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Estratégia antiterror dos EUA volta a ser questionada após massacre

20160613095423583826oO FBI prossegue com as investigações sobre o autor do ataque, Omar Mateen. Cinquenta pessoas morreram e outras 53 ficaram feridas no ataque.

Orlando, Estados Unidos – A estratégia antiterrorista dos Estados Unidos voltou a ser questionada depois do massacre de 50 pessoas em uma boate gay de Orlando, executado na madrugada de domingo por um homem conhecido pelo FBI por seus vínculos com o islamismo radical. O ataque aconteceu na discoteca Pulse, que celebrava uma noite latina com apresentações de drag-queens. As autoridades da cidade do estado da Flórida já conseguiram identificar 21 vítima fatais, em sua maioria com sobrenomes latinos.

 A rádio do grupo extremista Estado Islâmico (EI) reivindicou nesta segunda-feira o ataque, confirmando o que havia sido antecipado no domingo pela agência Amaq, ligada à organização, e apresentou Omar Mateen como “um dos soldados do califado nos Estados Unidos”. “Deus permitiu ao irmão Omar Mateen, um dos soldados do califado nos Estados Unidos, lançar uma ghazwa (termo islâmico para designar um ataque) em uma discoteca de sodomitas na cidade de Orlando, conseguindo matar e ferir mais de 100 deles”, afirma o boletim da Rádio Al-Bayan do EI.

Um dos feridos, Ángel Colón Jr, de 26 anos, descreveu ao pai um agressor frio, que atuou de forma metódica até a invasão do local por uma equipe das forças especiais, que enfrentou o criminoso até sua morte. “Passava diante da cada pessoa que estava deitada no chão e atirava, para ter certeza da morte”, disse o pai, Ángel Colón, ao sair do hospital Orlando Regional Medical Center. O depoimento lembra o que aconteceu em 13 de novembro do ano passado na casa de espetáculos Bataclan de Paris, onde 90 pessoas morreram em uma tomada de reféns seguida por uma invasão das forças de segurança.

No massacre de Orlando morreram pelo menos 50 pessoas e outras 53 ficaram feridas. “Sabemos o suficiente para dizer que este foi um ato de terrorismo e um ato de ódio”, disse o presidente Barack Obama. O FBI prossegue com as investigações sobre o autor do ataque, Omar Mateen. Líderes muçulmanos dos Estados Unidos, o Papa Francisco e governantes de todo o mundo condenaram o ataque, o mais grave ato terrorista em território americano desde os atentados de 11 de setembro de 2001.

De forma simbólica, a Torre Eiffel de Paris será iluminada nesta segunda-feira com as cores da bandeira do arco-íris do movimento LGBT. O FBI admitiu que Omar Mateen, de 29 anos, havia sido investigado por seus contatos com um terrorista americano.

O agente especial do FBI Ronald Hopper também disse que antes de atacar a boate gay de Orlando, Mateen ligou para o número de emergência 911 e expressou lealdade ao grupo Estado Islâmico (EI). Nascido em Nova York em 1986, Mateen é filho de afegãos e morava em Port St. Lucie, Flórida, a duas horas de carro de Orlando. O pai afirmou que o filho agiu motivado pela homofobia. “Isto não tem nada a ver com religião”, disse ao canal NBC News.

FBI investiga
A ex-esposa de Mateen, que se divorciou em 2011, disse que ele era violento e controlador, mas não especialmente religioso. Mas o agente Hopper do FBI disse que a conduta de Mateen provocou suspeitas nos últimos anos. Em 2013 ele foi investigado por ter feito comentários a colegas de trabalho que davam a entender sua familiaridade com o terrorismo. Em 2014 voltou a ser interrogado por investigadores por sua relação com Moner Mohammad Abusalha.

Abusalha ganhou notoriedade quando se tornou o primeiro cidadão americano a cometer um ataque suicida na Síria. Ele era considerado um integrante de uma organização aliada da Al-Qaeda. “Determinamos que o contato havia sido mínimo e naquele momento não constituía uma relação propriamente dita ou uma ameaça”, afirmou Hopper.

Resgate de reféns
O massacre de Orlando aconteceu no momento em que a campanha para a eleição presidencial nos Estados Unidos, em novembro, começa a ficar mais intensa. A candidata democrata Hillary Clinton adiou um evento de campanha previsto com o presidente Obama e escreveu no Twitter que seus pensamentos “estão com todos os afetados por este ato horrível”. Seu rival republicano Donald Trump não perdeu tempo em afirmar que tem razão quando diz que a entrada de muçulmanos nos Estados Unidos deve ser proibida.

