Da redação
O governo de Javier Milei informou que Flávio Bolsonaro (PL-RJ) teria entrado na Argentina por Foz do Iguaçu (PR) antes de seguir para Miami; o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registra até 70% dos votos válidos dele em cidades da tríplice fronteira no segundo turno.
Leonardo Rodrigues de Jesus, ex-assessor parlamentar conhecido como Léo Índio, está em Porto Iguaçu, do lado argentino. Em entrevista à TV argentina, ele disse: “Me alegrou muito saber que meu primo saiu do Brasil, porque o destino dele seria o cárcere”.
Na mesma entrevista, Léo Índio chamou os atos de 8 de Janeiro de “manifestação pacífica” e atribuiu o vandalismo à ação de infiltrados. Não se sabe a rota de Flávio desde Brasília até a Argentina, quem o ajudou nem os meios de transporte usados.
Em Foz, funcionou no segundo turno o “QG 100% Bolsonaro”, iniciativa do deputado federal Vermelho (PL-PR), com apoio do senador eleito Filipe Barros (PL-PR). O espaço, ponto de concentração de apoiadores, foi pichado com ataques ao bolsonarismo.


