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Distritais vão ao Peru cobrar agilidade nas investigações de jovem desaparecido há 3 anos

distritais-840x561Os deputados distritais Ricardo Vale (PT) e Wellington Luiz (PMDB) se reuniram na tarde desta quinta-feira (19) com a ministra Luiza Lopes da Silva, diretora do Departamento Consular e de Brasileiros no Exterior.

Os parlamentares discutiram o roteiro de uma viagem oficial ao Peru, no qual cobrarão principalmente “agilidade nas investigações sobre o desaparecimento de Artur Pascoali”. O brasiliense está sumido desde 2012.

Deputados, em uma situação como essa, três anos depois do desaparecimento, seria mais útil cobrar:

– Persistência nas buscas
– Reconhecimento de que se trata de um crime, como alega a família
– Respostas sobre o que aconteceu com Artur

Fonte: Metrópoles

CLDF aprova projeto da deputada Luzia de Paula que visa a proteção de águas no DF

4-mar-plenárioAprovado na noite de terça (18), no plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal, o Projeto de Lei Nº 348/2011, de autoria da deputada Luzia de Paula (Rede), estabelece ações de gerenciamento e trata de processos de outorga de direito e uso de captação de águas, visando à proteção dos aquíferos.

O PL contribuirá, de forma efetiva, para dotar o DF de um poderoso instrumento de política de conservação e utilização de suas águas subterrâneas, a exemplo do que ocorre nos Estados de São Paulo e Pernambuco, os únicos da Federação que, até agora, dispõem de legislação específica sobre o tema.

“O projeto é rico no cuidado ambiental e trata da preservação das águas subterrâneas no DF. A poluição das águas ocasiona prejuízo à saúde, à segurança e ao bem-estar, além de causar danos à flora e à fauna. Uma curiosidade, o Aquífero Guarani é o maior das Américas e nasce no DF. O foco do projeto é a qualidade de vida dos moradores”, finaliza Luzia de Paula.

O Projeto de Lei segue para sanção do Governador Rodrigo Rollemberg.

Fonte: luziadepaula.com.br

‘Impeachment será decidido este ano’, diz Cunha

alx__plenario-da-camara-20151119-0001_originalDepois de ser alvo de uma rebelião iniciada por deputados de oposição, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), fez um aceno aos opositores de Dilma Rousseff e anunciou nesta quinta-feira que “com certeza absoluta” dará uma resposta aos pedidos de impeachment da petista ainda neste ano.

A declaração foi dada uma semana depois que o PSDB rompeu com Eduardo Cunha e passou a tomar frente da pressão pelo afastamento dele do comando da Casa. Alegando, oficialmente, não estarem convencidos sobre as explicações dadas pelo peemedebista acerca das denúncias de envolvimento no escândalo de corrupção da Petrobras, os tucanos romperam com Cunha motivados também pela irritação com a demora sobre o posicionamento acerca do impeachment de Dilma.

Acusado pela Procuradoria-Geral da República de envolvimento no petrolão e alvo de um processo que pode resultar em sua cassação, Cunha vinha negociando com governo e oposição para se manter no cargo – como presidente da Casa, ele tem a prerrogativa de decidir sozinho sobre o andamento dos pedidos de impeachment. Ao passo que a oposição rompeu com o peemedebista, as negociações de Cunha com o Planalto esquentaram.

Ao negar as especulações de que a decisão ficaria somente para 2016, ele foi taxativo: “Eu não falei isso para ninguém. Com certeza absoluta será decidido neste ano. Não tem nada que ficar para 2016, tanto que essa semana eu decidi quatro [pedidos], e decido mais provavelmente hoje ou segunda. Não há nenhuma mudança em relação a isso”, disse.

Nesta quinta-feira, o peemedebista foi vaiado em plenário por deputados que condenaram as manobras de seus aliados para barrar os trabalhos no Conselho de Ética, que o investiga. Aos gritos de “vergonha” e “Fora, Cunha”, a sessão acabou esvaziada e foi concluída sem a votação de uma medida provisória. O presidente da Câmara, ao comentar o episódio, atacou o PT: “Os meus adversários querem, aos gritos, tentar obter depois da eleição aquilo que não obtiveram. Tem uns do PT que afirmam que tentam o golpe contra eles, mas tentam dar o mesmo golpe”, disse.

