Da redação
A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), foi alvo principal de questionamentos de outros candidatos durante o debate promovido pelo Grupo Bandeirantes. Na abertura do encontro, afirmou ter “herdado” a crise do Banco de Brasília (BRB) e problemas como a queda no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e as filas para cirurgias e consultas eletivas.
Segundo participantes, Ricardo Capelli (PSB) e José Roberto Arruda (PSD) concentraram críticas na área da Saúde. Assessores de Eduardo Brandão Grass e Capelli celebraram a articulação dos candidatos oposicionistas diante da governadora. Membros do Partido Socialista Brasileiro afirmaram que Capelli perdeu tempo valioso ao tergiversar em respostas e abriu espaço para críticas de Kiko Caputo (Novo), que atacou o que chamou de “roubalheira da Esquerda”.
Arruda destacou seu histórico de expansão do metrô até Ceilândia e prometeu implantar quatro novas linhas de transporte ferroviário no Distrito Federal. Caputo, por sua vez, defendeu a construção de novas Estradas Parque para conectar o Plano Piloto a Planaltina e à saída norte, além de criticar o governo federal e exaltar o trabalho de Romeu Zema em Minas Gerais.
Durante o debate, a governadora Celina Leão respondeu às críticas enfatizando ações de sua gestão, especialmente nos programas de combate à violência doméstica e de gênero, tema que motivou confronto direto com a candidata Paula Belmonte. O debate teve predominância de ataques à atual chefe do Executivo local, com temas de saúde, educação e mobilidade no centro das discussões.





