Da redação
O senador Flávio Bolsonaro e o deputado federal Mário Frias defenderam publicamente a produtora Go UP após operação da Polícia Civil realizada nesta segunda-feira, 1º de junho, em locais ligados ao Instituto Conhecer Brasil, no contexto de investigação sobre supostas irregularidades. A produtora é responsável pelo longa-metragem “Dark Horse”, que retrata a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro.
A ação policial ocorreu em endereços vinculados à empresária Karina Gama, sócia da Go UP e ligada ao Instituto Conhecer Brasil. Conforme apuração, a investigação envolve suspeitas de fraude relacionadas à atuação dessas instituições. Até o momento, autoridades detalham que o objetivo é esclarecer eventuais irregularidades detectadas em contratos e financiamentos.
Em suas redes sociais, Flávio Bolsonaro e Mário Frias manifestaram apoio à produtora investigada. Flávio declarou que a operação teria como foco “tentar criminalizar quem produz qualquer conteúdo que não seja alinhado à narrativa deles”. O senador também defendeu a lisura dos responsáveis pela realização do filme “Dark Horse”.
Mário Frias, ex-secretário especial de Cultura, também se posicionou em defesa da Go UP. Segundo o deputado, a empresa “atua de forma transparente e dentro da legalidade”. Frias afirma que a ação policial representa uma tentativa de “intimidar produtores que retratam a história recente do país de maneira independente”.
O filme “Dark Horse” aborda momentos da trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro, sendo realizado pela produtora Go UP e apresentado como um projeto independente. O Instituto Conhecer Brasil, sob comando de Karina Gama, tem histórico de atuação em iniciativas relacionadas à promoção da cultura e da educação, segundo informações oficiais.
Até a última atualização, a investigação da Polícia Civil seguia em andamento. Autoridades não detalharam os valores eventualmente questionados, nem informaram eventuais medidas administrativas ou judiciais contra os investigados. Não houve pronunciamento oficial da empresária Karina Gama sobre o caso.







