Por Alex Blau Blau
Maior cestinha da história por décadas, “Mão Santa” deixa legado imortal dentro e fora das quadras
O esporte brasileiro amanheceu em luto nesta sexta-feira (17). Morreu, aos 68 anos, o ex-jogador Oscar Schmidt, considerado um dos maiores nomes da história do basquete mundial. A causa da morte ainda não foi oficialmente divulgada.
Segundo informações, o ex-atleta passou mal em casa e foi levado com urgência ao hospital, mas não resistiu. Até o momento, a família não divulgou detalhes sobre velório ou sepultamento, optando por uma despedida reservada.
Reconhecido por sua impressionante trajetória nas quadras, Oscar também ficou marcado pela força fora delas. Durante mais de 15 anos, enfrentou um tumor cerebral com coragem, tornando-se símbolo de superação e resiliência.
Nascido em Natal, no Rio Grande do Norte, em 16 de fevereiro de 1958, Oscar iniciou sua carreira ainda jovem, vestindo a camisa do Palmeiras. Ganhou destaque no Sírio, onde conquistou título mundial, e também atuou pelo América-RJ antes de seguir para o basquete europeu, com passagem pela Itália. Retornou ao Brasil nos anos 90, encerrando sua carreira no Corinthians.
Apelidado de “Mão Santa”, ele construiu uma marca histórica: por muitos anos, foi o maior pontuador da história do basquete mundial, sendo posteriormente superado pelo astro da NBA LeBron James.
Poucos dias antes de sua morte, no último 8 de abril, Oscar Schmidt teve seu nome eternizado no Hall da Fama do Comitê Olímpico do Brasil (COB). A homenagem foi recebida por seu filho, Felipe, em um momento que agora ganha ainda mais significado.
Em nota, a família destacou o legado humano e esportivo deixado pelo ex-jogador, ressaltando sua generosidade, carisma e paixão pela vida. Também agradeceu as manifestações de carinho e pediu respeito à privacidade neste momento de dor.
A história de Oscar Schmidt não se encerra com sua partida. Seu nome segue gravado na memória do esporte e no coração de gerações que acompanharam, vibraram e se inspiraram com sua trajetória.





