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Hábitos simples ajudam a manter uma vida saudável

Hábitos simples ajudam a manter uma vida saudável (2)Todos os anos um tema é escolhido em comemoração ao Dia Mundial da Saúde e neste ano a abordagem é em torno da alimentação saudável: “Do campo à mesa, obtendo alimentos seguros”.  A Organização Pan-Americana da Saúde e a Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) querem garantir a segurança em toda a cadeia alimentar – do produtor ao consumidor.

O papo é mesmo sério! Você sabia que alimentos contaminados podem causar mais de 200 doenças? A Dra. Thaysa Gabriela Lobo, médica da Unidade de Pronto Atendimento 24 horas do Novo Gama, também orienta que é preciso consumir apenas água filtrada e manter o cuidado com a manipulação alimentar. Além disso, nunca usar medicamentos por conta própria, porque apenas o serviço de saúde tem capacidade de fazer diagnósticos e orientações corretas.

E os sintomas não são nada agradáveis para quem ingere água ou alimentos contaminados: “Geralmente as pessoas chegam aqui com uma gastroenterite, que é uma diarreia, fortes dores abdominais, vômitos e às vezes com picos febris – a famosa virose.”, explica a médica.

Mas você pode relaxar agora, porque a OPAS e a OMS nos contaram cinco segredinhos para evitarmos a contaminação: mantenha a limpeza; separe os alimentos crus dos cozidos; cozinhe bem os alimentos; mantenha eles em temperaturas adequadas e use água e matérias-primas seguras;

“A segurança alimentar e a boa nutrição são indissociáveis. O consumo inadequado de determinados tipos de alimentos ou ingredientes, como excesso de sal, açúcar e gorduras, podem levar a ocorrência de algumas doenças crônicas, como o diabetes e a hipertensão. Paralelamente, a prática de atividades físicas também é essencial para a saúde de qualquer indivíduo”, disse a agência da Organização das Nações Unidas (ONU) em um comunicado.

Pronto, agora você pode levar uma vida mais saudável! Multiplique a ideia e ajude pessoas!

Assessoria de Comunicação

Revolução na Educação: O FUNDEF, criado por FHC

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O Fundo Estadual de Manutenção e Desenvolvimento do Ciclo Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF) foi criado para incentivar contribuições fiscais nos municípios na educação pré-escolar e fundamental e para impedir que autoridades estaduais e municipais obstruam o desenvolvimento da educação local. Segundo o autor, o FUNDEF, na realidade fomentou um maior compromisso dos municípios e estados com a educação de forma que em 1996 eram 37, 2% de matrículas efetuadas e em 2000 esse número saltou para 51% em 2000.

BerndReiter cita outro estudo que demonstra que “analfabetismo passado e presente da pobreza estão fortemente associados” e completa o que pensar apenas economicamente pode trazer algumas armadilhas e riscos, tal raciocínio econômico é incapaz de elucidar de forma eficaz o porquê da educação estar relacionada à democracia. Questões de raça, gênero e democracia não são diretamente conectados com os cálculos de eficiência econômica e desempenho acadêmico e extrapolar os aspectos instrumentais de ensino. Educação e democracia estão intimamente relacionadas, pois a educação é um dos locais principais da sociedade onde privilégios são distribuídos.

Raça e classe social são uns dos principais indicadores que mais justificam a exclusão e a falta de privilégios. A discriminação acontece em sala de aula, no interior das escolas vitimando funcionários, professores e estudantes, e quando materiais didáticos excluem a experiência de grupos menos favorecidos agrava essa marginalização.

A reforma educacional foi iniciada no governo de Fernando Henrique Cardoso, e foi coordenado pelo Ministro da Educação Paulo Renato de Souza. Esse processo foi bem sucedido, pois ampliou o acesso dos brasileiros à escola na idade de 7 a 14 anos. Em 2000, 97% da população freqüentava a escola, em comparação dos 85% em 1989, embora as taxas para o Nordeste fossem significativamente menores, aonde a freqüência escolar chegou a 90 por cento até 2000 (IBGE, 2003). O presidente Fernando Henrique Cardoso também foi capaz de equilibrar orçamento entre investimento no ensino universitário e investimento no ensino primário e secundário. Nesta fase também diminuiu significativamente a evasão escolar, graças à eficiência do FUNDEF (INEP 2002). As escolas públicas melhoraram com os programas de formação de professores, pois a Lei do FUNDEF exige que todos os professores tenham diploma universitário, aos professores que não tinham nível superior foi oferecida a oportunidade de fazê-lo.