Sobre o episódio, Cunha afirmou que a “Casa não vai ser conduzida debaixo de grito” e que declarou que há uma “série de irregularidades” em seu processo que podem ser alvo de recursos no próprio âmbito legislativo ou no Supremo Tribunal Federal. “Houve violações regimentais e cerceamento de defesa”, disse, repetindo críticas sobre o relator do processo no Conselho de Ética, Fausto Pinato (PRB-SP), e a condução dos trabalhos no Conselho de Ética. “Para mim, a decisão do plenário é absolutamente irrelevante. Tudo que iria acontecer ou deixaria de acontecer seria facilmente derrubado pelas aberrações que foram feitas desde o início da manhã”, continuou. Cunha negou ter ficado constrangido nesta quinta-feira e creditou o episódio a um “processo político” comandado por opositores. “Já estou vivenciando esse processo há um tempo e nada disso vai mudar meu comportamento”, afirmou.

Fonte: veja.abril.com.br

Estado Islâmico ameaça atacar Casa Branca, Roma e novamente Paris

20151120092348O grupo extremista Estado Islâmico divulgou nessa quinta-feira (19) um vídeo em que ameaça fazer novos atentados na Casa Branca, em Roma e novamente em Paris, após os ataques da última sexta-feira (13) na capital francesa.

No vídeo de seis minutos, supostos integrantes da organização ameaçam fazer ataques suicidas na residência do presidente dos Estados Unidos, ao mesmo tempo em que se congratulam com os atentados em Paris, em que morreram 129 pessoas.

Os terroristas também ameaçam com mais atentados na capital francesa e mencionam “a conquista de Roma”, depois de a Praça de São Pedro, no Vaticano, ter sido capa da revista online do grupo.

O novo vídeo foi divulgado depois de, na quarta-feira (18), o presidente da Câmara de Nova York, Bill de Blasio, ter dito que “não existe qualquer ameaça credível e específica” contra a cidade.

“Quero encorajar todos os nova-iorquinos a manterem as suas rotinas habituais e quero que saibam que não existe qualquer ameaça credível e específica contra a cidade”, afirmou de Blasio, em entrevista na Times Square, acompanhado do chefe da polícia, William Bratton.

Fonte: Agência Brasil

GDF vai propor que camelôs possam trabalhar livremente em Brasília

ambulantes-sheylaleal-5O inusitado projeto de lei em elaboração na Segeth determinará horários e locais em que os ambulantes poderão vender produtos sem se preocuparem com a fiscalização.

Um projeto de lei no mínimo inusitado pretende liberar a presença de camelôs em ruas e calçadas da capital do país, sem a necessidade de esses profissionais pagarem qualquer taxa ao poder público. A ideia é do próprio governo do Distrito Federal, que atribui à crise econômica a necessidade dessa flexibilização.

A proposta está sendo elaborada por técnicos da Segeth (Secretaria de Estado da Gestão do Território e Habitação) e será mais uma questão polêmica levantada pelo Executivo local que chegará à Câmara Legislativa.

O projeto em questão vai na contramão da linha dura adotada por governos anteriores nessa relação com os ambulantes. Antes mesmo de a ideia ser apreciada pelos deputados distritais, o subsecretário de Ordenamento das Cidades da Segeth, José de Moraes Falcão, disse em entrevista exclusiva ao Fato Online que já existe uma orientação no governo para que a fiscalização seja mais compreensiva com esses trabalhadores em meio à turbulência econômica.

Restrições

Pela proposta a ser encaminhada aos distritais, os ambulantes teriam horário e local específicos para trabalhar de graça. Esses detalhes ainda não foram definidos, mas é bem provável que pontos como os acessos às estações de metrôs e o Setor Comercial Sul estejam na lista de lugares liberados para os camelôs.

De acordo com o subsecretário Falcão, o governo se esforçará para que a presença desses trabalhadores em ruas e calçadas não atrapalhe o livre fluxo de carros e pessoas. “No Setor Comercial Sul, por exemplo, não seria permitida a venda de produtos ao ar livre nos horários de maior movimentação”, ilustrou.

A principal explicação do GDF para essa proposta inédita é a crise econômica nacional da qual Brasília, detentora da maior renda per capita do país, não conseguiu escapar. O governo não sabe estimar o tamanho do avanço, mas reconhece o que é claramente perceptível pela população: o aumento do desemprego e a queda no poder de compra das famílias levaram muita gente para as ruas em 2015.

Desemprego

A taxa de desemprego no DF atingiu estrondosos 14,6% em setembro, avanço de 0,4 ponto percentual em relação ao mês anterior. Segundo dados da Codeplan (Companhia de Planejamento do DF), o contingente de desocupados subiu para 225 mil, proporcionalmente um dos maiores índices entre todas as capitais.

