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MC Gui quebra o silêncio após ser citado em investigação da PF: “Transferência foi legítima e para negócios”


Da redação

O cantor MC Gui se manifestou nas redes sociais na noite deste sábado (18/4) após ter seu nome citado em uma investigação da Polícia Federal (PF) sobre um suposto esquema bilionário de lavagem de dinheiro envolvendo apostas ilegais. Em vídeos publicados no Instagram, o funkeiro afirmou que a entrada de MC Ryan SP como sócio em uma barbearia na Zona Leste de São Paulo, da qual participa desde 2023, ocorreu de forma legal e transparente.

Segundo MC Gui, a movimentação ocorreu quando um dos sócios deixou o negócio, abrindo espaço para um novo parceiro. “Um certo dia eu tive a honra de atender um dos meus clientes, o Ryan SP, uma figura pública. Ele conheceu a barbearia e gerou o interesse nele de entrar de sociedade naquela barbearia. Obviamente a gente estava aberto naquele momento, porque um dos sócios estava saindo, e aí a gente introduziu o Ryan SP”, explicou. O cantor reforçou que a transferência foi feita “com transparência, foi legal e com fins comerciais”.

A declaração ocorre após a divulgação de que MC Gui recebeu R$ 150 mil de Alexandre Paula de Sousa Santos, conhecido como Belga, apontado como operador financeiro ligado a MC Ryan SP. O relatório da PF, no entanto, não aponta MC Gui como investigado, apenas menciona seu nome no rastreamento das movimentações financeiras.

MC Gui criticou a forma como o caso tem sido retratado pela imprensa. “A mídia acaba montando uma narrativa e contando coisas que não aconteceram”, afirmou, justificando a decisão de se pronunciar diretamente aos seguidores. Ele reiterou que não há irregularidades na negociação e se colocou à disposição para esclarecimentos.

A Operação Narco Fluxo, deflagrada em 15/4, apura a movimentação de mais de R$ 1,6 bilhão em recursos suspeitos. Entre as transações investigadas, está também uma transferência de R$ 4,4 milhões feita por uma empresa de Pablo Marçal para MC Ryan SP, valor que teria sido usado na compra de um helicóptero. Marçal declarou que a operação refere-se a uma negociação imobiliária formalizada e documentada.