida como a interpretação em direção ao viver. Com muita licença poética penso que também a rede cognitiva-afetiva que abrange metas, comportamentos e auto avaliação compõe parte desse todo.

Talvez o sentido da vida esteja no equilíbrio entre as perdas e ganhos, na interpretação e percepção que cada individuo tem delas em suas experiências. O que fazemos com aquilo que o mundo nos oferece?

Estar no mundo em prol de algo, dar um proposito e encontrar significados é o/um caminho. Relacionar coisas, pessoas e experiências considerando as partes e não o todo, pode ser caminho também.

Cada pessoa constrói ativamente o significado de sua vida.

Gratidão pelos encontros, Viktor Frankl.

* Patrícia Firmino é Psicanalista, Membro da Sociedade Brasileira de Psicanálise Integrativa – SBPI, com especializações em Dependência Química e Psicopatologias pela FMUSP, e extensão em Finitude e Cuidados paliativos.

Parlamentar cearense se destaca em evento da OCDE sobre Inteligência Artificial

Durante o encontro, o Deputado Federal Eduardo Bismarck explicou o projeto de sua autoria para criação do marco legal da Inteligência Artificial no Brasil

Na manhã desta quarta-feira (2), aconteceu a segunda reunião virtual de 2020 do Grupo Parlamentar da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) para tratar de questões envolvendo o desenvolvimento da Inteligência Artificial em diversos países. A programação contou com a participação de mais de 90 parlamentares e 50 funcionários parlamentares de todo o mundo. Entre os convidados escolhidos como debatedores nas sessões, além do Brasil, estiveram representantes do Egito, Itália, Alemanha, Espanha, França, Estônia, Chile e Portugal.

O Deputado Federal Eduardo Bismarck (PDT-CE) se apresentou no terceiro painel do encontro onde contextualizou as iniciativas tomadas no Brasil como o projeto de sua autoria, o PL 21/20, que cria o marco legal do desenvolvimento e uso da Inteligência Artificial no Brasil e a Frente Parlamentar da Inteligência Artificial, coordenada por ele, com o intuito de ampliar o espaço para diálogo sobre o assunto no Congresso Nacional. “Durante a elaboração de nosso projeto de lei, nos preocupamos em definir os fundamentos para o uso de inteligência artificial no Brasil, garantindo sua evolução com inovação, livre iniciativa, igualdade e não discriminação”, detalhou o Deputado do Partido Democrático Trabalhista (PDT) durante o painel. O painel foi moderado por Eva Kaili, Membro do Parlamento Europeu (Grécia).

Em fevereiro de 2020, a OCDE realizou a primeira reunião da OCDE com foco nos estudos sobre Inteligência Artificial. Esse segundo encontro teve como um dos objetivos o compartilhamento de experiências nos países convidados para debater o tema. “Essa troca de experiências resulta na evolução da IA em cada país presente nos encontros. Para finalizar o calendário anual, fiz questão de convocar outros parlamentares brasileiros para acompanhar a atividade e se envolverem mais no desenvolvimento da tecnologia e inovação no Brasil que pode ajudar diversos setores principalmente nesse cenário de pandemia”, ressaltou o Deputado Eduardo Bismarck.

Sancionada Lei que regulamenta entrega de medicamentos em casa pela rede pública

Publicada hoje (02/12) no Diário Oficial do Distrito Federal a Lei n.º 6.724 de autoria do Deputado Hermeto que instituiu a Política de Assistência Medicamentosa Integral no Distrito Federal.

O objetivo principal é de encaminhar diretamente à residência das pessoas idosas, das pessoas com deficiência e das pessoas portadoras de doenças crônicas usuárias do Sistema Único de Saúde – SUS os remédios de uso contínuo que lhes sejam prescritos em tratamento regular.

Para que sejam contemplados os interessados devem demonstrar o preenchimento das seguintes condições: residir no Distrito Federal; estar regularmente cadastrados junto à Secretaria de Estado de Saúde; passar por avaliação da assistência social da saúde; estar controlados dentro do quadro clínico de suas doenças.

A periodicidade da entrega é, preferencialmente, mensal, devendo sempre atender aos requisitos da quantidade necessária de medicamento sem que se interrompa o tratamento, bem como do prazo de validade do medicamento a ser utilizado. A implementação da Política de Assistência Medicamentosa Integral fica a cargo do Poder Executivo, que a deve realizar de forma direta ou indireta, mediante convênio ou contrato com instituições públicas ou privadas que realizem serviços de entrega.