Ao comparar o sistema estadual com o municipal o é evidente que municipalizar teve resultados positivos e eficientes, levando às escolas uma maior autonomia administrativa, algumas escolasfirmaram parcerias com ONGs e Fundações trazendo projetos contra a violência e uso de entorpecentes.

O FUNDEF foi um grande avanço na história educacional do Brasil, assim também será um avanço livrar as escolas de ideologias partidárias ou filosóficas para que os alunos sejam impulsionados a aprender e não a ser um militante partidário. A Presidente Dilma Rousseff precisa levar a sério seu próprio slogan e deixar de ser apenas marketing, mas que o Governo Federal priorize a Educação assim como fez FHC.

Lucas Pinheiro é Analista de Administração Pública e Orçamento Público; e graduadoem Gestão Pública

Pacientes reclamam, mas Secretaria de Saúde nega falta de medicamentos de alto custo

paciente-reclamam-mas-secretaria-de-saude-nega-falta-de-medicamentoOs medicamentos são caros e de extrema necessidade para a qualidade de vida dos usuários, que reclamam não conseguir encontrá-los nas farmácias

Quem depende da distribuição gratuita de medicamentos de alto custo no Distrito Federal corre o risco de nem sempre encontrar o remédios nas Farmácia de Medicamentos Excepcionais, localizadas na estação do Metrô da 102 Sul, e na Praça do Cidadão, em Ceilândia.

Os medicamentos são usados para tratamento de doenças como Alzheimer, Hipertensão Arterial Pulmonar (HAP) e outras doenças crônicas. Para receber o medicamento, o paciente precisa apresentar um laudo de avaliação assinado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Os beneficiários do programa também precisam renovar o cadastro a cada três meses em uma das duas farmácias do DF para continuar recebendo os medicamentos.

Antônio Silveira precisa tomar o medicamento duas vezes por diaFoto: Ana Paula Oliveira/Fato

Há dois anos, o aposentado Antônio da Silveira precisa tomar o Gabapetina 400 mg duas vezes ao dia, mas, segundo o paciente, desde dezembro do ano passado o medicamento está em falta na farmácia. “Estou aqui somente para renovar meu cadastro. Tenho consciência de que o remédio ainda não está disponível”, lamentou. O aposentado afirma que a caixa do medicamento custa R$ 120, o suficiente para apenas dez dias.

Maria Aparecida Rocha, servidora pública aposentada, tem reumatismo e não pode ficar sem tomar o Aravas. “Já tomei uma injeção de R$ 2 mil, não me adaptei, agora vou ter que tomar esse novo medicamento. Quem pode comprar compra e quem não pode?”, questionou.

Entre os medicamentos que deveriam estar disponíveis de forma integral nas farmácias públicas estão: Pramipexol; Gabapetine; Ciclosporina; Avaras Bosentana. Todos caros, e de extrema necessidade para a qualidade de vida dos pacientes.

Saúde

Consultada sobre a falta desses medicamentos, a assessoria de comunicação da Secretaria de Saúde informou que o Riluzol não está em falta na rede e que a farmácia está disponibilizando também a Ciclosporina em 25mg, 50mg e 100mg e o Leflunomida (Arava). Já o Gabapentina, de 400 mg e de 300 mg, estão em falta desde dezembro, mas o medicamento na quantidade de 300 mg está previsto para chegar ainda esse mês.

Riluzol

Um caso específico é o Riluzol, usado no tratamento de pacientes com Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). O medicamento é disponibilizado pelo Ministério da Saúde, mas chega a faltar por até três meses em alguns estados. Por isso, a Associação Pró-Cura da ELA, sediada em Brasília, encaminhou um ofício ao Ministério da Saúde, no mês passado, solicitando a regularização na sua distribuição.

