Da redação
A diferença de 35 anos entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de 80 anos, e Flávio Bolsonaro, de 45, aparece nesta campanha na estratégia de aliados do candidato do PL à Presidência, com ironias sobre suposta incapacidade do petista, alvo de críticas internas.
O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) publicou um vídeo em que chama Lula de “tadinho” e ironiza sua dificuldade para gravar vídeos nas redes sociais. No debate da Band, dias atrás, disse que o petista “já não aguenta a pressão”.
Um dirigente do PL advertiu Nikolas e escreveu ao pai dele, o pastor Edesio de Oliveira, para pedir moderação em críticas de teor etarista. O integrante considerou a tática “contraproducente” para atrair idosos ausentes no primeiro turno e ampliar o alcance além da bolha jovem.
No Planalto, auxiliares viram arrogante e agressiva a postura de Flávio no debate de domingo (18), um ponto negativo. Na terça-feira (20), o deputado Lincoln Portela (PL-MG), presidente do PL 60 Mais, lançou campanha para idosos e citou abstenção de 29,63%, cerca de 11 milhões.




