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Matrícula atualizada do imóvel é exigida para vender a casa

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Da redação

Muitas famílias brasileiras descobrem a ausência de um documento essencial somente no momento da venda de um imóvel, frequentemente quando surge um comprador, um banco exige análise para financiamento ou o cartório impede a transferência. A situação é recorrente em diversas cidades do país e costuma surpreender os proprietários.

Apesar de o imóvel estar quitado, ter sido habitado por anos e aparentar estar com todas as obrigações em dia, a regularização documental pode não estar completa. Só nessas circunstâncias muitos percebem a necessidade de apresentar todos os registros exigidos legalmente para finalizar a negociação imobiliária de forma regular.

Entre os entraves mais comuns estão a ausência de registros atualizados, documentos exigidos para a comprovação da propriedade e a falta de certidões que comprovam a regularidade do imóvel. O problema se agrava quando intermediários ou bancos exigem análises criteriosas para aprovação do financiamento ao comprador.

Segundo relatos de especialistas do setor, muitos proprietários só identificam essa pendência na análise feita pelo banco ou no momento em que o cartório recusa a transferência da titularidade. Nesses casos, o atraso pode inviabilizar a venda, causar frustração e até perdas financeiras para os envolvidos.

Especialistas recomendam que a conferência de toda a documentação seja feita antes mesmo de colocar o imóvel à venda. A orientação é reunir certidões negativas, matrícula atualizada e comprovantes de regularidade fiscal para garantir que o processo seja concluído sem imprevistos.

De acordo com dados do segmento imobiliário, a falta de documentação completa é uma das principais causas de atrasos nas transações de compra e venda de imóveis residenciais no Brasil. Isso demonstra a importância de uma revisão prévia e detalhada dos documentos exigidos legalmente.