Para a presidente da associação, Sandra Mota, há falta de informação para pacientes com pouca escolaridade e excesso de burocracia na vida de quem precisa do medicamento. “O processo é burocrático. Tem muita gente que não consegue acessar a informação, não consegue preencher formulários e obedecer todas as exigências impostas pelo SUS e, ao mesmo tempo, o medicamento ainda fica em falta”, ressaltou.

Fonte: Fato Online

Acusada de traição processa DF por dar diagnóstico de DST sem exame

tribunal-de-justica-1O 1º Juizado da Fazenda Pública condenou o Distrito Federal a indenizar em R$ 5 mil uma mulher que teve o casamento encerrado e se viu alvo de acusações públicas de infidelidade depois de o marido ser diagnosticado com uma doença sexualmente transmissível mesmo sem ter feito o exame que confirmaria o problema. A Procuradoria-Geral do DF disse ao G1 que recorreu da decisão.

Não há provas de que tenha sido cumprido qualquer protocolo com a adoção dos procedimentos necessários ao diagnóstico de infecção por doença sexualmente transmissível (DST). Na verdade, o que se observa é que sequer restou solicitada a realização de exames laboratoriais”
Marco Antonio do Amaral,
juiz que analisou o caso

De acordo com a ação, o homem procurou o Posto de Saúde nº 3 do Guará em junho de 2013 queixando-se de uma secreção amarela no pênis, além de dor e ardor ao urinar. A enfermeira que o atendeu o diagnosticou com Síndrome do Corrimento Uretral – doença inflamatória de notificação compulsória adquirida em relações sexuais sem proteção e provocada pelas bactérias Neisseria gonorrhoeae, Chlamydia trachomatis, Ureaplasma urealyticum, Mycoplasma genitalium e Trichomonas vaginalis.

O paciente foi medicado e passou a acusar a mulher de infidelidade, inclusive publicamente. O casamento foi encerrado pouco depois. A mulher decidiu então processar o Estado por se sentir injustiçada, já que o marido foi diagnosticado sem ter feito exames específicos.

Em defesa, o DF afirma que o atendimento prestado ocorreu de acordo com as diretrizes do Ministério da Saúde. O juiz responsável pelo caso, Marco Antonio do Amaral, não concordou da alegação. O magistrado entendeu ainda que a mulher sofreu danos morais com a situação.

“A despeito das informações trazidas pela enfermeira no referido documento, não há nada nos autos que evidencie ter a profissional de saúde agido em conformidade com as regras aplicáveis. Não há provas de que tenha sido cumprido qualquer protocolo com a adoção dos procedimentos necessários ao diagnóstico de infecção por doença sexualmente transmissível (DST). Na verdade, o que se observa é que sequer restou solicitada a realização de exames laboratoriais, pois, conforme atestado pela própria enfermeira, o exame aplicável ao caso não é realizado nos Centros de Saúde nº 2 e 3 do Guará”, disse na sentença.

Fonte: G1

Não á violência contra os manifestantes na câmara dos deputados

17328932A bancada do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) na Câmara dos Deputados repudia a violência desencadeada contra os trabalhadores vindos de vários locais do Brasil para manifestar sua contrariedade ao PL 4330. Não é com bombas de gás, cassetetes e spray de pimenta que se garante o bom debate e a deliberação legislativa. Galerias fechadas tiram o sentido da ação parlamentar, que é por natureza pública e de confronto de ideias.

Na nossa visão, o Projeto de Lei 4330 flexibiliza os direitos trabalhistas, abre a possibilidade de terceirização de todas as atividades, confronta a CLT, derruba os pisos salariais, torna inúteis convenções coletivas de trabalho e as conquistas da luta sindical. Além disso, o projeto reduz o papel das categorias organizadas, amplia a terceirização na esfera pública, dissemina a contratação sem critérios, isenta a responsabilidade solidária entre empresas contratantes e terceirizadas contratadas e acaba com a jornada de trabalho de 44 horas semanais. O PL, que é um retrocesso, é de total interesse das entidades patronais, que buscam recuperar as margens de lucro em meio à crise. Nada mais natural que os trabalhadores queiram, legitimamente, manifestar seu repúdio a essas medidas.