Trump pediu a Obama que renuncie por não ter atribuído o massacre ao “islã radical” e programou um discurso sobre segurança para esta segunda-feira. A tragédia na boate Pulse durou três horas a partir das 2h00 (3h00 de Brasília) de domingo, quando o barulho dos tiros começou a ressoar entre a música alta.

A polícia informou que o criminoso tinha um fuzil e uma pistola. Imediatamente, um policial que trabalhava no local respondeu e, ao lado de outros dois agentes, trocou tiros com Mateen. Uma viatura policial avançou contra uma parede e invadiu o local. Mais agentes entraram no tiroteio, que terminou com a morte do criminoso. As autoridades ainda não determinaram quantas pessoas foram mortas por Mateen ou se algumas foram vítimas do fogo cruzado durante o ataque.

Cenas de terror
As testemunhas descreveram o cenário, com corpos caindo e sangue por todos os lados. “Era um completo caos”, disse à AFP Janiel Gonzalez. “As pessoas gritavam ‘socorro, socorro, estou preso’ e umas pisavam nas outras”, afirmou o jovem. O massacre, que aconteceu no mês do Orgulho Gay nos Estados Unidos, deixou sombras sobre a tradicional desfile gay de Los Angeles, que aconteceu como estava previsto, mas com a a multidão abatida pela tragédia de Orlando.

Fonte: Correio Braziliense

Novo Gama recebeu I Seminário de Mulheres

Novo-Gama-recebeu-I-Seminário-de-Mulheres-4Com o objetivo de fortalecer o papel e a força da mulher novogamense, o Governo do Município promoveu, na última sexta-feira (10), o I Seminário de Mulheres. O encontro aconteceu na sede da Secretaria Municipal de Assistência Social.

O seminário que tinha como tema “Mulher, Trabalho, Igualdade, Poder e Participação”, contou com a presença de Ampharo Salles, representante da Secretaria Municipal de Defesa da Mulher e Diversidade Social e Tesoureira da Federação de Mulheres de Goiás; de Jucilene Barros e a vereadora Laociécia Dourado, presidente e vice-presidente da Federação das Mulheres de Goiás; de Danillo  Ferreira, representante da Delegacia Especializada de Atendimento a Mulher – DEAM; de Thaís Xavier, ex- Secretária Municipal de Assistência Social; de Jane Ferreira, ex – 1º Secretária da Mulher de Novo Gama; de Carmem Estevão, autora da implantação da Superintendência da Mulher em Aparecida de Goiânia; de Cecília Mello, Superintendente da Secretaria da Mulher e Goiás; e dos Secretários Municipais de Assistência Social e de Indústria e Comércio, Silas Muniz e Luciano Silva.

Durante a realização foram discutidas diversas temáticas voltadas para a implementação de políticas públicas para as mulheres no município, focada no tema do enfrentamento da violência contra a mulher, dando mais visibilidade para o problema.

Na oportunidade a presidente da Federação das Mulheres de Goiás, Jucilene Barros pediu 1 minuto de silêncio para que fosse feita uma reflexão o sobre os casos de agressões e estupros acontecidos nos últimos dias. Já o Secretário de Assistência Social, Silas Muniz aproveitou o momento para falar sobre o preconceito contra a mulher e o machismo.

“É inadmissível que em pleno o século XXI ainda exista pessoas com pensamento machista. As mulheres devem se unir para lutar contra esta problemática”, ressaltou Silas Muniz.

A representante da Secretaria de Defesa da Mulher e Diversidade Social Ampharo Salles parabenizou a todos pela realização. Ela ainda homenageou, em nome da pasta, o representante da DEAM, Danillo  Ferreira pelos trabalhos realizados a frente da delegacia.

“Nós somos sabedores da luta de cada pessoa, principalmente da comunidade. Tudo o que faço, tem que haver a gratidão. Para que este evento acontecesse tão brilhantemente, contei com o apoio de uma competente comissão organizadora. Quero agradecer as secretarias municipais, a equipe do ProJovem, a vereadora Laodicéia Dourado; a todos os presentes e principalmente ao  prefeito Everaldo Vidal, que nos recebeu em seu gabinete e disponibilizou o que fosse necessário para a realização deste importante evento,” disse Ampharo Salles.