“Remédio em casa para quem precisa nada mais é do que a dignidade chegando na porta das pessoas”, comemorou o autor da Lei, o deputado distrital Hermeto (MDB).

Por Vanessa de Araújo
Fonte: Ascom

Saúde conta com Fecomércio e sindicatos para combater a Covid-19

Novas restrições e rigor na fiscalização devem frear aumento de casos de coronavírus

A aplicação de restrições e a retirada delas está condicionada à taxa de transmissão do novo coronavírus e à ocupação hospitalar no Distrito Federal. O monitoramento semanal feito pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica tem norteado as decisões da Secretaria de Saúde e é uma das informações essenciais repassadas ao governador Ibaneis Rocha para embasar as restrições e liberações durante a pandemia. Uma nova ferramenta importante para as novas deliberações está em curso, que é o inquérito epidemiológico.

Esses e outros assuntos foram abordados durante entrevista do secretário de Saúde, Osnei Okumoto, ao CB Poder, programa transmitido pela TV Brasília e o jornal Correio Braziliense. A entrevista foi conduzida pelo apresentador Carlos Alexandre, nesta quarta-feira (2).

Um dos pontos abordados foi o recente decreto do Governo do Distrito Federal com a limitação do horário de fechamento dos restaurantes e bares, que devem restringir as atividades até as 23 horas. Okumoto explicou que, além do aumento da taxa de transmissibilidade, que está em 1.3 – que é preocupante –, a maioria do público que frequenta os estabelecimentos até mais tarde é de grande maioria jovem, que costumam ser assintomáticos, mas, mesmo assim, podem transmitir o vírus para pessoas do grupo de risco, que costumam desenvolver os casos mais graves da Covid-19 e acabam sendo o maior grupo que evoluem a óbito.

A transmissão acontece justamente quando a gente relaxa nas medidas de segurança, então de tudo o que a gente vem falando desde o início da pandemia que é evitar aglomerações, utilizar máscara, a utilização do álcool gel, tudo isso é muito importanteOsnei Okumoto, secretário de Saúde

“A transmissão acontece justamente quando a gente relaxa nas medidas de segurança, então de tudo o que a gente vem falando desde o início da pandemia que é evitar aglomerações, utilizar máscara, a utilização do álcool gel, tudo isso é muito importante”, reforçou.

Fiscalização

A fiscalização de todos os tipos de estabelecimentos é realizada pela Vigilância Sanitária, pela Secretaria de Saúde, e o DF Legal. Bares, igrejas, shoppings e outros passam constantemente por vistorias sobre o cumprimento das regras e, quando necessário, podem ser notificados, multados ou fechados.

Já a Diretoria da Vigilância Epidemiológica tem como uma das suas responsabilidades realizar o monitoramento semanal da taxa de transmissibilidade do novo coronavírus no DF. Para isso, um cálculo é feito levando em conta os novos casos registrados a cada sete dias. Atualmente, a taxa é de 1.3, ou seja, cada 100 pessoas transmite para 130. O índice considerado aceitável é de 1 ou menor que isso. Os dados para esse cálculo são extraídos a partir do resultado dos exames realizados pelo Laboratório Central de Saúde Pública, laboratórios privados e os dados repassados ao Ministério da Saúde por meio do sistema de notificação compulsória.

O secretário afirmou que a pasta se adiantou a uma possível segunda onda em vários pontos importantes. “Mesmo com a desmobilização dos leitos a gente deixou tudo muito bem organizado para que possam ser reativados esses leitos de Covid, caso haja necessidade. Hoje, temos 205 leitos de UTI, sendo que 30% a 35% estão ocupados, então, temos uma margem muito grande de leitos disponíveis e no caso de enfermarias são 290 leitos, sendo que a gente tem 130 vagos. A gente tem aí uma margem muito importante observada”, resumiu Okumoto.

Outra ferramenta importante para balizar as próximas decisões em relação à pandemia é o inquérito epidemiológico que teve início nesta quarta-feira (2). Para este estudo serão testadas 230 pessoas em cada uma das 34 regiões administrativas. “Não são as pessoas que vão procurar a gente, a gente vai procurar os lares por meio de um sorteio”, explicou o secretário. A pasta utilizou o IPTU para sortear os endereços. No caso de haver mais de um morador na residência maior de 18 anos e que queira participar da pesquisa, uma nova escolha aleatória será feita. Okumoto anunciou que a pesquisa deve ser encerrada no próximo dia 15 para até o dia 18 de dezembro a pasta ter o compilado em mãos com os resultados dos estudos.