A Câmara dos Deputados, por sua vez, deveria acolher as justas manifestações populares e considerar a hipótese de retirada do projeto, para assegurar mais discussões em torno de seu conteúdo. Ao invés disso, a direção da Câmara agrega tensão à tensão, ao fechar o direito de acesso às galerias e negar qualquer possibilidade de diálogo com os manifestantes – sob a alegação de que “deputados foram agredidos e pressionados”. Toda violência precisa ser apurada, mas até aqui temos informações sobre quatro trabalhadores e um policial militar feridos, além de um manifestante detido.

Na gestão Eduardo Cunha o clamor das ruas não tem vez e sua voz é olhada sempre com desconfiança. O que se diz e repete é que “a Câmara é dos Deputados”, esquecendo-se do povo que nos colocou aqui e nos sustenta, e a quem temos a obrigação de servir, sempre. O PSOL repudia tanto o conteúdo do PL 4330 quanto a truculência contra a cidadania que venha à Câmara defender seus interesses.

 

Veja casos recentes de afroamericanos mortos por policiais nos EUA

20150408122008429605aWashington, Estados Unidos – A acusação formal na terça-feira (7/4) nos Estados Unidos de um policial branco pelo assassinato de um homem negro desarmado acontece em um contexto de tensões raciais exacerbadas por vários casos emblemáticos desde 2014.

17 de julho: Eric Garner, de 43 anos, que tinha seis filhos, morre asfixiado durante uma detenção violenta em Nova York, depois que policiais suspeitaram que ele vendia cigarros na rua de forma ilegal. Em um vídeo amador é possível ouvir a vítima afirmando: “Não consigo respirar”. A decisão de um grande júri no início de dezembro de não indiciar o policial branco envolvido desencadeou uma onda de manifestações, algumas violentas.

– 9 de agosto: em Ferguson (Missouri), Michael Brown, de 18 anos, é morto por um policial branco, Darren Wilson. A morte do jovem, que não estava armado, provocou violentos distúrbios raciais na cidade da região de Saint Louis, que tem a maioria da população negra.

No fim de novembro, o Departamento de Justiça inocentou de todas as acusações o policial envolvido – que deixou o cargo pouco depois -, o que provocou uma nova reação de revolta, acompanhada de distúrbios e saques em Ferguson, assim como dezenas de manifestações em todo o país.

– 11 de agosto: Ezell Ford, de 25 anos, desarmado e que segundo a família sofria de distúrbios mentais e esquizofrenia, é morto em Los Angeles por dois policiais quando caminhava pela rua. Segundo as autoridades, ele teria feito uma tentativa de retirar a arma de um dos agentes.

– 20 de novembro: Akai Gurley, pai de família de 28 anos, é morto a tiros “por acidente” na ação de um policial branco, nas escadas mal iluminadas de um edifício do Brooklyn, em Nova York.

O funeral acontece em 7 de dezembro, em coincidência com o agravamento das manifestações em denúncia da violência policial contra a comunidade negra. O agente Peter Liang é acusado de homicídio culposo.

– 22 de novembro: Tamir Rice, 12 anos, brincava com uma arma de brinquedo em um parque quando foi morto por um policial em Cleveland (Ohio). O agente não tinha condições de distinguir se a arma era verdadeira ou falsa, afirmou o chefe de polícia. A mãe do menino apresentou uma denúncia na justiça federal contra o policial.

Em Ohio foi registrado um incidente similar em agosto, quando policiais responderam a uma ligação de emergência e mataram um afroamericano, John Crawford, em um supermercado quando a vítima segurava uma pistola de brinquedo vendida no local.

– 2015 –
– 6 de março: Tony Terrel Robinson, de 19 anos, morre em Madison (Wisconsin) em uma ação policial. O caso, que aconteceu na véspera do aniversário de 50 anos da marcha pelos direitos civis dos negros em Selma (Alabama), provoca manifestações quando o Departamento de Justiça publica um relatório devastador sobre o comportamento da polícia de Ferguson.

