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Em sessão solene, deputados pedem valorização da carreira Médica

Durante sessão solene em homenagem ao Dia do Médico, deputados pediram nesta quarta-feira (18) a valorização desse profissional e mudanças no atual sistema de saúde. A homenagem foi solicitada pelos deputados Izalci Lucas (PSDB-DF) e Mandetta (DEM-MS).

De acordo com Izalci Lucas, a celebração visa cobrar o respeito e a valorização dos médicos. “Eles enfrentam todos os tipos de dificuldades para atender a população do Brasil, eles se dedicam ao máximo para fazer o melhor ao próximo”, afirmou.

Izalci também citou medidas para pode levara a uma boa qualidade no atendimento. “Aumento no número de leitos de internação, obrigatoriedade do exame nacional do diploma de médicos e carreira de estado para médicos do Sistema Único de Saúde”, disse.

Mandetta apontou a necessidade de implantar a carreira de estado. “Não dá para fazer saúde apenas com os médicos, mas é impossível fazer sem eles. Não é possível fazer com que a medicina chegue em locais de difícil acesso apenas com instrumentos de mercado.”

Em mensagem enviada ao Plenário, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, ressaltou a importância dos médicos para a sociedade. “São profissionais que se destacam pela responsabilidade que assumem, pela densa formação exigida e pela generosidade com que dispõem as suas forças e as suas mentes a serviço da comunidade”, afirmou.

Maia também disse que mudanças no modelo de gestão em saúde pública do País são necessárias, para que os obstáculos atuais possam ser ultrapassados.

Fonte: Câmara Notícias

Contra indicação médica, Caiado comparece ao Senado e vota pelo afastamento de Aécio

O líder do Democratas no Senado Federal Ronaldo Caiado (GO), mesmo de licença médica, compareceu à sessão do Senado desta terça-feira (17/10) e votou a favor das medidas restritivas impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) ao senador Aécio Neves (PSDB-MG).
Caiado está afastado de qualquer atividade por 15 dias após sofrer grave fratura em seu ombro esquerdo ao cair de uma mula em sua fazenda no município de Mara Rosa (GO), na última sexta (13). De cadeira de rodas e acompanhado da esposa Gracinha, o democrata afirmou ter comparecido em respeito aos goianos que o elegeram. Ele ainda aguarda a redução do edema para avaliar uma intervenção cirúrgica.
“Contra a indicação médica, contra a vontade de minha família e sem qualquer condição física, vim em nome de quem me elegeu e de quem eu represento. Votei favorável à manutenção das medidas restritivas em voto aberto, como sempre defendi desde o caso Delcídio”, explicou.
O senador também deixou claro que abriu mão de seu tratamento e de sua privacidade em consideração ao atual momento de grave descrédito da sociedade com a classe política. “Sendo eu um homem público, resolvi fazer este esforço no sentido de sinalizar que não houve nenhuma tentativa de enganar a população. Nunca fui homem de fugir de responsabilidade alguma”, pontuou.
Privacidade
O senador também aproveitou para repudiar o uso político que alguns tentaram fazer de seu acidente levantando suspeitas sobre a sua real condição de saúde. “Como médico, gostaria de chamar a atenção sobre o respeito à privacidade e ao tratamento do paciente, não importa o momento. Sempre aprendi a respeitar a dor alheia. Aos que tentaram politizar esse momento, só posso manifestar o meu total repúdio”, criticou.
Materia : Assessoria Liderança Democratas Senado

Como fica a questão da falta de água em Brazlândia?

Esse questionamento foi levado à CAESB pelo deputado distrital Juarezão, que está em busca de uma solução para evitar o corte de água sem aviso prévio para a população de Brazlândia. “Não podemos deixar os moradores sem este tipo de informação, existe o racionamento e todos devem se preparar a falta deste bem tão precioso”, defendeu o deputado Juarezão.

