Da redação
Petistas de Minas Gerais aguardam que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reúna com o deputado Patrus Ananias (PT) para definir o palanque no estado. O lançamento de Patrus como cabeça de chapa é considerado pelos aliados como uma estratégia que pode isolar o partido no segundo maior colégio eleitoral do país.
Enquanto Lula adia a decisão sobre a estratégia em Minas Gerais, outras legendas estruturaram seus próprios caminhos. O MDB, por exemplo, descarta qualquer composição com Gabriel Azevedo em vaga que não seja de cabeça de chapa, conforme informações internas do partido.
Gabriel Azevedo, que conta com o apoio de Marília Campos (PT), ex-prefeita de Contagem e pré-candidata ao Senado, já deu início à elaboração de seu plano de governo e busca um vice em diversas legendas. O deputado tem conversado com partidos potenciais aliados do PT, como o PSB, que apresentou Jarbas Soares Júnior, ex-procurador-geral de Justiça de Minas Gerais, como pré-candidato.
Lula não obteve sucesso ao convidar outros nomes para liderarem sua chapa no estado neste ano. Segundo relatos, o senador Rodrigo Pacheco (PSD) recusou a proposta, assim como Marília Campos, que não aceitou abrir mão da pré-candidatura ao Senado para disputar o governo estadual pelo PT.




