Linguagem neutra divide opiniões entre parlamentares do DF

Da Redação

Ideologia de gênero

Na escola, o aprendizado adquirido tem que ser de matemática, português, história, geografia, ciências, artes, inglês e espanhol, no entanto, no ambiente da sala de aula, os professores muitas vezes querem trazer a ideia da linguagem neutra, sendo que neutro é só detergente e, também, muitas vezes, para crianças, a promoção da ideologia de gênero, algo que somente a vida, com o avançar da idade, mostrará.

Deputado Iolando. Reprodução da internet.

“Todes” e “menines”

As palavras “todes” e “menines”, que são as derivações das palavras todas e todos e meninas e meninos, tem ganhado repreensão, tornando-se projeto do deputado distrital Iolando (PSC), o que proíbe a utilização da linguagem neutra ou não-binária, em materiais didáticos das escolas públicas e particulares, valorizando, assim, o ensino da língua portuguesa.

Críticas da oposição

A iniciativa de Iolando sofreu críticas e uma delas foi feita por parte do deputado distrital Fábio Félix (PSOL), que entende que a proposta é “mais uma tentativa de silenciamento da diversidade. Vamos nos mobilizar contra esse projeto por entender que ele ataca todo um esforço e toda uma luta dos movimentos em prol de uma linguagem mais inclusiva.”

Tentativa anterior

Anterior a proposta do deputado Iolando, José Gomes, deputado distrital pelo PTB, apresentou à CLDF, também neste ano, um projeto contrário à linguagem, que, atualmente, está em trâmite na Comissão de Assuntos Sociais da CLDF.

Deputada Bia Kicis. Reprodução da internet.

Repercussão nas redes

O assunto causou polêmica, gerando diversos comentários nas redes sociais, tanto de pessoas que são contrárias ao projeto, quanto de pessoas que concordam, como é o caso da deputada federal Bia Kicis, que compartilhou, em suas redes sociais, um vídeo da humorista Nany People, que diz que o uso da linguagem neutra “é uma bobagem”.

Linguagem neutra

Rosa Laura, que é, como ela mesma define, uma ativista “transexual não-binária”, explica que a linguagem é necessária para que a população se atente mais às questões de identidade de gênero, pois, de acordo com ela, o português é “sexista” e ele precisa estar de acordo com a demanda das pessoas e não da Academia Brasileira de Letras.

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