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Câmara Legislativa retoma debate sobre a Lei do Silêncio

20160216002524491435eTexto substitutivo para projeto de lei que prevê mudanças nos limites de som deverá ficar pronto hoje. Enquanto isso, o Executivo local promove debates sobre o tema e pode enviar a mesma matéria para ser analisada pelos distritais.

Brasília teve um carnaval com hora para acabar, apesar de a folia estar em ascensão na capital. No fim de semana, um policial militar terminou com o dedo quebrado após ser agredido por seis pessoas enquanto atendia ocorrência de perturbação à ordem pública no Itapoã. Ambos os casos são exemplos de que a Lei do Silêncio merece voltar à discussão na Câmara Legislativa. O projeto de lei (PL) que prevê mudanças na legislação ganhará um texto substitutivo àquele apresentado pelo deputado Ricardo Vale (PT) no começo do ano passado. A nova matéria deve ficar pronta hoje. Especialistas criticam o aumento dos limites propostos pelo petista — de 50 decibéis para 65dB, à noite, e de 55dB para 70dB —,  mas acreditam serem necessárias alterações.
A ideia da adaptação do PL é, segundo os deputados distritais envolvidos, tentar balancear a situação. Enquanto artistas e donos de bares reclamam da dificuldade de se adequar à legislação, lideranças comunitárias mostram preocupação com o aumento do barulho na cidade. Portanto, entre as mudanças previstas no substitutivo, está a exigência de isolamento acústico em estabelecimentos que produzirem “som, ruído ou música” entre a 0h e as 7h.
Como ainda está longe da unanimidade, não é garantido que o projeto seja votado logo. E, enquanto os deputados definem os rumos do trabalho na Câmara, o Executivo local age de forma paralela e pode enviar outra matéria à Casa. Um grupo de trabalho da Casa Civil é responsável por promover encontros com os diversos interessados. “Estivemos com lideranças comunitárias e empresários do setor, como donos de bares e de restaurantes, para ver se é, de fato, necessário mudar a legislação”, explica o secretário adjunto de Relações Institucionais, Igor Tokarski.
O problema de toda a discussão, na opinião do professor de acústica ambiental do Centro Universitário de Brasília (UniCeub) Edson Benício, é que quem está à frente do projeto “não entende de acústica”. “A nossa legislação está atrasada, mas fixar limites em 65dB e em 70dB é impensável. Deve ser feito um estudo sério, de zoneamento sonoro e de mapas acústicos de todo o Distrito Federal e definir o que pode e o que não pode em cada região”, defende o especialista. “Precisamos de atividade noturna, mas faz sentido a 408/409 Norte ter quase 20 bares? Quem deu o alvará? Tudo parece ser feito sem análise prévia”, conclui.
Outro especialista, o também professor de acústica ambiental do UniCeub Sérgio Caravelli, argumenta que não há uma metodologia clara de medição do som. E reforça a crítica aos números propostos por Vale. “Os limites atuais são baseados em normas internacionais. Qualquer quantidade superior a 55dB, à noite, pode comprometer a qualidade de vida”, explica o integrante da Sociedade Brasileira de Acústica. “A lei não explica onde deve ser medido o som. Do jeito atual, estabelecido em 2m do limite do estabelecimento, o fiscal mede quase dentro do ambiente. Acredito que a quantidade deva ser mensurada no receptor crítico, como a fachada do prédio mais próximo”, continua.
Agressão a policial
No domingo, uma equipe do 20º Batalhão de Polícia Militar (BPM) sofreu agressões na QL 8 do Itapoã. Eles foram surpreendidos por quatro homens e duas mulheres ao atenderem a denúncia de som alto vindo de um carro estacionado no local. Segundo a corporação, os suspeitos tentaram roubar as armas dos PMs e chegaram a quebrar o dedo de um deles.
Fonte: Correio Braziliense

Temer nega articulação pela saída de Dilma

20160216110734Em campanha pela reeleição à frente do PMDB, o vice-presidente da República, Michel Temer, declarou na segunda-feira, 15, “jamais” ter sido articulador do impeachment da presidente Dilma Rousseff. “Jamais fui articulador de impeachment. Jamais disse uma palavra em relação a esse assunto. Por uma razão singela: é uma matéria do Congresso Nacional. Não é uma matéria atinente ao Poder Executivo. De modo que nunca disse uma palavra sobre isso. Continuo dizendo a mesma coisa. Não me meto nessa história. Não entro nessa história. O Congresso Nacional vai achar o que deva acontecer”, afirmou o peemedebista, em Belo Horizonte.

