Da redação
Flávio Bolsonaro (PL) mantém vantagem sobre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa do segundo turno da eleição presidencial. De acordo com levantamento, a diferença é de 2,2 milhões de votos, inferior ao número de votos obtidos individualmente por Renan Santos (Missão). Especialistas avaliam que a reversão desse cenário exigiria uma autocrítica inédita da campanha petista.
Analistas afirmam que eleições presidenciais de reeleição possuem caráter plebiscitário. O terceiro mandato de Lula é alvo de críticas sobre desempenho. Há um ambiente polarizado, com presença de grupos expressivos de antipetistas e antibolsonaristas. A avaliação é que focar apenas no “antipetismo” pode desconsiderar críticas legítimas à gestão.
Segundo a Polícia Federal, a lobista Roberta Luchsinger, sócia declarada de um filho de Lula, teria pago propina a dois funcionários do Ministério do Desenvolvimento Social, indicados por Wellington Dias (PT). A informação foi noticiada em 23 de setembro. Os servidores continuam nos cargos, conforme apurado.
O PL terá 28 senadores e 121 deputados federais, representando 34,6% do Senado e 23,6% da Câmara dos Deputados. No Supremo Tribunal Federal, ministros como Kassio Nunes Marques e André Mendonça costumam decidir a favor da direita, enquanto Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Flávio Dino são apontados como alinhados à esquerda.




