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Operação abafa

A bancada fiel ao Planalto conseguiu adiar, na manhã de ontem, votação de requerimento do deputado brasiliense Izalci Lucas para ouvir, na Comissão de Educação e Saúde, dirigentes do Ministério da Educação sobre suposto envolvimento de servidores da instituição no esquema que teria beneficiado, entre outras instituições, a Faculdade de Ciências Humanas de Cruzeiro, cujo proprietário é Paulo Vieira, preso na operação Porto Seguro.

Fonte: Do alto da torre

Gangorra distrital

Pesquisa feita pelo IPO no Distrito Federal avaliou, entre outros indicadores de opinião pública, a aprovação de distritais petistas entre maio do ano passado e novembro deste ano. Baseia-se no número de entrevistados sobre quem considerava o melhor distrital. Abrangeu os quatro deputados que permaneceram no mandato por esse período (ver quadro). Constatou que Chico Leite, o mais votado da bancada, partiu de um patamar de 8% que o citavam como o melhor parlamentar para os atuais 12,5%. Chico Vigilante, chegou a oscilar de 5% para menos de 4%, mas agora está perto dos 6%. Patrício percorreu o caminho inverso. Evoluiu de 4% para 5% e hoje está pouco acima de 2%. Já Wasny de Roure, que não chegava a 2%, está agora empatado com Patrício.

Fonte: Do alto da torre

No mapa eleitoral

Está tudo pronto para o lançamento, pela Superintendência do Centro-Oeste, a Sudeco comandada pelo PSB do senador Rodrigo Rollemberg, do primeiro edital do processo licitatório do trem de passageiros que deverá circular no eixo Luziânia-Brasília. Mas o Buriti só ficou sabendo do evento pelos vizinhos. A Sudeco não expediu convites para o GDF. Só para o governador de Goiás e o prefeito de Luziânia. Teve gente no Buriti consultando o Tribunal Regional Eleitoral para conferir que unidade da Federação  elegeu Rollemberg para o Senado.

Fonte: Do Alto da Torre

Presidente do PSB de Ceilândia divulga nota do falecimento de Oscar Niemayer aos ceilandenses

Como todo e qualquer ser vivo, neste dia 05 de Dezembro, aos 104 anos, o arquiteto Oscar Niemayer finalizou uma vida repleta de traços e curvas sinuosas.

Como todo e qualquer, porém único. Foram mais de 50 grandes obras aclamadas por sua genialidade. Oscar, com seu traço genial, não só inovou a arquitetura, como planejou os prédios públicos de Brasília.

No período da ditadura militar, passou o autoexílio na França. Defensor dos ideais comunistas, um verdadeiro Marxista: “As ideias marxistas continuam perfeitas, os homens é que deveriam ser mais fraternos”.

Ceilândia, por sua vez, deveria estar com sua bandeira a meio mastro, decretar no mínimo dois dias de luto ao glorioso arquiteto.

Talvez, poucos saibam, mas uma das 50 obras do arquiteto encontra-se no nosso meio: a Casa do Cantador, também conhecida como Palácio da Poesia.

Uma homenagem do arquiteto aos Nordestinos, que habitam o Distrito Federal, cuja função é representar a cultura popular.

Oscar se foi.  Mas os sonhos continuam. Como um sonho já sonhado de um grande projeto arquitetônico para feira de Central de Ceilândia.

“Não é o ângulo reto que me atrai, nem a linha reta, dura, inflexível, criada pelo homem. O que me atrai é a curva livre e sensual, a curva que encontro nas montanhas do meu país, no curso sinuoso dos seus rios, nas ondas do mar, no corpo da mulher preferida. De curvas é feito todo o universo, o universo curvo de Einstein.” Oscar Niemayer 1907-2012

Por: Rodrigo Mercúcio – Presidente do PSB de Ceilândia

Emfim, um deputado faz a coisa certa

Cada deputado federal tem direito a destinar R$ 15 milhões no Orçamento. Muitos colocam esse dinheiro em shows e eventos. O Deputado Reguffe concentrou todos os recursos de emendas para onde as pessoas mais precisam: na saúde, na segurança pública e na educação.

“Estou cumprindo a minha obrigação e fazendo a minha parte, dando uma contribuição direta para melhorar os serviços públicos essenciais que a população mais precisa”

As emendas do Reguffe:

Saúde:
R$ 3 milhões para a compra de medicamentos para a rede pública do DF
R$ 2 milhões para aquisição de novos leitos hospitalares no DF

Segurança:
R$ 5 milhões para aquisição de viaturas para a Polícia Militar, Civil e Corpo de Bombeiros do DF

Educação:
R$ 5 milhões para a construção de escola em tempo integral no DF

Veja o discurso do Reguffe no plenário:

http://www.youtube.com/watch?v=gCPSEzv9Ja0

Fonte: Facebook

Não há escolha, cedo ou tarde, você vai ter que “entrar na Internet”

Tenha em mente que a Internet é um fenômeno irreversível na nossa sociedade.

