Da redação
No Distrito Federal, mães atípicas recebem apoio de programas públicos devido à rotina de cuidados intensivos e incertezas. Cleide Maria Magalhães Matos, de 56 anos, aposentada e moradora local, compartilha sua experiência com o filho Jessé Magalhães, de 28 anos, que possui autismo suporte 3 severo.
Cleide Maria relata que a trajetória como mãe atípica teve início quando recebeu Jessé em sua casa ainda bebê, com apenas 40 dias de vida. Segundo ela, a descoberta do diagnóstico de autismo foi um momento difícil e decisivo em sua vida familiar.
“Eu fui para a beira do lago chorar. Você cria expectativa com um filho. Então, foi um balde de água fria. Mas por ele eu faria tudo novamente — tudo, sem tirar uma vírgula”, afirma Cleide Maria ao descrever o impacto emocional da notícia e sua dedicação à criação do filho.
Após o diagnóstico, a rotina diária de Cleide Maria passou a ser norteada pelo acolhimento de Jessé e pela busca constante de reconstrução diante dos desafios impostos pela condição do filho. Ela ressalta o comprometimento em garantir o bem-estar e o desenvolvimento dele.
A história de Cleide se repete entre outras mães atípicas do Distrito Federal, que também contam com programas sociais. Dentre esses, destaca-se o programa Melhorias Habitacionais, voltado para proporcionar maior conforto em casa, além do suporte da Secretaria de Educação do DF, que mantém uma rede pública de ensino especial.
De acordo com dados do Governo do Distrito Federal, esses programas e serviços buscam atender famílias que enfrentam realidades semelhantes à de Cleide Maria, oferecendo suporte para promover inclusão e qualidade de vida para pessoas com deficiência e suas famílias.







