Início Política Flávio Bolsonaro nega repasse de recursos de Vorcaro para Eduardo Bolsonaro

Flávio Bolsonaro nega repasse de recursos de Vorcaro para Eduardo Bolsonaro

- Publicidade -


Da redação

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, reforçou nesta quinta-feira, 14, que sua atuação no projeto de um filme sobre Jair Bolsonaro limitou-se à busca por investimento privado. A manifestação ocorreu após questionamentos sobre supostos repasses de recursos ao irmão Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que reside nos Estados Unidos desde 2023.

Flávio afirmou ser “falsa a insinuação de que recursos tenham sido destinados a Eduardo Bolsonaro”. Segundo ele, os aportes foram destinados a um fundo específico da produção do filme, estruturado juridicamente e fiscalizado nos Estados Unidos. O senador divulgou a posição por meio de nota oficial enviada à imprensa.

O parlamentar reiterou que não houve oferecimento de irregularidades ao empresário Daniel Vorcaro, dono do Master, em troca de patrocínio. Conforme esclareceu, sua relação com Vorcaro foi exclusivamente motivada pelo interesse em captar investimentos para o filme em homenagem ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

“Me relacionei com Daniel Vorcaro estritamente no papel de um filho que buscava patrocínio de um empresário para o filme em homenagem ao pai. Não houve doação, favor, empréstimo pessoal, camaradagem ou vantagem política”, declarou. Segundo Flávio, Vorcaro realizou um investimento voltado ao retorno financeiro condicionado ao sucesso comercial da produção.

O senador detalhou que a aproximação com Vorcaro ocorreu em 2024 e afirmou que a relação foi encerrada quando os aportes “deixaram de ser cumpridos” e vieram a público as acusações. Desde então, declarou que passou a procurar outros investidores para a realização do projeto audiovisual.

Flávio Bolsonaro também criticou o Partido dos Trabalhadores e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O senador afirmou que “não houve reunião fora de agenda com presidente da República, pagamento a ex-ministro por acesso ao governo, contrato milionário com ministro da justiça, que é o chefe da PF, nem qualquer promessa de favorecimento ao banqueiro”.