Formação de professores para operar Google Sala de Aula começa nesta semana

Inicialmente, formação será para os professores do Ensino Médio, primeira etapa a utilizar a plataforma

Secretaria de Educação (SEEDF) abrirá nesta semana as inscrições para uma formação do Google Sala de Aula para uso das ferramentas e recursos dessa plataforma pelos professores do Ensino Médio. Tendo em vista que muitos já têm familiaridade com o sistema, todos os professores do Ensino Médio terão acesso ainda nesta semana.

A formação, realizada pela Google e coordenada pela Subsecretaria de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape), tem por objetivo possibilitar reflexões acerca de usos didáticos e pedagógicos de ferramentas e de recursos disponibilizados: Google Drive, Google Docs, Google Formulários, Google Sala de Aula e Meet.

A plataforma foi implantada pela equipe da Subsecretaria de Inovação e Tecnologias Pedagógicas e de Gestão (Sinova) da SEEDF. A Eape já está criando as atividades iniciais e fazendo a curadoria daquelas que estão prontas para abastecer a plataforma com os componentes curriculares.

Nesta semana, a secretaria divulgará o passo a passo de acesso à plataforma aos professores. Para estudantes, o acesso será a partir da próxima semana, em data a ser divulgada.

Também nos próximos dias será publicado o chamamento público aberto às operadoras para proporcionar pacotes de dados patrocinados a estudantes e professores. Com isso, os usuários poderão acessar a plataforma gratuitamente, sem gastar seus pacotes pessoais.

O uso também será possível para aqueles que não têm contas de internet, mas possuem sinal em sua região. A Pesquisa Distrital por Amostragem de Domicílio (PDA), realizada pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) entre março e outubro de 2018, mostrou que 94% dos estudantes da rede pública têm meios para acessar a internet, faltando o pacote de dados.

A plataforma está disponível para qualquer navegador, tais como o Google Chrome, o Firefox, o Internet Explorer ou o Safari, além dos dispositivos móveis Android e iOS. A navegação é de fácil compreensão e a capacidade de armazenamento de informações é ilimitada.

Cada professor fará seus planejamentos. A interação com os estudantes é muito simples. Além disso, como as atividades não são obrigatórias durante a pandemia, haverá também salas temáticas em que os estudantes poderão encontrar material de estudo adequado ao componente curricular e série.

Posteriormente a plataforma será disponibilizada para o Ensino Fundamental. Quanto aos anos iniciais, a secretaria estuda a melhor forma de levar o ensino mediado por tecnologia aos estudantes.

A SEEDF pretende também desenvolver uma logística para atender aqueles que não tiverem meios de acesso. É possível, inclusive, que sejam enviados conteúdos impressos às residências desses alunos. Mas, antes, a pasta avaliará a adesão ao programa. O objetivo é chegar a todos.

Fonte: Agência Brasília

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