A expectativa é que a análise dessa amostragem possa permitir entender o comportamento do vírus até agora, no momento atual e antever ações futuras. Os testes que estão sendo aplicados identificam os anticorpos IgG e IgM, que tem a capacidade de negativar quem nunca teve a doença, identificando quem está com a Covid ou apontando quem já teve. A análise será realizada pelo corpo de especialistas da Secretaria de Saúde.

Parcerias para a educação da população

Com o aumento da taxa de transmissão do vírus uma das preocupações é com as festas de final de ano. Na última terça-feira (1º), o secretário teve uma reunião com a Fecomércio que chamou outros 11 sindicatos do setor produtivo local. Em compromisso para propagar as medidas de segurança as entidades contribuirão com campanhas educativas.

“Quando apresentei o índice de transmissibilidade de 1.3, reafirmando a necessidade de manter os cuidados para que a transmissão não seja tão grande e, assim ter um Natal com as lojas funcionando, com todos podendo exercer as suas atividades e estar até mesmo com as suas famílias, todos entenderam e vão trabalhar com as informações para produção de folder, spots de rádio, teremos veiculação de informativos, de educação em saúde para que a gente possa ter tranquilidade e sem transmissão”, contou Okumoto.

O gestor afirmou, ainda, que “as medidas restritivas de agora visam garantir maior tranquilidade nos períodos de festas, reduzindo a transmissão do vírus”.

Fonte: Agência Brasília

Cirurgias eletivas são retomadas temporariamente

Até o dia 7 de dezembro, hospitais da rede operam pacientes de várias especialidades

Os hospitais da Rede Pública de Saúde voltaram a fazer cirurgias eletivas das especialidades pediátrica, ortopédica, plástica, geral e coloproctologia. A Secretaria de Saúde autorizou a retomada dos procedimentos considerando a redução na taxa de ocupação de leitos Covid-19 com suporte de ventilação mecânica, que nessa terça-feira (1º) estava em 36,36%. Em outubro e novembro, a pasta já havia autorizado a volta das cirurgias eletivas oftalmológicas, urológicas, ginecológicas e vasculares.

A volta das cirurgias ocorre de forma temporária, até o próximo dia 7. Neste período, o cenário epidemiológico da Covid-19 no DF será avaliado. A depender da situação, os procedimentos poderão ocorrer nos dias seguintes.

Desde a suspensão, as cirurgias oncológicas, cardiovasculares, transplantes e judicializadas não deixaram de ser feitas. De acordo com o secretário adjunto de Assistência à Saúde, Petrus Sanchez, esse retorno ocorre com a segurança necessária tanto para os pacientes quanto para os profissionais de saúde, conforme previsto no Plano de Contingência do Distrito Federal.

“Estamos com a segunda maior produção de cirurgias hospitalares, menor apenas que a do ano de 2019, mesmo em ano de pandemia da Covid-19”, destaca Sanchez. Ele lembra que o momento para esta retomada “é propício, com muita segurança, por questões técnicas, oferta de leitos e de abastecimento de insumos”. “Precisamos atender às necessidades de toda a nossa população, seja por Covid-19 ou não Covid-19”, afirmou.

Hospital Regional de Taguatinga

Mesmo com a pandemia e com várias restrições, a Secretaria de Saúde conseguiu, neste ano, aumentar a produção cirúrgica de especialidades como gineco-oncológicas. O Hospital Regional de Taguatinga (HRT), por exemplo, fez, entre janeiro e setembro deste ano, 280 cirurgias desse tipo. Foram cem procedimentos a mais que no mesmo período de 2019, o que representa um crescimento de 56% na produção de cirurgias da unidade.

Outra unidade que aumentou a produção cirúrgica em 2020 foi o Hospital Regional de Ceilândia (HRC). Uma força-tarefa realizada em outubro resultou em 196 cirurgias ortopédicas, um aumento de 21% em relação ao mesmo mês em 2019, quando foram realizadas 162 cirurgias.

