Governo inicia última etapa de recuperação asfáltica da Avenida do Paranoá

Obras contemplam trecho de 4,5 km da principal via da cidade e incluem melhorias para pedestres e ciclistas

Equipes do Governo do Distrito Federal (GDF) iniciaram nesta semana a última etapa das obras de recuperação asfáltica da Avenida Central do Paranoá. A região também recebe melhorias complementares de urbanização. São mais de R$ 17,7 milhões investidos em benfeitorias que trarão mais conforto e segurança para motoristas, pedestres e ciclistas.

As obras, sob responsabilidade da Secretaria de Obras e Infraestrutura do DF (SODF), abrangem um trecho de 4,5 km de extensão da principal via da cidade. Até o momento, os trabalhadores já restauraram 36.447,60 m² de pavimento. Para isso, utilizaram 4,3 mil toneladas de massa asfáltica.

Além do trabalho de recuperação asfáltica, foram construídos, ao longo da avenida, 17.216,14 m² de novos estacionamentos. Em breve, as equipes farão a instalação das sinalizações verticais e horizontais.

O investimento tem trazido resultado. “Essa pista estava bastante esburacada, vi acidentes aqui por conta disso. Para atravessar, também era complicado, não havia muita sinalização e as que tinham estavam apagadas. Vendo como ela está agora, a gente fica bem feliz”, relata a doméstica Rosiane Cordeiro, 46 anos.

Acessibilidade e segurança

As melhorias, contudo, não estão restritas aos motoristas. Pedestres e ciclistas também foram contemplados com as obras complementares realizadas pelo GDF. Agora, a Avenida Central conta com mais de 36,3 mil m² de calçadas restauradas, mais acessíveis e seguras, além de 2,5 km de ciclovias recuperadas.

“A calçada era bem recuada e foi ampliada. A questão da mobilidade para os pedestres melhorou demais, inclusive no espaçamento. Ficou mais acessível”, enfatiza o lojista Davi de Jesus Freitas, 22 anos.

O comerciante Muriel Sousa, 38 anos, viu o movimento de pedestres melhorar em frente à sua loja, após a instalação das novas calçadas. “A calçada, antigamente, era muito esburacada, um cadeirante dificilmente passava por aqui. Não era acessível para o pedestre e tinha muito acidente. Melhorou muito, especialmente o movimento de pessoas”, explica.

Fonte: Agência Brasília

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