Há uma série de motivos pelos quais você não pode fugir da Internet. Começa pelo fato de ser um fenômeno irreversível na nossa sociedade. O Brasil e os brasileiros têm a cara da Internet. A cultura do jeitinho nos ensinou a buscar alternativas por conta própria. Isso significa que o usuário brasileiro sabe lidar bem com a Internet, sendo limitado apenas pela barreira da língua inglesa.

24 horas por dia, 7 dias por semana

A burocracia, curiosamente, nos ajuda. Frente à burocracia o brasileiro vem se acostumando a buscar soluções pela Internet. Além disso, num futuro bem próximo, a Internet será uma excelente forma do governo se aproximar de populações menos assistidas e mais distantes e, ainda assim, centralizar as informações.

Além disso, o brasileiro é um “heavy user” da internet superando vários países bem mais desenvolvidos nas comparações de número de horas semanais conectado na rede. Os números são impressionantes. Os internautas residenciais do Brasil ultrapassaram 23 horas de navegação mensal pela Web. A informação, obtida por meio de uma pesquisa do Ibope/NetRatings, se refere ao mês de janeiro de 2008.

Pelo mesmo levantamento, o Brasil já supera os 20 milhões de usuários mensais. Para ser mais exato, o total de usuários ativos de internet residencial no Brasil – em janeiro de 2008 – foi de 21,1 milhões de pessoas. São considerados usuários ativos as pessoas que acessam a web ao menos uma vez por mês de casa. Os dados também mostram que houve crescimento de 48,4% no número de internautas em 2007, se comparado ao ano anterior.

O Brasil tem o maior tempo médio de uso da Web entre os dez países medidos com a mesma metodologia – Espanha, Japão, Reino Unido, EUA, Austrália, França, Alemanha, Suíça e Itália.

Por fim, o número de brasileiros conectados a rede cresce rápido, assim como, o número de usuários com conexões de alta velocidade. Para que se tenha uma idéia, o número de usuários de banda larga ultrapassou em 2007 a marca de 8 milhões. Esse número representa o dobro do que havia em 2005.

Alguns motivos por que você deve ter um site de campanha

Seu site é um comitê aberto 24 horas por dia 7 dias por semana

Já pensou em ter comitê que nunca fecha? Já pensou em disponibilizar informações aos eleitores que podem ser atualizadas ao mesmo tempo em que sua campanha se desenvolve? A internet é um caminho viável e prático para que isto seja possível.

Ter um site é muito melhor do que não ter um

Se você não vê importância em ter um espaço na Web para divulgar seus projetos, tenha certeza que muitos de seus adversários não pensam assim. Portanto, não existe sentido em desperdiçar uma oportunidade como essa. Seu site será o único veículo em que você não terá restrições de espaço

O seu site poderá ter tudo que outros veículos de campanha não têm espaço

Todas as informações que você gostaria de apresentar nos demais veículos de campanha e não tem espaço, podem estar no site. Suas fotos de campanha, seus discursos em texto e áudio, a apresentação detalhada de suas propostas, sua resposta àquela acusação que lhe foi feita, a notícia sobre aquele comício que teve apenas uma repercussão local, tudo e ainda mais pode estar no seu site. Por este motivo toda comunicação eleitoral deverá conter o endereço do site de campanha.

A Internet é a única mídia que permite interatividade real (nos dois sentidos)

É um excelente espaço para você saber o que seus eleitores e seus simpatizantes pensam. O fato de estarem protegidos pelo anonimato faz com que as pessoas se sintam mais a vontade para escolher que nível de proximidade a conversa terá. Muitos usuários, que jamais iriam a um comitê e que jamais abordariam um político o farão pela internet.

Esse segmento – que numa campanha tradicional você nem saberá que existe – poderá lhe trazer boas surpresas. Através do seu site você poderá receber sugestões, opiniões, cadastrar simpatizantes e se relacionar com eles e ainda estimulá-los a divulgar seu site e seus argumentos de campanha.

André Ferraz

Fonte: Política para Políticos

Estude seus adversários

Tente saber com a maior clareza possível de detalhes os pontos fracos e fortes deles.

