Da redação
A Folhapress apurou que Luiz Inácio Lula da Silva (PT), reeleito neste domingo (25), deverá criar um novo núcleo de poder e reformular a equipe econômica no quarto mandato, além de tentar reformar o Judiciário e retomar o controle das emendas parlamentares.
Lula enfrentará pressão para conter gastos e a dívida pública, além de um Congresso com bolsonarismo fortalecido, que tende a dificultar a aprovação de propostas. O ex-ministro da Educação Camilo Santana (PT) é apontado como favorito para a Casa Civil, principal posto de coordenação do governo.
Lula defendeu mandatos para tribunais, um conselho de indicações e um Ministério da Segurança Pública, condicionado a emenda constitucional. Propôs extinguir os fundos partidário e eleitoral e prometeu: “Vai ter briga com emenda parlamentar, com papel que hoje tem o Legislativo”, disse o presidente.
Na campanha, Lula prometeu destinar emendas ao passe livre nos fins de semana, ampliar Pé de Meia ao ensino superior, perdoar dívidas de microempreendedores individuais, medida aprovada pelo Congresso, e depositar R$ 5.000 para o grupo. As propostas deverão dificultar o controle da dívida pública.