Em dezembro passado, o vice-presidente enviou à presidente da República uma carta com reclamações do tratamento dado pelo governo ao PMDB, o que gerou desgaste com o Palácio do Planalto em meio ao movimento da oposição pelo afastamento da presidente.

Ao lado de lideranças nacionais do PMDB, Temer esteve na capital mineira para pedir apoio à sua reeleição como presidente do partido em evento com cerca de 500 correligionários da legenda. Horas depois, sua comitiva viajou para Vitória (ES). Os peemedebistas mineiros entregaram ao vice documento de apoio à sua reeleição assinado por todos os delegados da sigla que votarão no próximo dia 19.

Um dos assuntos da agenda de segunda-feira foi a intenção de o partido lançar candidato à disputa presidencial em 2018. “Dizer que o PMDB não tem poder político? Tem. Temos maior número de prefeitos, vereadores, deputados estaduais, deputados federais, senadores, a presidência da Câmara, a presidência do Senado, modestamente, a Vice-Presidência da República. Temos poder político. Mas precisamos é da Presidência da República em 2018”, disse Temer em discurso para os correligionários.

‘Em cima do muro’

Antes do encontro, na porta do hotel onde a reunião foi realizada em Belo Horizonte, dez pessoas fizeram protesto contra a presidente Dilma Rousseff e o próprio partido com faixa que dizia: “PMDB: Puxadinho do PT”. Nos discursos, dirigentes do partido reforçaram a mensagem. “Precisamos deixar de ser o partido da governabilidade para ser o partido que vai governar o País”, afirmou o secretário-geral do PMDB nacional, deputado federal Mauro Lopes (MG).

Para o presidente da Fundação Ulysses Guimarães, Moreira Franco, que já foi ministro da Assuntos Estratégicos da Presidência da República e também ministro da Secretaria de Aviação Civil no governo Dilma, o PMDB não participa das decisões políticas do País. Para o ex-ministro, o partido precisa “sair de cima do muro”.

O presidente estadual da sigla, o vice-governador Antônio Andrade, afirmou “não entender o que se passa no governo federal”. O peemedebista alegou que o “jogavam contra” Michel Temer quando o vice atuava como articulador do governo. “Parece que não queriam o seu sucesso.”

Ao final do encontro em Belo Horizonte, com Temer já se despedindo, um correligionário do PMDB Afro interpelou o vice-presidente do fundo do auditório e pediu que citasse o trabalho desenvolvido pelo grupo. Até aquele momento, depois de citar várias alas da legenda, ninguém da cúpula do partido havia feito menção ao movimento negro que integra o partido. Temer atendeu ao pedido e, na saída, parou para fazer fotos com o representante do grupo.

‘Dificuldade’

Em Vitória, a sucessão presidencial de 2018 voltou a ser assunto da agenda do vice-presidente. “Precisamos revelar toda história do PMDB aos brasileiros. Se não fosse nosso partido, no passado não teríamos feito o Plano Real e o Brasil não teria saído da crise no passado, por exemplo. Será uma eleição difícil, mas temos que mostrar a que viemos e ir não ir só atrás de votos”, ressaltou o peemedebista durante evento com representantes e militantes do partido no Espírito Santo. (Colaborou Jennifer Trindade, especial par AE)

 Fonte: Estadão Conteúdo

Da verba disponível em 2015 para combate à dengue e outras doenças, GDF investiu apenas um terço

16871710987_7df64606a9_k-840x577Apesar do esforço de profissionais da área de saúde e de militares das Forças Armadas para combater a epidemia provocada pelo mosquito transmissor da dengue, febre chikungunya e do zika vírus, o Governo do Distrito Federal pouco investiu no ano passado para evitar que os casos de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti se multiplicassem. Em 2015, a Secretaria de Saúde teve um orçamento autorizado de R$ 43.761.805 para aplicar em ações de vigilância em saúde. No entanto, foram empenhados (quando o recurso é reservado para um gasto específico) apenas R$ 15.017.443, quase três vezes menos. Se considerarmos o que foi liquidado (efetivamente pago), o montante é menor ainda: R$ 6.869.091.