Fonte: Novo Gama

Conectado ao Poder com Chico Leite (12/06/2016)

Sandro Gianelli entrevista o Deputado Distrital Chico Leite. Assista:

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Brasil cai 64 posições no ranking de direitos da criança

5abr2015-900x550Ontem (13/6) vários veículos da imprensa como o UOL, a revista Exame e a rádio CBN noticiaram um dado negativo que envolve nossas crianças.

O Brasil caiu 64 posições, despencando da quadragésima terceira para a centésima sétima posição no ranking de direitos de crianças e adolescentes. A pesquisa avalia dados sobre jovens de até 18 anos.

Infelizmente o Brasil ficou atrás de vizinhos como Argentina, Chile, Colômbia, Panamá e Guatemala.

Os principais problemas incluem discriminação estrutural contra crianças indígenas e afrodescendentes, portadoras de deficiência, lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e crianças vivendo na rua.

O ranking analisa os 163 países que assinaram a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança. A queda do Brasil foi em relação a três fatores, que são a ausência de discriminação, o melhor orçamento disponível e a legislação protetiva.

Casos recentes como a morte de um menino de apenas dez anos em São Paulo e da adolescente de 16 anos vítima de um estupro coletivo no Rio de Janeiro foram estampados na imprensa mundial e são o reflexo dessa estatística.

Infelizmente o país teve recentes cortes financeiros, que afetaram o orçamento para as áreas social e de direitos humanos, impactando negativamente a implementação de programas para a proteção dos direitos das crianças.

Felizmente o Distrito Federal está no rumo contrário a esta estatística. Em 2014  a Câmara Legislativa aprovou a Emenda a Lei Orgânica Nº 76, de autoria da deputada distrital Luzia de Paula, que destinou 0,3% da receita tributária do DF para o Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente do DF.

Os investimentos passaram de 900 mil em 2014, para mais de 45 milhões em 2015.

Fonte: luziadepaula.com.br

Balanço do 1º mês do governo Temer ainda é negativo, diz professor da FGV

1014_13062016014224O primeiro mês do governo interino de Michel Temer foi de reação às críticas, resumiu o professor da Escola de Direito da Fundação Getulio Vargas, Michael Mohallem. As informações são da Agência Brasil.

“É um governo que começou com muita turbulência, apesar de já se esperar muita dificuldade”, disse Mohallem. O governo Temer faz um mês neste domingo (12).

O primeiro desafio de Temer, de construir sua base de governo e compor a nova equação, que significava reduzir o número de ministérios e, ao mesmo tempo, atender os interesses dessa ampla base, foi mais difícil do que se imaginava há 30 dias.

“O processo de desgaste [com a possibilidade de extinção] do Ministério da Cultura, com a ausência de mulheres [nos ministérios] foi muito acima do que o próprio Temer esperava. Isso tudo tomou muito tempo da agenda. Foi um desgaste desproporcional”, afirmou o professor. Para ele, esse desafio ainda não está resolvido.

Os cargos do segundo escalão ainda não foram totalmente ocupados: secretarias importantes, como a do Ministério da Justiça, estão sem titular. Segundo o professor, esperava-se que essa fase fosse mais rápida, porque tinha começado cerca de 15 dias antes da votação do impeachment de Dilma Rousseff e será um governo curto.

“Existem desafios pendentes, o que é ruim. Temer poderia já ter virado essa página e não conseguiu ainda.”

Mohalllem disse que, o segundo desafio ­equacionar a Operação Lava Jato­ continua a ser um fator de instabilidade na política brasileira para qualquer partido e, em particular, para os grandes partidos como o PT, o PMDB e o PSDB. “O governo foi atingido de frente, assim como sua base no Congresso Nacional. O PMDB foi o principal alvo da Lava Jato neste mês. O PT continuou sendo atingido, mas de modo não tão frontal quanto o PMDB, que foi dragado para o centro da operação, com dois ministros atingidos por motivos diversos.”

Além disso, avançam os processos contra o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), “que, mesmo afastado, é em alguma medida um fiador do governo na Casa”. Mohallem destacou que “o mais novo capítulo da novela” foi o suposto pedido de prisão de líieres do PMDB, como o presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), o senador Romero Jucá (RR), o ex-senador e ex-presidente da República José Sarney (AP), além do próprio Cunha.