Não à toa, a plataforma superior da Rodoviária do Plano Piloto, o Setor Comercial Sul, os centros de Taguatinga e de Ceilândia, entre outros pontos de grande aglomeração de pessoas, voltaram a ser ocupados por dezenas de ambulantes. Há 10 dias, o Fato Online mostrou que os estrangeiros, como angolanos, senegaleses e bolivianos, também tomaram conta das ruas do DF.

Os “rapas” – nome dado às ações geralmente inesperadas dos agentes de fiscalização – continuam ocorrendo na tentativa de recolher joias, roupas, bolsas, carregadores de celular e tantas outras bugigangas que são expostas. Porém, em fases anteriores, o governo certamente adotaria uma postura mais rígida quanto à presença maciça dos camelôs.

“É fácil a Agefis (Agência de Fiscalização) chegar e ‘limpar tudo’, como sempre se defendeu. Mas não pode ser bem assim. É preciso que haja uma certa compreensão com essas pessoas no momento pelo qual o país está passando”, sublinhou o subsecretário Falcão. Segundo ele, “se essas pessoas forem retiradas das ruas, pode haver aumento da criminalidade”.

Empreendedores

Ainda segundo Falcão, o atual governo está atento aos cuidados urbanísticos ao tomar suas decisões, porém tem procurado não deixar de lado o que ele conceitua como “empreendedorismo social”. Ao avaliar que existe “um certo preconceito” com os camelôs, o subsecretário os caracteriza como “grandes empreendedores”, que trabalham nas ruas porque, acrescentou ele, sabem procurar os lugares onde os potenciais clientes estão.

Antes de desembarcar no governo de Rodrigo Rollemberg (PSB), o subsecretário – que não é filiado a partido algum – fez carreira em órgãos locais e federais, incluindo anos de atuação no Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas).

A proposta do GDF certamente deve provocar polêmica entre os próprios feirantes espalhados pelo Distrito Federal, muitos deles retirados das ruas por governos anteriores. Somente na Feira da Ceilândia, cerca de 120 ambulantes estão instalados nos arredores do espaço, sendo encarados como protagonistas de uma concorrência desleal.

Fonte: Fato Online

 

 

Receita do DF tem recorde de arrecadação

20151119001134Com R$ 24,1 bi em impostos, receita deve passar dos R$ 25 bi em 2015.

Neste ano, o Governo do DF já arrecadou mais do que nos anos de 2009 e 2010, juntos. A expectativa é de que chegue ao fim de 2015 com mais de R$ 25 bilhões em impostos. O valor recorde faz com que deputados questionem o aumento de impostos e uma possível intenção do governo de virar o ano com superávit, já que, dos R$ 24,1 bilhões que já entraram no caixa, foram gastos somente R$ 21,7 bilhões.

De posse dos números do Sistema Integrado de Gestão Governamental (Siggo-DF), o deputado distrital Rodrigo Delmasso (PTN) foi à tribuna da Câmara Legislativa do DF, ontem, exaltar o “bom trabalho” da equipe do governo.

“O valor arrecadado até setembro é maior que as receitas de  2009, 2010, 2011, 2012, 2013 e 2014”, disse, direcionando “parabéns” ao Buriti, “que apertou o cinto e aumentou a arrecadação”. Em tom de felicitações, Delmasso deu o recado: é contra o aumento de tributos.

E, da tribuna, também criticou a burocracia que empaca o setor produtivo na capital federal. Segundo dados do Siggo, em todo este ano, o governo arrecadou apenas  R$ 117  com taxa de vistoria de estabelecimentos, cobrança efetuada quando da liberação de um alvará de funcionamento.

Frustração

A situação do governo ainda é muito difícil. Palavras do secretário da Casa Civil, Sérgio Sampaio. “Não podemos ainda celebrar essa ideia de superávit. Isso não existe. Nós ainda estamos lutando com as despesas de 2015”, reforçou.

Ele disse que, se olhar a previsão de arrecadação para este ano, o que houve foi uma frustração de receitas. “Previa-se um aumento de 15% e isso nem de longe ocorreu”.

O ano, ele lembra, ainda não está fechado. “Temos ainda que arrecadar algo em torno de R$ 170 milhões para conseguir pagar as contas deste ano. Se não, nosso orçamento não fecha”, afirmou.

