Da redação

O Partido Novo oficializou a pré-candidatura de Luiz Felipe d’Avila à Presidência da República, no último sábado (2). Além de cientista político, d’Ávila é empresário e declara que “eu converso com a população e ela está cansada dessa polarização, está deprimida, angustiada e preocupada com a sobrevivência do dia a dia e quer um presidente para pacificar o país, para restabelecer o diálogo, para fazer o Brasil voltar a crescer, para tratar dos assuntos que realmente afetam o dia a dia das pessoas, ninguém quer saber mais dessa polarização”.
Essa fala é apenas uma das que Luiz Felipe dá em relação às mudanças que ele quer ver no país, e esse modo de pensar tem trazido confiança para algumas pessoas, que acreditam que ele seja o melhor nome. Pelas redes sociais, muitos são os comentários de apoio, como “o melhor candidato disparado”, “sem dúvidas, o mais preparado para pacificar o país”, “a melhor opção. Tem bagagem e ideias fantásticas”.
Ao mesmo tempo em que muitos observam o nome do Novo como positivo, também há aqueles que pensam que Luiz Felipe d’Avila não vai fazer a diferença, dizendo que “esse novo não tem nada de novo, é a velha política onde se governa para a elite do país”, “o Novo não tem chance” e ainda tem quem questione se ele é parente da comunista Manuela d’Ávila (PCdoB): “não é parente daquela Manuela d’Ávila, né?”.
De toda forma, o resultado do melhor caminho para o Brasil será revelado em outubro e cabe aos eleitores votarem com consciência, a partir das propostas apresentadas por cada candidato.





