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Muito diferente de 2011

Palacio_do_BuritiDesde a posse da equipe de Agnelo em janeiro de 2011, quase 70% dos secretários deixaram os cargos e quatro pastas foram criadas. Exonerações e nomeações atendem a arranjos com partidos da base e à disputa política.

Em 1º de janeiro de 2011, o recém-eleito governador Agnelo Queiroz tomou posse no Palácio do Buriti, em uma disputada cerimônia. Ao lado do novo chefe do Executivo da capital, 31 secretários de Estado assumiram os cargos e posaram para a foto oficial do GDF. Mas de lá para cá, o retrato do primeiro escalão mudou muito. Quase 70% dos titulares de secretarias de governo deixaram o cargo. A dança das cadeiras ocorreu para melhorar a qualidade dos serviços prestados pelo GDF, mas também para acomodar aliados políticos, ou para apagar incêndios causados por denúncias e escândalos. Nos últimos três anos, o governador criou quatro pastas e extinguiu uma secretaria, a de juventude. Até abril, uma nova rodada de mudanças vai ocorrer para que integrantes da equipe se desincompatibilizem a fim de concorrer nas próximas eleições.

Entre as secretarias consideradas estratégicas, somente a de Saúde tem o mesmo titular. O médico Rafael Barbosa, braço direito do governador, está no posto desde a posse de Agnelo Queiroz. Enfrentou crises na área, como todos os antecessores, mas foi mantido no cargo até agora. Só deve se afastar do primeiro escalão para se candidatar a uma vaga de deputado federal. A longevidade na Secretaria de Saúde deu visibilidade ao aliado de Agnelo, que no ano passado se filiou ao PT e vai concorrer em outubro.

Outra área importante que manteve o mesmo gestor pelos últimos três anos foi a Secretaria de Transportes. Indicado pelo vice-governador Tadeu Filippelli (PMDB), José Walter Vazquez liderou o processo de licitação para renovação da frota e do sistema de ônibus da capital federal. A concorrência pública foi alvo de quase 200 ações e de denúncias de empresários e parlamentares de oposição. Apesar do desgaste, o governo conseguiu dar prosseguimento à licitação e Walter seguiu firme no cargo. Deve ser um casos raros de permanência no posto pelos quatro anos do mandato de Agnelo.

As pastas de Segurança e Educação tiveram rotatividade. A primeira secretária de Educação, Regina Vinhaes, não ficou nem nove meses no cargo. Ela havia sido uma indicação pessoal de Agnelo Queiroz, sem vinculações políticas, o que irritou petistas e outros aliados, como o senador Cristovam Buarque (PDT-DF), que não foi consultado na escolha. A professora deixou o posto em setembro de 2011, alegando “falta de condições físicas” diante das pressões. Ela abriu espaço para o então secretário de Administração, Denílson Bento da Costa, que deixou o posto para assumir a Secretaria de Educação.

Em agosto deste ano, mais uma troca: Agnelo Queiroz demitiu Denílson para nomear Marcelo Aguiar. A mudança envolveu uma estratégia do governador para tentar se reaproximar do PDT e de Cristovam. Mas a manobra não rendeu dividendos políticos: sob pressão, Marcelo Aguiar teve que deixar o partido. O senador pedetista intensificou as críticas ao GDF desde então.

Passagem ainda mais meteórica pelo governo foi a de Daniel Lorenz. Delegado aposentado da Polícia Federal, ele assumiu a Secretaria de Segurança depois da posse de Agnelo, mas deixou o primeiro escalão pouco mais de três meses depois. Alegou a pessoas próximas que estaria insatisfeito com ingerências políticas na pasta. Com a exoneração de Lorenz, Sandro Avelar assumiu o cargo, onde permanece até hoje. Ele se tornou homem de confiança de Agnelo, que o incentiva a entrar para a política. Avelar se filiou ao PMDB, ajudando a consolidar a aliança do partido de Filippelli com o PT, e deve disputar uma vaga de deputado federal.

Entre as quatro novas secretarias, duas foram criadas em agosto de 2011, sob medida para abrigar aliados. A pasta dos Idosos, comandada por Ricardo Quirino (PRB) desde o início, saiu do papel para dar espaço à legenda no primeiro escalão. Ele é suplente do deputado Luiz Pitiman (PSDB) e assumiu uma cadeira na Câmara dos Deputados quando o titular deixou o Congresso para comandar a Secretaria de Obras. Mas Pitiman rompeu com o GDF e retomou o mandato, deixando Quirino sem cargo. Por conta disso, o integrante do PRB foi realocado na nova pasta. As outras secretarias criadas ao longo desta gestão foram a Igualdade Racial, sob comando de Viridiano Custódio, e pasta extraordinária da Copa do Mundo, que tem à frente Cláudio Monteiro.