Sampaio explica que a  arrecadação positiva em um determinado mês não quer dizer que houve superação de todos problemas financeiros do DF. “Houve um aumento nominal  da ordem de 3%, 4%, quando comparado a uma inflação de 10%. Na verdade, não teve um ganho. Nossa arrecadação sequer acompanhou os reajustes dos preços, a inflação”.

Quanto a prováveis pedaladas aventadas por deputados nos bastidores, Sampaio diz que o GDF não está guardando dinheiro e deve começar 2016 com um “desajuste nas contas” de R$ 1,7 bilhão. “O DF criou despesas muito maiores do que as receitas eram capazes de suportar”.

 

Despesas aumentaram mais

Rodrigo Delmasso  ressaltou, no discurso, que a Câmara  Legislativa contribuiu para que o governo conseguisse aumentar a receita. O distrital Agaciel Maia (PTC), especialista em orçamento, disse que os números de Delmasso referem-se à arrecadação nominal. “Quando se desconta a inflação, na realidade, praticamente não houve um acréscimo significativo na arrecadação”, explicou. “Só que as despesas aumentaram muito mais”.

Valores seriam insuficientes para as dívidas

A arrecadação maior ainda é pequena, diante das dívidas, conforme a presidente da Casa, Celina Leão (PDT): “Nós temos R$ 3 bilhões em restos a pagar que não foram inscritos e mais de R$ 3 bilhões previstos para reajustes de salário”.

E isso vai exigir que o governo ainda tome mais medidas de ajustes. Ela espera que entre elas não esteja o aumento de impostos. “Mas o  governo tem que incrementar sim a arrecadação, por que um Estado que gasta 80% dos recursos em pagamento de folha é um Estado que está inviabilizado”.

Frutos de agnelo?

“Essa arrecadação joga por terra a cantilena do governo de que não tem dinheiro. Recurso há, o que falta é competência para gastá-lo”, disse o líder da  oposição na Casa, o deputado Chico Vigilante (PT).

O petista   fez um aparte à fala de Rodrigo Delmasso para destacar que a ampliação da arrecadação é fruto de medidas adotadas ainda na gestão do ex-governador Agnelo Queiroz.

Para o líder do governo, deputado Júlio  César Ribeiro (PTB), no entanto, a boa fase deve-se à competência da atual gestão. “Isso  demonstra que o governo acertou em cheio na equipe econômica e a prova disso é que o valor arrecadado este ano é  quase R$  5 bilhões a mais que em 2014”.

Perigo de perder fatia de fundo

O Distrito Federal corre o risco de perder mais de R$ 150 milhões de recursos do Fundo Constitucional não aplicados em investimentos nem utilizados para bancar despesas de custeio pelas forças de segurança. A constatação é da equipe técnica do gabinete do deputado Wasny de Roure (PT).

O parlamentar alertou o governo em pronunciamento na Câmara Legislativas, e por meio de ofícios enviados ao governador Rodrigo Rollemberg e às secretarias de Fazenda e de Planejamento, Orçamento e Gestão. O Tribunal de Contas do DF e a Comissão de Economia, Orçamento e Fiscalização da Câmara também foram notificados.

Para reverter esse quadro é necessário correr contra o tempo, pois a janela que permite esse expediente fecha-se em 8 de dezembro. Até lá, é preciso tomar providências que possibilitem a edição de um decreto pelo governo federal autorizando o GDF a remanejar esses recursos e usá-los para pagamento de pessoal.  “O governo não pode dormir no ponto, tem que lutar pelo remanejamento, porque R$ 150 milhões fazem muita falta para o pagamento de pessoal”, analisa Wasny.

O levantamento produzido mostra, também, que, nos últimos 12 anos, o governo distrital sofreu perdas de aproximadamente R$ 500 milhões, relativos a empenhos,  e R$ 130 milhões nos restos a pagar.

Para a presidente da Câmara Legislativa, deputada Celina Leão (PDT), a situação é gravíssima e requer atenção especial do Executivo. “Espero que o governo resolva isso até o fim de semana e nos mostre que está atendo às notificações da Câmara Legislativa”, considera.

É preciso regularizar

A regularização fundiária poderia incrementar muito mais as receitas. “Só com a venda direta  dos terrenos, resolveríamos todos os problemas financeiros do GDF e ainda geraria uma capacidade de investimento muito grande”, apontou Agaciel Maia.