Paralisia

Mohallem disse que se pode dar ao governo interino a classificação de “paralisia” atribuída à administração de Dilma nos meses anteriores ao impeachment, em função desse contexto mais lento do que o esperado. “O governo fica apagando incêndios diários e, portanto, se mantém em uma pauta reativa, que não era política. Um governo de dois anos já deveria estar avançando nessa direção”. Para ele, o segundo desafio também se mostrou complicado e não tem horizonte de acabar.

O terceiro desafio permanece inalterado: a ação que pede ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) a cassação da chapa formada por Dilma e Temer na eleição de 2014. O professor disse que, do ponto de vista de Temer, houve uma sinalização positiva, que foram as repetidas declarações do ministro do TSE Gilmar Mendes “defendendo a tese de desvinculação das contas de Temer e Dilma”.

Para Mohallem, a avaliação do primeiro mês de Temer na Presidência ainda é negativa, embora, na última semana, tenha surgido um certo otimismo com o governo interino, devido às sinalizações de mercado, de dólar e de inflação. “É um pessimismo menor, mas eu acho muito tímido ainda, porque o desemprego passando de 11%, embora não seja culpa de Temer, é um fator que desestabiliza qualquer governo. A população associa com quem estiver [no governo], independentemente de quem seja o responsável.”

O professor da FGV ressaltou que nesse período o governo interino apareceu mais nas páginas policiais dos jornais, na agenda de investigação, do que nas páginas propositivas. “Faltou articulação, traquejo mesmo de ser governo.”

Fonte: Fato Online

Janot oferece 3ª denúncia contra Cunha na Lava Jato

janot1-696x413O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ofereceu, nesta sexta-feira, 10, a terceira denúncia contra o presidente afastado da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), na Lava Jato. O parlamentar é acusado de ter recebido R$ 52 milhões em propina nas obras do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro.

Segundo as investigações, Cunha teria solicitado e recebido propina de um consórcio formado pelas empreiteiras Odebrecht, OAS e Carioca Christiani Nielsen Engenharia. O inquérito, aberto em março deste ano, tem como base as delações dos empresários Ricardo Pernambuco Júnior e seu pai Ricardo Pernambuco.

Ambos apontaram o presidente da Câmara, o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto e o doleiro Mário Góes, operador de propinas do esquema de corrupção instalado na Petrobras entre 2004 e 2014. Segundo os empresários, o peemedebista teria recebido o equivalente a 1,5% dos títulos comprados pelo Fundo de Investimentos do FGTS (FI-FGTS), paga em 36 parcelas. A primeira transferência, de quase US$ 4 milhões, foi realizada para uma conta no Israel Discount Bank.

No pedido de abertura de investigação, feito por Janot ao STF em fevereiro, o procurador-geral acentuou que as informações repassadas pelos delatores são “robustas”. A investigação preliminar já conta com documentos bancários que indicam transferências, extratos de contas na Suíça e correspondências eletrônicas.

A nova denúncia deverá ser analisada pelos 11 ministros do Supremo e, se for aceita, Cunha se tornará réu em mais um inquérito da Lava Jato. Ele já responde nesta condição, ao lado da ex-deputada Solange Almeida (PMDB-RJ), por suspeita de desvio de dinheiro em contratos da Petrobras para a compra de navios-sonda.

Janot também denunciou Cunha no inquérito que o investiga por manter contas na Suíça que teriam sido abastecidas com recursos desviados da estatal. O ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no STF, liberou este caso para a pauta do plenário nesta sexta-feira, 10. Agora, cabe ao presidente da Corte, Ricardo Lewandowski, incluir a discussão na pauta.

Fonte: Estadao Conteudo

Vice-governador Renato Santana já pensa no emprego pós-mandato

130815MM_vicegovernadorrenatosantana011A gestão Rodrigo Rollemberg (PSB) completou apenas um ano e meio à frente do GDF e um fato pra lá de curioso movimentou os bastidores do Palácio do Buriti nos últimos meses: o vice-governador, Renato Santana (PSD), já está preocupado com a recolocação no mercado de trabalho. Embora seja servidor estável, da carreira de Políticas Públicas e Gestão Governamental (PPGG), e esteja lotado há mais de 10 anos na Administração de Ceilândia, Santana pediu, em 31 de março, remoção para a Defensoria Pública do Distrito Federal.