Em nota técnica, a CAESB informou que a captação nos dois mananciais que abastecem a cidade está comprometida em razão do longo período de seca no Distrito Federal, do aumento do consumo e das retiradas excessivas de água, devido as altas temperaturas.

Tanto na região do Barrocão, quanto no Capão da Onça, simplesmente não tem água suficiente para fazer a captação. Para amenizar a situação, foi implantado o sistema de rodízio, que já vinha sendo adotado em outras regiões do Distrito federal. Em Brazlândia, o rodízio acontecerá em ciclos de três dias, e funcionará da seguinte forma:

· 1 dia de abastecimento interrompido

· 1 dia de estabilização

· 1 dia de abastecimento normalizado

Com a chegada das chuvas, essa situação deve melhorar. Enquanto isso fica o alerta para a necessidade de exercer um consumo consciente e adequado da água, de forma a manter e ajudar na melhoria do sistema como um todo.

Humorista piauiense traz comédia “Show das Professoras”, de Maria dos Prazer, para o Sesc/DF

Outubro é o mês das professoras! Por isso, o comediante Carlos Anchieta traz seu espetáculo “Show das Professoras – é rindo que se aprende”, que faz uma narrativa humorística do dia a dia dos professores em sala de aula. Durante dois finais de semana de outubro, dias 21 e 22/10 e também dias 29 e 29/10, sempre às 20h, no Sesc 504 Sul, com ingressos por R$ 15 (meia). Informações: (61)  9 8611-6620 

O projeto Brasília Capital do Riso, de Carlos Anchieta, apresenta uma professora do ensino fundamental. “Cê com A – cá, Cê com o – co e Cê com U… No espetáculo vocês ficarão sabendo o que passa uma professora dentro e fora de sala de aula. E o que os alunos e a coordenadora, aprontam com a tia Maria dos Prazer”, declara Carlos Anchieta, que ficou os últimos 3 meses em estudo, com o diretor/roteirista, João Carlos Sousa.

O espetáculo mostra a vida real de uma professora da Rede Pública de ensino. Maria dos Prazer se sente injustiçada, queixa-se de muito serviço, baixo salário e da falta de reconhecimento. Sobe ameaça dos alunos do sistema educacional e mesmo assim, ela diz amar muito sua profissão e se sente realizada. Agora, dinheiro que é bom? Nada! 

A pátria educadora nunca mais será a mesma depois dessa divertida comédia. A professora Maria dos Prazer tem 25 anos de trabalho e está prestes a se aposentar. Embora acredite que só quinze já era o suficiente. “Meu Deus, que minha aposentadoria venha logo. Eu quero descansar em paz. Viajar e gastar o que eu nem ganhei”, conta a personagem Maria dos Prazer, na peça.

Em turnê desde janeiro, sempre com agenda nas cidades do nordeste, em destaque pelo Piauí, o ator e humorista Carlos Anchieta, já se apresentou para mais de 20 000 mil pessoas só em 2017.

Texto: João Carlos Sousa, direção: Carlos Anchieta.

Serviço:
COMÉDIA: Show das Professoras | É rindo que se aprende | #PátriaEducadora
“Cê com A – cá, Cê com o – co e Cê com U – …”
1ª semana | Dias 21 e 22/10, sábado e domingo, sempre às 20h
2ª semana | Dias 28 e 29/10, sábado e domingo, sempre às 20h.
Local: Sesc da 504 sul – Teatro Ary Barroso
Endereço: W3 sul Quadra 504/505  – DF
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)
Classificação: 14 anos
Informações: (61)  9 8611-6620 