Houve também mudanças na estrutura de poder. Paulo Tadeu, poderoso secretário de Governo, no primeiro ano do mandato de Agnelo, trocou o Executivo e o mandato de deputado federal por cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do DF. Mas fez sucessor: Gustavo Ponce de Leon, de sua confiança, permanece na secretaria de Governo.

Fonte: Blog do Sombra / Correio Braziliense – 01/01/2014

Agnelo antecipa a campanha para recuperar a imagem

agnelo-queiroz-governador-dfMuito preocupado com as pesquisas que o colocam em ampla desvantagem em relação aos demais concorrentes ao GDF, o governador Agnelo Queiroz, iniciou bem antes do permitido pela legislação eleitoral a campanha de reeleição. Tomou café no último dia 26/12, na panificadora Venitália, no Núcleo Bandeirante, cercado por seguranças e pelo seu assessor de imprensa, o jornalista André Duda. Dividido entre goles de café com leite e abraços nos possíveis eleitores, Agnelo era só sorrisos e simpatia. Preparo físico para correr atrás do tempo perdido ele parece ter. Vamos ver se terá fôlego para a longa jornada, e se o assessor de imprensa conseguirá tornar Agnelo, enfim, palatável ao eleitor do DF. Quem conferiu a cena e informou ao blog foi o radialista Lucas Neto.

Fonte: http://politicareal.com.br/blogs/francisco-lima-junior/31335/agnelo-antecipa-a-campanha-para-recuperar-a-imagem#.UsQeZCemXpz

PSDB entra para o governo de Campos e prevê ‘parcerias’

Eduardo-CamposO texto destaca ainda que o objetivo das duas siglas é fortalecer a parceria também em outros Estados.

O PSDB de Pernambuco divulgou nota na segunda-feira, 30, para oficializar a entrada no governo Eduardo Campos (PSB). Os tucanos devem ocupar os cargos que pertenciam ao PTB, que deixou o governo para disputar o comando do Estado ao lado do PT, em 2014.

O texto destaca ainda que o objetivo das duas siglas é fortalecer a parceria também em outros Estados. “Além de parceiros na gestão de Pernambuco, PSDB e PSB trabalham coligações para as eleições de 2014”, diz a nota.

Os dois partidos devem lançar candidato próprio à Presidência, mas têm articulado alianças estaduais para a disputa do ano que vem. No início do mês, Campos e Aécio Neves (PSDB) se encontraram no Rio para discutir o assunto. Além de Pernambuco, os presidenciáveis avaliam a possibilidade de dividir o palanque em São Paulo, Minas, na Paraíba e no Rio Grande do Sul.

A aproximação de Campos com os tucanos, porém, não é vista com bons olhos pela ex-ministra Marina Silva, que entrou no PSB em outubro após o registro de seu novo partido, a Rede Sustentabilidade, ser negado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O ponto mais crítico dessa discussão é em relação à disputa em São Paulo. Enquanto a Rede defende lançar candidatura própria, o PSB trabalha para apoiar a reeleição do governador tucano Geraldo Alckmin. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Agencia Estado / Jornal de Brasília

Marconi exonera todos secretários até o terceiro escalão

Marconi PerilloO governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB),  vai exonerar todos os secretários, diretores e funcionários comissionados que compõem os três primeiros escalões do governo. Em decreto a ser assinado na virada do ano, o governador promove na prática uma ampla reforma na estrutura básica do governo.

A revelação foi feita em entrevista exclusiva concedida ao jornal A Redação, no final da manhã deste sábado (28/12), na sala de reuniões do Palácio das Esmeraldas, em Goiânia. Durante quarenta e cinco minutos de entrevista, o governador respondeu aos jornalistas João Unes e Adriana Marinelli sobre a reforma administrativa, que será oficializada na segunda-feira (30/12), sobre política e suas principais ações à frente do Governo de Goiás. E anunciou: “2014 será o ano da entrega de obras, de realizações do governo”.

Marconi foi direto ao garantir que “vai exonerar toda estrutura básica do governo.”

