Da redação do Conectado ao Poder
Eleito, Thiago acredita que o apoio da deputada federal Bia Kicis foi significante para sua vitória

O deputado distrital eleito Thiago Manzoni (PL) foi entrevistado no programa Conectado ao poder, da TV Cultura, pelo jornalista Sandro Gianelli, e falou de fatores determinantes para a entrada na política, além de pontuar toda a trajetória até o bom resultado nas urnas, com 25.554 votos. O Conectado ao Poder vai ao ar toda quarta-feira, às 23h, na TV Cultura, canal 5.1.
Gianelli lembrou que a primeira tentativa de Thiago foi em 2018, como deputado federal. O eleito explica o início. “Eu concorri para deputado federal em 2018, pelo Partido Novo, que não usa fundo eleitoral e isso me fez criar um modelo instintivo de campanha, eu fiz sem usar nada, a minha campanha custou R$ 64 mil, eu recebi R$ 22 mil de doação e coloquei R$ 42 mil do meu bolso, então eu não tinha uma estrutura grande”, disse.
Thiago Manzoni pontua que o incentivo para entrar no meio foi o ano de 2016, que teve grandes turbulências. “Eu comecei com esse sonho lá em 2016, quando o Brasil vivia recessão, crise econômica, com o PT destruindo a economia, princípios e valores morais e éticos, com a gota d’água sendo a história do Kit Gay, então eu decidi me candidatar, com a ajuda de um grande amigo, Rodrigo Prado, que no primeiro momento ficou na dúvida se eu iria mesmo, mas aí eu fui para as redes sociais falar de pautas que eu acreditava: família a base de tudo, geração de emprego e renda e fiscalização do poder executivo”, destacou.
O trabalho trouxe para as eleições de 2018 um resultado de quase 12 mil votos. Gianelli destaca como algo positivo. “Te empoderou, porque lá atrás, sem ser testado, era mais difícil montar um grupo, mas aí quando você alcançou quase 12 mil votos, virou outra coisa”, comentou.
Thiago Manzoni não obteve êxito, contudo a experiência serviu de aprendizado. “Eu anotei tudo que eu achava que eu tinha acertado e errado, porque se eu fosse fazer outra campanha eu saberia por onde partir e em 2020 eu recomecei o trabalho já pensando em me candidatar a distrital”, relatou.
“Eu vim com uma base muito maior, com cabos eleitorais voluntários que trabalham porque compartilham dos mesmos ideais, candidato por um partido que todo mundo dizia para eu não ir, porque o PL tem gigantes”, expôs. Sandro Gianelli citou nomes de Joaquim Roriz Neto, Agaciel Maia, Bispo Renato Andrade e Sardinha, que ficaram de fora, e Roosevelt e Daniel Donizet. Thiago acredita que estar no mesmo partido do presidente Bolsonaro foi fator positivo. “Os meus princípios e valores são todos conversadores e ao concorrer pelo partido do presidente Bolsonaro, eu já tive um benefício, porque quem vota em Bolsonaro, procura pessoas com o mesmo foco. Além disso, eu era um dos distritais que receberam apoio da deputada Bia Kicis, que me ajudou bastante gravando vídeo, então o fato de eu ter sido candidato da Bia, foi determinante, mas a união de tudo também contribuiu”, exprimiu.