Para ele, o governo teria de fazer uma força-tarefa e vender os terrenos já construídos nos condomínios de  São Sebastião, Paranoá, Itapoã e Riacho Fundo II. “Sem falar nas  mais de 300 mil residências vendidas por  contrato entre as partes, sem passar em cartório, sem arrecadar o ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis)”, lembrou.

Burocracia

Maia acredita que a regularização poderia resolver o problema econômico de Brasília por, pelo menos, 20 anos. A burocracia, ele frisa, também atrapalha o setor produtivo e impede o incremento da arrecadação. “Se o governo quisesse realmente resolver o problema de arrecadação do DF, bastava acelerar a emissão de alvarás de construção e de funcionamento. Cerca de 100 estabelecimentos atuam na ilegalidade. Quando forem legalizados e começarem a pagar impostos, aumenta a arrecadação”, argumentou Agaciel Maia.

Ele diz que centenas de obras de grande porte aguardam o alvará para construir e não recebem. Mas volta a insistir: “A maior fonte de arrecadação seria, se o governo tivesse coragem e capacidade, regularizar os condomínios”.

Saiba mais

O orçamento previsto da Secretaria de Segurança Pública e da Paz Social para 2015 é de  R$ 6.405.947.226,00, provenientes do Fundo Constitucional do DF.

Os recursos são destinados a despesas de custeio, pessoal e investimento da secretaria, do Corpo de Bombeiros e das polícias Militar e Civil.

Do valor previsto para investimento, R$ 70.379.821,00, foram empenhados R$ 26.036.821,40 – 37% do total. Em virtude da crise financeira, a pasta tem  priorizado o pagamento de salários.

 Fonte: Jornal de Brasília

DF envia a Minas Gerais 50 mil litros de água doada por brasilienses

19112015121354Nove caminhões com os donativos saíram nesta quinta (19) em direção a Governador Valadares. Pelo menos outros 24 mil litros serão entregues até sábado (21).

Os brasilienses se empenharam para ajudar pessoas afetadas pelo rompimento das barragens de Mariana, em Minas Gerais. Nesta quinta-feira (19), um comboio formado por nove caminhões do Corpo de Bombeiros, da Polícia Militar, da Polícia Civil e do Departamento de Trânsito (Detran) saiu de Brasília levando 50 mil litros de água potável, doados pela população do Distrito Federal. O destino é Governador Valadares, onde os moradores também sofrem com os problemas causados pelo desastre.

Os donativos, arrecadados desde segunda-feira (16), foram entregues em batalhões do Corpo de Bombeiros de todo o DF e em postos da Defesa Civil. Até a última contagem da corporação, no fim dessa quarta (18), havia 74 mil litros de água. Os outros 24 mil deverão ser levados para Governador Valadares até sábado (21).

A campanha chegou ao fim, mas a quantidade de água doada pode superar os 74 mil litros, uma vez que há doações que ainda não puderam ser contabilizadas pelos militares. Os batalhões do Lago Norte e de Samambaia, por exemplo, ainda têm vários galões e garrafas, mesmo após o carregamento dos caminhões.

Mobilização
Nesta manhã (19), o governador Rodrigo Rollemberg participou de uma solenidade de despacho dos donativos para Minas Gerais, no Quartel do Comando-Geral do Corpo de Bombeiros. Ele agradeceu o empenho dos brasilienses.

“A população de Brasília se mobilizou, manifestando muita solidariedade. Coube ao governo ajudar e conseguir os meios para levar essa água até Governador Valadares. Conversei com os prefeitos das cidades mineiras atingidas, e nossas instituições estão à disposição para ajudar, da maneira que for preciso, as pessoas afetadas por esse desastre.”

O comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Hamilton Santos Esteves Junior, se surpreendeu com a grande arrecadação em apenas 72 horas. “Tivemos um êxito até acima do esperado. Agradecemos mais uma vez a população e a integração das forças de segurança pública.”

Estiveram presentes na solenidade a secretária interina da Segurança Pública e da Paz Social, Isabel Figueiredo, o chefe da Casa Militar, coronel Cláudio Ribas, o diretor-geral da Polícia Civil, Eric Seba de Castro, o subcomandante da Polícia Militar, coronel Josias Seabra, o subsecretário da Defesa Civil, coronel Sérgio Bezerra, e o diretor-geral do Detran, Jayme Amorim de Sousa.

Agência Brasília

Rollemberg entrega 4.925 escrituras para moradores de 16 regiões do DF

rollembergGDF diz já ter entregue 1,3 mil escrituras, em 20 regiões administrativas. Convênio reduziu de R$ 1,8 mil para R$ 16o custos com emissão de títulos.