“Teremos  mudanças em todo 1°, 2° e 3° escalão. Vou trabalhar durante todo o fim de semana para deixar tudo definido, já estou com o quadro na mão. Alguns serão  afastados de uma pasta e já serão colocados em outra. Acho importante essas mudanças”, afirmou. Sobre as alterações, Marconi, que já anunciou Orion Andrade para a Agência de Comunicação (Agecom), também anunciou outros nomes. “O Adauto Barbosa Júnior ficará na Controladoria Geral do Estado.”

Marconi, que continua preferindo não falar sobre as eleições de 2014, voltou a afirmar que seu foco é o governo do Estado e que os índices positivos de seu governo se devem a “ações planejadas, gestão determinada e articulação com todos os segmentos. “Gestão política e administrativa eficientes”.

Ele reafirmou e que só definirá se será ou não candidato à reeleição em junho. Perguntado sobre um nome que ele indicaria para disputar as eleições, caso ele realmente não seja candidato, Marconi voltou a citar o nome do vice-governador José Eliton.

Marconi disse que 2013 foi um ano importante para o PSDB e destacou a filiação de Henrique Tibúrcio, presidente da OAB-GO. “No meu partido hoje temos agora um nome novo em quem eu aposto muitas fichas, que é o doutor Henrique Tibúrcio. É um nome que eu apostaria minhas fichas”, garante.

Popularidade

Questionado sobre o bom momento vivido pelo Estado e pela sua recuperação nas pesquisas, o governador também não economizou nas palavras. “Tudo que está acontecendo hoje foi rigorosamente planejado. Nenhum governo dá certo sem planejamento. Todo esse avanço eu atribuo ao planejamento e também à boa gestão”, disse.

Para o governador, 2013 foi o ano da superação e 2014, segundo ele, será o ano da colheita. ” Já estamos colhendo os frutos do nosso trabalho. Sou um governador que cobro e estimulo a equipe que trabalha comigo. Quero saber sempre de todos os detalhes do governo, acho que é por aí”, completa.

Balanço positivo

Durante a conversa com os jornalistas do A Redação, Marconi enfatizou os saltos dados por Goiás nos últimos três anos. Com detalhes e falando sobre suas constantes visitas às obras em andamento em todo o Estado, o governador fez um balanço de todas as áreas e reafirmou: “Estamos executando em Goiás o maior volume de obras de todos os tempos.”

“Considerando as obras sociais, ressalto o Bolsa Futuro, de qualificação profissional, que vai qualificar 500 mil jovens e adultos até agosto do ano que vem. Ressalto também o programa Bolsa Universitária, que terá ajudado, até o final do ano que vem, mais de 150 mil alunos”, pontuou. O governador falou, ainda, do Cheque Moradia e do Cheque Reforma, que vão chegar a 250 mil famílias atendidas.

“Tem também o Vapt Vupt, uma marca do meu governo, que vai chegar a 50 unidades na próxima segunda-feira (30/12). Outro ponto importante é que os Vapt Vupts estão direcionando os atendimentos para segmentos específicos. Tem, entre outras, a unidade do idoso, para aposentados, outra empresarial.”

Educação, Segurança e Tecnologia

Ao falar sobre os avanços registrados na Educação, Marconi afirmou que se orgulha do Pacto Pela Educação e, ao ressaltar algumas ações do governo, ele mencionou o Prêmio Poupança Aluno, que beneficiou mais de 10 mil estudantes este ano e será estendido em 2014. No ano que vem, além dos alunos, professores e escolas estaduais que se destacarem também serão premiadas.

O Prêmio Aluno contempla os estudantes das escolas públicas estaduais que conquistaram as melhores notas na Prova Goiás com uma poupança de R$ 1,1 mil, cada um. “Ainda na Educação, ressalto a entrega de 60 escolas padrão século XXI e a reforma das escolas. Ao todo, mais de mil escolas da rede pública estadual foram reformadas.” Para o governador, todo esse investimento em Educação resultou em grandes conquistas para o Estado. “No Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), por exemplo, saltamos no 16° para o 5° lugar”, comemora.

Na Segurança Pública, conforme disse o governador, além de novas viaturas e reforço no armamento, o Governo de Goiás está organizando a contratação de 5,5 mil novos homens para as forças policiais.

“Na área de Ciência e Tecnologia, destaco a criação dos primeiros Parques Tecnológicos de Goiás”, lembrou Marconi. Os parques tecnológicos permitem que empresas inovadoras, em qualquer fase de desenvolvimento empresarial, de incubadas a maduras, encontrem espaços e serviços adequados para o desenvolvimento de suas atividades. Além disso, os parques são mecanismos estratégicos de fortalecimento da competitividade empresarial por meio da catalisação da geração de inovação pelas empresas.