O vice-governador se ampara em uma lei aprovada na Câmara Legislativa no fim de 2015, quando o órgão foi reestruturado, e não tem papas na língua para justificar o precipitado ato.

“Se eu disser que não tenho preocupação com meus vencimentos, estaria sendo hipócrita, mas a minha relação com a Defensoria é mais antiga do que isso. Eu acompanho o trabalho e as dificuldades do órgão há mais de 15 anos. Quando fui administrador de Ceilândia, no governo Rogério Rosso (PSD), fui eu quem cedeu o terreno para que eles construíssem a sua sede. Então, minha relação não é de hoje”, argumentou Santana, que também recorda já ter cedido servidores para o órgão.

A mudança permite que os carreiristas de PPGGs possam transitar entre entidades do GDF de acordo com a necessidade dos próprios órgãos. “Vou me preocupar em estar onde me sinto bem e onde exista carência”, resumiu o vice-governador.

E o salário, ó…

Santana, hoje, recebe R$ 20.743,83 brutos pelo cargo de vice-governador. Quando deixar o posto no Buriti, o vencimento cairá sensivelmente, para cerca de R$ 6 mil, média do que ganha um servidor da carreira de PPGG.

Entretanto, o valor pode sofrer um “upgrade” dependendo de onde Santana for lotado na Defensoria. Embora o órgão já tenha aceitado a remoção dele, ainda não foi definido onde o atual vice-governador vai atuar. “Ainda vou ver, lá na frente, em 1º de janeiro de 2019, se eu deixar de ser vice-governador e voltar a trabalhar como servidor público”, diz.

O vice-governador explica, ainda, que essa não é a primeira vez que ele se transfere entre órgãos do Governo do Distrito Federal e que, além de Ceilândia, já esteve lotado na Administração de Taguatinga e na Secretaria de Governo, quando trabalhou na Câmara Legislativa.

Seplag

Para que a nova remoção fosse possível, Renato Santana recebeu parecer favorável da Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag). O ato ainda será publicado, uma vez que a relação de servidores transferidos entre os órgãos do DF só é divulgada no Diário Oficial do DF a cada três meses.

Em nota, a Defensoria Pública informou que “Renato Santana, além do exercício de mandato eletivo, é ocupante de cargo efetivo e obteve autorização da Secretaria de Planejamento, através de sua Subsecretaria de Gestão de Pessoas, para ser redistribuído para o órgão”.

Desgaste

Eleito na chapa vencida por Rodrigo Rollemberg (PSB) nas eleições de 2014, a relação de Santana com o socialista se deteriorou ao longo dos meses. Um dos episódios mais recentes ocorreu em uma agenda pública na qual Santana representou o GDF, em Brazlândia, em uma ação de combate à dengue.

Na ocasião, assessores de Renato Santana foram acusados de “maquiar” uma borracharia para que o cenário “ficasse bem na foto”. O caso repercutiu negativamente no Buriti e acentuou os atritos entre o governador e o vice.

Fonte: Metrópoles

 

Irregularidades em passe livre do DF serão levadas à polícia, diz secretaria

mobilidadeA Secretaria de Mobilidade do Distrito Federal informou nesta sexta-feira (10) que detectou fraudes no programa de passe livre estudantil e que vai repassar as informações à Polícia Civil para que possa punir os responsáveis. Entre as irregularidades está a utilização de documentos – como declaração de matrícula ou cópia de identidade – falsificados.

As fraudes foram detectadas durante a fase de recadastramento do programa, entre 1º de março e 1º de abril. A secretaria ainda levanta o número total de casos de irregularidades, mas a estimativa é de que 100 mil cartões sejam suspensos a partir do dia 1º de julho – prazo final para solucionar pendências com o DFTrans.

“Nós vamos criminalizar isso. Quem deu motivo à fraude, estamos identificando, formalizando processo administrativo e isso vai virar inquérito policial”, disse o diretor do DFTrans, Léo Carlos Cruz. Se comprovados os casos de irregularidade, os envolvidos podem responder por uso de documento falso, falsidade ideológica e estelionato, disse a pasta.

Durante o período de recadastramento, 166 mil registros dos 260 mil que existiam foram revalidados, disse a secretaria. De acordo com Cruz, foram encontrados casos de “duplicidade de cartões”. Como não era exigido CPF e não havia controle de frequência escolar nem monitoramento dos dados, era possível que duas pessoas pudessem usar os mesmos documentos para criar dois passes diferentes, disse.

