Da redação
As eleições de 2026 estão marcadas para 4 de outubro e devem mobilizar mais de 155 milhões de eleitores em todo o Brasil. No pleito, a população escolherá deputados federais, deputados estaduais, dois senadores por unidade da federação, governadores e o presidente da República, seguindo esta ordem. O estado de São Paulo concentra cerca de 33 milhões de eleitores, o que representa 21,5% do total nacional.
Com o slogan #votonademocracia, o processo eleitoral de 2026 também celebra os 30 anos da urna eletrônica, implementada no Brasil a partir de 1996. Segundo a Constituição Federal, o voto é obrigatório para pessoas entre 18 e 70 anos, e facultativo para analfabetos, jovens de 16 e 17 anos e maiores de 70. O alistamento eleitoral é permitido a partir dos 15 anos, mas o voto só pode ser exercido se o eleitor completar 16 anos até o dia da eleição.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) dará início, nas próximas semanas, à atualização das resoluções que irão nortear as eleições de 2026, com minutas disponíveis para consulta pública a partir de 19 de janeiro. Desde 1º de janeiro, pesquisas de intenção de voto para divulgação precisam ser previamente registradas no sistema PesqEle, sob risco de multa para quem descumprir a regra.
O prazo para tirar, regularizar ou transferir o título de eleitor termina em 6 de maio de 2026. Após essa data, o cadastro será fechado para a preparação do pleito. Em São Paulo, o atendimento nos cartórios eleitorais é feito mediante agendamento, com opção de autoatendimento online e gratuito.
As convenções partidárias para escolha de candidatos devem ocorrer entre 20 de julho e 5 de agosto. O registro das candidaturas pode ser feito até 15 de agosto, e a propaganda eleitoral só será permitida a partir de 16 de agosto, conforme normas da legislação e resoluções recentes do TSE. O horário eleitoral gratuito será veiculado nos 35 dias anteriores à antevéspera do primeiro turno.