Saneamento

“É uma área que ninguém vê, mas é de extrema importância”. Foi o que disse Marconi ao iniciar a apresentação do balanço relacionado às obras de saneamento básico em Goiás. Segundo o governador, o Sistema Produtor Mauro Borges Teixeira vai abastecer de água, de forma barata e abundante, todas as cidades que compõem a Região Metropolitana de Goiânia, assegurando por pelo menos 30 anos um eficiente fornecimento, mesmo nos períodos de seca prolongada. “Tem também o Sistema de Captação de Água no Corumbá IV, que vai atender toda região do Entorno de Brasília.”

“Ainda falando sobre Saneamento Básico, tenho outro dado relevante.  Em 1998, Goiás contava com dez estações de tratamentos de esgoto, hoje contamos com 84 e mais 14 estão em construção. Isso é um dado histórico”, completa.

Rodovias e outras obras

Durante a entrevista, o governador também falou com orgulho sobras as obras rodoviárias. “Até o final de 2014, serão mais de 5 mil quilômetros de rodovias totalmente reconstruídas. Estamos transformando nossas estradas em tapetes, incluindo sinalização noturna”, disse. “Já temos concluídos outros 3 mil quilômetros de rodovias novas. Isso significa intervenção em 8 mil quilômetros de rodovias goianas num só governo.”

Marconi também falou sobre a ponte sobre o Rio Araguaia,  que liga as cidades de Aruanã (GO) a Cocalinho (MT), e deverá ser entregue em março do ano que vem. “será a maior ponte já construída em Goiás e custará cerca de R$ 32 milhões”, destaca. “São várias obras estratégicas em todos os cantos do Estado.”

A duplicação da rodovia que liga Goiânia à cidade de Goiás também foi citada pelo governador, além das obras de duplicação e iluminação da estrada que liga a capital ao município de Bela Vista, que também receberá ciclovia. “Falando em obras, não podemos deixar de lado o Aeroporto de Cargas de Anápolis, que será o segundo maior do País, e do Centro de Cultura de Convenções, em construção no mesmo município.”

Em Goiânia, conforme disse Marconi na entrevista, os trabalhos também são intensos. “Temos o Centro de Excelência do Esporte, o Estádio Olímpico, a ampliação e modernização do Autódromo  Internacional Ayrton Senna, sem falar no novo Aeroporto de Goiânia, que é uma obra da qual eu me orgulho muito. Fui mais de 50 vezes a Brasília para lutar pela retomada daquelas obras. Não tem como não me orgulhar”, acrescenta.

Perguntado sobre os constantes elogios recebidos de prefeitos goianos dos mais variados partidos, inclusive da oposição, o governador afirmou que fica feliz e comentou sobre as parcerias existente entre Estado e municípios. “Me chamam de municipalistas porque eu ajudo mesmo, independente da relação partidária. No caso de Anápolis, por exemplo, com o prefeito Gomide (PT), repassei R$ 8 milhões para ele fazer asfalto na cidade. Em Aparecida de Goiânia, eu e o prefeito Maguito estamos fazendo juntos a Alameda da Paz, que está custando mais de R$ 10 milhões para o Estado”, afirmou, completando que também sempre teve uma excelente relação com a presidente Dilma Rousseff (PT).

Economia e geração de empregos

O fato de Goiás, que é a 9ª maior economia do Brasil, ter crescido mais que o dobro do País no último ano também é motivo de alegria e orgulho para Marconi. “Em 1999, Goiás exportava US$ 317 milhões, hoje exportamos quase US$ 8 bilhões”, ressalta.

Em 2013, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Emprego (Caged/MTE), Goiás se destacou entre os Estados que mais geraram empregos formais no País. Foram 88.950 novas colocações com registro em carteira de janeiro a outubro de 2013, representando um acréscimo de 7,73% em relação ao mesmo período do ano anterior, e superior ao acréscimo no índice nacional que foi de 3,7%. “Foram mais de 800 mil empregos líquidos em 15 anos”, acrescenta o governador.

Marconi destacou o salto dado por Goiás no  Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM). Em duas décadas, o Estado avançou 50,6%, crescimento superior à média nacional, que foi de 47,5%. Entre o primeiro estudo, feito em 1991, e o último, com base nos dados do Censo 2010, os municípios goianos ganharam duas posições no ranking nacional, passando do 10º para o 8º lugar. “2014 será, sem dúvidas, o ano do coroamento, da entrega”, finaliza.