PMDB foi fundamental na sessão que derrubou a decisão do STF sobre Aécio

Com o apoio de 44 senadores, Aécio Neves (PSDB-MG) retomou, ainda na noite de ontem, as funções como parlamentar, a liberdade para sair de casa depois das 18h e de viajar ao exterior. O tucano teve três votos a mais que o necessário para derrubar a decisão da 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que o afastava do mandato por suspeita de obstrução da Justiça na investigação à qual responde por corrupção passiva na Operação Lava-Jato. Com 18 votos dos 20 registrados pelo PMDB, o parlamentar mineiro contou com o apoio da maioria da bancada do partido do presidente Michel Temer, que teria se reunido com o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), na noite da última segunda-feira. A informação dos bastidores é de que Temer teria negociado apoio a Aécio em troca dos votos dos tucanos na denúncia que tramita contra ele na Câmara.
Eunício confirma que se encontrou com o presidente da República em casa ao retornar de uma viagem à Rússia na segunda, mas nega que tenha tratado sobre a votação. “Nem falamos no senador Aécio. O presidente me ligou perguntando se eu já tinha chegado e se poderia passar cinco minutos lá em casa. Ele passou para conversar outros assuntos, queria me atualizar, saber das coisas. Até porque não tinha nenhum sentido o presidente ir à minha casa tratar de uma questão que envolve um senador da República. Não cabe a ele fazer nenhuma interferência nisso”, afirmou Eunício. Entretanto, integrantes do PMDB afirmam que o pedido para votar em favor de Aécio teria partido do próprio Temer. Agora, o obstáculo é convencer os cabeças-pretas na Câmara a retribuírem o favor.
Além dos votos peemedebistas, apesar das divisões internas no partido, o senador mineiro contou com 10 votos entre os 11 possíveis do PSDB. Em viagem ao exterior, Ricardo Ferraço (ES) não votou. Lideranças tucanas também estiveram reunidas com Eunício na noite da última segunda e, com receio de um baixo quórum, chegaram a pedir o adiamento da votação, mas Eunício não estava disposto a prolongar o desgaste e tratou a matéria como tema único na sessão. A mobilização fez com que até senadores que estavam de licença médica comparecessem. O líder do PSDB, Paulo Bauer (SC), que foi internado ontem com uma crise de hipertensão, fez questão de sair do hospital para registrar o voto.

Resultado

Por meio de nota divulgada pela assessoria da imprensa, Aécio Neves afirma que recebeu com serenidade o resultado do plenário. “A decisão restabeleceu princípios essenciais de um Estado democrático, garantindo tanto a plenitude da representação popular, como o devido processo legal, assegurando ao senador a oportunidade de apresentar sua defesa e comprovar cabalmente na Justiça sua inocência em relação às falsas acusações das quais foi alvo”, afirma o texto.
Mais cedo, o senador havia enviado uma carta aos colegas pedindo apoio e afirmando que não cometeu nenhum crime e que as decisões tomadas pelo Senado interfeririam em estados e municípios de todo o país. “Não houve em nenhum momento oferta de contrapartida ou envolvimento de dinheiro público, o que descaracteriza qualquer ato ilícito”, se defendeu o tucano no texto. “Por fim, peço seu apoio e seu voto para que eu possa, no exercício do mandato que me foi conferido pelos mineiros, apresentar minha defesa e provar minha inocência frente a ataques tão violentos quanto injustos”, encerrou.

Votação

Vinte e seis senadores votaram pela manutenção das penas impostas ao senador Aécio e, na análise de alguns desses parlamentares, a luta para que o voto fosse aberto e nominal pode ter surtido efeito contrário, já que senadores, inclusive do PSDB, teriam ficado constrangidos em votar contra o colega abertamente. Por meio de um mandado de segurança de autoria do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), o ministro Alexandre de Moraes, do STF, concedeu liminar garantindo o voto aberto. “A Constituição proclama transparência na votação de medidas cautelares”, disse.
Voto contrário a Aécio, o senador Álvaro Dias (Pode-PR) considera que o Senado prestou um “péssimo” serviço à democracia. “O Supremo repassou ao Senado aquela que é a sua prerrogativa intransferível de julgar. Passou ao Senado a responsabilidade de dar a última palavra e o corporativismo está instalado aqui. Estamos na contramão do que deseja a sociedade brasileira. O povo quer a eliminação dos privilégios e estamos os alimentando”, criticou o senador, que aproveitou para fazer um apelo para que a Câmara vote a Proposta de Emenda à Constituição que acaba com o foro privilegiado aprovada pelos senadores em maio deste ano.
Já o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) fez questão de ressaltar que a decisão não significa “impunidade” ao colega. “O processo terá sequência no Supremo, o inquérito está em curso. É importante não existir esta discussão falsa de que há impunidade. O Brasil não tolerará qualquer movimento nesse sentido. E, por outro lado, o Aécio poderá exercer todo o seu direito de ampla defesa no curso no processo”, comentou.