Fonte: Agência Brasília

Em dois anos, ‘onda laranja’ vira frustração para o Novo; Amoêdo pede ‘reflexão’

Após um ano marcado por disputas internas, o número de eleitos pelo partido, que ficou em 29 vereadores e um prefeito, foi considerado pelo ex-presidenciável como ‘aquém das expectativas’

A “onda laranja” ensaiada pelo partido Novo em 2018, com a estreia da sigla nas eleições gerais, chegou às disputas deste ano como uma marolinha. Nem a principal liderança do partido, o ex-presidenciável João Amoêdo, escondeu a frustração pelos 29 vereadores e um prefeito eleitos em 2020, número considerado por ele “aquém” das expectativas.

O clima da sigla neste pós-eleições contrasta com o de dois anos atrás, quando o partido lançou 414 candidatos e elegeu 21 parlamentares, além do governador de Minas Gerais, Romeu Zema. Na corrida pela Presidência daquele ano, Amoêdo surpreendeu: terminou o 1º turno à frente de Marina Silva (Rede), Henrique Meirelles (MDB) e Alvaro Dias (Podemos), que participavam dos debates, e menos de três pontos porcentuais atrás de Geraldo Alckmin (PSDB). Neste ano, das 620 candidaturas, o Novo elegeu 29 vereadores e um prefeito, o de Joinville (SC), Adriano Silva.

“O nosso desempenho em 2020 ficou aquém daquilo que se esperava do Novo. Isso não tira o mérito e os parabéns aos eleitos, mas deve servir como alerta e reflexão”, diz Amoêdo. “É importante valorizar os resultados, porém é mais importante identificar e aprender com os erros, só assim continuaremos a crescer e ser de fato uma instituição que represente a esperança de mudança para o País.”

O ano foi marcado por disputas internas no Novo. A principal delas envolveu Filipe Sabará, que tentou disputar a Prefeitura de São Paulo, mas foi suspenso pela própria sigla e teve sua candidatura indeferida. Sabará afirmou ter sido alvo de uma perseguição promovida por Amoêdo e por uma suposta ala “esquerdista minoritária” dentro do partido, que tem viés liberal. A situação expôs a divisão entre um grupo mais alinhado ao presidente Jair Bolsonaro, que inclui Sabará, Zema e alguns deputados; e críticos do Planalto, como Amoêdo. Um grupo de WhatsApp chamado “Tentando Salvar o Novo”, que reuniu desafetos de Sabará durante a pré-campanha, contribuiu para acirrar os ânimos no diretório estadual da sigla.

Candidata a vereadora em São Paulo e alinhada a Sabará, Wafá Kadri usou as redes sociais para criticar a direção da sigla. “Jamais deixei de acreditar nas ideias do partido, mas tudo tem limite”, escreveu. “Cada vez mais faz sentido apoiar candidaturas independentes. Isso acabaria com as panelinhas e caciquismo.”

Imagem em conflito

Para o cientista político Rodrigo Prando, da Universidade Mackenzie, os conflitos internos ajudam a entender o mau desempenho do Novo em 2020, mas a pandemia também é uma explicação. “O partido se constituiu numa perspectiva liberal, mas em 2018 essa ideia foi associada a Bolsonaro. Nos anos seguintes, ficou conflagrado por uma dificuldade de estabelecer uma identidade por causa disso. Além disso, não faz sentido falar em diminuir o Estado num momento de pandemia, em que se não fosse o Estado intervindo com auxílio emergencial e outras ações a situação estaria mais crítica. O discurso liberal perdeu espaço neste momento.”

A imagem no Novo pode sair prejudicada, de acordo com Cris Monteiro, vereadora eleita em São Paulo, onde a bancada do partido passou de um para dois representantes. “O partido está com uma imagem difusa na cabeça do eleitor. Afinal, apoiamos o governo Bolsonaro ou somos oposição? Essa falta de posicionamento pode ter feito o partido perder dos dois lados.”

O prefeito eleito pela sigla em Joinville (SC), Adriano Silva, exemplifica a falta de posicionamento claro de algumas lideranças do partido. Primeiro prefeito eleito pelo Novo, ele foi questionado pelo Estadão sobre o desempenho da sigla em 2020, o efeito das disputas internas e sobre como avalia os governos estadual catarinense e federal. Adriano se definiu como liberal na economia e conservador nos costumes e afirmou ter se dedicado tanto à campanha municipal que ficou “totalmente alheio” às questões internas do Novo, e não quis comentar sobre Bolsonaro ou Carlos Moisés. “Uma coisa é verdade. Romper a política atual no Brasil é ir contra o mecanismo”, disse.

