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Brasileiro acredita que mulheres melhoram a política

blog_pesquisaA pesquisa do Ibope que mostrou queda no otimismo do brasileiro também revelou que 41% dos entrevistados acreditam que o mundo seria um lugar melhor se as mulheres fossem maioria no mundo político. Essa proporção é quatro vezes maior do que os que acham o contrário – ou seja, que seria pior caso houvesse maior participação do sexo feminino (9%). A média brasileira é maior que a de todos os 65 países participantes da pesquisa do WIN (34%).

Apesar da eleição da presidente Dilma Rousseff em 2010, a primeira mulher a governar o País desde a Proclamação da República, o gênero feminino ainda é sub-representado na maioria dos cargos elegíveis brasileiros. Na Câmara dos Deputados, por exemplo, em 2010 foram eleitas apenas 45 mulheres para as 513 cadeiras disputadas – ou seja, 8,7% do total.

Essa é uma das taxas mais baixas do mundo – o Brasil está em 119º entre os 146 países analisados pela União Interparlamentar (IPU). Nas prefeituras, a proporção é um pouco maior: 12% são comandadas por mulheres, um recorde histórico, mas longe de representar a composição feminina na população adulta brasileira, de 53%.

A esperança de um mundo melhor em que as mulheres dominassem a política varia de acordo com o perfil do brasileiro. Apenas 33% dos homens concordam com essa frase, contra 48% entre as mulheres. Pessoas de maior renda e escolaridade também tendem a ser mais céticas e a achar que tudo seria igual nesse cenário (54% entre os que têm curso superior ou os que ganham mais de 10 salários mínimos por mês). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Agencia Estado / Jornal de Brasília

“Não tenho medo de partido nenhum”, diz Campos

Eduardo-CamposDepois de ser chamado de “tolo” e “playboy” em um texto sem assinatura publicado na página oficial do PT no Facebook na semana passada, e responder que os “cães ladram e a caravana passa” em um post na mesma rede social, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), disse que “não tem medo de partido nenhum”. Ele reagiu ao ser provocado por uma internauta.

“Meus comentários estão sendo censurados. É medo do PT?”, escreveu Ana Maria Valente no sábado à noite. “Não temos medo de partido nenhum (…) Quem tem medo, Ana Maria, é quem não quer que as coisas mudem, porque vão mudar”, rebateu Campos.

Segundo a assessoria do PSB, a página do governador no Facebook é atualizada diariamente por uma equipe formada por dois diretores de arte, dois redatores e três analistas de mídias sociais. Aliados de Campos revelam que ele não tem o hábito de navegar pelas redes sociais e que o grupo tem autonomia. Quando deseja enviar alguma mensagem específica, porém, encaminha o texto por email ou dita por telefone para assessores.

O bate-boca virtual entre petistas e aliados de Campos deverá ter reflexos até no Congresso Nacional, onde o PSB ameaça fazer oposição sistemática ao governo como resposta ao texto divulgado no Facebook. “Não podemos continuar apoiando quem nos desrespeita, quem nos agride”, disse o deputado Beto Albuquerque, líder do PSB na Câmara.

FAKE

Em outra frente, os “avatares” de Dilma Rousseff no Facebook, o “Dilma Bolada”, e de Eduardo Campos, denominado “Eduardo Descolado”, também bateram boca no ambiente virtual. Embora não sejam produzidos oficialmente pela equipe dos dois políticos, ambos são usados para fazer, em tom de humor, elogios a eles e críticas aos adversários.

Em uma montagem que imita a apresentação dos participantes do programa “Big Brother Brasil”, Campos foi chamado de “traíra” por Dilma Bolada.

“Traíra é nome de um peixe. Se cair na REDE é peixe!”, respondeu “Eduardo Descolado”, fazendo um trocadilho com o partido da ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Agencia Estado / Jornal de Brasília

Deputados distritais tiveram, em 2013, o pior desempenho desta legislatura

cldfEles aprovaram 612 proposições, menos que em 2012 e 2011. E quase a metade dos assuntos que passaram pela Casa está relacionada a requerimentos, moções e homenagens.

Os distritais fecharam o ano de 2013 com o menor número de propostas aprovadas nesta legislatura. Foram 612 proposições contra 754, em 2012, e 707, em 2011. Quase a metade — 48% — é de requerimentos, moções de apoio ou concessão de título de cidadão honorário. E, como 2014 é ano eleitoral e de Copa do Mundo, a expectativa é de que os distritais dediquem ainda menos atenção às atividades legislativas, passando mais tempo em busca de votos.

