Da redação do Conectado ao Poder
Prefeito reeleito aponta investimentos em saúde, infraestrutura e educação, mas diz que transporte para Brasília ainda é o maior desafio da região

O prefeito de Luziânia, Diego Sorgatto (União Brasil), afirmou que a mobilidade urbana é hoje o principal gargalo enfrentado pela população da cidade e do Entorno do Distrito Federal. Segundo ele, milhares de moradores perdem até cinco horas por dia no deslocamento até Brasília. “O maior problema da nossa região se chama mobilidade. Essa é a pauta mais urgente para quem vive aqui e trabalha na capital”, disse o gestor, ao citar reuniões com o governo federal e estadual para buscar subsídios e obras estruturantes, como o viaduto de Valparaíso.
Apesar do desafio logístico, Sorgatto destaca conquistas importantes nos primeiros meses do segundo mandato. Na saúde, ele comemora a marca de mais de 20 mil cirurgias realizadas pelo programa Opera Luziânia e o impacto do Saúde na Sua Porta, que leva atendimento especializado diretamente aos bairros mais afastados. “Estamos agora na triagem para uma nova edição do programa de cirurgias. É um alívio para quem espera meses por um procedimento”, afirmou.
Na área de infraestrutura, o prefeito garante que a meta de asfaltar 100% das ruas habitadas segue em curso. Uma das obras mais simbólicas, segundo ele, é a pavimentação da estrada que liga o centro ao povoado da região dos Americanos, esperada há mais de três décadas. “É um passo decisivo para melhorar a vida das pessoas que enfrentavam poeira e lama o ano inteiro”, comentou. Ele também mencionou a operação tapa-buracos com três frentes de trabalho e ações de cascalhamento em vias não pavimentadas.
Sorgatto ainda ressaltou os investimentos em educação e tecnologia urbana. Mais de 30 escolas foram reformadas e outras 18 estão na fila para melhorias. O município já conta com cerca de 80% da iluminação pública convertida para LED e estuda a implantação de um modelo de cidade inteligente, com sensores, câmeras e internet gratuita em pontos de grande circulação. “Nosso foco é fazer de Luziânia uma cidade moderna e funcional, mesmo com os desafios de um orçamento apertado”, finalizou.