– 9 de março: na Geórgia, um policial branco mata Anthony Hill, 27 anos, um homem desarmado que sofria de problemas mentais. Segundo a polícia, ele teria atacado um dos agentes.

– 7 de abril: um policial branco, Michael Slager, de 33 anos, é detido e acusado de assassinato em North Charleston, Carolina do Sul, após a divulgação de um vídeo que mostra quando deu oito tiros pelas costas em um homem negro desarmado, Walter Scott, de 50 anos, morto em 4 de abril.

Fonte: Correio Braziliense

Novo Gama respira ares de esperança com a gestão atual

NOVO GAMA RESPIRA ARES DE ESPERANÇA COM A GESTÃO ATUAL (3)Ao assumir a prefeitura do Novo Gama, Everaldo Vidal, sabia que os desafios seriam grandes e desde 2013 trabalha com determinação para mudar a vida dos mais de 104 mil moradores do município.“Qualidade de vida da população é prioridade na administração de Everaldo Vidal”, esse é o lema do prefeito.

Quando os atuais gestores tomaram posse, descobriram até projeto iniciado em 2000 e depois engavetado por falta de responsabilidade das gestões passadas. Mas agora a realidade é diferente e o município tornou-se um canteiro de obras.

O Governo Federal liberou R$85 milhões em recursos para o Governo Municipal. O Secretario de Infraestrutura e Urbanismo, Warley Lúcio, explicou que parte do dinheiro será administrado pela SANEAGO (Saneamento do Goiás) e R$26 milhões será de responsabilidade da Prefeitura – aplicado em obras nos bairros Lunabel, MontSerrat 3C e Alvorada. “O objetivo é urbanizar esses bairros e cumprir determinação do Ministério das Cidades, porque só podemos asfaltar após as obras de construção de galerias de águas pluviais e esgoto.”, pontua.

O prefeito, Everaldo, reconhece que – por questões técnicas ou estruturais – muitas metas estão em andamento. Mas todas serão entregues dentro do prazo e as obras vão continuar no próximo ano para melhorar a vida da população.

SECRETARIA DE INFRAESTUTURA URBANA

A marca da gestão atual é transformar o Novo Gama para garantir mais conforto e segurança para todos. Prova disso, foi a recuperação da avenida principal do Pedregal e o recapeamento das Avenidas do Pedregal, Lago Azul e Boa Vista, realizadas em parceria com o Governo Estadual.

O secretario de infraestrutura, Warley Lúcio, está empenhado em colocar um fim aos transtornos causados pelos dois maiores buracos do município.  “Estamos aguardando só a liberação dos recursos para começar as obras do buracão do Pedregal e do buracão que existe lá no Lago Azul”, garante.

A Secretaria de Infraestrutura, com presença forte na gestão do prefeito Everaldo, fez várias ações desde o início das atividades do atual governo. Foi realizado um mutirão de limpeza na área entre o Pedregal e o Novo Gama, ao lado do CAIC, Lago Azul, Lunabel, Residencial Paraíso e no Setor de Chácaras Araguaia para garantir a cidade limpa e protegida dos animais peçonhentos, como cobras e escorpiões.

A parceria com a Secretaria de Saúde também foi um sucesso: mais de mil pneus foram recolhidos – o que deixou a população longe de possíveis criadouros do mosquito da dengue (Aedes aegypti). As duas secretarias reforçaram campanhas contra a dengue e outras doenças.

O Governo Municipal atendeu reivindicações da população e fez instalações de iluminação nas ruas e obras para melhorar o asfalto com o Programa Asfalto Novo e as ações de tapa buraco. O secretario de infraestrutura disse que as portas do seu gabinete estão abertas para ouvir sugestões e reclamações “Afinal de contas, estamos aqui para trabalhar, fazer o melhor para povo!”, confirma.

O trabalho não para, de lá para cá, foram realizadas obras de terraplanagem para a construção de novas creches, a Praça da Imaculada Conceição passou por revitalização e a prefeitura estudou alguns terrenos para a construção de quadras poliesportivas em vários bairros.O prefeito, Everaldo Vidal, garante a continuidade das obras até 2016 para que a população do Novo Gama tenha uma cidade limpa, segura e confortável para todo cidadão.

