Da redação
Jovens protestaram na última semana em seis países europeus, por educação, custo de vida e moradia. Na França, mais de 500 mil foram às ruas; o governo francês relatou mais de 2 mil prisões. Houve atos também na Itália, Espanha, Albânia, Bélgica e Portugal.
Na França, as manifestações começaram no mês passado com reivindicações estudantis por melhorias na educação e se ampliaram em outubro contra o custo de vida e o governo de Emmanuel Macron. Nos atos, 600 policiais ficaram feridos e um jovem morreu após parada cardíaca em Paris.
Na Espanha, atos por moradia foram impulsionados pelo despejo de Maricarmen Abascal, 87, que voltou ao apartamento após acordo e morreu no início do mês. Na Itália, protestos contra o custo de vida e a precarização dos serviços públicos terminaram em confrontos em Milão.
Na Albânia, estudantes pediram a renúncia do primeiro-ministro Edi Rama. Na Bélgica, protestos por educação tiveram confrontos; o ministro do Interior Bernard Quintin os chamou de “violência pura e simples”. Em Portugal, atos contestaram reforma que facilita despejos e elimina controle de preços.