A Câmara Legislativa também aprovou no ano passado mais propostas de autoria do governo do que apresentadas pelos próprios distritais. Dos 264 projetos de lei que passaram pela Casa em 2013, 143 eram de autoria do Poder Executivo, o equivalente a 54% do total. Até mesmo governistas criticam a subserviência da Câmara com relação ao GDF e defendem que haja mais engajamento dos deputados para debater e aprovar projetos de autoria dos parlamentares.

A líder do governo na Câmara Legislativa, deputada Arlete Sampaio (PT), desaprova a postura dos colegas e reconhece que a maioria só se mobiliza para votar iniciativas do Poder Executivo. “Esse problema tem relação com a maneira com que a política se estrutura em Brasília. Os deputados têm muito interesses no governo e acabam dando pouca atenção ao processo legislativo stricto sensu. Nas comissões, os projetos de autoria dos deputados não são priorizados e, quando chega o fim do ano, vira aquela correria, com cada deputado querendo aprovar pelo menos uns dois projetos de sua autoria”, comenta. “Como líder, é de meu interesse que sejam votados os projetos do Executivo. Mas reconheço que é preciso haver uma produção parlamentar maior. Senão, a Câmara vira mesmo um puxadinho do governo ”, acrescenta a deputada.

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2014/01/13/interna_cidadesdf,407544/deputados-distritais-tiveram-em-2013-o-pior-desempenho-desta-legislatura.shtml#.UtQM9Sejp-k.facebook

Disputa ao GDF pode ser uma das mais acirradas da história, dizem especialistas

arruda roriz agnelo reguffeCenário político local conta com a presença de nomes fortes para a sociedade.

Os ex-governadores José Roberto Arruda e Joaquim Roriz podem se candidatar ou forma aliança. Agnelo Queiroz é candidato à reeleição e Reguffe também entrou na disputa para o cargo de governador. Segundo especialistas, estes são os 4 principais nomes Montagem / R7

A disputa pelo Palácio do Buriti nas eleições de 2014 pode ser uma das mais acirradas da história do Distrito Federal e, talvez, do País. Na visão de especialistas, nomes fortes que têm destaque no cenário político local e nacional podem colocar os eleitores em dúvida na hora da votação deixando o pleito pulverizado. Velhos conhecidos da política em Brasília devem disputar o cargo com o governador Agnelo Queiroz (PT), que tentará a reeleição.

A reportagem do R7 entrevistou cinco cientistas políticos e todos eles acreditam que a disputa para o cargo de chefe do executivo local será dura, podendo chegar ao segundo turno com pouca diferença de votos entre os candidatos.

Até o momento, há 7 potenciais candidatos ao GDF (Governo do Distrito Federal). Entre eles estão os ex-governadores José Roberto Arruda e Joaquim Roriz, que podem, inclusive, esquecer das desavenças passadas para formar uma aliança.

Para o professor de Ciências Políticas da UCB (Universidade Católica de Brasília), Emerson Masullo, as manifestações ocorridas no mês de junho podem mudar o perfil dos eleitores, mas talvez grandes mudanças não sejam sentidas a curto ou médio prazo. Ele explicou que as manifestações foram manchadas pelos atos de vandalismo e que é provável que “caras novas, mas com espíritos velhos” apareçam e surpreendam a população.

— Talvez gente nova apareça, mas apoiando ideais e lideranças antigas. Acredito que, com o andar da carruagem, o cenário político local vai ser o mais acirrado da história, tanto no DF quanto no Brasil. Ao meu ver, tudo leva a crer que nenhum outro estado será tão disputado quanto o DF nas próximas eleições.

Na visão do cientista político da UnB (Universidade de Brasília) Fernando Carlos de Moraes, a falta de consciência por parte de povo na hora de escolher seus representantes contribui para uma alternância das mesmas “caras no poder”. Nas eleições ao GDF, dois dos possíveis candidatos já foram governadores (Roriz, por quatro vezes e Arruda, por uma).— As pessoas gostam de eleger ou reeleger gente que já esteve na política antes, mesmo que tenham feito coisas erradas ou simplesmente não tenham feito nada. Geralmente a ilusão de que a experiência é o que conta é um tiro no pé. Nós precisamos de reforma política total e isso só é possível elegendo gente com novos ideais, sem vícios e que ainda não tiveram oportunidade de mostrar a que vieram. Tem muita gente com potencial e que pode, de fato, trazer grandes mudanças, mas que não recebe o devido crédito do povo.