De acordo com as planilhas do Sistema Integrado de Gestão Governamental (Siggo), a que o Metrópoles teve acesso, as despesas se referem ao controle ambiental e vigilância epidemiológica e sanitária. Em vigilância epidemiológica, por exemplo, durante todo o ano de 2015 o total empenhado foi de R$ 5.788.092, 79. Entretanto, o investimento poderia ter sido bem maior, já que estavam à disposição da pasta R$ 20.456.117,56.

Para se ter uma ideia da redução do investimento nessa área importante, em 2014 os recursos foram bem maiores. Do total autorizado de R$ 58.628.022, foram empenhados R$ 49.865.049 e liquidados R$ 41.861.671.

Segundo o presidente do Sindicato dos Médicos do DF (SindMédicos), Gutemberg Fialho, a falta de recursos transformou o cenário de combate a epidemias, como é o caso da dengue. “Essas doenças são sazonais, sendo necessário fazer um trabalho preventivo antes da época em que os casos tornam-se mais frequentes. E não foi isso o que aconteceu”, destaca.

De acordo com o médico, o DF já enfrentou outras epidemias graves provocadas pela ausência de investimentos, campanhas educacionais e falta de ações como limpeza urbana. “Quem não se lembra do surto de hantavirose que o DF teve há alguns anos?”, afirmou.

Casos disparam
A queda nos investimentos na área contribuiu para o aumento das doenças transmitidas pelo mosquito no DF. O último balanço divulgado pela Secretaria de Saúde mostra que até 11 de fevereiro foram confirmados 1.794 casos de dengue, contra 504 no mesmo período do ano passado.

O balanço confirmou ainda cinco casos de febre chikungunya e seis de zika vírus, sendo que quatro são de moradores do DF, e em apenas um deles o contágio ocorreu na cidade. O levantamento mostrou também o primeiro registro do tipo 3 da doença. Isso significa que os quatro vírus estão em circulação na capital do país e uma pessoa pode ser infectada quatro vezes por cada um desses tipos. Eles causam os mesmos sintomas.

Com relação aos casos graves e óbitos por dengue, há a notificação de três registros classificados como grave (sendo dois residentes do DF e um de fora) e, ainda, um óbito em residente na cidade, o de Maria Cristina Natal Santana, cunhada de Renato Santana, que morreu de dengue hemorrágica. Outro caso de morte está sendo investigado, mas a vítima era moradora de Águas Lindas de Goiás.

Resposta do GDF
A Secretaria de Saúde justificou que, em 2015, foram disponibilizados R$ 15.791.167,02 para as ações de vigilância em saúde. Desse valor, R$ 15.017.445,18 foram empenhados e R$ 6.978.939,09 foram liquidados. “A diferença pode ser paga no presente exercício, uma vez que a programação financeira foi inscrita em restos a pagar”, diz a nota.

A secretaria esclareceu que “a diferença ainda não liquidada se justifica pelo fato de os serviços ainda estarem em andamento. As notas fiscais serão emitidas ao final dos prazos de prestação destes serviços.  A pasta frisa que todo o valor empenhado foi comprometido com ações de vigilância em saúde. Portanto, a execução de 2015 para este fim foi equivalente a 95% do total disponível”, destacou a pasta em nota.
Fonte: metropoles.com

Médico dá dicas para adaptação ao fim do horário de verão

foto_25022012084311O horário de verão acaba no próximo domingo (21), quando os relógios devem ser atrasados em uma hora nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Pessoas que costumam sofrer com as alterações no horário devem começar a se preparar desde já para não sentir tanto os efeitos da mudança.

A principal medida para minimizar os efeitos do fim do horário de verão é atrasar gradualmente a hora de dormir, de acordo com o neurologista Ricardo de Campos. Segundo ele, o ideal é fazer a mudança de forma fracionada, indo dormir cinco minutos mais cedo a cada dia, durante, pelo menos, uma semana.

“Aí, quando chegar a hora da mudança, o corpo não vai sentir. O fracionamento progressivo talvez tenha menos impacto do que uma mudança abrupta de uma hora, que pode levar a  um sono anormal”, explica.

Outra dica do especialista é evitar alimentos e bebidas estimulantes durante a noite, como refrigerantes com cafeína.

Pessoas com problemas cardíacos, endócrinos ou pressão alta podem sofrer mais com as alterações de horário, de acordo com o especialista. “Ou a pressão sobe, ou a arritmia pode ficar mais sintomática, ou até mesmo alterações do rendimento de trabalho por irritação, alterações do humor, tudo o que a gente conhece com o sono alterado para mais ou para menos”, diz.