Quando se começa uma campanha eleitoral, a quase totalidade dos trabalhos iniciais está voltada para as questões internas. São as questões relativas à formação de uma equipe, à captação de recursos, às relações com o partido, à instalação de uma sede, às discussões sobre a contratação de um consultor, às discussões sobre a temática da campanha, e outras, mais pertinentes à organização da campanha do que as relações políticas externas

Se tiver recursos, faça uma pesquisa de survey para saber o que está pensando o eleitor

É normal que assim seja, e está bem que seja. O momento pré-campanha é a ocasião para “pressionar a mola”, isto é, para reunir e concentrar forças que serão liberadas quando a campanha começar. A organização da candidatura e de seu instrumento de luta – a estrutura de campanha – deve mesmo aproveitar-se deste período anterior para ser realizada. Não obstante, há questões externas à organização da sua campanha que também não podem esperar. Mesmo neste período de tempo, em que não há ainda candidaturas oficialmente estabelecidas, há muito que fazer nesta área da campanha.

Já se alertou que nesta época começam os trabalhos de sondagem dos sentimentos e prioridades do eleitor, bem como as suas reações aos possíveis candidatos.

Se tiver recursos, faça uma pesquisa de survey (quantitativa, probabilística) para tomar conhecimento do que está pensando o eleitor sobre os possíveis candidatos, sobre os problemas que ele quer ver resolvidos, sobre sua avaliação do governo, sobre os seus sentimentos e opiniões a respeito de matérias importantes e que estejam em evidência na comunidade.

Se não tiver recursos financeiros para bancar uma pesquisa própria, use as que existem (de órgãos de imprensa, associações etc), mas use sobretudo o “ouvido”. Ponha seus auxiliares e voluntários a ouvir a população. Sua campanha deve entrar em “modo de escuta”! Mas atenção. Não adianta nada ouvir os que já o apoiam. Eles não lhe darão informações e sim suas opiniões! Eles devem escutar pessoas que não conhecem, com as quais não convivem, seja sob a forma de uma enquete (jovens que aplicam um breve questionário), seja sob a forma de conversas informais.

Você também deve conversar. Conversar com cabos eleitorais, com técnicos do partido, com outros políticos, com jornalistas e formadores de opinião. Mas muita atenção para não se confundir: o resultado desta operação de escuta não é uma pesquisa. É uma sondagem, um levantamento, que, embora não possua a precisão da pesquisa, leva-o para além do fácil e descompromissado palpitismo dos que o cercam, para o mundo da realidade política que você deverá enfrentar na campanha.

Uma das áreas que deve ser estudada com muita objetividade e atenção é a dos seus adversários potenciais. Por pesquisa ou pela “operação escuta” você ficará sabendo muito sobre eles, terá acesso a informações que não conseguiria, ouvindo apenas seus auxiliares, e apoiadores. Você deve desenvolver o hábito de montar um fichário para cada um de seus potenciais adversários. Nele você registrará ou guardará materiais, que se referem a eles: reportagens, entrevistas, declarações, votos dados, quem o apoiou, a quem ele apoiou em outras eleições, dados biográficos, votos obtidos em eleições, e todas as demais informações que possam vir a ser úteis. Você terá ainda, neste arquivo, uma seção com informações “não confirmadas”, isto é o que a “operação escuta” captou sob a forma de “ouvir dizer”. Na maioria das vezes estas informações são incorretas, inexatas e até inverídicas. Mas há também ocasiões em que a sua continuidade, a diversidade das fontes que a referem, a compatibilidade entre o que se alega ter sido dito e o comportamento podem reforçar a credibilidade da declaração.

Estudar o adversário é além de identificá-lo, conhecê-lo. Isto é, saber o que ele está pensando

Este trabalho é preliminar. Ainda não é pesquisa de investigação do adversário. Esta última é muito mais completa, minuciosa e documental. É um trabalho preliminar para identificar pontos importantes que serão investigados a seguir. Estudar os adversários potenciais é, antes de tudo, identificá-los. Dentre os vários nomes que circulam, alguns não chegarão a ser candidatos. Você provavelmente se deparará com a seguinte situação: ou o adversário principal já existe, ainda que o partido não o reconheça publicamente; ou há vários cogitados em condição de aproximada igualdade.