O governador Rodrigo Rollemberg entrega nesta quinta-feira (19) 4.925 escrituras para moradores de 16 regiões administrativas do Distrito Federal. O evento ocorrerá no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.

De acordo com o GDF, já foram entregues mais de 1,3 mil escrituras em 20 regiões administrativas. Além disso, foram enviadas aos cartórios 13.146 fichas descritivas para que sejam transformadas em escrituras públicas. Com isso, estima-se que até dezembro sejam entregues 20 mil títulos.

Para diminuir o valor para a emissão das escrituras, a Codhab firmou convênio com a Associação dos Notários e Registradores do DF. O valor passou de R$ 1,8 mil para R$ 160. Com a parceria, a emissão dos títulos também ficará mais rápida, diz o governo.

Moradias
Nesta terça-feira (17) foi lançado o primeiro empreendimento habitacional a ser construído na cidade em cooperação com movimentos sociais. A Organização das Associações de Entidades Habitacionais do DF arcará com os custos das obras do Residencial Nascente Ribeirão, que ocupará área particular de 320 hectares em Santa Maria e oferecerá na primeira fase 12 mil moradias.

De acordo com o convênio firmado em setembro com o Executivo, 6 mil unidades serão destinadas a famílias ligadas a associações cadastradas na entidade e a outra metade atenderá pessoas habilitadas na faixa 1 do programa Morar Bem – vinculado ao Minha Casa, Minha Vida, do governo federal.

Fonte: G1

Advogado de Cunha protocola defesa e diz que relator faz ‘prejulgamento’

20151119111120O advogado do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), protocolou ontem à noite a defesa prévia do deputado no Conselho de Ética da Casa, onde Cunha é alvo de pedido de cassação. No documento de 26 páginas Marcelo Nobre pede a suspeição do relator do processo, Fausto Pinato (PRB-SP). “Ele (Pinato) ignora o princípio constitucional da ampla defesa. Apresentou um relatório antecipado, vai à imprensa e prejulga o meu cliente. Não é isento”, disse Nobre.

Sobre a acusação de que Cunha mentiu na CPI da Petrobras ao dizer que não tem contas no exterior, Nobre afirma que “não existe nenhuma lei brasileira que determine que um valor estando num ‘trust’ (fundo sobre o qual Cunha diz não ter ingerência) tenha de ser declarado”. “Quem está dizendo isso é o ministro Rezek”, diz o advogado de Cunha em referência ao ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Francisco Rezek, cujo parecer foi anexado à defesa.

Fonte: Estadão Conteúdo

Cunha define estratégia para atrasar ao máximo processo no Conselho de Ética

cunha-define-estrategia-para-atrasar-ao-maximo-processo-no-conselho-de-eticaApesar da reclamação do cerceamento de defesa, argumentos do presidente da Câmara devem ser entregues ao Conselho de Ética apenas na quinta-feira (19). No mesmo dia, órgão se reúne para deliberar sobre o parecer prévio de Fausto Pinato.

Cunha quer ganhar tempo para se defender das acusações de omissão e de vantagens indevidas Cadu Gomes/ObritoNews/Fato Online

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB/RJ), definiu nesta terça-feira (17) a estratégia para tentar atrasar a votação do parecer prévio pedindo sua investigação no Conselho de Ética. Apesar das reclamações feitas por seu advogado, Marcelo Nobre, sobre um possível cerceamento do direito de defesa, ficou definido que seus argumentos nesta fase do processo só serão entregues na quinta-feira (19), quando o órgão se reúne para deliberar o relatório inicial de Fausto Pinato (PRB/SP).

Entre os aliados do peemedebista, existem duas táticas em estudo. A primeira é usar o regimento interno e o Código de Ética para ganhar tempo. Após a leitura do parecer, seria apresentado um requerimento de retirada de pauta, o que adiaria a votação por pelo menos uma semana. Depois, quando o tema retornasse à pauta, haveria um pedido de vista coletivo.

O Código de Ética é contraditório nos pedidos de vista. Enquanto o artigo 8º prevê que todos os prazos sejam contados em dias úteis, o parágrafo 6º do artigo 18 diz que o membro do Conselho que pedir mais tempo para analisar o processo terá duas sessões para devolvê-lo. No entanto, segundo Araújo, vão prevalecer os dias úteis. Caso ocorra vista coletiva, a votação do parecer ficará para a próxima terça-feira (24).

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