Idosos podem enfrentar maiores obstáculos para a adaptação, levando até um mês para se adequar ao novo horário. “Boa parte dos idosos tem dificuldade para se beneficiar de um sono mais reparador, e, com qualquer alteração mínima, ele pode ter problemas para a  mudança por até um mês”, afirma Campos.

O principal objetivo do horário de verão é aproveitar melhor a luz solar durante o período do verão, além de estimular o uso consciente da energia elétrica. Entre os meses de outubro e fevereiro, os dias têm maior duração nas regiões subtropicais, por causa da posição da Terra em relação ao Sol. Com o adiantamento de uma hora nos relógios, há uma redução no consumo de energia elétrica durante o período de maior demanda de energia.

A atual edição do horário de verão começou no dia 18 de outubro nos estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. A expectativa do governo é economizar R$ 7 bilhões, que representa o valor que teria de ser investido no sistema elétrico para atender a um consumo maior.

Segundo o Ministério de Minas e Energia, nos últimos dez anos, a medida tem possibilitado  redução média de 4,5% na demanda por energia no horário de maior consumo e uma economia absoluta de 0,5%, o que equivale, em todo o período do Horário de Verão, a aproximadamente ao consumo mensal de energia da cidade de Brasília, com 2,8 milhões de habitantes.

Da redação do Alô

Buriti pressiona mais e distritais esboçam reação

20160214230618Câmara atribui ao Executivo ações para ocupar postos estratégicos e para barrar projeto de recondução.

Com um pé fora do PDT, a presidente da Câmara Legislativa, deputada Celina Leão, descartou a possibilidade de haver mudanças nas comissões da Casa, como prefere um grupo de deputados e deseja o Executivo. “As comissões devem ser mantidas como estão, e qualquer coisa fora disso sequer foi cogitada”, garante Celina.

 

Aparentemente, a afirmação é uma resposta, em tom de insatisfação, ao Buriti, que, supostamente, tenta interferir em assuntos internos da Câmara, conforme revelou, sob anonimato, um distrital.

A julgar pela tensão  no plenário da Câmara na sessão da última quinta-feira, a relação  entre o Executivo e o Legislativo começou 2016 com o pé esquerdo.  Sem querer divulgação de seu nome, o parlamentar afirma que uma das razões para esse estremecimento seria a atuação do Buriti no sentido de promover mudanças na presidência de duas das  mais importantes comissões da Câmara. Ainda segundo essa mesma fonte, o governo tem incentivado deputados favoráveis à reeleição da Mesa Diretora do Legislativo a rever sua posição. “Quem não seguir a cartilha do Buriti, poderá sofrer represálias”, supõe o parlamentar.

Agora, a Lei do Silêncio

De volta aos trabalhos legislativos, após viagem aos Estados Unidos e o recesso do Carnaval, a presidente da Câmara diz que, nesse primeiro momento, as atenções estão voltadas para a votação de projetos como a nova Lei do Silêncio e a regulamentação do serviço de transporte por meio do aplicativo Uber, temas que dividem as opiniões dos distritais.  “Esses são os projetos mais polêmicos na Casa, e devemos iniciar a discussão por eles”, afirma a ainda pedetista .

Beneficiária da  emenda à Lei Orgânica que permite a manutenção dos ocupantes da Mesa Diretora por mais um mandato, a deputada Celina Leão descarta a possibilidade de esse debate ser antecipado. “Não há nada nesse sentido”, sustenta a chefe do Legislativo.

Aprovada em primeiro turno com o voto de 16 deputados, a emenda da reeleição está pronta para ser votada a qualquer momento, uma vez que já se passaram os 10 dias exigidos de intervalo entre as duas votações.

Embora existam condições legais e jurídicas para a medida ser colocada em prática, estima-se que os fatores políticos não sejam satisfatórios para levá-la hoje a cabo. Nesse caso, a pressão do Buriti sobre parlamentares alinhados ao governo pode estar surtindo o efeito desejado.

Nem líder quer mudar agora as comissões

Líder do governo na Câmara Legislativa, o deputado Julio Cesar (PRB) também não vê justificativa para reformular a composição das 10 comissões temáticas permanentes do parlamento. “Por mais que o regimento interno determine que as comissões devam ser recompostas anualmente, tradicionalmente essa Casa sempre acompanhou os dois anos”, salienta o parlamentar mais votado nas eleições de 2014.

