Juliana Marins, brasileira de 26 anos que desapareceu após cair em um penhasco durante uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia, foi encontrada morta nesta terça-feira (25), após quatro dias de buscas. A jovem, natural de Niterói (RJ), fazia um mochilão pela Ásia desde fevereiro e já havia passado pelas Filipinas, Vietnã e Tailândia antes de chegar ao país asiático.
A operação de resgate foi dificultada pelas condições climáticas e pelo terreno acidentado. Segundo o Itamaraty, autoridades locais chegaram ao ponto onde Juliana havia sido vista pela última vez, mas ela já não apresentava sinais de vida.
Menos de um mês antes da tragédia, Juliana publicou nas redes sociais uma homenagem emocionada à família. Na legenda de fotos com os pais e a irmã, ela se declarou.
“Hoje liguei pra eles chorando de saudade. Terminei a ligação com um sorrisão no rosto, rindo das bobeiras dos meus pais, e com uma paz no coração por ter vindo ao mundo nessa família. Ah, e claro que minha irmã teve que sair no início da conversa porque ela tinha que entrar numa reunião”, declarou.






