Da redação
Júnior Betão (PL-AC) foi eleito deputado federal com 13.732 votos, segundo dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral. Ele garantiu uma das 513 cadeiras da Câmara dos Deputados pelo Acre, superando outros candidatos do estado que tiveram votação superior, como Ney Amorim (MDB-AC), que obteve 22.775 votos.
Conforme a legislação eleitoral brasileira, a eleição para deputados federais e estaduais utiliza o sistema proporcional. Diferente dos cargos de presidente e senador, em que vence quem recebe mais votos, este modelo busca garantir a representatividade de diferentes segmentos partidários de acordo com o tamanho do eleitorado de cada grupo.
O sistema proporcional se baseia no cálculo do quociente eleitoral, que resulta da divisão do número de votos válidos pelo total de cadeiras destinadas ao estado. Os votos válidos englobam apenas votos em candidatos ou legendas, excluindo brancos e nulos. As vagas distribuídas entre os partidos são ocupadas pelos mais votados de cada legenda.
Entre os dez deputados federais eleitos com menos votos neste pleito, cinco são de Roraima, três do Amapá e dois do Acre, segundo o Tribunal Superior Eleitoral. Após Júnior Betão, aparecem Defensor Stélio Dener (União Brasil-RR) com 14.972 votos, Dra. Erica (Podemos-AP) com 15.358, e Perpétua Almeida (PCdoB-AC) com 15.800, entre outros nomes.