No primeiro caso, você já tem definido quem deve estudar. No segundo, você precisa fazer um acompanhamento de todos os que são referidos e que têm potencial de competitividade. Você não gastará tempo, com aqueles candidatos que disputam sem a menor chance de competitividade, que concorrem com outros objetivos que não o de vencer. Estudar o adversário é além de identificá-lo, conhecê-lo. Isto é, saber o que ele está pensando, de você, da eleição, do governo, das prioridades da população; quais as pessoas que o influenciam, que o cercam; qual a sua situação dentro do partido – tranqüila ou contestada? Como ele é visto pela mídia, pelos empresários, pelos sindicatos, pelos movimentos etc;

Estudar o adversário é também antecipar suas ações – você provavelmente pensa que já o conhece. Evite pensar assim. Cada nova eleição propõe desafios que exigem mudanças. Assim como você se propõe mudanças, seus adversários também se proporão. Eles estão sujeitos, tanto quanto você, à dinâmica da política, aos sentimentos do eleitor, e à vontade e necessidade de ganhar a eleição. Você deverá construir, então, um ou dois cenários de ação, que seriam lógicos que seus adversários seguissem, e testá-los pelo comportamento deles.

O comportamento efetivo deles lhe dirá se você está conseguindo ou não antecipar as ações deles. Se estiver é porque você “entrou” na cabeça deles, isto é, entende a forma como estão raciocinando. Se suas previsões não anteciparem os comportamentos, é porque não conseguiu descobrir a forma como pensam, a linha estratégica que estão seguindo. Neste caso, abandone aqueles cenários e construa outros.

Estudar os adversários é distinguir com a clareza possível os pontos fracos e fortes deles – ao estudá-los você estará em busca não somente dos pontos fracos, dos flancos vulneráveis dos seus adversários, como, por igual, seus pontos fortes, aqueles pontos, inclusive, em que ele é melhor que você. Em relação aos pontos fortes, nos quais você não se sai tão bem como eles, você deverá investir em se preparar melhor, corrigir-se, mudar, de forma a conseguir equilibrar a disputa. É certo que ele tentará trazer o combate eleitoral para as questões em que é mais forte. Você, de sua parte, estará tentando o mesmo. É a questão, já tratada no site, da tentativa de “pautar a campanha”. Você deve então preparar-se o melhor que puder para a pior situação: aquela em que a campanha venha a girar sobre um ponto forte do adversário.

Este conjunto de procedimentos é indispensável para situá-lo bem na campanha que virá. Não lhe basta “azeitar” sua máquina de campanha e concentrar toda a sua atenção nas questões internas da sua candidatura. Em paralelo, você deverá descobrir o “estado de espírito do eleitor” e “estudar seu adversário”. Estas informações, obtidas com o máximo de precisão possível, são absolutamente indispensáveis para definir o posicionamento de sua candidatura.

Fonte: Política para Políticos

Se emendar é melhor fechar

O deputado brasiliense José Antônio Reguffe reagiu ontem, na Comissão de Defesa do Consumidor, contra as tentativas de rejeitar ou de emendar a medida provisória que diminui em 20% as contas de luz dos consumidores. Se for aceita uma só proposta do lobby das distribuidoras de energia, diz Reguffe, seria melhor fechar a comissão.

Fonte: Do Alto da Torre

Hora da blindagem

O PPL pretende agora blindar o distrital Raad Massouh. Aprovou nota de apoio a ele, lembrando que, como parlamentar, destinou R$ 100 mil para a Administração de Sobradinho desenvolver política de estímulo ao turismo rural. “Se  houve mau uso dos recursos públicos, cabe ao administrador regional, à época, apresentar justificativas e explicações, pois a responsabilidade da execução era da Administração e não de Raad, que, pela legislação, fica alheio a todo o processo”, afirma.

Fonte: Do Alto da Torre

Hora de devolver os diplomas

Voltarão a Brasília ex-parlamentares que perderam os mandatos por força dos Atos Institucionais de números 1, 2 e 5. Na tarde de amanhã, a Câmara dos Deputados fará sessão solene, no Plenário, para devolver simbolicamente os mandatos populares dos 173 deputados federais cassados pela ditadura militar, dos quais somente 28 estão vivos. A homenagem é uma iniciativa da Comissão Parlamentar Memória, Verdade e Justiça, criada pela Comissão de Direitos Humanos.

Quem deve estar lá

Entre os homenageados estão Bernardo Cabral, Lígia Doutel de Andrade, Plínio de Arruda Sampaio, Almino Afonso, Marco Antonio Tavares Coelho e Ney Maranhão. Nem todos os parlamentares ainda vivos poderão comparecer à sessão solene e serão representados por familiares, assim como os que já morreram, como é o caso de Márcio Moreira Alves. Durante a sessão solene, que terá rito de sessão de posse, serão entregues aos ex-deputados ou a seus familiares documento em forma de diploma e broche de uso parlamentar.

Fonte: Do Alto da Torre

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