Assessoria de Comunicação

Fotos: Mizael

Senador Hélio José lança Frente Parlamentar pela Infraestrutura do Brasil

imagem_materiaUm grupo formado por parlamentares, ministros e representantes do setor produtivo, liderado pelo senador Hélio José PSD-DF, lançará amanhã, às 09h30, no Salão Nobre do Senado Federal, a Frente Parlamentar da Infraestrutura Nacional.

No momento em que o país precisa aumentar os investimentos no setor para a economia voltar a crescer, a frente é recebida com bons olhos pelo setor empresarial, já que o Brasil tem um déficit de investimentos em infraestrutura de R$ 140 bilhões por ano.

Pelos números que serão apresentados pela Frente, o país investe apenas  2,1 % do PIB na área, enquanto o Chile, por exemplo, investe 6,2 % do Produto Interno Bruto. O presidente da Frente, Hélio José, que também é engenheiro eletricista,  ressalta que a energia será uma das prioridades da Frente.

“Entendemos que o país precisa diversificar a matriz energética. A nossa energia é cara e podemos torná-la mais barata e limpa com investimentos em energia solar. Já apresentei duas emendas ao orçamento deste ano para a implantação de placas fotovoltaicas em escolas públicas e hospitais do DF. Assim, esses prédios podem ter energia limpa e economizar recursos públicos, com a geração da sua própria energia”, ressalta o senador.

Nº de casos de dengue cai 47% no DF no 1º trimestre; cura também diminui

mosquito-dengue-Super-650pxUm levantamento feito pela Secretaria de Saúde aponta queda de 47% no número de casos de dengue no Distrito Federal nos primeiros meses deste ano em comparação ao mesmo período do ano passado. De acordo com a pasta, foram contabilizados 1.643 diagnósticos da doença na capital do país até esta segunda-feira (6), contra 3.103 nas 13 primeiras semanas de 2014.

Os dados constam no último informe epidemiológico divulgado pela entidade a respeito da doença. Um dado chama atenção: nenhum dos cinco casos graves de dengue evoluiu para cura, e todos os pacientes morreram. No mesmo período do ano passado havia 13 pessoas nesta situação, mas apenas quatro delas morreram (30,7%).

As regiões com o maior número de casos são as mesmas do ano passado: Planaltina, Gama e Sobradinho II. Juntas, elas acumularam 561 registros, o equivalente a 34,1% do período. Ao todo, Planaltina registrou 543 diagnósticos, Gama, 346 e Sobradinho II, 202.

Para reforçar o combate ao mosquito Aedes aegypti, que transmite tanto a dengue quanto a febre chikungunya, o governador Rodrigo Rollemberg solicitou ao Exército cem militares. Os homens foram treinados no começo de março. Depois, divididos em 17 equipes, começaram a visitar casas para atuar na erradicação dos focos do inseto.

Gráfico mostra as localidades com o maior índice de casos de dengue no 1º trimestre (Foto: Secretaria de Saúde/Reprodução)Gráfico mostra as localidades com o maior índice de casos de dengue no 1º trimestre (Foto: Secretaria de Saúde/Reprodução)

A febre chikungunya é uma doença viral com sintomas parecidos com a dengue e transmitida pelos mesmos mosquitos, o Aedes aegypti e o Albopictus. Entre eles estão dores fortes, principalmente, nas articulações, de cabeça e musculares, manchas vermelhas na pele e febre repentina e intensa, acima de 39 °C.

A recomendação em ambos os casos é de repouso absoluto e ingestão de líquidos em abundância. A automedicação é perigosa, porque pode mascarar sintomas, dificultar o diagnóstico e agravar o quadro da doença.

Como ainda não existe vacina contra o vírus, o melhor método de prevenção está no combate à proliferação dos mosquitos transmissores. As recomendações são as mesmas já conhecidas para o combate à dengue: evitar água parada em baldes, vasos de plantas, ralos e outros locais.

Fonte: G1

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