Fonte: CB

 

Pagamento do PIS/Pasep injetará R$ 16 bilhões na economia brasileira

Trezentos mil correntistas da Caixa Econômica Federal e 50 mil do Banco do Brasil (BB) com mais de 70 anos receberam ontem depósitos do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Serviço Público (Pasep). Os bancos transferiram, sem custos, o dinheiro aos beneficiários com conta nas instituições financeiras. O governo estima injetar R$ 15,9 bilhões na economia até o fim do ano, além de estimular o pagamento de dívidas e o consumo.

O Ministério do Planejamento ainda não estimou o potencial impacto positivo da medida no Produto Interno Bruto (PIB). No caso das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), a liberação de R$ 44 bilhões, que beneficiou 26 milhões de trabalhadores, acresceu a geração de riquezas no país 0,61 ponto percentual.

Nas contas do economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Fabio Bentes, dos R$ 15,9 bilhões que serão repassados para cotistas do PIS e do Pasep, pelo menos R$ 4 bilhões devem ser usados para consumo. Ele explicou que esse percentual corresponde a 25% do montante e é semelhante ao de recursos do FGTS que foram para compras. “Os brasileiros usaram o FGTS para pagar dívidas. Esse efeito tende a ser proporcionalmente maior para o comércio em outubro e novembro. O empurrãozinho será favorável para o setor, porque os consumidores limparam os nomes e pagaram as dívidas”, afirmou.

Quem não tiver conta na Caixa, que administra o PIS, ou no BB, que gerencia o Pasep, só poderá sacar os recursos a partir de amanhã, quando começa o calendário oficial de saques. A retirada poderá ser feita nos terminais de autoatendimento, nas casas lotéricas, nos correspondentes bancários, dependendo do valor das cotas.

A retirada é válida somente para os trabalhadores com carteira assinada que contribuíram para algum dos dois fundos até 4 de outubro de 1988. Em 17 de novembro, começará o saque para aposentados e, em 14 de dezembro, a retirada será liberada para homens a partir de 65 anos e para mulheres a partir de 62 anos. Não há data limite para os saques. Os herdeiros de cotistas falecidos podem retirar o dinheiro a qualquer momento.

Quem contribuiu após 4 de outubro de 1988 não tem direito. Isso ocorre porque a Constituição de 1988 passou a destinar a arrecadação do PIS/Pasep para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que paga o seguro-desemprego e o abono salarial, e para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Saques

De acordo com o Ministério do Planejamento, serão beneficiados com a liberação 7,8 milhões de trabalhadores: 6,4 milhões da iniciativa privada que contribuíram para o PIS e receberão R$ 11,2 bilhões; e 1,4 bilhão, do serviço público, que são vinculados ao Pasep, com direito a R$ 4,7 bilhões.

A partir de amanhã, poderão fazer o saque, no Banco do Brasil, 820 mil cotistas do Pasep com 70 anos ou mais. O valor reservado para este fim é de R$ 2,76 bilhões. Os cotistas com saldo de até R$ 2,5 mil poderão solicitar a transferência para qualquer conta em seu nome em outra instituição financeira na página do banco na internet ou nos terminais de autoatendimento. Não correntistas com saldo acima desse valor ou herdeiros de cotistas falecidos deverão ir às agências.