A opinião do especialista Paulo César Nascimento, também do departamento de Ciências Políticas da UnB, não é diferente. Ele entende que as alianças que estão sendo formadas para concorrer aos cargos políticos nas esferas executiva e legislativa podem tornar a competição entre os protagonistas à corrida eleitoral em uma disputa sem precedentes.

No entanto, não acredita que isso trará grandes benefícios para a sociedade e que ainda está muito cedo para dizer se a cabeça dos eleitores amadureceu ou não para escolha de seus representantes.

Propagandas eleitorais

Apesar de o povo brasileiro alegar que está descrente com a política, a motivação deve aumentar com a chegada do período de propagandas eleitorais. O cientista político Fernando Faccioni, que também compõe o quadro de mestres da UnB, relatou que as promessas feitas pelos candidatos envolvem os eleitores, que querem e acreditam e um futuro melhor.

Para ele, o marketing político e o alto investimento em publicidade serão intensos em 2014, o que poderá beneficiar os candidatos que, de alguma maneira, se saíram bem em escândalos passados.

— O Arruda, por exemplo. O povo diz que ele roubou, mas fez [O ex-governador foi flagrado em vídeo recebendo dinheiro. Os vídeos fazem parte do inquérito da Operação Caixa de Pandora da Polícia Federal]. Roriz foi governador quatro vezes e transformou Brasília em um eterno canteiro de obras, mas tem carisma. Reguffe aproveitou o escândalo da Caixa de Pandora e mostrou moralismo, apesar de não ter feito nada além disso em benefício da sociedade. É preciso cautela e cuidado, porque do mesmo jeito que os políticos não estão aptos a atender as novas demandas da sociedade, a sociedade, talvez, não esteja apta a escolher seus políticos.

Além do atual governador Agnelo Queiroz (PT), Arruda, Roriz e Reguffe, também devem concorrer ao cargo do GDF o senador Rodrigo Rollemberg (PSB), Toninho do PSOL (PSOL) e Alberto Fraga (DEM).

Fonte: http://noticias.r7.com/distrito-federal/disputa-ao-gdf-pode-ser-uma-das-mais-acirradas-da-historia-dizem-especialistas-17112013

Em 2014, é a vez da campanha pelo Facebook e WhatsApp

facebook-whatsappCandidatos vão usar mais as redes sociais como estratégia para se aproximar do eleitor.

O período eleitoral começa oficialmente a partir de julho, mas para quem quer se dar bem nas eleições usando as redes sociais é preciso definir estratégias desde já. Especialistas acreditam que o Facebook deverá ser a rede mais utilizada e apontam como novidade para a campanha de 2014 o uso do WhatsApp para mobilizar a militância, disseminar denúncias contra adversários ou se defender delas.

Especialistas na área de Marketing e Cibercultura e consultores políticos ouvidos por A GAZETA destacam que é preciso estar presente nas redes sociais não só no período eleitoral. E isso vale tanto para quem tem quanto para quem não tem mandato. Outro alerta dos especialistas é produzir conteúdo específico para cada plataforma e não ficar usando as redes sociais apenas para replicar materiais publicados em outras mídias, como rádio e TV.

Mesmo com o Facebook perdendo espaço para outras redes sociais, como Google Plus, YouTube e Instagram, o consultor político e especialista em Marketing Político Eleitoral Gustavo Fleury aposta no Facebook como carro-chefe para a campanha nas redes sociais.

“O Facebook tornou-se praticamente uma identidade virtual de cada pessoa (não só dos candidatos) por ele congregar texto e foto, além de ferramentas pagas que permitem rápida, ampla e segmentada divulgação. O Twitter continua sendo uma mídia boa para divulgar e acionar mais facilmente a imprensa, não os eleitores diretamente”, explica Fleury.

Sobre a grande novidade desta campanha, o WhatsApp (aplicativo usado para enviar mensagens diretas via celular), Fleury prevê o uso para três ações principais: criação de grupos para conversação entre militantes, apoiadores e trabalhadores; comunicação direta entre o candidato e a população em geral, desde que a pessoa tenha demonstrado interesse em receber informações; e o uso para disseminar boatos e ataques diretos.