Nós vamos criminalizar isso. Quem deu motivo à fraude, estamos identificando, formalizando processo administrativo e isso vai virar inquérito policial”
Léo Carlos Cruz, diretor do DFTrans

Também foram detectadas situações de pessoas que não eram estudantes, mas usavam o passe de alguém da família. Outra irregularidade apresentada pela secretaria é o caso de 5 mil cartões asssociados a uma escola fictícia chamada Passe Livre Padrão.

“Essa escola nunca existiu. O que fizemos foi derrubar tudo quanto é cadastro vinculado a essa escola”, disse Cruz. “Quem fazia o cadastro eram terceirizados. O controle era difícil por falta de mecanismos de gestão e o não uso de tecnologia de controle”, declarou.

Segundo a pasta, 61 mil cartões estão bloqueados por existirem pendências, como falta de foto ou cópia de documentos no cadastro. Há 15 mil cartões novos prontos, que ainda aguardam retirada.

Segurança

A Secretaria de Mobilidade anunciou que vai cobrar das empresas de ônibus a implementação de um sistema de biometria nos veículos para aumentar a segurança do programa. O serviço será custeado pelas empresas e servirá para conferir possíveis “inconsistências”, afirmou o secretário Marcos Dantas.

Segundo ele, a pasta também vai passar a cobrar das instituições de ensino uma “ficha de frequência” mensal dos alunos. A previsão é de que essa obrigação passe a valer a partir de julho. “Com essas medidas, pretendemos realizar uma economia de R$ 9 milhões por mês no passe livre estudantil. Uma redução de 36% no custo do benefício.”

Pendências

O secretário destacou que os 61 mil estudantes com cadastro pendente podem resolver a situação pela internet e nas agências na Galeria dos Estados, no Na Hora de Ceilândia. A partir de 20 de junho, as unidades do Na Hora de Taguatinga e Gama também estarão disponíveis.

Segundo o chefe da secretaria, “o sistema [de atualização de cadastro na internet] está rodando bem”. “Qualquer sistema pode trazer indisponibilidade. Mas não constatamos nenhum tipo no sistema. O que a gente às vezes observa é que as pessoas não observam algumas orientações que constam no site.”

Após o dia 1º de julho, o estudante que tiver o passe bloqueado terá de resolver as pendências para poder ter acesso ao benefício. As informações podem ser acessadas pela página do programa na internet.

Fonte: G1

Estado Islâmico assume autoria de massacre em boate gay em Orlando

alx_mundo-eua-orlando-atentado-boate-orlando-20160612-02_originalA agência de notícias Amaq, ligada ao Estado Islâmico, disse que um dos soldados do grupo extremista foi o responsável pelo ataque à boate gay Pulse em Orlando, que causou a morte de 50 pessoas e deixou 53 feridos.

As autoridades norte-americanas estão sendo cautelosas em relação ao ataque. Até agora, confirmam apenas que Omar Mateen, de 29 anos e descendente de afegãos, foi o responsável pelo massacre.

O FBI disse ainda que o atirador comprou ao menos duas armas de fogo nas últimas semanas e que trabalhou como segurança. Além disso, Mateen foi alvo de investigação em 2013 após comentários “inflamatórios” no ambiente de trabalho e manteve ligações com um suspeito de planejar um ataque a bomba em 2014. Porém, a polícia federal norte-americana não confirmou a ligação entre o massacre e o EI.

O curto comunicado do EI foi distribuído por meio do Telegram, um aplicativo de mensagens. O texto diz que o ataque “visou uma boate para homossexuais”.

Em territórios em que controla na Síria e no Iraque, o EI rotineiramente executa homossexuais. O grupo também exibe, por meio de seus canais de propaganda, vídeos de seus soldados empurrando homens acusados de serem gays de edifícios.

O EI pediu no mês passado que seus apoiadores realizassem ataques no Ocidente durante o mês sagrado do Ramadan, que começou na semana passada. O mês é considerado de sacrifício e luta por alguns muçulmanos e coincide com o aumento expressivo da violência de grupos extremistas, como Estado Islâmico e a Al-Qaeda.

Fonte: Correio Braziliense

#CONECTADOAOPODER na TV (Domingo 12/06/2016)

Sandro Gianelli entrevista o Deputado Distrital Chico Leite.

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