Da redação do Conectado ao Poder
Na tarde dessa quinta-feira, professores rejeitaram proposta do GDF e decidiram manter a greve em reunião.

Na quinta-feira, 5 de junho, milhares de professores do Distrito Federal decidiram manter a greve que começou na semana anterior, mesmo após a proposta de reajuste apresentada pelo governo. O governador Ibaneis Rocha qualificou a greve como “meramente política e sem razão” durante uma agenda de entrega de unidades habitacionais no Alto Mangueiral, afirmando que a administração já havia feito o reajuste e cumprido algumas das solicitações da categoria.
Segundo Ibaneis, a proposta do governo incluía a convocação de três mil professores e um novo concurso público, mas foi considerada insuficiente pelos educadores. “Vou continuar lutando na Justiça”, disse o governador, também mencionando a multa de R$ 1 milhão por dia caso a greve continue.
Durante a assembleia, os professores avaliaram a proposta como insuficiente. A categoria reclamas de melhorias e, ao rejeitar a oferta do governo, reafirmou sua disposição em prosseguir com a paralisação até que suas demandas sejam atendidas. O movimento reivindica condições dignas de trabalho e um plano de carreiras mais favorável.
A continuidade da greve tem gerado impactos nas escolas do DF, com estudantes e famílias sendo afetados pela falta de aulas. A situação destaca uma crescente tensão entre os educadores e o governo local, que busca soluções enquanto tenta evitar a judicialização do conflito.
Os professores permanecem mobilizados e planejam novas assembleias para discutir os próximos passos da greve. A expectativa é que o governo revise sua proposta com o objetivo de atender às demandas da categoria e pôr fim à greve.