Na Caixa, poderão fazer a retirada de R$ 6,7 bilhões, 3,5 milhões de cotistas do PIS com 70 anos ou mais. As retiradas de até R$ 1,5 mil podem ser feitas nos caixas eletrônicos do banco, digitando a senha do Cartão Cidadão, sem a necessidade de cartão bancário. As de até R$ 3 mil precisarão do Cartão Cidadão e senha, nos terminais eletrônicos.

Nas lotéricas e nos correspondentes bancários, o cotista poderá retirar o dinheirol, levando o Cartão Cidadão, a senha e algum documento oficial de identificação com foto. Acima de R$ 3 mil, só poderá ser sacado nas agências da Caixa com documento oficial com foto. O banco público informou que também fará a transferência do dinheiro para clientes de outros bancos, desde que a conta esteja no mesmo nome do beneficiário. A operação não terá custos.

 

Fonte: CB

 

Ex-ministro do TCU, Valmir Campelo é sabatinado pela ABBP

Nesta segunda-feira (16), a Associação dos Blogueiros de Política do Distrito Federal e Entorno (ABBP) realizou a 24ª Sabatina Política, na sala de reuniões da Associação Comercial do Distrito (ACDF) . O entrevistado desta edição foi o ex-ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Valmir Campelo Bezerra.

Campelo que é filiado Partido Popular Socialista (PPS), contou aos jornalistas porque voltou ao cenário político após 20 anos e também falou sobre os planos para 2018.

“Eu nasci com sangue político nas minhas veias. Estou saindo desta comodidade, porque gosto da política e de tentar ajudar. Quero devolver o muito que Brasília me ofereceu, me sinto na obrigação,” disse.

Porque o PPS?

“Eu procurei o PPS. Procurei todos os partidos, mas ninguém me deu guarida. Todo mundo é candidato.”

Melhor Governador de Brasília

“Sem desmerecer os outros, para mim o melhor governador que Brasília já teve foi Elmo Serejo Farias.”

Administrações Regionais

“As Administrações Regionais precisam de autonomia financeira e administrativa para funcionar.”

Sobre as Eleições 2018

Campelo disse que não há nada definido. Contudo, ele afirmou que deseja participar das eleições majoritárias. “Eu quero participar de uma administração séria e que possa devolver a dignidade dos brasilienses. As pessoas acham que os habitantes daqui são desonestos. Muitos de nós sente vergonha quando chegamos em outros Estados e falamos que somos de Brasília. A cidade sempre foi respeitada e precisamos retirar esta imagem negativa.”

Mais sobre a 24ª Sabatina ABBP

Sandro Gianelli (Blog do Sandro Gianelli / Programa Conectado ao Poder – Rádio OK FM / Coluna On´s e Off´s – Jornal Alô Brasília); Cláudio Campos (Jornal Club); Kleber Karpov (Política Distrital); Hamilton Silva (Blog do Hamilton Silva); Hudson Cunha (Blog do Hudson Cunha); Edgar Lisboa (Blog do Edgar Lisboa); Gurgel (Guerrilheiro do Cerrado); Josiel Ferreira (Tudo Ok Notícias); Léa Cruvinel (Acontece Hoje); Rodrigo Mercúrio (Blog do Rodrigo Mercúrio); e Danúbio Martins.

Sobre as entrevistas

A ABBP tem realizado coletivas com os pré-candidatos ao Governo do Distrito Federal. Para participar entre em contato com o diretor de Relações Institucionais, Hamilton Silva – (61) 99874-4201.

Fonte: ABBP

Luzia de Paula tem quatro projetos aprovados na CCJ

Na manhã desta terça-feira (17) a Comissão de Constituição e Justiça, da Câmara Legislativa, aprovou quatro projetos de lei de autoria da deputada distrital Luzia de Paula (PSB).

O Projeto de Lei (PL) nº 1.450/2013, torna obrigatória a disponibilização de espaços destinados à amamentação nos estabelecimentos das redes pública e particular de ensino do Distrito Federal.