Para o distrital, a definição de que o mandato dos membros das comissões  teria duração de dois anos é resultado de entendimento entre os 24 parlamentares no início dessa legislatura. “Qualquer mudança seria a quebra daquilo que foi combinado, portanto, não se deve mexer [nas comissões] até porque acordos são feitos para serem cumpridos”, reitera o líder do governo.

O grupo de deputados descontentes com a atual formação dos colegiados na Câmara defende uma nova composição das comissões temáticas.

O argumento é de que houve mudanças significativas na correlação de forças políticas na Casa Legislativa, como substituição de deputados e o surgimento da Rede Sustentabilidade, por exemplo, o que modificou substancialmente o quadro partidário.

Fonte: Jornal de Brasília

Pais dormem em fila e enfrentam chuva para fazer matrícula no DF

índiceAlunos foram matriculados longe de casa; Educação diz que vai apurar. Pais levaram colchões para enfrentar fila; matrículas vão até sexta-feira.

As matrículas para vagas remanescentes no ensino público do Distrito Federal começaram nesta segunda-feira (15). Na noite de domingo (14), dezenas de pais dormiram em frente às escolas para conseguirem matricular os filhos ou mudá-los para um colégio mais perto de casa. Para enfrentar as várias horas de espera, familiares levaram colchões, comida e improvisaram locais para dormir e se abrigar da chuva.

Trouxe até repelente. É muito desconfortável ficar aqui. Estou tentando fazer a transferência, fiz a matrícula pelo 156 e ele jogou meu filho lá no Lago Norte. A distância é muito grande. Moro na Ceilândia”
Sérgio Parente, vigilante

O vigilante Sérgio Parente foi até a Escola Classe 48 de Ceilândia para transferir o filho. Ele diz que tentou mudá-lo de colégio pelo número 156. Entretanto, a solicitação não foi atendida. “Trouxe até repelente. É muito desconfortável ficar aqui. Estou tentando fazer a transferência, fiz a matrícula pelo 156 e ele jogou meu filho lá no Lago Norte. A distância é muito grande. Moro na Ceilândia”, diz.

Em entrevista a TV Globo, o secretário de educação, Julio Gregório, disse que os pais tiveram um prazo para realizar as matrículas e trocar os filhos de escola, caso fosse necessário. “Todas as pessoas que se inscreveram por meio do 156 foram contempladas com as vagas que estavam disponíveis. Apenas as pessoas que deixaram de se inscrever estão passando por essa situação”, declarou.

Segundo Gregório, as pessoas “devem ser habituar com os períodos determinados para as matrículas.” “Os pais tiveram um prazo, tanto para matrícula quanto para remanejamento. Sobre a distância de colégios, o fato deve ser apurado. Em algumas situações, o CEP está errado ou o pai solicitou uma escola errada.”

A contadora Dalva de Oliveira disse que a situação vivida pelos pais é “humilhante e incômoda”. Segundo ela, o sistema de matrículas deveria ser administrado de outra forma. “Eles poderiam ter pego previamente o nome de todo mundo, separado direitinho. É complicado ficar aqui na chuva esperando alguma vaga de remanejamento. É humilhante.”

Documentação
As matrículas de vagas remanescentes podem ser efetuadas até sexta-feira (19).
No ato da confirmação devem ser apresentados os seguintes documentos:

Educação Infantil: duas fotos 3×4 do aluno; documento de identidade; comprovante ou declaração de residência; cartão de vacina.

Ensino Fundamental e Médio: duas fotos 3×4 do aluno; documento de identidade; comprovante ou declaração de residência.

Fonte: G1

 

Senado retoma trabalhos discutindo a Lei de Responsabilidade das Estatais

senado-retoma-trabalhos-discutindo-a-lei-de-responsabilidade-das-estataisProjeto gera polêmica entre os senadores e já foi retirado de pauta duas vezes. As propostas prioritárias para este semestre devem ser decididas durante reunião dos líderes na terça-feira (16).

Depois de 40 dias de recesso e mais uma semana de folga por causa do Carnaval, o Senado retoma seus trabalhos com a discussão de projetos polêmicos como o PLS 555/2015 – a Lei de Responsabilidade das Estatais. O projeto foi colocado em pauta ainda no ano passado, mas os senadores não conseguiram chegar a um consenso para colocá-lo em votação.

O projeto é fruto de uma comissão mista especial criada no ano passado por meio de um acordo entre os presidentes da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ); e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). O substitutivo do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) cria normas de controle das empresas estatais controladas pela União.