Fonte: Blog do Sombra / Adriana Marinelli, A Redação – Estação da Notícia – 30/12/2013

Agnelo Queiroz faz avaliação dos seus três anos de governo

agnelo-queiroz-governador-dfEm entrevista para a televisão, um dia desses, o repórter me perguntou:

– O senhor não acha que a licitação de novos ônibus está demorando?

Respondi o que realmente eu sentia, o que era uma verdade interior para mim:

– Está sim. Está demorando 50 anos.

Se fosse hoje, 29 de Dezembro de 2013, eu poderia responder: acabou a demora.

Não sei se você tomou conhecimento: meu governo tinha conseguido quebrar o monopólio das empresas de ônibus de Brasília.

Há décadas, um pequeno grupo de pessoas controlava o setor e prestava um serviço de má qualidade, com ônibus velhos e um atendimento, no mínimo, desrespeitoso aos passageiros.

Quebramos o monopólio, fizemos nova licitação, em junho de 2012, e iniciamos a substituição, por veículos novos, de todos os 2630 ônibus do Distrito Federal. Absolutamente todos.

Mas, por incrível que possa parecer, uma única empresa das que  perderam a concessão – um único empresário – estava conseguindo emperrar o processo de mudança radical que estamos fazendo no sistema de ônibus de Brasília.

A Viplan, do sr. Wagner Canhedo, vinha opondo, um atrás do outro, obstáculos para a efetiva concretização da concorrência.

O último deles foi a recusa em pagar a indenização trabalhista de seus funcionários, sob a alegação de falta de recursos.

Como seria desumano deixar milhares de pais e mães de família desamparados, determinei que o GDF assumisse o pagamento dos direitos dos empregados da Viplan. E, em seguida, cobrasse da empresa na Justiça.

Diante da ameaça de se prolongar o mau atendimento da Viplan aos que precisam de seus 940 ônibus – e da perpetuação do monopólio – não tive dúvidas: mandei fazer a intervenção e passar o controle da empresa para o governo.

Agora, o que temos que fazer é prestar o melhor serviço, com ônibus novos e um atendimento eficiente. É isso que vou cobrar diariamente.

Na mesma entrevista para a televisão, o repórter me perguntou por que estou sendo mal avaliado nas pesquisas. Eu respondi que não sei, é difícil compreender a razão porque o forte trabalho que estamos fazendo não está sendo reconhecido pelas pessoas.

Mas, na realidade, nosso trabalho não está sendo re-conhecido, porque ele não é conhecido.

É o que dizem as pesquisas: a maior parte da população não sabe o que estamos fazendo, não tem idéia da grande transformação, da profunda mudança que meu governo está realizando.

Só agora, estamos começando a mostrar essas mudanças e transformações, algumas delas, esperando 50 anos.

Atacamos com toda força a questão da mobilidade urbana. E demos prioridade para o transporte de massa.

O objetivo é tornar a circulação diária das pessoas, da casa para o trabalho, mais rápida, mais fácil, mais confortável.

E, com isso, desafogar as ruas e o trânsito para os carros de passeio.

A maior demonstração disso é o Expresso DF Sul.

São 43 quilômetros de pistas exclusivas para ônibus articulados, que vão fazer uma viagem do Gama e de Santa Maria ao Plano Piloto – que hoje gasta uma hora e vinte – demorar só 40 minutos.

O Expresso DF Sul já está com quase 80% concluído.

Por isso, já estamos tocando o Expresso DF Oeste, que sai de Ceilândia e Taguatinga e chegará em minutos ao terminal sul de Brasília.

E no primeiro semestre de 2014, vamos começar o Expresso DF Norte, que vai até Sobradinho e Planaltina.

O Asfalto Novo, que vai chegar a todas as cidades, a pista do aeroporto e outras grandes intervenções que estamos fazendo mostram um pouco de uma das faces do nosso governo, a de executor de grandes e importantes obras.

Nossa outra face é a social, que é pouco vista, mas é de uma importância enorme. Brasília deixou de ser a cidade mais desigual do País por conta da nossa política de combate a desigualdade.

O exemplo é a Fábrica Social.