O professor de Marketing da FGV/Mmurad e da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) José Mauro Gonçalves Nunes avalia que o WhatsApp será usado mais intensivamente na reta final da campanha, em especial para atacar adversários e se defender de denúncias. Ele alerta que é preciso tomar cuidado para não ser invasivo.

Ele afirma ainda que o Facebook “é muito importante para atingir o público jovem e o público formador de opinião”.

Experimentação

Nunes destaca que com o aumento do acesso à internet via celular há um enorme campo de experimentação do marketing digital. Para ele, os candidatos deverão montar uma força-tarefa para se dedicar ao ambiente digital, com ações voltadas para conteúdo, monitoramento e respostas. “É preciso não só oferecer conteúdo, mas também responder às críticas”, avisa.

O jornalista e consultor político Sandro Penna acredita que os candidatos destinarão orçamento maior para campanha nas mídias sociais e que alguns políticos irão pagar para tentar fazer com que suas páginas sejam mais vistas no Facebook, por exemplo. Para ele, o mais importante é definir uma estratégia.

Já o professor da Universidade de Brasília (UnB) e especialista em cibercultura Lúcio Teles afirma que é preciso trabalhar a interatividade, e falta aos políticos “aprender melhor sobre como se apresentar e apresentar suas plataformas junto a esse público jovem, de até 35 anos, que usa mais as redes sociais no Brasil e é muito exigente”. (Com colaboração de Samanta Nogueira)

Candidatos e internautas

Em todas as redes sociais

Conteúdo

– Oferecer conteúdo e estar preparado para também responder às críticas, tanto os candidatos como suas assessorias

Equipe

– Ter uma equipe dedicada ao ambiente digital, voltada para ações de produção de conteúdo, monitoramento, resposta rápida e resposta de crise

Respostas

– Não delegar tudo para a assessoria responder e deixar claro quando a postagem é do candidato/político ou da assessoria. É preciso manter presença nas redes sociais e responder pessoalmente algumas questões.

Assuntos

– Colocar propostas e posições sobre temas e assuntos sobre os quais as pessoas estejam procurando respostas imediatas e não somente apresentar planejamento a longo prazo, para o mandato inteiro

Debates

– Ler e acompanhar debates em todas as redes sociais sobre petições online e sugestão de propostas de iniciativa popular para poder se posicionar a respeito

Facebook

Público

– É uma ferramenta muito importante para atingir o público jovem e o público formador de opinião. Deve ser mais usado para a construção da imagem estratégica

Interatividade

– É preciso trabalhar muito a interatividade e aprender a dar respostas rápidas

Agenda

– Facilitar o acesso à agenda, quando chegar o período eleitoral

Bate-boca

– Colocar a informação da forma mais precisa possível e evitar bate-boca com outros usuários

Posições

– Ter um banco de respostas para as perguntas mais comuns sobre suas posições pode agilizar e facilitar a interação com os demais usuários

WhatsApp

Instantâneo

– O aplicativo de mensagens instantâneas para celular deve ser usado para mobilizar as pessoas. Pode ser muito útil para convocar pessoas próximas para um evento, por exemplo

Ações

– Alguns especialistas acreditam que ele será usado para ações às vésperas do pleito, para promover ou esclarecer denúncias, por meio da militância de campanha

Privacidade

– É preciso ficar atento, pois o uso do aplicativo toca na questão da privacidade, pois é preciso ter o número do telefone das pessoas e os consumidores são resistentes a receber propaganda por celular.

Fonte: http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2014/01/noticias/politica/1475395-em-2014-e-a-vez-da-campanha-pelo-facebook-e-whatsapp.html

Programa Fórum da TV Justiça discute propaganda eleitoral antecipada

Sancionada em dezembro pela presidente Dilma Rousseff, a Minirreforma Eleitoral traz medidas que devem reduzir o custo das campanhas eleitorais. Entre as ações propostas para diminuir os gastos também está a limitação das despesas com alimentação e combustível nas campanhas.

O programa Fórum desta semana debate a propaganda eleitoral antecipada. Vamos discutir o uso da internet nas campanhas eleitorais, o que configura ou não propaganda eleitoral e a data para começar a campanha. Para esclarecer o assunto, o jornalista Rimack Souto conversa com o consultor de Marketing Político Sandro Gianelli e com o advogado e ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Marcelo Ribeiro.