O projeto foi colocado em pauta na primeira reunião deliberativa do Senado, realizada no último dia 3. No entanto, atendendo a um pedido dos senadores contrários à proposta, foi retirado de pauta mais uma vez. O senador Roberto Requião (PMDB-PR), um dos maiores críticos do texto, anunciou que pretende apresentar algumas emendas ao substitutivo para serem incorporadas ao texto.

Para o senador Tasso Jereissati, a Lei de Responsabilidade das Estatais é um dos projetos mais importantes em tramitação na Casa. “Depois de todos esses escândalos envolvendo as estatais brasileiras como a Petrobras, é um clamor da opinião pública e uma obrigação nossa fazer essa discussão”, afirmou o tucano.

Líderes

Os demais itens da pauta do Senado durante as próximas semanas serão definidos pelo colégio de líderes que ser reunirá nesta terça-feira (16), a partir das 10 horas, com o senador Renan Calheiros. A reunião deverá estabelecer as prioridades da Casa para este primeiro semestre. Alguns senadores, como o primeiro vice-presidente, Jorge Viana (PT-AC), defendem que seja realizado um esforço concentrado neste primeiro semestre para compensar o esvaziamento do Congresso a partir de julho, quando começar a campanha eleitoral.

projeto de Lei da Responsabilidade das Estatais, Renan pretende colocar em votação o projeto que regulamenta a contratação dos trabalhadores terceirizados, o que estabelece a independência do Banco Central e a proposta do senador José Serra (PSDB-SP) que desobriga a Petrobras a participar com no mínimo 30% na exploração do pré-sal.

A primeira reunião da Comissão de Assuntos Econômicos, prevista para esta terça-feira, deverá iniciar com a eleição da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) para presidência do colegiado, em substituição ao colega Delcídio do Amaral (PT-MS), preso desde novembro do ano passado. Gleisi foi indicada pela bancada do seu partido e deverá ser candidata única ao cargo.

Fonte: Fato Online

Conectado ao Poder com Rômulo Neves (14/02/2016)

O Conectado ao Poder estreou hoje (14), sua 1° temporada no Programa Tendências e Negócios (TV Brasília, canal 6 / NET, canal 18). O programa vai ao ar todo domingo, às 14h. A apresentação é do Consultor em Marketing Político e Blogueiro Sandro Gianelli, que na estréia entrevistou o diplomata e ex-chefe de gabinete do governador Rodrigo Rollemberg. Assista:

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Conectado ao Poder estréia sua 1° temporada no Programa Tendências e Negócios (TV Brasília, canal 6 / NET, canal 18)

O Conectado ao Poder estréia amanhã (14), sua 1° temporada no Programa Tendências e Negócios (TV Brasília, canal 6 / NET, canal 18). O programa vai ao ar todo domingo, às 14h. A apresentação é do Consultor em Marketing Político e Blogueiro Sandro Gianelli, que na estréia entrevistará o diplomata e ex-chefe de gabinete do governador Rodrigo Rollemberg. Assista!

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Programa Conectado ao Poder – Edição de 13/02/2016

padrão-2016-(2-convidados)2O Programa Conectado ao Poder deste sábado (13/02), entrevista o Deputada Federal Alberto Fraga, o Prefeito de Águas Lindas, Hildo do Candango, e o Consultor Político Caio Manhanelli.

O programa vai ao ar, ao vivo, todo sábado, das 12h às 14h, na Rádio OK FM, 104,1. A apresentação é do Consultor em Marketing Político e Blogueiro, Sandro Gianelli.

Todo sábado os ouvintes acompanham o resumo das notícias políticas da semana, bastidores e entrevistas com Sandro Gianelli e os comentários de Rodrigo Mercúcio e Zinhão. Os ouvintes podem participar ao vivo pelo Whatsapp (61) 9320-8474.
Histórico

O Programa Conectado ao Poder vai para o terceiro ano, com mais de 200 edições e mais de 500 convidados.

Serviço

Rádio OK FM
Sintonia: 104,1 FM (DF e Entorno)

Local: SRTVS, Asa Sul, Quadra 701, Edifício Assis Chateaubriand, Torre 2, 1º andar, Sala 107, ao lado do Shopping Pátio Brasil.

Entrevistas
Para agendar uma entrevista entre em contato com Sandro Gianelli pelo celular / whatsapp de número (61) 8406-8683 ou pelo e-mail sandrogianelli@hotmail.com.

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