O presidente da sigla, Eduardo Ribeiro, reconheceu que o imbróglio com Sabará em São Paulo prejudicou o desempenho na cidade e vê os conflitos internos como parte de um processo de crescimento a sigla. Ele aponta o aumento das bancadas do Novo em Belo Horizonte, onde agora são três vereadores do partido, e em São Paulo, como bons resultados neste ano. Em Curitiba (PR), a vereadora mais votada, Indiara Barbosa, é do Novo.

“O saldo foi bom, mas poderia ser melhor. Sabíamos das dificuldades de conjuntura, mas existia expectativa”, diz Ribeiro. “(Os conflitos) têm impacto grande. Mas a longo prazo, a coerência do partido vai prevalecer. Era um partido pequeno, que agora tem bancada na Câmara, um governador, um prefeito de capital.”

Número do Partido Novo nas eleições:

Em 2020: 620 candidatos (30 para prefeito e 560 para vereador); eleitos: um prefeito (Joinville/SC) e 29 vereadores.

Em 2018: 414 candidatos (presidente, cinco para governador, seis para senador, 228 para deputado federal, 125 para deputado estadual e 31 para deputado distrital); eleitos: um governador (Minas Gerais) e 21 parlamentares.

Em 2016: 144 candidatos (um para prefeito e 142 para vereador); eleitos: quatro vereadores.

Fonte: Terra
Por Matheus Lara

Governador Ronaldo Caiado promove primeira médica ao posto de coronel da PM

“Sou o primeiro governador a credenciar uma coronel na área da saúde”, afirma Caiado, responsável pela assinatura do ato que elevou a patente da policial militar Mara Sandra Amaral. Na corporação há 30 anos, ela é chefe do serviço médico e diretora-técnica do Hospital da Polícia Militar

Em ato histórico na Polícia Militar de Goiás (PM-GO), o governador Ronaldo Caiado promoveu a primeira médica ao posto de coronel. Mara Sandra Amaral está na corporação há 30 anos e atua na área de obstetrícia e ginecologia. Ela é única mulher do total de oitos novos coronéis que foram nomeados pelo governador Ronaldo Caiado no dia 30 de novembro.

“Sou o primeiro governador a credenciar uma tenente-coronel a coronel da PM na área da saúde. Mara é referência hoje nessa área da medicina e a conquista se deve à sua competência e mérito”, destacou Caiado que, desde o início de sua gestão, tem contribuído para firmar o protagonismo feminino em cargos de alto escalão. “Veja que nos postos mais importantes e decisivos do meu governo, tenho uma mulher à frente, na direção, seja na área de políticas sociais, economia, educação, advocacia, entre outras”, frisa o líder do Executivo goiano.

Para o comandante-geral da PM, coronel Renato Brum, a promoção da colega de farda também representa a força da mulher. “Mara é uma profissional brilhante, acima da média, que finalmente galgou seu posto. Quero agradecer ao governador, que apreciou a vaga de saúde”, ressaltou Brum.

Natural de Goiânia, Mara Sandra cursou medicina na Universidade Federal de Goiás (UFG) e ingressou na PM, por meio de concurso público, em 1990. Atualmente, ela é chefe do serviço médico e diretora-técnica do Hospital da Polícia Militar (HPM). “[Recebo a promoção] com extrema honra. Essa valorização da mulher é de fundamental importância para o país e o nosso Estado”, afirmou Mara.

Ao relembrar a trajetória, desde a escolha da profissão por influência de um irmão médico até a indicação de seu nome para o recente sonho realizado, Mara também não se esquece de traçar novos planos para auxiliar ainda mais a PM e melhorar a saúde dos policiais, primordialmente em razão da pandemia da Covid-19. “Pretendo ajudar muito o nosso hospital, porque atravessamos um ano atípico. Estamos passando ainda [por esse período] e desejo que a gente saia dessa situação da melhor forma possível”, registrou, ao elogiar as medidas tomadas pelo governador Caiado, também médico, para conter a disseminação rápida do coronavírus em Goiás.

Sobre os progressos vivenciados pela segurança pública goiana, ela também teceu seus comentários. “Temos conseguido atingir grandes êxitos, principalmente em relação à saúde, já que foi um ano de prova de fogo. Mas cumprimos nossos protocolos e tivemos um baixo índice de óbitos durante a pandemia. Temos gratidão por nossos colegas que fizeram isso de forma eficiente”, finalizou a médica.

Fonte: Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás

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