Da redação
Nove estados terão restrição total à venda e consumo de bebidas alcoólicas em todo o território no primeiro turno das eleições, conforme decisões de autoridades estaduais, Justiça Eleitoral e órgãos de segurança pública. Em outros cinco estados, a proibição será parcial, afetando determinados municípios ou zonas eleitorais. Em doze estados e no Distrito Federal não haverá lei seca estadual durante o pleito.
A restrição integral abrange Acre, Amapá, Amazonas, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Piauí e Roraima. Os horários e modalidades proibidas variam: no Acre, a restrição vai de zero hora às 16h do domingo, enquanto no Amazonas, vigora das 2h às 17h no mesmo dia. No Amapá, a proibição começa às 22h do sábado e segue até 18h do domingo. Maranhão, Mato Grosso, Pará, Piauí, Ceará e Roraima também adotam medidas restritivas com horários específicos definidos por autoridades estaduais e eleitorais.
Nos estados de Bahia, Goiás, Rondônia, Sergipe e Tocantins, a lei seca será aplicada apenas em parte do território, com decisões específicas para municípios ou zonas determinadas por juízes eleitorais. Por exemplo, 44 municípios de Goiás terão restrição, e em Sergipe a medida abrange 44 municípios distribuídos em 15 zonas eleitorais. Os horários de proibição também diferem conforme cada portaria local.
Em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul, autoridades estaduais e eleitorais decidiram liberar a venda e o consumo de bebidas alcoólicas no domingo. Nos casos de Paraíba e Rio Grande do Sul, juízes eleitorais das zonas podem estabelecer regras próprias, mas sem determinação estadual. A adoção da lei seca busca, segundo os órgãos oficiais, prevenir conflitos, episódios de violência e a presença de eleitores alcoolizados nas seções eleitorais.