Instalada na Estrutural, uma área de grande carência, num galpão enorme com máquinas e equipamentos, a Fábrica Social ensina uma profissão às pessoas  – a maioria mulher – que viviam da cata do lixo. Elas aprendem a confeccionar bandeiras, uniformes, bolas de futebol. E ganham por peça, por produtividade. Já tem mulheres ganhando até dois mil reais por mês.

Algumas delas se reuniram e vão devolver o Cartão do Bolsa- Família ao governo, porque, explicam, não precisam mais dele. E é comovente ouvir uma delas dizer: “o cartão que a gente devolve vai servir para outra pessoa que esteja precisando mais”.

Pode estar aí uma das portas de saída, que tanto reclamam para os programas sociais.

Já estamos construindo 53 creches e vamos chegar a 115, ano que vem.

Brasília tinha só três Centros Olímpicos. Nós fizemos mais oito.

Mesmo na saúde, que encontrei em estado deplorável, nós conseguimos avançar bem, embora infelizmente, ainda tenhamos sérios problemas.

A Saúde é um problema nacional e aqui, onde eu sonhava poder resolver tudo rapidamente, a questão é agravada com a vinda diária de ambulâncias do Entorno e de outros estados para nossos hospitais. Um exemplo, dobramos de 207 para 431 UTIs na rede pública, fizemos mais em 03 anos do que em 50 anos de vida da nossa cidade.

Instalamos quatro UPAS – Unidades de Pronto Atendimento – que funcionam como pronto-socorro, com vários tipos de atendimento de urgência. E em 2014, vamos entregar mais dez. Só esse ano, elas retiraram 120 mil pessoas das filas de atendimento dos hospitais.

Criamos as Carretas da Mulher, que levam as consultas e exames aonde as elas vivem. E atendem mulheres idosas que nunca viram um médico em toda a vida. Mais de cem mil atendimentos já foram realizados.

Nós ainda fizemos 9 Clínicas da Família, dobramos o número dos Agentes de Saúde e o Hospital da Criança que é uma referência nacional.

Temos muito a mostrar, em todas as regiões e em todas as áreas.

A maior prova do quanto nós fizemos, está no orçamento, eficiência na execução e na aplicação em obras, prezando sempre a transparência e a qualidade de nossas ações.

A melhor marca do governo anterior foi em 2009, com a execução de 1 bilhão e meio de reais.

Em 2012, nós já conseguimos superar estes números. Executamos 1 bilhão e oitocentos milhões do orçamento.

Em 2013, batemos o recorde de todos os tempos no DF: executamos 2 bilhões e 300 milhões de reais.

E, para 2014, nós temos uma boa notícia capaz de garantir um ano feliz para o Distrito Federal e todos os que aqui vivem e trabalham: no ano que vem, vamos executar nada mais, nada menos, a quantia de quase 5 bilhões de reais em melhorias para nossa população.

Feliz Ano Novo para todos.

Que Deus nos abençoe!

Agnelo Queiroz

Governador do Distrito Federal

Fonte: Blog do Sombra / Correio Braziliense – 31/12/2013

Troca total dos ônibus deve atrasar em quase três meses, diz GDF

onibusA Secretaria de Transportes do Distrito Federal anunciou nesta segunda-feira (30) que os novos ônibus serão totalmente integrados ao sistema até o próximo dia 28 de fevereiro, quase três meses depois da data prometida pelo GDF para a substituição da frota. Inicialmente, a data prevista era 4 de dezembro deste ano.

Segundo o governo, o atraso ocorreu devido a ações na Justiça movidas por empresas que participaram da licitação, mas não venceram a concorrência. Outros fatores que adiaram a mudança dos ônibus foram as férias coletivas das montadoras dos veículos e problemas no processo de recontratação de rodoviários das antigas companhias, de acordo com a secretaria.

O anúncio foi feito pelo chefe da pasta, José Walter Vazquez, durante a apresentação de quatro modelos de veículos que vão operar no DF, entre eles o ônibus que vai fazer parte  do Expresso DF, que vai ligar Gama, Santa Maria e Park Way ao Plano Piloto. O novo veículo é articulado (sanfonado) tem capacidade para transportar até 165 passageiros e possui piso rebaixado.

“A intenção é oferecer mais rapidez no embarque e desembarque de passageiros. Tanto que o usuário não vai pagar a passagem no ônibus. A cobrança vai ocorrer fora do veículo”, afirma Vazquez.