O PL nº 1608/2.013, declara o cine Drive-In de Brasília Patrimônio Cultural do DF.

Já o projeto nº 660/2015, institui o Dia do Servidor do Poder Legislativo do DF.

Por fim, o PL nº 1280/2016, institui e inclui no Calendário Oficial de Eventos do DF a Semana da Mamografia.

Todos os projetos serão enviados para a votação no Plenário da Câmara Legislativa e em seguida para a sanção do executivo.

Fonte: Ascom Luzia de Paula

Luzia de Paula tem quatro projetos aprovados na CCJ

Na manhã desta terça-feira (17) a Comissão de Constituição e Justiça, da Câmara Legislativa, aprovou quatro projetos de lei de autoria da deputada distrital Luzia de Paula (PSB).

O Projeto de Lei (PL) nº 1.450/2013, torna obrigatória a disponibilização de espaços destinados à amamentação nos estabelecimentos das redes pública e particular de ensino do Distrito Federal.

O PL nº 1608/2.013, declara o cine Drive-In de Brasília Patrimônio Cultural do DF.

Já o projeto nº 660/2015, institui o Dia do Servidor do Poder Legislativo do DF.

Por fim, o PL nº 1280/2016, institui e inclui no Calendário Oficial de Eventos do DF a Semana da Mamografia.

Todos os projetos serão enviados para a votação no Plenário da Câmara Legislativa e em seguida para a sanção do executivo.

Fonte: Ascom Luzia de Paula

Após desembarque, Rollemberg exonera secretário indicado pelo PDT

O governador Rodrigo Rollemberg exonerou Gutemberg Gomes do cargo de secretário do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos do Distrito Federal. A demissão está publicada no Diário Oficial do DF desta terça-feira (17/10). A saída de Gomes, que havia sido indicado pelo presidente da Câmara Legislativa, o pedetista Joe Valle, ocorre menos de uma semana depois de o PDT desembarcar do governo.
Este é só mais um capítulo na crise entre o partido de Valle e Rodrigo Rollemberg. No domingo (15), o secretário-adjunto do Trabalho, Thiago Jarjour, preferiu deixar o PDT para permanecer no cargo. Em entrevista ao Correio, ele afirmou que o convite para ficar na pasta partiu do governador.
No anúncio da saída do PDT do governo, a legenda prometeu colocar à disposição todos os cargos preenchidos por indicação política. Na reunião, o presidente regional da sigla, Georges Michel, atribuiu a ruptura à dificuldade de diálogo com Rollemberg e falhas na gestão. “Tomamos a decisão de ter independência para nos posicionarmos. O GDF tem falhado na concretização do plano de governo. Com essa decisão, ficamos livres para realizar as cobranças”, colocou.
A secretaria, que engloba quatro subsecretarias de áreas diferentes, era loteada de cargos indicados pelo PDT. O próprio Joe Valle chefiou a pasta entre 2015 e 2016, e só deixou o posto para concorrer à presidência da Câmara Legislativa. À época da saída, em junho do ano passado, as rusgas entre ele e Rodrigo Rollemberg aumentaram, culminando na ruptura entre o partido e o governo.
Em entrevista coletiva nesta manhã, o governador não disse o porquê da exoneração, mas prometeu que nomeará um novo secretário, definitivo, a partir de “critérios técnicos”. Rollemberg comentou, porém, sobre a cisão entre a agremiação e o GDF. “O PDT já vinha votando em desacordo com o governo, como no caso do Instituto Hospital de Base e na reestruturação da previdência”, assinalou. O chefe do executivo também não descartou desmembrar a secretaria em pastas diferentes.
Com a saída de Gomes, entra, interinamente, Marlene Azevedo, até então secretária adjunta de Desenvolvimento Social. Procurado, o PDT não se pronunciou sobre a exoneração em si, apenas reforçou que, desde a saída do partido do governo, os cargos estão à disposição de Rollemberg.
Com informações de Ana Maria Campos
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