Da redação
A disputa pelos governos estaduais no Centro-Oeste começa a se desenhar no início de 2024, com várias chapas ainda indefinidas. Em Goiás, Mato Grosso e Distrito Federal, os atuais governadores não podem concorrer à reeleição. No Mato Grosso do Sul, o governador Eduardo Riedel (PP) tentará novo mandato. Em mais de um estado, nomes já conhecidos da política local voltam à cena, enquanto a formação das chapas ao Senado é apontada como elemento decisivo nas alianças partidárias para outubro.
No Distrito Federal, Celina Leão (PP), atual vice-governadora, aparece como favorita para suceder o governador, buscando apoio do PL. A oposição tenta viabilizar o nome do ex-governador José Roberto Arruda (PSD), ainda inelegível, e Leandro Grass (PT) deve disputar pela esquerda. As chapas ao Senado estão em aberto, com nomes como Ibaneis Rocha (MDB), Michelle Bolsonaro (PL), Bia Kicis (PL), Sebastião Coelho (Novo), Leila Barros (PDT) e Erika Kokay (PT) surgindo como pré-candidatos.
Em Goiás, Daniel Vilela (MDB), vice de Ronaldo Caiado (União Brasil), lidera as intenções de voto como herdeiro político. Entre os adversários, aparecem Marconi Perillo (PSDB), o senador Wilder Morais (PL), e Adriana Accorsi (PT). Para o Senado, a primeira-dama Gracinha Caiado é favorita para uma das vagas, com forte fragmentação na disputa da segunda, envolvendo nomes como Vanderlan Cardoso (PSD), Gustavo Gayer (PL) e Rubens Otoni (PT).
No Mato Grosso, sem chance de reeleição, Mauro Mendes (União Brasil) é cotado ao Senado, enquanto possíveis sucessores incluem Wellington Fagundes (PL), Jayme Campos (União Brasil) e Otaviano Pivetta (Republicanos). Na oposição, Lúdio Cabral (PT) emerge como alternativa para o governo, com Carlos Fávaro (PSD) cogitado para o Senado.
Em Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PP) buscará a reeleição com apoio de Reinaldo Azambuja (PL), já cotado ao Senado. O PT trabalha o nome de Fábio Trad para o governo, enquanto Simone Tebet (MDB) pode concorrer ao Senado, mas avalia mudar seu domicílio eleitoral para São Paulo. No Tocantins, Dorinha Seabra (União Brasil) lidera para o governo, com Laurez Moreira (PSD) e Ataídes de Oliveira (Democracia Cristã) como principais rivais. Para o Senado, Wanderlei Barbosa (Republicanos) lidera, seguido pelos senadores Eduardo Gomes (PL), Irajá Abreu (Podemos) e outros nomes.