Para o ex-ministro, a necessidade de se ter uma data para começar a propaganda é meramente econômica: “o mais importante é saber se essa lei que prevê que a propaganda deve ser feita, apenas, a partir do dia 5 de julho, se ela faz sentido hoje em dia. Porque a própria lei permite que os candidatos e os pré-candidatos participem de programas de televisão e que possam falar sobre plataforma politica”.

O consultor Sandro Gianelli acredita que é preciso ter uma reforma que se iguale com o que acontece hoje. Com relação a polêmica sobre as pesquisas eleitorais, ele ressalta que “as pesquisas que, no primeiro momento, eram feitas para montar estratégia, entender o perfil do eleitor, estudar a imagem do candidato, saber o tipo de proposta que os eleitores estão mais receptíveis em cada eleição, agora é utilizada para manipular a opinião pública. A verdade é que a pesquisa se transformou mesmo em propaganda, é a questão do voto útil”, afirma Gianelli.

Fonte: http://www.tvjustica.jus.br/index/detalhar-noticia/noticia/256755

Farra de comissionados: Legislativo é o poder com mais cargos de confiança

cldf escritorioEntre os poderes, o Legislativo é o que tem o maior percentual de funcionários em cargo de confiança sem concurso: 77,2%. No GDF, são 48,2%, e no Judiciário, 1,2%. Já nas administrações, os apadrinhados políticos somam 84% .

A Câmara Legislativa é a instituição com maior número de cargos de confiança ocupados por servidores sem concurso entre os três poderes do Distrito Federal. Dos 1.070 comissionados da Casa, 826 foram indicados pelos deputados distritais e seus aliados, o equivalente a 77,2% do total. O percentual é bem maior do que o registrado no Governo do Distrito Federal e no Tribunal de Justiça. No Ministério Público do DF e no Tribunal de Contas, a proporção de comissionados não concursados também é bem inferior às estatísticas do Legislativo. A direção da Câmara promete realizar concurso ainda este ano para minimizar a discrepância no quadro de pessoal.

Dos 826 comissionados sem concurso, 717 (86%) atuam nos gabinetes e nas lideranças partidárias. O Sindicato dos Servidores da Câmara Legislativa e do Tribunal de Contas do DF (Sindical) lançou uma campanha, em dezembro, para pressionar a direção do Legislativo a fazer concursos públicos. A iniciativa tem o apoio da Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal (OAB-DF). O presidente do sindicato, Adriano Campos, lembra que a Câmara só promoveu três processos seletivos desde a sua fundação, em 1990. “Só houve três concursos, em 1992, 1997 e 2005. Hoje, há 322 cargos vagos, o que causa um grande deficit. No último concurso, já existiam essas vagas para servidores concursados, mas não foram preenchidas”, explica.

Adriano Campos afirma ainda que há uma previsão de que 100 concursados se aposentem nesta legislatura. “É muito séria a discrepância com relação à quantidade de servidores da carreira e os sem concurso. Se essa legislatura não fizer uma seleção, entrará para a história como a responsável pela pior proporção entre funcionários de carreira e os indicados políticos”, diz. O sindicato estuda entrar com uma ação na Justiça pedindo que a Câmara realize seleção pública ou reduza o número de cargos de confiança ocupados por pessoas que não fizeram concurso.

Fonte: Correio Braziliense

Sem obras de infraestrutura, Vicente Pires soma 155 áreas de risco

vicente pires buracoAdministração promete remover as famílias mais ameaçadas. Na cidade, crateras são recorrentes .

Sem regularização e, consequentemente, sem obras de captação pluvial, Vicente Pires tem 155 áreas de risco. Nesses locais, construções podem desabar por conta, principalmente, de enxurradas. Segundo levantamento da administração regional e da Defesa Civil do Distrito Federal, grande parte desses assentamentos fica em pontos mais baixos e mais carentes da cidade, nos bairros Vila São José e Colônia Agrícola Samambaia. As áreas mais nobres da região administrativa também sofrem com as chuvas. A cada tempestade, a fina camada de asfalto das ruas 3, 8, 10 e 12 se descola e provoca crateras por todo o trajeto. Segundo o administrador de Vicente Pires, Glênio José da Silva, obras significativas para mudar a situação da região só acontecerão em 2015.

