Da redação
Juliano Crema, presidente do Concurso Nacional de Beleza (CNB) e diretor do Miss Brasil Supranational, afirmou que a saída de Lara Marina do concurso ocorreu devido ao descumprimento de normas contratuais. Segundo Crema, a decisão não teve relação com a gravidez da participante, conforme explicou em entrevista ao portal LeoDias.
De acordo com Crema, a organização ficou surpresa com as declarações de Lara, que alegou desconhecer as regras. Ele afirmou que a modelo capixaba descumpriu diretrizes previstas em contrato, incluindo a alteração do figurino, que deveria seguir o padrão estabelecido pela instituição. “Em nenhum momento a gente falou que foi pela gravidez dela. Isso veio dela mesmo, e a gente até ficou muito surpreso, porque, no nosso ponto de vista, a gente quis preservá-la”, declarou.
O diretor detalhou que a mudança do traje típico original, fornecido por empresas parceiras do concurso, foi um dos pontos de conflito. Segundo Crema, a participante não utilizou os trajes disponibilizados, contrariando acordos comerciais firmados pela organização. Ele também mencionou falhas na comunicação entre Lara e a equipe, destacando que o contrato previa um prazo para resposta às mensagens, o que não teria sido cumprido.
A polêmica teve início após a saída de Lara Marina do posto de Miss Brasil, decisão tomada pelo CNB após sua participação no concurso internacional realizado na Polônia. A organização atribuiu a medida ao descumprimento de regras contratuais, enquanto Lara está grávida.



