Da redação
Uma pesquisa realizada pela Secretaria de Educação do Distrito Federal no início de 2026, com 4.033 participantes, aponta que a Lei nº 15.100/2025, que regulamenta o uso de eletrônicos nas escolas da rede pública, resultou em avanços como melhora na aprendizagem, mais foco e melhor convivência. Conforme Iêdes Braga, secretária de Educação, o uso consciente da tecnologia permanece incentivado, porém com foco pedagógico e sem distrações.
O levantamento envolveu 1.888 estudantes, 1.665 familiares, 362 professores e 118 gestores, avaliando o impacto da legislação. Segundo a pesquisa, a medida reduziu distrações em sala de aula, fortaleceu o ambiente escolar e recebeu apoio de educadores, famílias e alunos. Braga destacou que “os dados mostram que a escola voltou a ser, ainda mais, um espaço de aprendizagem e convivência”.
A comunidade escolar também avaliou que as mudanças promovidas pela lei vão além da disciplina, apontando melhora na atenção dos alunos e no relacionamento entre eles. O apoio pedagógico é reforçado pelo guia “O Celular da Escola: Modo Aprendizagem”, citado como instrumento importante para a aplicação das novas regras.
No âmbito nacional, Iêdes Braga participou do lançamento de uma pesquisa promovida pelo Ministério da Educação, com a presença do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e do Instituto Alana. Representando o Conselho Nacional de Secretários de Educação, Braga afirmou que a restrição ao uso de eletrônicos integra o “processo de fortalecimento da convivência escolar”, conforme suas declarações.