O Expresso DF vai funcionar com cobrança feita nas estações, em um sistema parecido com o que ocorre com o Metrô-DF. Segundo o governo serão construídos também terminais rodoviários no Gama e em Santa Maria e 15 passarelas de pedestres. A obra, orçada em R$ 530 milhões, tem previsão de entrega para até a Copa do Mundo de 2014.

O governo estima que a obra  vai reduzir o tempo de viagem do Gama e de Santa Maria para o Plano Piloto de 90 minutos para 40 minutos.Os ônibus vão circular em faixas exclusivas, criadas nos canteiros centrais ao longo de quase 42 quilômetros de corredor.

Na solenidade desta segunda, também foi apresentado o modelo de micro-ônibus que vai substituir as “zebrinhas”. Os 61 novos veículos começam a atender a população já a partir desta segunda-feira, operando nas oito linhas já existentes.

Nesta terça (31) começam a rodar, em fase de testes, 12 ônibus articulados que vão ligar as regiões do Paranoá e Itapoã ao Plano Piloto. A exemplo do Expresso DF, os veículos possuem piso antiderrapante, ar-condicionado, câmeras de segurança, lixeiras, computador de bordo e sistema GPS.

A licitação do transporte público do DF foi concluída no início de junho. Os primeiros veículos começaram a operar no fim do mesmo mês. O processo ocorre em meio a uma série de questionamentos na Justiça. Segundo a Secretaria de Transportes, foram mais de 200 ações movidas pelas empresas que perderam a concorrência.

Ao todo, 2.560 ônibus devem compor o sistema quando a troca da frota for concluída. Segundo o GDF, 1,3 mil novos veículos já estão atendendo a população.

Fonte: Portal G1 / Blog do Sombra

Confira programação de réveillon 2014 em Brasília

reveillon 2014 gdfEstruturas de shows de réveillon da Esplanada e Prainha já estão prontas Serão, ao todo, 18 minutos e dez segundos de queimas de fogos, sincronizados com seis músicas diferentes.

A estrutura dos shows de réveillon na Esplanada dos Ministérios e da Prainha do Lago Sul já está pronta. Os palcos já foram montados e a iluminação foi testada na segunda-feira (30/12). Os dois eventos esperam reunir mais de 100 mil pessoas.

Na Esplanada, a capacidade do local é de 200 mil pessoas, de acordo com a Secretaria de Cultura do DF. Além dos shows, haverá um espetáculo piromusical – queima de fogos sincronizada com música. O fogos de artifício serão lançados à meia-noite da Praça dos Três poderes e de outras dez torres ao longo da Esplanada.

Segundo a pasta, serão, ao todo, 18 minutos e dez segundos de queima de fogos com seis músicas diferentes. Durante o show de luzes e cores no céu, serão tocadas as canções Brasileirinho, de Waldir Azevedo; Linha do Equador, do Djavan; Te amo Brasília, de Alceu Valença; Leo e Bia, de Oswaldo Montenegro; Beija Flor, do Natiruts; e a 9º Sinfonia de Beethoven.

Segurança

As festas da Esplanada e da Prainha terão 1.045 policiais militares e 79 bombeiros para a segurança. O efetivo da Polícia Civil será de 50 agentes. Os militares terão uma preocupação especial com o furto de pessoas e veículos nos estacionamentos.

Na Prainha, 12 militares do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar atuarão em duas embarcações de patrulhamento e salvamento aquático no Lago Paranoá. A principal preocupação é com as pessoas que entram no lago alcoolizadas e acabam se afogando.

Trânsito

As ações de trânsito na Esplanada ficarão a cargo da PM e na Praça dos Orixás, sob responsabilidade de 37 funcionários do Departamento de Trânsito do Distrito Ferderal (Detran-DF). As vias L2 Norte e Sul e as L4 Norte e Sul foram fechadas nas primeiras horas desta terça-feira (31/12).

Às 15h30, os veículos não circularão mais pelo perímetro que vai do quartel do Corpo de Bombeiros, ao lado do Palácio do Planalto, sentido Lago Sul, à Rodoviária do Plano Piloto. Quem precisar cruzar as duas asas deve optar pelo Eixão e W3 Norte e Sul.