Os moradores conquistaram, em abril do ano passado, a licença ambiental e o projeto urbanístico da região, que prevê um sistema de captação de águas pluviais. A verba destinada para as obras é de cerca de R$ 420 milhões. Porém, de acordo com uma nota divulgada pela Secretaria de Obras do DF, a licitação que escolherá a empresa para executar os trabalhos só acontecerá após uma assinatura do contrato de financiamento com o Ministério das Cidades, ainda sem data marcada. E a empreiteira que vencer o certame só poderá trabalhar no período de seca.

Glênio pede paciência. Enquanto a licitação não acontecer, ele garante que a administração continuará recapeando as vias. “O problema é que somos uma cidade feita de trás para frente. Construímos sem autorização, e fica muito mais difícil regularizar uma região erguida dessa maneira. Por enquanto, tomaremos medidas paliativas para minimizar os transtornos da população. Quanto às áreas de risco, estamos estudando um local para assentar as famílias que necessitarem”, garante.

Fonte: Correio Braziliense

Deputado Chico Vigilante protesta contra o aumento abusivo da gasolina no DF‏

Chico VigilanteOs proprietários dos postos de combustíveis do DF – operadores do cartel do combustível- na calada da noite de ontem, aumentaram o preço da gasolina. Ele se sentiram fortalecidos com a posição dos 13 deputados distritais, nove que se abstiveram e quatro que votaram contra o meu projeto que pretendia permitir a instalação de postos de combustíveis em supermercados e shoppings centers do DF e, na calada da noite, sem justificativa alguma, aumentaram o preço da gasolina em R$ 0,03 centavos: passando de R$ 3,06 para R$3,09 centavos, o litro. A revenda de combustível nestes locais seria uma iniciativa para forçar a concorrência e provocar a redução dos preços.

O aumento pode parecer pouco, mas, para eles, significa um lucro de R$ 3 milhões, tirados sem nenhuma justificativa do bolso do consumidor. Pois a Petrobrás não autorizou nenhum aumento do combustível por estes dias.

Como medida para tentar conter esse desrespeito com o consumidor do DF, logo que acabar o recesso do Ministério Público do DF, irei denunciar esse aumento abusivo. Denunciarei também em outros órgãos de defesa do consumidor.

Espero que o Supremo Tribunal Federal, que está sentado há cinco anos no processo que julga inconstitucionalidade da Lei que proíbe a instalação de postos de combustíveis em supermercados e shoppings centers do DF, e vote logo a inconstitucionalidade dessa Lei descabida.

Para finalizar, quero aqui fazer um alerta: os proprietários dos postos de combustíveis estão reclamando que são assaltados diariamente por bandidos, alerto para que a polícia, além de agir contra os bandidos que assaltam os postos, que também aja contra os donos dos postos que estão assaltando o bolso do consumidor. Pois esse aumento é um verdadeiro assalto.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Roriz avisa que é candidato ao governo do DF

roriz-Ex-governador do Distrito Federal por quatro vezes, Joaquim Roriz avisou aos amigos e à família que vai mesmo concorrer ao governo de Brasília em outubro. Após uma longa reunião na sua casa que demorou toda a tarde desta terça-feira, Roriz encomendou uma nova pesquisa qualitativa para saber, no detalhe, suas chances. Ele marcou para fevereiro uma série de visitas às várias cidades do entorno de Brasília. A decisão de concorrer foi tomada depois que Roriz recebeu vários pareceres otimistas de juristas que viram boas chances de o ex-senador escapar da Lei da Ficha Limpa em processo que responde no STJ. Em julho de 2007 Roriz renunciou ao mandato de Senador para não ser cassado. Ele foi acuado de quebra de decoro após a divulgação de conversas telefônicas que o mostraram negociando a partilha de R$ 2,2 milhões com o então presidente do Banco de Brasília, Tarcísio Franklin de Moura, e o envolvimento do empresário Nenê Constantino, então presidente da Gol. Roriz filiou-se ao PRTB, partido dominado pelo empresário Luiz Estevão, condenado no caso do fórum trabalhista de São Paulo e primeiro senador cassado de Brasília. Roriz carrega pesquisa que lhe dá 30% da preferência do eleitorado.

Fonte: http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/felipe-patury/noticia/2014/01/roriz-avisa-que-e-candidato-ao-governo-do-df.html

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