Da redação
Um homem armado foi morto a tiros por forças de segurança após invadir ilegalmente a residência Mar-a-Lago, do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Flórida, segundo informou neste domingo (22) um oficial do Serviço Secreto. Trump estava em Washington no momento do incidente, que ocorreu por volta das 1h30, horário local (3h30 em Brasília).
De acordo com o porta-voz do Serviço Secreto, Anthony Guglielmi, o suspeito, um homem na casa dos vinte anos, foi visto no portão norte da propriedade portando o que parecia ser um fuzil e um galão de combustível. Após ser confrontado, a polícia ordenou que largasse os objetos.
“Tudo o que dissemos foi: ‘Largue o que está segurando’, referindo-nos ao galão de gasolina e ao fuzil”, relatou o xerife do condado de Palm Beach, Ric Bradshaw. Segundo o xerife, o homem soltou o galão de gasolina, mas em seguida ergueu o fuzil em posição de tiro, momento em que agentes do Serviço Secreto e um xerife abriram fogo, matando o invasor no local. Nenhum policial foi ferido.
As autoridades não divulgaram mais detalhes sobre a identidade do suspeito, mas apresentaram uma imagem do fuzil apreendido durante uma coletiva de imprensa. O FBI pediu que moradores locais revisem as imagens de suas câmeras de segurança.
O Serviço Secreto destacou que Trump foi alvo de duas tentativas de assassinato em 2024, uma delas em julho, quando foi baleado na orelha durante um comício na Pensilvânia, e outra dois meses depois, em um campo de golfe na Flórida. O órgão enfrentou críticas após ambos os episódios. Segundo dados, um em cada três adultos americanos possui ao menos uma arma, e quase metade vive em domicílios armados.