Programação

– Esplanada dos Ministérios:

21h às 22h – Bonni e Belluco
22h50 às 0h – Luan Santana
0h às 0h18 – Fogos de artifício
0h20 às 1h20 – Roda de Samba com Adora Roda, Ellen Oléria e Cris Pereira
1h30 às 3h – Sorriso Maroto

– Prainha do Lago Sul:

Das 14h às 21h – Shows de grupos locais
Das 21h às 01h – Celebrações religiosas – (0h – 18 minutos de fogos)
Das 01h às 02h30 – Show da artista Mariene de Castro

Fonte: Correio Braziliense

Feliz Ano Novo

Cartão de Ano Novo - Sandro Gianelli

Desejo a você:

365 dias de felicidade;

52 semanas de saúde e prosperidade;

12 meses de amor e carinho;

8760 horas de paz e harmonia;

Que neste novo ano você tenha 2014 motivos para sorrir…

Por Sandro Gianelli

Verba de gabinetes dos deputados distritais aumenta para 80%

cldfOs gastos com funcionários comissionados que trabalham diretamente com cada parlamentar subirão para R$ 173,6 mil a partir da próxima quarta-feira. Em 2009, esse valor somava R$ 97 mil. Lei aprovada na época abriu brecha para mais cargos.

Sem alarde e aos poucos, os deputados distritais praticamente dobraram, nos últimos quatro anos, as despesas com servidores de seus gabinetes. Em 2009, a Casa aprovou uma lei que abre brecha para o aumento de cargos dos comissionados que trabalham diretamente com os parlamentares. Diante disso e dos reajustes salariais concedidos aos funcionários da Casa, a verba de gabinete passou de R$ 97 mil para quase R$ 158 mil por deputado, este ano. A partir de quarta-feira, esse total passará para R$ 173,6 mil, ou 80% a mais que antes da aprovação da norma.

Os números são ainda mais expressivos quando contabilizadas as despesas dos gabinetes de todos os 24 deputados. Por mês, os servidores comissionados recebem R$ 3,7 milhões. Em um ano, a bolada chega a R$ 50,5 milhões (leia quadro). Com esse dinheiro, seria possível, por exemplo, construir 25 escolas públicas.
O aumento ocorreu após a Câmara Legislativa aprovar, em junho de 2009, projeto de lei que institui o plano de cargos, carreira e remuneração da Casa. No texto, além da composição ideal de servidores por gabinete, foram autorizadas nomeações extras (confira O que diz a Lei), que aumentaram o número de cargos. Em vez de 12 por gabinete, o total passou para 17.

A Lei nº 4.342/2009, em seu artigo 41, trata da quantidade de servidores por gabinete, originalmente de 12 pessoas. No entanto, como prevê a regra, os distritais podem desdobrar esse número, distribuindo a verba disponível e chegar à quantidade de 23 cargos. Na prática, a maioria dos distritais trabalha com essa ocupação integral, chegando a reunir até 28 servidores. Além disso, a verba também foi acrescida do reajuste salarial concedido aos servidores da Câmara, nos últimos três anos — 5% em 2011 e 2012; 8% em 2013; e 10%, previstos para janeiro de 2014.

Fonte: Correio Braziliense

Pronunciamento foi ‘campanha eleitoral’, diz Aécio

Aecio-NevesO presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), provável candidato ao Palácio do Planalto no ano que vem, acusou a presidente Dilma Rousseff de usar o pronunciamento de fim de ano em rede nacional, realizado neste domingo, 29,ara fazer “autoelogio e campanha eleitoral”. “Sob o pretexto das festas de fim de ano, a presidente volta à TV para fazer autoelogio e campanha eleitoral. Lamentavelmente, a oposição não pode pedir direito de resposta”, escreveu Aécio em sua página oficial de Facebook.

No texto, o senador da oposição chamou de “abusiva” a convocação desta aparição na mídia – uma prerrogativa presidencial – para apresentar um País de “ilha da fantasia”. Ele reclamou do conteúdo da fala apresentada: “Nenhuma palavra sobre as famílias vítimas das chuvas e as obras prometidas e não realizadas. Nenhuma menção à situação das empresas públicas, à inflação acima do centro da meta, ao pífio crescimento da economia. Nenhuma menção à situação das estradas, à crise da segurança e à epidemia do crack que estraçalha vidas”.

E citou como exemplo o analfabetismo e o número de creches prometidas e não entregues pela petista. “Enquanto isso, no Brasil real, os resultados dos testes internacionais demonstram o contrário: o analfabetismo parou de cair e, das 6 mil creches prometidas por ela em 2010, apenas 120 haviam sido entregues até outubro.” O oposicionista encerrou dizendo que o governo “acredita que a propaganda e o ilusionismo podem demonstrar força, enquanto, na verdade, só acentuam a sua fraqueza.”

Fonte: Agencia Estado

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